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Pesquisa Agropecuária Brasileira

Print version ISSN 0100-204XOn-line version ISSN 1678-3921

Pesq. agropec. bras. vol.34 no.7 Brasília July 1999

 

FRUTICULTURA

 

Uso da vinhaça no abacaxizeiro em solo de baixo potencial de produção1

 

Miralda Bueno de Paula2, Francisco Sandro Rodrigues Holanda3, Hugo Adelande Mesquita4 e Vânia Déa de Carvalho5

 

 

RESUMO - O trabalho foi desenvolvido com o objetivo de avaliar a vinhaça como fonte de K para o abacaxizeiro (Ananas Comosus L.), em substituição ao KCl, e seus efeitos sobre as características químicas do solo. O experimento foi instalado em um LV, textura argilosa, utilizando a cv. Smooth Cayenne. Os tratamentos constaram de quatro doses de vinhaça (0 - 100 - 200 - 400 m3/ha), mais um tratamento adicional: 12 g/planta K2O (KCl). O delineamento experimental foi em blocos ao acaso, com três repetições. Verificou-se efeito significativo da vinhaça e do KCl sobre a produção. Com 400 m3/ha de vinhaça e 20,5 g/planta de KCl , os rendimentos tiveram um acréscimo de 70% e 73%, respectivamente, em relação à testemunha. O fornecimento de K elevou a porcentagem de acidez titulável total e sólidos solúveis totais nos frutos, porém não houve diferença significativa entre as fontes. Os teores foliares de K foram aumentados significativamente pela aplicação de vinhaça e de KCl, e os teores de Mg decresceram. A aplicação de vinhaça contribuiu para aumento, no solo, dos teores dos cátions K, Ca, Mg e para a lixiviação de K. Vinhaça e KCl elevaram a níveis adequados, para cultura, a porcentagem de K na soma de bases.

Termos para indexação: resíduo de destilaria, potássio, produção de abacaxi, Ananas comosus.

 

Stillage application for pineapple in soil with low potential of yield

ABSTRACT - An experiment was carried out in order to evaluate the stillage as K source for pineapple (Ananas Comosus L.) in comparison with KCl, and the effects on chemical soil characteristics. The experiment was assessed in a Red Yellow Latosol with Smooth Cayenne cultivar. The treatments consisted of four application doses of stillage (0 - 100 - 200 - 400 m3/ha) and of an additional treatment (12 g/plant K2O KCl). The design of the trial was in randomized blocks with three replications. Yields statistically responded to stillage and KCl and yields obtained with 400 m3/ha of stillage and 20.5 g of KCl per plant were 70% and 73%, respectivelly, over the control. Addition of K increased the content of tritratable acidity and total soluble solids in the fruit with no difference between the sources. Concentration of K in the leaves increased and Mg content decreased by stillage and KCl application. Addition of stillage in the soil increased K, Ca, Mg content and leached K to 20-40 cm depth. Stillage and KCl increased K to adequate levels in the bases sum.

Index terms: distillery residue, potassium, pineapple yield, Ananas comosus.

 

 

INTRODUÇÃO

A cultura do abacaxi em Minas Gerais tem sido instalada em solos de baixa fertilidade. A adoção de um sistema de manejo que eleve ou mantenha os teores de matéria orgânica é fundamental para a manutenção da fertilidade. Uma das propriedades físico-químicas mais importantes do solo é a sua capacidade de troca catiônica (CTC), e a CTC da matéria orgânica pode atingir valores maiores que os dos colóides minerais.

As pesquisas mostram a grande exigência do abacaxizeiro em certos elementos minerais. Paula et al. (1985) verificaram ser o K o nutriente absorvido em maior quantidade. Segundo Carvalho et al. (1994), este nutriente é também importante para a qualidade do fruto.

O K é fornecido às plantas combinado principalmente com o cloreto ou sulfato. Contudo, pode-se considerar como fonte alternativa a vinhaça. Segundo Glória & Orlando Filho (1975) e Glória & Santa Ana (1975), a composição da vinhaça é bastante variável e depende da matéria-prima usada, do tipo de destilado a ser obtido e do tipo de fermentação empregada. Normalmente, é rica em matéria orgânica e tem composição mineral variável, com predominância do K entre os cátions.

O uso de resíduos orgânicos da indústria canavieira na abacaxicultura tem sido pouco estudado. O presente trabalho teve como objetivo verificar a possibilidade de utilização da vinhaça como fonte de K, em substituição ao KCl, no rendimento e qualidade do abacaxizeiro, e os efeitos dela sobre as características químicas do solo.

 

MATERIAL E MÉTODOS

O trabalho foi instalado no município de Três Pontas, MG, em um Latossolo Vermelho-Amarelo (LV), textura argilosa. Em amostras de solos obtidas a uma profundidade de 0-20 cm, efetuaram-se as análises químicas e físicas, pelo método de Vettori (1969), modificado por Embrapa (1979). Os dados médios utilizados foram os seguintes: pH em H2O (5,2); P (1 mg/dm3); K (46 mg/dm3); Ca (20 mmolc/dm3); Mg (8 mmolc/dm3); Al (2 mmolc/dm3); H + Al (7,3 mmolc/dm3); S (K + Ca + Mg) = 29,1 mmolc/dm3; T (K + Ca + Mg + H + Al) = 36,4 mmolc/dm3; V (100S/T) = 79,9%; M.O. (28 g/dm3); areia (92 g/dm3); limo (100 g/dm3); argila (808 g/dm3). Os extratores utilizados foram: P e K (Mehlich-1); Ca, Mg e Al (KCl 1 mol/L); H + Al (Ca(OAc)2).

Foi plantada, em fevereiro, a cultivar Smooth Cayenne, em linhas duplas, com espaçamento de 1,20 + 0,40 x 0,40 m. Cada parcela foi constituída por 60 plantas, sendo 32 plantas úteis. As mudas foram do tipo "rebentões", selecionadas quanto ao tamanho, utilizando-se as que tinham cerca de 26 cm, conforme recomendação de Reinhardt (1985). A indução floral foi feita com ethrel, 12 meses após o plantio. A adubação básica constou da aplicação de 3,0 g/planta de P2O5 (superfosfato simples) no plantio, 12 g/planta N (uréia) parcelada em três aplicações, a saber: 1/3 no plantio, 1/3 quatro meses após o plantio e 1/3 doze meses após o plantio.

Os tratamentos constaram de quatro doses de vinhaça (0 - 100 - 200 - 400 m3/ha), mais um tratamento adicional de 12 g/planta de K2O (KCl) . A vinhaça foi aplicada por aspersão manual com um regador, 15 dias antes do plantio. O KCl foi aplicado no plantio, segundo a recomendação de Samuels & Gandia-Diaz (1958). Os resultados de composição química da vinhaça em g/L foram: K2O (1,2); CaO (0,18); MgO (0,088); pH (4,3). O delineamento experimental foi em blocos ao acaso, com três repetições.

Foram realizadas avaliações sobre: a) rendimento e peso médio do fruto (peso do fruto sem coroa); b) teores de nutrientes na matéria seca, doze meses após o plantio, amostradas cinco folhas "D" por tratamento em cada repetição, conforme Manica et al. (1984). As amostras foliares foram postas a secar em estufa a 65ºC. O N foi determinado pelo método micro-Kjeldahl, e no extrato obtido por digestão nítrico-perclórica determinaram-se os teores de P por colorimetria; K, por fotometria de chama; Ca, Mg e micronutrientes, por espectrofotometria de absorção atômica, conforme Malavolta et al. (1989); c) características tecnológicas dos frutos: sólidos solúveis totais (SST), expresso em porcentagem, utilizando o refratômetro de ABBÉ; acidez titulável total (ATT), por titulação, com NaOH 0,1 mol/L; esta foi expressa em porcentagem de ácido cítrico; d) características químicas do solo: amostras do solo foram coletadas 15 dias após aplicação dos tratamentos, a 0-20 e 20-40 cm de profundidade.

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Obteve-se efeito significativo da vinhaça e KCl como fontes de K, sobre a produção e peso médio dos frutos. Com 400 m3/ha de vinhaça e 20,5 g/planta de KCl, os rendimentos de frutos tiveram um acréscimo em torno de 70% e 73%, respectivamente, em relação à testemunha. No abacaxizeiro, aumento do peso médio dos frutos e incrementos de produção decorrentes da adubação com K foram obtidos por outros autores (Iuchi, 1978; Reinhardt, 1980).

O modelo linear descreve a relação entre as doses de vinhaça, a produção e o peso médio dos frutos (Figs. 1 e 2). Outros autores também encontraram aumento de produção pela utilização da vinhaça. Berton et al. (1983) obtiveram aumento de produção de matéria seca do milho. Freire et al. (1983), obtiveram resultados positivos na cultura da mandioca. Paula et al. (1989) obtiveram aumento da produção na cultura da batata, e Paula et al. (1992) obtiveram maior produção e maior índice agroindustrial (Iai) na cultura da cebola pela utilização da vinhaça; porém, seu maior emprego foi na cultura da cana.

 

 

 

Quanto às características tecnológicas avaliadas, verificou-se que a acidez (ATT) aumentou com o K fornecido pela vinhaça ou KCl. Esses resultados concordam com os obtidos por Tay (1972) e Bezerra et al. (1981). Houve efeito significativo das doses de vinhaça sobre a acidez dos frutos (Fig. 3). As maiores porcentagens de acidez (0,63 e 0,64) foram obtidas com 400 m3/ha de vinhaça e 20,5 g/planta de KCl, respectivamente, quando houve nas folhas um estreitamento da relação N/K. Reinhardt (1980) verificou que, na adubação, uma ampla relação N/K (4,5:1) causou redução na acidez do fruto. Dados obtidos por Iuchi (1978) mostram correlação negativa entre N e acidez. Uma alta relação N:K pode provocar maior turgescência dos frutos, e, indiretamente, a queda da acidez, em decorrência da diluição.

 

 

Observou-se aumento da porcentagem de sólidos solúveis totais (SST) com aplicação de K via vinhaça ou KCl. Houve efeito significativo das doses de vinhaça sobre a porcentagem de SST (Fig. 3), e o valor de SST obtido pela aplicação de KCl foi de 18,1. Os dados são concordantes com os obtidos por Bezerra et al. (1981) e Paula et al. (1991). Haag et al. (1963) verificaram que a menor porcentagem de SST foi encontrada em plantas carentes de K.

Não houve diferença significativa entre as fontes de K (vinhaça e KCl) sobre essas variáveis. Segundo Marchal et al. (1981), os efeitos das fontes de K sobre as características tecnológicas dos frutos dependem das condições climáticas, da época de aplicação e do estádio de desenvolvimento da planta. Deve-se considerar, também, que a sensibilidade das plantas a Cl depende também da dose de K e da cultivar.

Os teores foliares de K elevaram-se e os de Mg decresceram significativamente pela aplicação de vinhaça e de KCl. O modelo linear descreve a relação entre doses de vinhaça e teores de K e Mg (Fig. 4). A aplicação de altas doses de K geralmente reduz os teores de Ca e Mg, mas com relação ao abacaxizeiro esse efeito interfere mais na absorção de Mg. Alvarenga & Couto, citados por Alvarenga (1981) e Paula et al. (1991), observaram que aplicação de altas doses de K reduziu o conteúdo de Mg nas folhas do abacaxizeiro. O decréscimo no conteúdo de Mg não afetou o rendimento, o que concorda com os dados obtidos por Hernandez-Medina (1964). Esse autor, verificou que respostas a Mg só ocorrem quando o teor foliar for inferior a 0,30% de MgO.

 

 

Os teores dos demais nutrientes não foram influenciados pelos tratamentos e se encontravam dentro da faixa adequada conforme Malavolta et al. (1989), e seus valores médios são apresentados na Tabela 1.

 

 

Quanto às características químicas do solo, o efeito do KCl sobre o teor de K foi avaliado apenas na camada de 0-20 cm, obtendo-se uma concentração de 214 mg/dm3, que não diferiu significativamente da concentração obtida com 400 m3/ha de vinhaça. Verificou-se, na camada de 0-20 e 20-40 cm, aumento nos teores de K, proporcional às doses de vinhaça aplicadas (Fig. 5). Resultados semelhantes foram obtidos por Camargo et al. (1983) e Paula et al. (1989, 1992). A aplicação da vinhaça, provocando teores mais elevados desse nutriente no complexo sortivo, pode acarretar acréscimos de K também na solução do solo, e propicia, portanto, maior susceptibilidade à lixiviação, contribuindo, assim, para o aumento do K em profundidade. Contudo, os teores que permaneceram na camada arável (0-20 cm) foram superiores aos obtidos no solo original. A vinhaça elevou significativamente os teores de Ca e Mg, à profundidade de 0-20 cm (Fig. 6), mas não alterou seus valores em profundidade (20-40 cm), e os valores médios de Ca e Mg nesta camada foram de 12 e 6 mmolc/dm3, respectivamente. Apesar de os valores absolutos dos cátions terem sofrido acréscimo generalizado, o aumento do K se deu em razão bem maior, provocando maior saturação de K na soma de bases (S) na camada de 0-20 cm. No solo original, a porcentagem de K em S foi de 4,22, e ficou em torno de 15% na presença de 400 m3/ha de vinhaça e de KCl (Tabela 2). Paula et al. (1991) obtiveram, com o abacaxizeiro, cv. Pérola, produção máxima quando a participação do K na soma de bases foi de 20%. No presente trabalho, o modelo que descreve a relação vinhaça x produção foi linear, e a mais alta saturação de K na soma de bases foi de 15%, o que confirma os dados dos autores citados.

 

 

 

 

CONCLUSÕES

1. A vinhaça na dosagem adequada substitui o KCl como fonte de K para o abacaxizeiro, com aumento no rendimento de frutos.

2. Acidez e sólidos solúveis totais dos frutos aumentam com fornecimento de K, independentemente da fonte: vinhaça ou KCl.

3. A vinhaça e o KCl elevam a participação de K na soma de bases a níveis adequados à obtenção de maiores rendimentos.

 

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1Aceito para publicação em 11 de novembro de 1998.
2 Enga Agra, D.Sc., Centro Regional do Sul de Minas Gerais (CRSM)/EPAMIG, Caixa Postal 176, CEP 37200-000 Lavras, MG, Bolsista do CNPq. E-mail: bueno@ufla.br
3 Eng. Agr., D.Sc., Prof. Visitante, Universidade Federal de Lavras (UFLA), Caixa Postal 37, CEP 37200-000 Lavras, MG.
4 Eng. Agr., M.Sc., CRSM/EPAMIG.
5 Enga Agra, D.Sc., Profa Adjunta, UFLA. Bolsista do CNPq.

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