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Pesquisa Agropecuária Brasileira

versão impressa ISSN 0100-204Xversão On-line ISSN 1678-3921

Pesq. agropec. bras. v.34 n.12 Brasília dez. 1999

http://dx.doi.org/10.1590/S0100-204X1999001200013 

Avaliação de linhagens, híbridos F1 e cultivares de pimentão quanto à resistência a Meloidogyne spp.1

 

José Ricardo Peixoto2, Wilson Roberto Maluf3 e Vicente Paulo Campos3

 

 

Resumo - Com o objetivo de avaliar híbridos F1 de pimentão, juntamente com suas linhagens progenitoras e cultivares, quanto à resistência a Meloidogyne incognita (raças 1, 2, 3 e 4) e a M. javanica, foi instalado um experimento em casa de vegetação nas dependências da Pioneer Sementes Ltda, em Ijaci, MG. Foi utilizado o delineamento de blocos casualizados, em esquema de parcela subdividida, com cinco parcelas (compostas pelas quatro raças de M. incognita e mais a espécie M. javanica) e 48 subparcelas (compostas por 47 genótipos de pimentão e mais uma cultivar de tomate (Ângela Gigante I-5100), usada como testemunha padrão). Foram usadas cinco repetições e oito plantas em cada subparcela. A inoculação foi feita na concentração de 60 ovos/mL de substrato à base de vermiculita e casca de Pinus sp. (50%) e casca de arroz carbonizada (50%). Sessenta dias após a inoculação, procedeu-se às avaliações. Todas as cultivares e linhagens-padrão (Linha 004 e Linha 006) mostraram-se suscetíveis às raças 1, 2, 3 e 4 de M. incognita. Todos os genótipos de pimentão foram resistentes a M. javanica. Todas as linhagens experimentais mostraram-se resistentes às quatro raças de M. incognita; o mesmo ocorreu com a maioria dos híbridos F1 experimentais, apesar de o grau de resistência dos híbridos F1, em geral, ter sido inferior ao das respectivas linhagens. Os resultados indicaram que é viável a utilização de híbridos F1 entre linhagens resistentes vs. linhagens suscetíveis para fins de controle dos nematóides M. incognita e M. javanica, via resistência varietal.

Termos para indexação: Capsicum annuun, nematóide, Meloidogyne incognita, Meloidogyne javanica.

 

Evaluation of resistance of lines, hybrids F1 and cultivars of sweet pepper to Meloidogyne spp.

Abstract - With the purposes of evaluating F1 hybrids of sweet pepper, together with their parents, for resistance to Meloidogyne incognita (races 1, 2, 3 and 4) and M. javanica nematodes, an experiment was conducted in glasshouse conditions in the facilities of Pioneer Sementes Ltda, in Ijaci, MG, Brazil. A randomized block in split-plot design was used with five plots, composed of four races of M. incognita and one isolate of M. javanica, and 48 subplots, composed of 47 genotypes of sweet pepper and one cultivar of tomato (Ângela Gigante I-5100) as a standard check. Five replicates and eight plants in each subplot were used. Inoculation was done with 60 eggs/mL of substrate mixture of vermiculite, Pinus sp. bark and carbonized rice husk. After 60 days following inoculation, the evaluations were performed. All the cultivars and standard-lines (line 004 and line 006) were susceptible to the races 1, 2, 3 and 4 of M. incognita. All the genotypes of sweet pepper were resistant to M. javanica. Almost all of the experimental lines were proved to be resistant to all of the four races of M. incognita. The same occurred to most of the experimental hybrids F1, although the degree of resistance of the hybrids in general was lower than that of their respective resistant parents. It is thus proven to be feasible to utilize F1 hybrids by crossing resistant to susceptible sweet pepper lines to control the nematodes M. incognita and M. javanica through varietal resistance.

Index terms: Capsicum annuun, nematode, Meloidogyne incognita, Meloidogyne javanica.

 

 

Introdução

O rendimento da cultura do pimentão no Brasil já foi considerado como um dos maiores do mundo, com 27.500 kg/ha, e superado por poucos países, como o Japão com 32.222 kg/ha (Cobbe, 1983). Entretanto, em cultivo de campo aberto, tal rendimento diminuiu, apesar de haver variações de acordo com a época, cultivar, sistema de cultivo, etc. Entre as causas da queda de produtividade pode-se citar os problemas fitossanitários, onde se observa infestações por vírus, fungos, bactérias e nematóides. Segundo Taylor et al. (1985), dentre os fitopatógenos mais disseminados e que limitam a produtividade agrícola, estão os nematóides, especialmente os causadores de galhas (Meloidogyne spp.), os quais podem atacar quase todas as plantas cultivadas.

Os fitonematóides causadores de galhas do gênero Meloidogyne são responsáveis por grandes perdas em áreas onde o solo é cultivado sem proteção por longo período (Mai, 1985). Embora não estejam bem quantificadas, perdas quantitativas e qualitativas podem ser identificadas (Ferraz & Mendes, 1992), especialmente as perdas causadas por M. incognita e M. javanica, que são os mais nocivos para a agricultura brasileira.

Há evidências de variabilidade genética nessa espécie quanto à reação a Meloidogyne, indicando a possibilidade de seu controle por meio de cultivares resistentes. Os métodos clássicos de melhoramento incluem o retrocruzamento e o genealógico, ambos com ênfase na produção e resistência a patógenos (Nagai, 1983). Nos últimos anos tem-se enfatizado também a obtenção de híbridos F1 (Miranda, 1987; Galveas, 1988; Tavares, 1993).

Hendy et al. (1985) caracterizaram a resistência a Meloidogyne incognita em pimentão, sem descer ao nível de raças fisiológicas. Uma vez que a resistência a nematóides do gênero Meloidogyne pode ser específica a raças (Fassuliotis, 1985), a caracterização de resistência às quatro raças de M. incognita é de suma importância para um programa de melhoramento que vise à resistência. Peixoto et al. (1995) avaliaram diferentes genótipos de pimentão quanto à resistência à raça 2 de M. incognita e a M. javanica, verificando, suscetibilidade a M. incognita, com exceção da cultivar Yolo Wonder e resistência a M. javanica em todos os genótipos. Em trabalho posterior de seleção de linhagens resistentes a M. incognita, Peixoto et al. (1996) verificaram novamente suscetibilidade a M. incognita (raça 2) em cultivares comerciais usadas como testemunhas.

Nesse sentido, foi desenvolvido este trabalho de pesquisa com os seguintes objetivos: a) avaliar o grau de resistência de linhagens, híbridos F1 e cultivares de pimentão às raças 1, 2, 3 e 4 de M. incognita e à espécie M. javanica e b) verificar se há viabilidade na utilização de híbridos F1 para controle de M. incognita e de M. javanica, por meio da resistência da planta.

 

Material e Métodos

O experimento foi conduzido em casa de vegetação na Estação Experimental da Pioneer Sementes Ltda, localizada no município de Ijaci, MG, na época de verão, em 1994.

O delineamento experimental utilizado foi o de blocos casualizados, com cinco repetições, em esquema de parcelas subdivididas, com cinco parcelas (compostas por quatro raças de M. incognita e a espécie M. javanica) e 48 subparcelas (compostas por 47 genótipos de pimentão, mais uma cultivar de tomate, usada como testemunha padrão). Cada parcela continha oito plantas úteis. Foram usadas treze linhagens experimentais: nove, derivadas de cruzamentos com PM 217, e quatro, derivadas de cruzamentos com PM 687, além de 27 híbridos obtidos pelo cruzamento entre as treze linhagens, usadas como progenitores femininos, e as cultivares Agronômico 8 e Ikeda e a Linha 004, usadas como progenitores masculinos. Foram usadas oito testemunhas: uma, considerada como padrão de suscetibilidade (tomateiro Ângela Gigante I-5100); quatro, cultivares comerciais de pimentão (Agronômico 8, Ikeda, Nacional AG-506, Magda); duas, linhagens suscetíveis (Linha 004 e Linha 006), e uma, fonte de resistência (PM 687).

As mudas foram formadas em bandejas de isopor de 128 células (40mL/célula). Como inóculo foram usadas as quatro raças de M. incognita e a espécie M. javanica, provenientes de plantas de tomateiro mantidas em casa de vegetação. O preparo do inóculo foi feito segundo a metodologia de Hussey & Barker (1973) modificada por Boneti (1981). Desta forma, as raízes galhadas foram cortadas em pedaços de 0,5 cm de comprimento e em seguida foram trituradas em liquidificador por 20 segundos em solução com hipoclorito de sódio (NaOCl) a 0,5%. Foram utilizados aproximadamente 200 mL dessa solução para cada sistema radicular. A seguir, foi vertida a suspensão em peneira de 0,074 mm (200 mesh) sobre peneira de 0,028 mm (500 mesh) de abertura, com água de torneira abundante, evitando-se sempre o jato d'água diretamente sobre o material. Os ovos que ficaram retidos na última peneira foram colhidos em copos de vidro apropriados, e todo o processo foi completado em menos de dois minutos. Finalmente foi feita a contagem de ovos em caixinhas contendo alíquotas de 1 mL, usando microscópio estereoscópio

A inoculação foi feita em substrato à base de vermiculita mais casca de Pinus sp. (50% do volume total) e casca de arroz carbonizada (50% do volume total), na concentração de 60 ovos por mL de substrato, equivalente a 2.400 ovos/planta (população inicial - Pi). Em seguida, procedeu-se ao enchimento das bandejas de isopor (40 mL/célula) e à repicagem das melhores mudas, com aproximadamente 5 cm de altura.

Sessenta dias após a inoculação, foi feita a avaliação dos seguintes parâmetros, entre outros: fator de reprodutividade e índice de reprodução. O fator de reprodutividade (FR - população final/população inicial) é usado para definir resistência (FR menor que um) e suscetibilidade (FR maior que um), segundo Oostenbrink (1966). Jones, citado por Canto-Saénz (1985), chama de maus hospedeiros os genótipos com fator de reprodutividade menor que um, e bons hospedeiros, os genótipos com fator de reprodutividade maior que um.

O índice de reprodução de M. incognita e de M. javanica foi determinado considerando o tomateiro como testemunha padrão (100%), em comparação com a reprodução desses nematóides no pimentão. Os valores da população final (Pf) encontrados nos genótipos de pimentão foram divididos pelos encontrados no tomateiro, definindo-se, assim, os valores do índice de reprodução. Desta forma, a resistência de cada cultivar ou linhagem de pimentão a M. incognita e a M. javanica foi avaliada com base no índice de reprodução, de acordo com o seguinte critério de reprodução estabelecido por Taylor citado por Hadisoeganda & Sasser (1981): S - Cultura Suscetível (reprodução normal), variando de 50 a 100% em relação ao tomateiro; LR - Levemente Resistente, de 25 a 50%; MoR - Moderadamente Resistente, de 10 a 25%; MR - Muito Resistente, de 1% a 10%; AR - Altamente Resistente, abaixo de 1% e I - Imune, onde não houve reprodução.

Os dados foram submetidos à análise de variância, utilizando-se, para o teste F, os níveis de 5% e 1% de probabilidade (Pimentel-Gomes, 1976). Antes de serem analisados, os dados foram transformados segundo Box & Cox, citados por Johnson & Wichern (1988). As médias foram comparadas entre si, pelo teste de Tukey, a 5% de probabilidade.

 

Resultados e Discussão

A análise de variância detectou efeito significativo entre as diferentes populações de nematóides, entre os genótipos e da interação entre ambos, para o fator de reprodutividade (Pf/Pi).

De acordo com Oostenbrink (1966) e Jones citado por Canto-Saénz (1985), as testemunhas foram suscetíveis às quatro raças de M. incognita, com exceção da cultivar Agronômico 8 à raça 3 (FR = 0,920). Desta forma, são considerados bons hospedeiros das quatro raças de M. incognita. O PM 687 e todas as linhagens experimentais foram resistentes às quatro raças de M. incognita e, portanto, maus hospedeiros de M. incognita. Entre os híbridos F1 experimentais, 33,3% foram resistentes às quatro raças de M. incognita; 33,3% foram resistentes às três raças; 18,5% foram resistentes às duas raças; 11,1% foram resistentes a uma raça, e apenas 3,7% (um híbrido) foi suscetível às quatro raças de M. incognita. Todos os genótipos de pimentão foram resistentes, e portanto, maus hospedeiros de M. javanica (Tabela 1).

 

 

Segundo o critério de reprodução estabelecido por Taylor, citado por Hadisoeganda & Sasser (1981), o PM 687 foi muito resistente (MR) às raças 1 e 2 de M. incognita e altamente resistente às raças 3 e 4, e as demais testemunhas se mostraram suscetíveis ou com leve resistência, havendo apenas alguns casos de moderada resistência (Tabela 2). As linhagens experimentais mostraram-se muito resistentes (maioria) ou moderadamente resistentes às raças 1, 2, 3 e 4 de M. incognita, havendo apenas um caso de leve resistência. Os híbridos F1 experimentais, mostraram-se muito resistentes ou moderadamente resistentes às raças 1, 2, 3 e 4 de M. incognita, e há poucos casos de leve resistência e raros casos de suscetibilidade. Todos os genótipos de pimentão foram altamente resistentes a M. javanica (Tabela 2).

 

 

Rios (1990) observou suscetibilidade na cultivar Agronômico 10 G às raças 2 e 4 de M. incognita, numa menor concentração do inóculo; leve resistência, em duas maiores concentrações da raça 2; leve resistência numa concentração intermediária da raça 4; e moderada resistência numa concentração intermediária da mesma raça. Com a mesma cultivar, observou-se uma leve resistência à raça 3 de M. incognita, em duas menores concentrações do inóculo, e uma resistência moderada numa maior concentração.

Entre os híbridos F1 experimentais que se destacaram como resistentes às raças 1, 2, 3 e 4 de M. incognita e a M. javanica, o híbrido F1 PIX 021C08#18 X Linha 004 foi o que teve o melhor desempenho em termos agronômicos, ao produzir 43.852,46 kg/ha de frutos comercializáveis em campo aberto e em apenas sete colheitas, ficando em segundo lugar entre 36 genótipos testados por Innecco (1995), num ensaio posterior ao experimento.

 

Conclusões

1. De forma geral, as testemunhas são suscetíveis, as linhagens experimentais são resistentes, e muitos híbridos F1 são resistentes ou moderamente resistentes às raças 1, 2, 3 e 4 de M. incognita.

2.É viável a utilização de híbridos F1 em pimentão para controle de M. incognita e de M. javanica, explorando as combinações específicas entre os progenitores para obter híbridos resistentes a M. incognita e a M. javanica.

 

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1 Aceito para publicação em 23 de março de 1999. Parcialmente financiado pela Pioneer Sementes Ltda.
2 Eng. Agr., Dr., Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária, Universidade de Brasília (UnB), Caixa Postal 04508, CEP 70910-900 Brasília, DF. E-mail: peixoto@unb.br
3 Eng. Agr., Ph.D., Universidade Federal de Lavras (UFLA), Caixa Postal 37, CEP 37200-000 Lavras, MG.

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