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Pesquisa Agropecuária Brasileira

Print version ISSN 0100-204X

Pesq. agropec. bras. vol.34 no.11 Brasília Nov. 1999

http://dx.doi.org/10.1590/S0100-204X1999001100023 

SUPLEMENTAÇÃO ALIMENTAR DE CABRAS ANGLO-NUBIANAS NA ÉPOCA CHUVOSA, NA REGIÃO SEMI-ÁRIDA DO NORDESTE BRASILEIRO1

 

NELSON NOGUEIRA BARROS2, ROBERTO CÉSAR MAGALHÃES MESQUITA3, MARCELO RENATO ALVES DE ARAÚJO3 e RUBÊNIO BORGES DE CARVALHO3

 

 

RESUMO - Foi realizado um experimento para avaliar a influência da suplementação alimentar na produção de leite de cabras da raça Anglo-nubiana, durante a época chuvosa, na região semi-árida do Nordeste brasileiro. Vinte e quatro cabras foram mantidas em pastagem nativa rebaixada, distribuídas ao acaso, por tipo de parto e produção de leite, em três níveis de suplementação: N0 - sem suplementação, N1 -150 g de concentrado/animal/dia e N2 - 300 g de concentrado/animal/dia. Não houve diferença significativa (p>0,05) entre os níveis de suplementação. A produção de leite foi descrita por uma regressão múltipla em função do período de lactação em semana. A interação semana x níveis de suplementação foi significativa (p<0,01). Os resultados revelam que a suplementação com concentrado, na dose de 300 g/animal/dia, foi a melhor opção para se produzir leite com cabras Anglo-nubianas, durante a época chuvosa.

Termos para indexação: caprino, produção de leite, caatinga nativa melhorada.

 

FOOD SUPPLEMENTATION OF ANGLO-NUBIAN GOATS IN RAINY SEASON IN SEMI-ARID REGION OF NORTHEAST BRAZIL

ABSTRACT - This experiment was carried out to evaluate the influence of food supplementation on milk production of Anglo-nubian goats, during the rainy season, in semi-arid region of Northeast Brazil. Twenty four goats were maintained in lowered "caatinga", distributed randomly according to the parturition order and milk production in three supplementation levels: N0 - no supplementation, N1 - 150 g of concentrate/animal/day and N2 - 300 g of concentrate/animal/day. There was no significant difference (p>0.05) between supplementation levels. Milk production was described by multiple regression to lactation period, in week. The results showed that the best option to produce milk with Anglo-nubian, during the wet season, is 300 g of concentrate/animal/day.

Index terms: goat, milk production, lowered caatinga.

 

 

INTRODUÇÃO

A caprinocultura leiteira, no Brasil, vem crescendo substancialmente nos últimos anos. Este crescimento é refletido no aumento da produção de leite caprino nacional, no período de 1982 a 1992 (52%), ao passo que o mundial foi de apenas 37% (Quarterly Bulletin of Statistics 1988, 1993). Vários fatores têm contribuído para este crescimento, dentre os quais se destacam: a fácil adaptação do caprino aos diversos ecossistemas (French, 1970; Devendra, 1980; Gutierrez & De Boer, 1982), as boas cotações que o leite alcança no mercado, e a existência de demanda por produtos derivados do leite da cabra (Neumaier, 1986).

A região semi-árida do Nordeste brasileiro caracteriza-se por apresentar uma época chuvosa que ocorre durante os meses de janeiro a junho, e outra, seca, de julho a dezembro. Durante a época chuvosa, a fitomassa pastável é abundante e de boa qualidade nutricional. Todavia, durante a época seca, além da queda acentuada na disponibilidade da fitomassa pastável, há acentuado aumento da fração fibrosa aliado a um rápido processo de lignificação da parede celular das plantas forrageiras. Estes efeitos, agindo conjuntamente, reduzem o consumo de nutrientes e o desempenho animal. Pesquisas desenvolvidas no município de Sobral (Pfister, 1983; Kirmse, 1984; Schacht et al., 1992) mostraram que proteína e, principalmente, energia, são deficientes para crescimento de pequenos ruminantes durante a época seca. Barros et al. (1992) mostraram que o aumento do nível de energia na dieta de cabras Anglo-nubiana, em pastejo no semi-árido, durante a época chuvosa, não influenciou a produção de leite, porém os autores não testaram o nível zero de suplementação.

O estudo teve a finalidade de verificar o efeito da suplementação alimentar em cabras de raça Anglo-nubiana em pastejo, durante a época chuvosa, no semi-árido.

 

MATERIAL E MÉTODOS

A pesquisa foi conduzida na Embrapa-Centro Nacional de Pesquisa de Caprinos (CNPC), situada no norte do Estado do Ceará, região semi-árida do Nordeste do Brasil. A precipitação média da região é de 722 mm/ano, e a temperatura é elevada, com pequenas variações ao longo do ano. As médias anuais da máxima e da mínima são de 35ºC e 22ºC, respectivamente.

Foram utilizadas 24 cabras da raça Anglo-nubiana de segunda e terceira ordem de parto, pesando, em média, 40,6 ± 0,8 kg de peso vivo.

O estudo teve início em 5/5/1988, com duração de 13 semanas, e a coleta de dados foi realizada entre a segunda e a décima quarta semana de lactação. Os animais foram mantidos em pastagem nativa raleada, das 8 às 16h, numa lotação de 1,0 animal/ha/ano. A suplementação alimentar foi feita com concentrado (Tabela 1), contendo 15,4% de proteína bruta, 3,34 Mcal de energia digestível/kg de matéria seca, 0,44% de cálcio e 0,48% de fósforo, nos seguintes níveis: N0, sem suplementação; N1, 150 g de concentrado/animal/dia, e N2, 300 g de concentrado/animal/dia. A ração foi oferecida, individualmente, no período da tarde, após os animais retornarem ao aprisco, e o consumo de matéria seca da ração foi medido diariamente. Água e sal mineral estiveram à disposição dos animais no aprisco.

 

 

Os cabritos foram separados das respectivas mães sete dias após o nascimento, e aleitados artificialmente. As cabras foram ordenhadas diariamente, às 7 e às 16h e o controle leiteiro efetuado em três dias da semana. Na sexta semana de experimento, foram coletadas, individualmente, amostras de leite, para análise de gordura (método de Babcok), proteína bruta e sólidos totais (Association of Official Agricultural Chemists, 1975). Os animais foram pesados ao parto, ao início do experimento, e, em seguida, a cada sete dias.

O delineamento experimental foi o inteiramente casualizado, com oito animais por tratamento, perfazendo um total de 24 cabras. Como o período experimental foi de 13 semanas, com as lactações mensuradas durante três dias em cada semana (S), a produção de leite foi analisada pelo seguinte modelo estatístico, o qual caracteriza o split-plot no tempo:

onde:

m = média geral;

Ni = efeito dos níveis de suplementação;

Aj(Ni) = efeito dos animais dentro de cada nível de suplementação, usado como erro para medir o efeito de cada um destes níveis;

Sk = efeito da semana;

(NS)ik = interação entre níveis de suplementação e semanas;

Eijk = erro experimental.

Como os efeitos dos níveis de suplementação são de natureza quantitativa, a aplicação de testes de compensação de médias para estes efeitos não é correta. Assim, depois de aplicado o teste F, o comportamento dos diferentes níveis de suplementação foi observado mediante a análise de regressão.

Finalmente, procedeu-se a uma análise econômica dos níveis de suplementação, por meio do cálculo da margem bruta resultante da produção de leite. De acordo com Santos et al. (1997), a margem bruta consiste na diferença entre a receita bruta ¾ produção x preço de venda no mercado ¾ e os custos variáveis ¾ custos com concentrado, forragem, vacinas, vermífugo e mão-de-obra.

O uso de mão-de-obra para o arraçoamento dos animais e a limpeza das instalações foi estimado em 1,5 hora/homem/dia para o nível sem concentrado (N0) e 2,0 hora/homem/dia para cada nível com concentrado (N1 e N2). Assim, o custo deste item foi estimado com base no salário mínimo vigente (R$ 130,00), acrescido de 40% de encargos sociais. O custo da forragem foi estimado com base no consumo de matéria seca, correspondente a 4% do peso vivo do animal, no custo de implantação da pastagem, e no rendimento de forragem. O preço do leite foi considerado a R$ 0,80 por litro, correspondendo ao valor comercializado atualmente no mercado nordestino.

As margens brutas encontradas foram submetidas a análise de variância, a 5% de probabilidade, para identificar diferença significativa entre níveis de suplementação.

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Na Tabela 2, é mostrada a análise de variância da produção de leite. O coeficiente de variação do experimento foi de 12,24%. O coeficiente de determinação (r2= 0,86) demonstra que o modelo utilizado é adequado.

 

 

As produções de leite obtidas em função dos níveis de suplementação e dos períodos de lactação (semana) estão apresentadas na Tabela 3. O efeito de nível de suplementação não influenciou (p>0,05) a produção de leite (Tabela 2). Os resultados mostraram que somente a caatinga nativa rebaixada (N0) suportou uma produção de leite de 1,2 kg/dia (Tabela 3). Os incrementos nos níveis N1 e N2 em relação ao N0, embora não-significativos, foram de 8% e 23%, respectivamente (Fig. 1). Isto indica que a pastagem era de boa qualidade nutricional, porém insuficiente para atender às necessidades nutricionais dos animais em níveis de produção mais elevados. A precipitação ocorrida no ano do experimento foi inferior à média dos anos de 1988 a 1995 (Fig. 2), porém suficiente para promover a produção de fitomassa pastável, o que explica a inexistência de diferença significativa entre níveis de suplementação. Barros et al. (1992) não observaram diferença significativa (p>0,05) na produção de leite de cabras Anglo-nubianas submetidas a suplementação energética em condições de pastejo semelhantes ao deste estudo. As produções de leite obtidas foram: l,4 kg, l,4 kg, 1,4 kg e 1,3 kg de leite/animal/dia para os níveis de suplementação energética de 0,8, 1,6, 2,4 e 3,2 Mcal de energia digestível/animal/dia, respectivamente.

 

 

 

 

Observando-se a curva de produção de leite (Fig. 1), nota-se que os animais submetidos ao nível de suplementação N1 não apresentaram pico de lactação, que geralmente ocorre entre a terceira e a quarta semana de produção de leite. Este comportamento foi inesperado e inexplicável. Barros et al. (1992) trabalhando com cabras da raça Anglo-nubiana, em condições similares à deste experimento, mostraram que no início da lactação houve aumentos na produção de leite, e que o valor máximo (pico) ocorreu na quarta semana de lactação. Pela Fig. 3, observa-se perda de peso dos animais até o pico da lactação (terceira semana do experimento, quarta de lactação). A partir daí, os animais passaram a recuperar o peso, e chegaram ao final do estudo com o peso ligeiramente superior ao verificado no início. Estes resultados estão em conformidade com o National Research Council (1981), que prevê, nas tabelas de requerimentos nutricionais de caprinos leiteiros, uma perda de peso de cerca de 20 g/dia para cabras ao início da lactação.

 

 

Sands & McDowell (1978) observaram que a produção média diária de leite de cabras da raça Anglo-nubiana em áreas tropicais e subtropicais foi de 0,89 kg/animal/dia em um período de 230 dias, enquanto a média dos Estados da Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte (Baker & Souza Neto, 1989) foi de 0,80 kg/animal/dia em 134 dias de lactação. Também, Zometa et al. (1986) obtiveram produções médias diárias de leite em cabras da raça Anglo- nubiana, alimentadas com rações contendo ou não uréia, em confinamento por 23 semanas, inferiores às observadas neste estudo. Rodrigues et al. (1992), trabalhando com cabras da raça Anglo- nubiana em pastejo de capim-bufel (Cenchrus ciliaris) e suplementadas com 800 g de concentrado/animal/dia, nas 16 primeiras semanas de lactação, obtiveram uma produção de leite de 1,22 kg/animal/dia, equivalente aos níveis de suplementação N1 e N2 obtidos no presente trabalho. Isto sugere que a caatinga rebaixada tem maior potencial para produção de leite com cabras que o capim-bufel, pois os animais sem suplementação (N0) ou suplementados com 300 g/dia (N1) de concentrado, apresentaram produções de leite semelhantes àquelas em pastejo de capim-bufel e suplementadas com 800 g/dia de concentrado.

A produção de leite (Y) foi descrita por uma regressão múltipla em função do período de lactação em semana (S). Na Tabela 4, encontra-se a estimativa dos parâmetros da equação estrutural. O modelo ajustado explica as variações na produção de leite em função do período de lactação, referendado pelas estatísticas que acompanham a regressão. O sinal negativo indica o declínio na produção logo após o pico da lactação, o que mostra que a persistência do pico de lactação foi restrita, mesmo que as condições alimentares tenham sido satisfatórias, à semelhança do que foi constatado por Barros et al. (1992).

 

 

Na Tabela 5, estão apresentados os percentuais de proteína bruta, sólidos totais e gordura do leite. Os resultados obtidos neste estudo assemelham-se aos observados por Barros et al. (1992), no tocante à proteína do leite, mas foram inferiores aos verificados por estes autores, no que se refere aos teores de gordura e de sólidos totais. A proteína bruta do leite não foi influenciada pelos níveis de suplementação. Todavia, observando-se os dados relativos à gordura, visualiza-se uma tendência de redução na gordura do leite, na medida em que se elevou o nível de concentrado na dieta dos animais. Esta redução atingiu a cifra de 7% no nível N2 em relação ao nível N0 de suplementação e está em conformidade com os resultados obtidos por Barros et al. (1992). Morand-Fehr & Sauvant (1980) e Ciciliano-Jones & Murphy (1989) concluíram que o aumento do nível de concentrado na dieta de ruminantes resulta em incrementos na concentração de ácido propiônico e reduções na produção de ácido acético, no rúmem; segundo Kolb (1984), o ácido acético e o butírico participam com 60 a 80% na síntese de gordura do leite.

 

 

Os resultados da análise econômica apresentados na Tabela 6 mostram que, embora não tenha havido diferença (p>0,05) significativa entre os níveis de suplementação utilizados, o nível N2 (300 g de concentrado/animal/dia) apresentou margem bruta com 8,3% e 9,2% de superioridade em relação aos níveis N0 e N1, respectivamente. Observando-se a Fig. 3, nota-se que a recuperação do peso corporal das matrizes foi mais rápida quando submetidas ao nível de suplementação N2 que nos demais níveis, aspecto importante para a próxima lactação. Assim, o N2 é a alternativa que poderá assegurar maior rentabilidade ao produtor.

 

 

CONCLUSÕES

1. A caatinga nativa raleada, na região de Sobral, suporta o nível de produção de leite de cabras Anglo-nubianas de 1,2 kg/dia.

2. A melhor opção para se produzir leite, em condições de caatinga raleada, com cabras Anglo-nubianas, durante a época chuvosa, é com suplementação de 300 g de concentrado/animal/dia.

 

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1 Aceito para publicação em 2 de março de 1999.
2 Méd. Vet., M.Sc., Embrapa-Centro Nacional de Pesquisa de Caprinos (CNPC), Caixa Postal D-10, CEP 62011-970 Sobral, CE. E-mail: nelson@cnpc.embrapa.br
3 Eng. Agr., M.Sc., Embrapa-CNPC.