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Pesquisa Agropecuária Brasileira

Print version ISSN 0100-204XOn-line version ISSN 1678-3921

Pesq. agropec. bras. vol.37 no.4 Brasília Apr. 2002

http://dx.doi.org/10.1590/S0100-204X2002000400005 

Viabilidade econômica da adubação adicional de genótipos de feijoeiro em relação ao resíduo de adubação da batata(1)

 

Hamilton Kikuti(2), Messias José Bastos de Andrade(3), Magno Antônio Patto Ramalho(4) e Ângela de Fátima Barbosa Abreu(5)

 

 

Resumo ¾ O objetivo deste trabalho foi avaliar a viabilidade econômica de genótipos de feijoeiro, com e sem adubação adicional, em relação à adubação residual da batata. Foram conduzidos, em Lavras, MG, quatro experimentos com o feijão em sucessão à cultura da batata. Em cada safra (águas 98/99 e inverno-primavera 99) foi instalado um experimento utilizando apenas a adubação residual da batata e outro que utilizou, além do mencionado resíduo, uma adubação para o feijoeiro, de 500 kg ha-1 da formula 4-14-8 na semeadura e 40 kg ha-1 de N (sulfato de amônia) em cobertura. O delineamento experimental foi látice 5 x 5, com três repetições, seis cultivares comerciais e 19 linhagens utilizadas no programa de melhoramento do feijoeiro da Universidade Federal de Lavras. A análise conjunta mostrou que os genótipos de feijoeiro apresentaram comportamento não coincidente em resposta à adubação. Em ambas as safras, a adubação adicional do feijoeiro elevou o rendimento de grãos, mas apenas na safra de inverno-primavera mostrou-se economicamente viável. Os resultados evidenciaram, ainda, a possibilidade de se obterem bons rendimentos de grãos com a cultura do feijoeiro utilizando apenas a adubação residual da batata.

Termos para indexação: Phaseolus vulgaris, cultivo seqüencial, rotação de cultura, rendimento.

 

Economic viability of additional fertilization of bean genotype in relation to residual potato fertilization

Abstract ¾ The objective of this work was to evaluate the economic viability of bean genotype, with and without the additional fertilization, in relation to the residual potato fertilization. Four experiments with bean in rotation of potato crop were conducted in Lavras, MG, Brazil. In each crop (summer 98/99 and winter¾spring 99 season) two experiments were set up: the first using only the residual potato fertilization and the other using, besides the mentioned residue, a fertilization for the bean plant of 500 kg ha-1 of the fertilizer with 4148 formulation at planting and 40 kg ha-1 of N top dressing under the form of ammonium sulfate. The experimental design was a 5 x 5 lattice with three replications, evaluating six commercial cultivars and 19 strains used in the bean plant breeding program of the Universidade Federal de Lavras. The joint analysis showed that the bean genotype presented non-coincident behavior in response to fertilization. In both seasons the fertilization of the legume raised grain yield but only in the winter-spring crop it proved to be economically viable. The results also showed that it is possible to obtain a good bean yield utilizing only the residual potato fertilization.

Index terms: Phaseolus vulgaris, sequential cropping, rotational cropping, yields.

 

 

Introdução

A batata (Solanum tuberosum L.) ocupa a terceira posição entre os alimentos utilizados mundialmente para a nutrição humana (Filgueira, 1993), e na região sul de Minas Gerais é a hortaliça que mais sobressai, tanto em extensão de áreas cultivadas como em preferência alimentar, o que torna esta região a maior produtora do Estado.

Por se tratar de cultura com incidência de graves problemas fitossanitários, requer constante rotação com outras espécies, de modo a contribuir para o controle de pragas e patógenos. Além disso, requer elevada quantidade de fertilizantes, que pode atingir até 6 t ha-1 (Ribeiro, 1999), o que permite considerável aproveitamento residual pela cultura em rotação.

Na região, tem sido crescente o interesse na rotação da batata com a cultura do feijoeiro, que constitui-se uma ótima opção para o bataticultor, aliando as vantagens de ciclo curto e fácil comercialização, e boa rentabilidade econômica, normalmente na proximidade de grandes centros consumidores.

Em geral, a cultura do feijoeiro apresenta respostas à adubação, notadamente ao P e N (Silveira & Moreira, 1990; Barbosa Filho & Silva, 1994; Fronza et al., 1994; Peres et al., 1994; Carvalho et al., 1995; Barbosa Filho & Silva, 2000). Da mesma forma, também têm sido registradas respostas ao efeito residual da adubação quando a cultura anterior é o próprio feijoeiro (Goepfert, 1972). Embora existam relatos de resposta diferencial das cultivares de feijoeiro à adubação utilizada (Stone & Pereira, 1994; Garrido, 1998; Piana et al., 1999), há carência de informação sobre a resposta diferencial de cultivares/linhagens de feijoeiro ao efeito residual da adubação realizada na cultura anterior.

Este trabalho teve como objetivo avaliar o desempenho de genótipos de feijoeiro em relação à adubação residual da batata e a viabilidade econômica da rotação batata-feijão.

 

Material e Métodos

O estudo constou de quatro experimentos de campo com a cultura do feijoeiro em sucessão à cultura da batata, em Lavras, MG. Os dois primeiros experimentos foram semeados em novembro de 1998 (safra das águas) e os outros dois, em julho de 1999 (safra do inverno-primavera), em área experimental do Departamento de Biologia da Universidade Federal de Lavras (Ufla), em um Latossolo Vermelho distroférrico, típico, de textura muito argilosa, horizonte A moderado, mesodistrófico oxídico (Andrade, 1979; Embrapa, 1999), cujos resultados da análise química estão apresentados na Tabela 1. As análises foram realizadas nos laboratórios do Departamento de Ciência do Solo da Ufla e interpretados de acordo com a Comissão de Fertilidade do Solo do Estado de Minas Gerais (1999).

As culturas de batata que precederam os experimentos foram conduzidas de julho a outubro de 1998 e de dezembro de 1998 a abril de 1999. A adubação de plantio foi equivalente a 3 t ha-1 do fertilizante na fórmula 4148, e a de cobertura, 300 kg ha-1 de sulfato de amônio, mais 160 kg ha-1 de cloreto de potássio. A cultura foi conduzida com os tratos culturais normalmente dispensados à lavoura da batata em Minas Gerais, e a irrigação realizada por aspersão convencional.

Na primeira safra, o feijão foi semeado logo após a colheita da batata, e na segunda, três meses após. As amostras de solos (0-20 cm) foram coletadas por ocasião do preparo do solo para a leguminosa. O preparo do solo e o manejo da cultura foram idênticos em todos os experimentos.

Em cada safra foram conduzidos dois experimentos em áreas contíguas: um, sem adubação da cultura do feijoeiro, utilizando apenas a adubação residual da batata; e o outro, no qual o feijão recebeu 500 kg ha-1 da fórmula NPK (4-14-8), contendo ainda 10% de Ca, 0,09% de B e 0,3% de Zn. Neste último, foi também realizada uma adubação em cobertura com 40 kg ha-1 (sulfato de amônio) aos 22 dias após a emergência.

O delineamento estatístico empregado em cada ensaio foi o látice 5 x 5, com três repetições. Os tratamentos, em número de 25, constituíram-se de seis cultivares comerciais: Emgopa-Ouro, Ouro Negro, Carioca, Pérola, Carioca-MG e IAPAR 81, e 19 linhagens do grupo carioca, pertencentes ao programa de melhoramento do feijoeiro da Ufla: CII-102, LH-11, LH-9, LH-10, CII-348, CII-175, CII-90, CII-337, ESAL-696, CII-281, LH-2, CII-244, ESAL-695, CII-103, LH-3, ESAL-693, CII-78, B1 e ESAL-694. As parcelas foram constituídas de duas linhas de 5 m de comprimento, a espaços de 0,50 m, com densidade de 12 plantas por metro linear.

Em ambas as safras foi avaliado o rendimento de grãos (kg ha-1), corrigido para 13% de umidade. Todos os dados obtidos foram inicialmente submetidos a análise individual por experimento e, posteriormente, em conjunto. As comparações entre médias foram feitas pelo teste de Duncan a 5% de probabilidade; e para classificar as cultivares/linhagens, utilizou-se o procedimento proposto por Fasoulas (1983), que estima o valor Pi, isto é, a porcentagem das cultivares/linhagens que foram superadas estatisticamente por determinada cultivar/linhagem.

Os resultados do rendimento de grãos foram ainda submetidos a uma análise econômica com base nos custos da adubação adicional do feijão, considerando-se as demais despesas como comuns. Considerou-se como custo efetivo o produto dos preços unitários dos fertilizantes, pelas quantidades correspondentes que seriam gastas para um hectare de lavoura. Para isto, foram utilizados os preços médios dos últimos cinco anos, em dólares. A produção de grãos foi a correspondente à média dos experimentos adubado ou não adubado, expressa em kg ha-1. A renda bruta, que consiste na multiplicação entre o preço e a quantidade produzida em cada caso, foi expressa em US$ ha-1, e calculada a partir do preço da saca de feijão, em dólares, obtido no período de dez anos.

A margem bruta foi estimada para cada situação, conforme Alvarez Venegas (1985), com base no modelo matemático MB = PyY- Px1X1-Px2X2, em que: MB: margem bruta (US$ ha-1); Py: preço do feijão (US$ kg-1); Y: produção do feijão (kg ha-1); X1: dosagem do fertilizante formulado 4148 (kg ha-1); X2: dosagem de sulfato de amônio (kg ha-1); Px1: preço do 4148 (US$ kg-1); e Px2: preço do sulfato de amônio (US$ kg-1).

 

Resultados e Discussão

A análise de variância conjunta revelou baixo valor do coeficiente de variação, 18,13%, em comparação com os freqüentemente obtidos na região com a cultura do feijoeiro (Abreu et al., 1994), o que indica uma boa precisão experimental. Quanto às fontes de variação, houve efeito significativo (P<0,01) de safras e cultivares/linhagens, bem como das interações safras x cultivares/linhagens, cultivares/linhagens x adubação e safras x adubação.

Os rendimentos de grãos obtidos na safra das águas foram superiores à média da região, 522 kg ha-1 (Santos & Braga, 1998) (Tabela 2). Esses resultados podem ser atribuídos às condições climáticas na maturação e colheita, quando não ocorreram excessos de chuva, principal fator responsável pelas baixas produtividades obtidas nessa safra na região (Andrade et al., 1992). Nessa safra, em particular, maiores precipitações ocorreram após a colheita do feijão e a temperatura média não ultrapassou 25oC. Contudo, os maiores rendimentos médios de grãos, independentemente do genótipo e adubação, foram obtidos na safra de inverno, quando as condições são mais favoráveis à cultura, com temperaturas mais amenas e água suprida por irrigação (Andrade, 1998).

O comportamento dos genótipos não foi coincidente nas duas safras (Tabela 2). Na safra das águas, os genótipos mais produtivos foram CII-102, Ouro Negro, Pérola e CII-348, enquanto no inverno-primavera se destacaram Carioca-MG, LH-11 e LH-10. Considerando-se a média das duas safras e o valor Pi, a linhagem CII-102 (2.584 kg ha1) foi a que mais se destacou, superando estatisticamente 80% dos genótipos testados. Além dela, merecem destaque os genótipos Pérola (2.533 kg ha-1), Ouro Negro (2.474 kg ha-1), LH-11 (2.453 kg ha-1) e Carioca-MG (2.446 kg ha-1).

Todas as cultivares/linhagens apresentaram melhor desempenho na safra de inverno-primavera. O acréscimo médio de produtividade nessa safra, em relação à das águas foi de 61%, refletindo as condições mais favoráveis à cultura nessa época. Houve, no entanto, diferenças quantitativas entre os genótipos na resposta à melhora de ambiente nessa safra. As maiores respostas foram observadas em ESAL-694 e Carioca-MG, e as menores, em Ouro Negro e CII-102.

O comportamento dos genótipos também foi diferenciado em relação ao efeito da adubação residual (Tabela 3). O incremento variou de -0,8% em 'B-1' a 67% em 'ESAL-696'. Os coeficientes de correlação entre os rendimentos com (r = 0,74) e sem (r = 0,40) adubação do feijoeiro, na safra das águas e na safra inverno-primavera, respectivamente, revelaram um comportamento diferencial dos genótipos por causa da adubação do feijoeiro, especialmente nesta última (Tabela 2). Esse comportamento diferencial já havia sido relatado por Ronzelli Júnior et al. (1985), Silva (1988), Miranda (1993), Barbosa Filho & Silva (1994), Stone & Pereira (1994) e Barbosa Filho & Silva (2000).

 

 

Independentemente da safra e dos genótipos, a utilização do adubo no feijoeiro proporcionou aumento médio de 38,2% no rendimento de grãos, em relação ao tratamento sem adubo (Tabela 3). Contudo, a resposta à adubação foi mais pronunciada na semeadura do inverno, quando o incremento foi de 56%, em relação a apenas 14% nas águas (Tabela 2).

Tais resultados mostram a necessidade do uso da adubação adicional; contudo, é necessário verificar se há retorno econômico no investimento. Nas duas condições em que foram conduzidos os experimentos, a única diferença foi a adubação do feijoeiro; assim, o retorno econômico foi estimado considerando apenas essa característica (Tabela 4). Na safra das águas, a máxima produção foi verificada quando se utilizou o fertilizante adicional, obtendo-se uma renda bruta equivalente a US$ 1.175,06 por hectare, e de US$ 1.029,67 por hectare quando se utilizou apenas a adubação residual. Neste último caso o retorno líquido foi negativo, indicando, assim, não ser economicamente viável a adubação do feijoeiro em sucessão à batata, quando a semeadura é realizada na época das águas.

Na safra de inverno-primavera, a renda bruta foi US$ 2.170,43 por hectare com a adubação, e de US$ 1.391,76 por hectare quando se utilizou apenas o efeito residual da adubação da batata. O retorno líquido obtido pela diferença das margens foi equivalente a US$ 603,67 por hectare, o que viabiliza, nessa safra, o emprego da adubação do feijoeiro cultivado em sucessão à batata. Os riscos do empreendimento são menores, justifica-se um maior investimento.

 

Conclusões

1. O comportamento dos genótipos de feijoeiro em resposta à adubação adicional é diferenciado.

2. A adubação residual da cultura da batata permite a obtenção de boas produtividades da cultura do feijoeiro em sucessão.

3. Comparada à adubação residual, a adubação adicional da cultura do feijoeiro eleva o rendimento de grãos.

 

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(1) Aceito para publicação em 30 de julho de 2001.
Extraído da dissertação de mestrado apresentada pelo primeiro autor à Universidade Federal de Lavras (Ufla), Lavras, MG.
Parcialmente financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig).
(2) Ufla, Departamento de Agricultura, Caixa Postal 37, CEP 37200-000 Lavras, MG. E-mail: kikuti@ufla.br
(3) Ufla, Departamento de Agricultura. Bolsista do CNPq. E-mail: mandrade@ufla.br
(4) Ufla, Departamento de Biologia. Bolsista do CNPq. E-mail: magnoapr@ufla.br
(5) Embrapa-Centro Nacional de Pesquisa de Arroz e Feijão, Caixa Postal 179, CEP 75375-000 Santo Antônio de Goiás, GO. E-mail: afbabreu@ufla.br

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