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Pesquisa Agropecuária Brasileira

Print version ISSN 0100-204XOn-line version ISSN 1678-3921

Pesq. agropec. bras. vol.35 no.2 Brasília Feb. 2000

http://dx.doi.org/10.1590/S0100-204X2000000200003 

SELETIVIDADE DE INSETICIDAS A TRÊS VESPIDAE PREDADORES DE DIONE JUNO JUNO (LEPIDOPTERA: HELICONIDAE)1

 

MARCELO FIALHO DE MOURA2, MARCELO PICANÇO3, ALFREDO HENRIQUE ROCHA GONRING2 E CLÁUDIO HORST BRUCKNER4

 

 

RESUMO - Dentre os insetos que atacam o maracujazeiro, Dione juno juno (Lepidoptera: Heliconidae) é considerada a praga-chave. Estudou-se a seletividade dos inseticidas fentiom, cartape, malatiom e deltametrina a Dione juno juno, em relação às vespas predadoras Polybia fastidiosuscula, Polybia scutellaris e Protonectarina sylveirae (Hymenoptera: Vespidae). Estimaram-se as curvas concentração-mortalidade e mediante o uso da concentração letal do inseticida em 90% dos indivíduos (CL90) calcularam-se os índices de seletividade diferencial e índices de tolerância. A deltametrina foi seletiva à P. scutellaris e P. fastidiosuscula e medianamente seletiva à P. sylveirae e o cartape foi medianamente seletivo às três espécies de vespas predadoras. O malatiom foi seletivo a P. sylveirae e medianamente seletivo a P. fastidiosuscula. As vespas predadoras P. fastidiosuscula eP. scutellaris foram mais tolerantes a deltametrina e ao fentiom do que P. sylveirae, enquanto o P. fastidiosuscula e P. sylveirae toleraram mais o cartape do que P. scutellaris. O malatiom foi mais tolerado pela espécie P. sylveirae do que por P. fastidiosuscula e P. scutellaris.

Termos para indexação: maracujá, Passiflora edulis f. flavicarpa, lagarta-do-maracujá, Polybia fastidiosuscula, Polybia scutellaris, Protonectarina sylveirae.

 

SELECTIVITY OF INSECTICIDES TO THREE VESPIDAE PREDATORS OF DIONE JUNO JUNO (LEPIDOPTERA: HELICONIDAE)

ABSTRACT - Among insects that attack passion fruit, Dione juno juno (Lepidoptera: Heliconidae) is considered the most dangerous plague. The selectivity of the insecticides fenthion, cartap, malathion and deltamethrin to the predatory wasps Polybia fastidiosuscula, Polybia scutellaris and Protonectarina sylveirae (Hymenoptera: Vespidae) was studied based on these insecticide toxicities to their prey Dione juno juno. Concentration-mortality regression lines were obtained and the estimated lethal concentration of insecticide to 90% (LC90) of the individuals were used for the calculation of the differential selectivity index and tolerance index. Deltamethrin was selective in favor of P. scutellaris and P. fastidiosuscula and showed intermediate selectivity to P. sylveirae, while cartap showed intermediate selectivity to all three species of predatory wasps. Malathion was selectivite to P. sylveirae and showed intermediate selectivity to P. fastidiosuscula. The predatory wasps P. sylveirae and P. fastidiosuscula were more tolerant to cartap than P. scutellaris and P. sylveirae was more tolerant to malathion than P. fastidiosuscula and P. scutellaris.

Index terms: Passion fruit, Passiflora edulis f. flavicarpa, passion fruit caterpillar, Polybia fastidiosuscula, Polybia scutellaris, Protonectarina sylveirae.

 

 

INTRODUÇÃO

O Brasil é o principal produtor mundial de maracujá-amarelo (Passiflora edulis f. flavicarpa Deg.), e supre 30% do consumo mundial de suco concentrado extraído de seus frutos. Dentre os insetos que atacam o maracujazeiro, Dione juno juno Cr. (Lepidoptera: Heliconidae) é considerada a praga-chave. Suas lagartas causam desfolha, reduzindo o crescimento e produção do maracujazeiro, e ataques sucessivos desta praga podem causar a morte das plantas (Lima et al., 1994; Teixeira et al., 1994).

O controle de D. juno juno é realizado prin-cipalmente pela aplicação de inseticidas como cartape, deltametrina, fentiom e malatiom (Andrei, 1996; Picanço et al., 1996). O uso intensivo de inseticidas pode acarretar uma série de problemas, como a redução de populações de inimigos naturais, ocasionando a ressurgência da praga em níveis mais elevados. Uma possível solução para esse problema é o uso de inseticidas seletivos que preservem as populações de inimigos naturais (Pedigo, 1989).

As vespas Polybia fastidiosuscula Saussure, Polybia scutellaris (White) e Protonectarina sylveirae (Saussure) (Hymenoptera: Vespidae) constituem eficientes agentes do controle biológico natural de D. juno juno, predando grande quantidade de lagartas (Ruggiero, 1980). Apesar da importância dos Hymenoptera: Vespidae para o manejo integrado de pragas, são escassos os trabalhos nas áreas de ecologia (Rodrigues & Morães, 1981), comportamento (Malaspina et al., 1990, 1992) e seletividade de inseticidas (Hebling-Beraldo et al., 1981; Picanço et al., 1998) com este grupo de predadores.

Este trabalho teve como objetivo o estudo da seletividade dos inseticidas cartape, deltametrina, fentiom e malatiom aos Hymenoptera: Vespidae P. fastidiosuscula, P. scutellaris e P. sylveirae, predadores de D. juno juno.

 

MATERIAL E MÉTODOS

Este trabalho foi conduzido no laboratório de manejo integrado de pragas da Universidade Federal de Viçosa (UFV), em Viçosa, MG, durante os anos, 1996/97. Os inseticidas utilizados foram cartape 500 PM, deltametrina 25 CE, fentiom 500 CE, e malatiom 500 CE. Utilizaram-se lagartas de quinto ínstar de Dione juno juno e adultos dos predadores Polybia fastidiosuscula, Polybia scutellaris e Protonectarina sylveirae (Hymenoptera: Vespidae) coletados no campus da UFV.

O delineamento experimental foi inteiramente casualizado, com quatro repetições. Para instalação do experimento, folhas de maracujá foram imersas, por cinco segundos, em soluções com seis concentrações de cada inseticida e em água (testemunha). Em todos os tratamentos empregou-se espalhante adesivo na dosagem de 30 mL/100 L de calda (Andrei, 1996). As concentrações mínimas e máximas utilizadas foram: cartape 500 PM 0,1 a 0,7 mg de ingrediente ativo (i.a.)/mL, deltametrina 25 CE 0,01 a 0,1 mg de i.a./mL, fentiom 500 CE 0,005 a 0,04 mg de i.a./mL e malatiom 500 CE 0,023 a 1,3 mg de i.a./mL. As folhas foram colocadas para secar por duas horas, e após a secagem foram acondicionadas em placas de Petri (9 cm de diâmetro por 2 cm de altura). Em cada placa foram liberados 10 insetos. Assim, as vespas foram expostas aos inseticidas por contato. Já as lagartas de D. juno juno, além do contato, foram expostas também por ingestão, pois estas foram alimentadas com folhas de maracujá contendo inseticida. As placas de Petri foram levadas para estufa incubadora à temperatura de 25 ± 0,5oC e umidade relativa de 75 ± 5%. Vinte e quatro horas depois, realizaram-se as avaliações da mortalidade dos insetos, e os resultados foram corrigidos em relação à mortalidade ocorrida na testemunha (Abbott, 1925). Determinaram-se, por análise de próbite, curvas concentração-mortalidade dos inseticidas em relação a D. juno juno e em relação às três espécies de vespas predadoras, e, por meio destas, foram estimadas as CL90 (concentração letal do inseticida em 90% dos indivíduos), sendo que foram aceitas curvas cuja probabilidade de aceitação do c2 fosse maior que 0,05 (Finney, 1972).

Foram calculados os índices de seletividade diferencial (ISD90 = CL90 do inseticida em relação ao predador/CL90 do inseticida em relação à praga), de toxicidade relativa (ITR90 = maior CL90 em relação à espécie/CL90 do inseticida em relação à espécie) e de tolerância relativa de P. fastidiosuscula e P. scutellaris em relação a P. sylveirae (ITRe90 = CL90 do inseticida em relação a uma das duas primeiras espécies/pela CL90 do inseticida em relação à P. sylveirae) (Alves et al., 1992; Batalha et al., 1995).

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

A deltametrina foi altamente seletiva aos predadores Polybia scutellaris (ISD90 = 104,94) e Polybia fastidiosuscula (ISD90 = 32,50), e medianamente seletiva à Protonectarina sylveirae (ISD90 = 3,38) (Tabela 1). Guedes et al. (1992), Faleiro et al. (1995) e Picanço et al. (1997) verificaram que a deltametrina foi seletiva, respectivamente aos predadores Podisus nigrispinus (= connexivus) (Dallas) (Heteroptera: Pentatomidae), Doru luteipes (Scudder) (Dermaptera: Forficulidae) e Polybia ignobilis (Haliday) (Hymenoptera: Vespidae).

 

 

A concentração do cartape que ocasionou 90% de mortalidade a lagartas de Dione juno juno foi 2,29, 5,29 e 5,36 vezes menor do que a concentração que ocasionou a mesma mortalidade aos predadores P. scutellaris, P. sylveirae e P. fastidiosuscula respectivamente (Tabelas 1, 2 e 3). Assim, este inseticida pode ser considerado como mediamente seletivo aos três predadores. Leite et al. (1998) verificaram que o cartape foi seletivo a Brachygastra lecheguana (Latreille) (Hymenoptera: Vespidae).

 

 

 

O malatiom não apresentou seletividade a P. scutellaris (ISD90 = 0,13), foi mediamente seletivo a P. fastidiosuscula (ISD90 = 4,50) e altamente seletivo a P. sylveirae (ISD90 = 314,60) (Tabela 1). Suinaga et al. (1996) verificaram que o malatiom foi pouco seletivo ao predador P. nigrispinus.

O fentiom não apresentou seletividade a nenhum dos predadores, sendo sua CL90 25, 100 e 100 vezes maior para P. scutellaris, P. sylveirae e P. fastidiosuscula do que para as lagartas de Dione juno juno (Tabelas 1, 2 e 3). Picanço et al. (1996) verificaram que o fentiom também não apresentou seletividade aos predadores P. nigrispinus e Supputius cincticeps Stal (Heteroptera: Pentatomidae).

A seletividade da deltametrina e do cartape às três espécies de Vespidae e do malatiom a P. fastidiosuscula e P. sylveirae talvez se deva à menor sensibilidade do sítio de ação destes inseticidas nos predadores do que em sua presa, ou a menor taxa de penetração desses na cutícula dos Vespidae do que nas lagartas de D. juno juno (Suinaga et al., 1996). A seletividade da deltametrina pode também estar relacionada a maior taxa de metabolização deste piretróide por oxidases microssomais e esterases nos predadores do que nas lagartas de D. juno juno, acarretando maior desintoxicação nas vespas do que em sua presa (Yu, 1987, 1988).

P. fastidiosuscula eP. scutellaris foram cerca de 10 e 31 vezes mais tolerantes à deltametrina, e duas e quatro vezes mais tolerantes ao fentiom do que P. sylveirae, respectivamente. P. fastidiosuscula e P. sylveirae foram cerca de duas vezes mais tolerantes ao cartape do que P. scutellaris (Tabela 4). Suinaga et al. (1996) observaram que ninfas de terceiro ínstar do predador P. nigrispinus foram menos tolerantes à deltametrina do que ninfas de quinto ínstar e adultos.

 

 

P. sylveirae foi cerca de 70 e 2.500 vezes mais tolerante ao malatiom do que P. fastidiosuscula e P. scutellaris, respectivamente (Tabela 4). Picanço et al. (1996) observaram que adultos do predador P. nigrispinus foram mais tolerantes ao malatiom que S. cincticeps. Suinaga et al. (1996) verificaram que ninfas de quinto ínstar do predador P. nigrispinus foram mais tolerantes ao malatiom que ninfas de terceiro ínstar e adultos.

Em função da suscetibilidade relativa das vespas aos inseticidas, em pomares de maracujá com intensa aplicação de inseticidas, deve-se conhecer com profundidade as espécies de vespas predadoras presentes. Em função dessa informação, deve-se recomendar os inseticidas mais seletivos a elas.

As curvas concentração-mortalidade do cartape em relação à P. scutellaris, P. fastidiosuscula e P. sylveirae, dadeltametrina em relação à P. sylveirae e do fentiom em relação às três espécies de vespas apresentaram maiores inclinações do que as curvas destes inseticidas em relação a lagartas de D. juno juno (Tabela 2 e Fig. 1). Esses dados indicam que pequenas variações nas dosagens destes inseticidas ocasionam maiores aumentos nas mortalidades destes predadores do que nas das lagartas de D. juno juno. Assim, erros na calibração de dosagens destes inseticidas poderão ocasionar maiores problemas a estes predadores do que a lagartas de D. juno juno (Atkins et al., 1973).

 

 

CONCLUSÕES

1. A deltametrina é seletiva às vespas predadoras Polybia scutellaris e Polybia fastidiosuscula e medianamente seletiva à Protonectarina sylveirae.

2. O cartape é medianamente seletivo às três espécies de vespas predadoras.

3. O malatiom é seletivo às vespas predadoras P. sylveirae e medianamente seletivo a P. fastidiosuscula.

4. As vespas P. fastidiosuscula eP. scutellaris são mais tolerantes à deltametrina e ao fentiom do que P. sylveirae; P. fastidiosuscula e P. sylveirae são mais tolerantes ao cartape do que P. scutellaris; P. sylveirae é mais tolerante ao malatiom do que P. fastidiosuscula e P. scutellaris.

 

REFERÊNCIAS

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1 Aceito para publicação em 9 de março de 1999.

2 Eng. Agrôn., Dep. de Biologia Animal, Universidade Federal de Viçosa (UFV), CEP 36571-000 Viçosa, MG.
3 Eng. Agrôn., D.Sc., Dep. de Biologia Animal, UFV. E-mail: picanco@mail.ufv.br
4 Eng. Agrôn., D.Sc., Dep. de Fitotecnia, UFV.

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