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Pesquisa Agropecuária Brasileira

Print version ISSN 0100-204XOn-line version ISSN 1678-3921

Pesq. agropec. bras. vol.38 no.4 Brasília Apr. 2003

http://dx.doi.org/10.1590/S0100-204X2003000400006 

FITOPATOLOGIA

 

Manejo integrado da brusone em arroz no plantio direto e convencional1

 

Integrated rice blast disease management under direct drilling and conventional tillage

 

 

Gisele Barata da SilvaI; Anne Sitarama PrabhuII; Francisco José Pfeilsticker ZimmermannII

IUFG, Escola de Agronomia, Caixa Postal 131, CEP 74001-970 Goiânia, GO. E-mail: gibarata@bol.com.br
IIEmbrapa-Centro Nacional de Pesquisa de Arroz e Feijão, Caixa Postal 179, CEP 75375-000 Santo Antônio de Goiás, GO. E-mail: prabhu@cnpaf.embrapa.br, fjpz@cnpaf.embrapa.br

 

 


RESUMO

O objetivo deste trabalho foi desenvolver medidas adequadas para o manejo da brusone (Pyricularia grisea), integrando a resistência da cultivar, práticas culturais e o controle químico. Foram realizados dois experimentos no campo, um no plantio direto (PD) e outro no plantio convencional (PC), nos anos agrícolas 1998/1999 e 1999/2000. Os tratamentos, num total de 16, em esquema fatorial 24, consistiram de duas cultivares, Carajás e Primavera, duas doses de N, 30 e 60 kg ha-1, sementes não tratadas e tratadas com fungicida pyroquilon e parcelas sem pulverização e com duas pulverizações, na parte aérea das plantas, da mistura dos fungicidas benomyl e difenoconazole. A incidência e a severidade da brusone nas folhas e nas panículas foram significativamente menores no PD em relação ao PC. A cultivar Primavera apresentou maior suscetibilidade à brusone nas folhas, independentemente do sistema de plantio. A dose de 60 kg ha-1 de N contribuiu para aumento da brusone nas folhas, no PD e no PC, no segundo ano. As pulverizações com a mistura de fungicidas reduziram a severidade da brusone nas panículas nos dois sistemas de plantio. A produtividade foi maior no PC do que no PD e a cultivar Carajás foi superior à Primavera.

Termos para indexação: Oryza sativa, Pyricularia grisea, sistema de cultivo, controle químico.


ABSTRACT

The objective of this work was to develop adequate measures for rice blast (Pyricularia grisea) management integrating cultivar resistance, cultural practices and chemical control. Two field experiments were carried out, one under direct drilling and the other one under conventional tillage, during two consecutive rice growing seasons, 1998/1999 and 1999/2000. The treatments totaling 16, in a factorial scheme 24, included two cultivars, Carajás and Primavera, two levels of N, 30 and 60 kg ha-1, nontreated seed and seed treated with pyroquilon, plots nonsprayed and sprayed with two applications of fungicide mixture benomyl and difenoconazole. The incidence and severity of leaf and panicle blast were significantly lower under direct drilling as compared to the conventional tillage. The cultivar Primavera showed greater leaf blast susceptibility, independently of the tillage system. The application of 60 kg ha-1 of N increased leaf blast in the second year. Two applications of fungicide reduced panicle blast severity in both tillage systems. The grain yield under conventional tillage was higher than under direct drilling. The cultivar Carajás was superior to Primavera.

Index terms: Oryza sativa, Pyricularia grisea, cropping systems, chemical control.


 

 

Introdução

A capacidade do solo da região dos Cerrados em manter a produtividade, em monocultivo de arroz de terras altas, é reduzida a partir do segundo ano de exploração. A produtividade no primeiro ano chega a 2.255 kg ha-1, passando a 1.789 kg ha-1 no segundo ano (Silveira et al., 1998).

O plantio direto tem sido cada vez mais adotado pelos produtores da região dos Cerrados e, atualmente, a área plantada nesse sistema representa no Brasil mais de seis milhões de hectares, sendo aproximadamente dois milhões nos Cerrados. No Brasil Central, atualmente a produção de grãos de milho, de milheto ou sorgo na safrinha é obtida mediante plantio direto (Encontros..., 1998). Essa prática de cultivo objetiva reduzir custos e diminuir a erosão, via permanência dos restos culturais sobre o solo (Derpsch, 1998). Contudo, muitos agentes fitopatogênicos podem sobreviver nos restos culturais dos anos anteriores, ocasionando alta incidência de doenças (Reis, 1988; Fernandes & Oliveira, 1997). As manchas causadas por Phaeosphaeria maydis, Exserohilum turcicum, Bipolares maydis em milho são doenças favorecidas pelo plantio direto por causa do ciclo de vida saprofítico (Fernandes & Oliveira, 1997). Na soja cultivada em plantio direto, os restos culturais deixados sobre a superfície do solo contribuem para o aumento da fonte de inóculo de Diaporthe phaseolorum f. sp. meridonalis na área, provocando elevada severidade do cancro-da-haste (Yorinori, 1996).

Entre as principais enfermidades do arroz de terras altas, a brusone causada por Pyricularia grisea (Cooke) Sacc. ocupa o primeiro lugar. Não há informações quanto à influência do plantio direto sobre a incidência da brusone e, conseqüentemente, na produtividade e na qualidade de grãos.

O objetivo deste trabalho foi desenvolver medidas adequadas para o manejo da brusone, integrando a resistência da cultivar, práticas culturais e o controle químico.

 

Material e Métodos

Foram realizados dois experimentos no campo, um em plantio direto (PD) e outro em plantio convencional (PC) durante a safra 1998/1999, e repetidos na safra 1999/2000, na Fazenda Capivara, da Embrapa-Centro Nacional de Pesquisa de Arroz e Feijão. A área, em pousio nos três últimos anos, foi cultivada com a sucessão soja e milho para produção de grãos, e a seguir realizado o plantio de arroz por um ano.

Na safra 1998/1999 o arroz foi semeado em 15 de dezembro de 1998 e na safra 1999/2000, em 21 de janeiro de 2000, em ambos os sistemas de plantio. Em PC, a área foi preparada com uma aração profunda seguida de duas gradagens, nos dois anos de plantio. Em PD, na primeira safra, o arroz foi semeado sobre a palha do milheto plantado no dia 10 de setembro de 1998 e na segunda, sobre a palha do milheto plantado no dia 20 de outubro de 1999, sendo ambos dessecados com o herbicida glifosato (980 g ha-1 de i.a.).

Na safra 1999/2000 observou-se ocorrência do bicho-bolo (Euethola humilis Burmeiter) na área de PD. Por esta razão, foi feita nova semeadura do arroz tanto no PD como no PC. O controle preventivo do bicho-bolo foi realizado por pulverização com o inseticida fipronil (446,4 g ha-1 de i.a.), com volume de calda de 558 L ha-1. Nessa safra, ambos os experimentos apresentaram deficiência de N e de Fe, os quais foram corrigidos pela aplicação de 66 kg ha-1 de N (sulfato de amônia) e de três aplicações de sulfato ferroso, na dose de 6 kg ha-1, com volume de calda de 400 L ha-1.

O solo, classificado como Latossolo Vermelho distrófico, apresentava as seguintes características químicas (020 cm), na safra 1998/1999, no PD: pH 6,3; em cmolc dm-3: Ca2+, 3,03; Mg2+, 1,55; P, 2,31; K, 114,88; Cu, 2,43; Fe, 43,25 e Mn, 37,75; e 17,5 g kg1 de MO; no PC: pH 5,1; em cmolc dm-3: Ca2+, 2,13; Mg2+, 1,41; P, 2,46; K, 107,3; Cu, 2,26; Fe, 43,57 e Mn, 38,86; e 2,07 g kg1 de MO.

O delineamento experimental foi o de blocos ao acaso, em esquema de parcelas subdivididas, com três repetições na safra 1998/1999 e quatro na safra 1999/2000. Os tratamentos aplicados às parcelas, totalizando 16, em esquema fatorial 24, foram constituídos das combinações entre duas cultivares, Carajás e Primavera; duas doses de N, 30 e 60 kg ha-1; sementes tratadas e não tratadas com o fungicida pyroquilon (4 g kg-1 de i.a.); e subparcelas sem pulverização e com duas pulverizações, na parte aérea das plantas, da mistura dos fungicidas benomyl (500 g ha-1 de i.a.) e difenoconazole (75 g ha-1 de i.a.). Na safra 1998/1999, cada parcela foi composta por dez linhas de 16 m de comprimento, espaçadas em 0,35 m entre linhas; na safra 1999/2000, composta por cinco linhas de 8 m de comprimento, com o mesmo espaçamento. Foram aplicados durante o plantio 300 kg ha-1 da fórmula NPK (53015). Nos dois anos, as doses de N (30 e 60 kg ha-1) foram aplicadas aos 20 dias após o plantio (DAP), na forma de sulfato de amônio. A primeira pulverização de fungicida foi feita na época da emissão das panículas e a segunda, com 10% das panículas emitidas, ou seja, aos 84 e 90 DAP no primeiro ano e aos 78 e 84 DAP no segundo ano, respectivamente. As pulverizações foram feitas com pulverizador costal de pressão controlada de 40 libras e volume de calda de 250 L ha-1.

Os parâmetros avaliados consistiram da incidência e severidade da brusone nas folhas, na fase vegetativa, e nas panículas, durante a formação dos grãos, e produtividade, incluindo massa de grãos antes e depois de abanar.

Na safra 1998/1999, as amostras constituíram-se de 32, 20 e 16 perfilhos tomados ao acaso aos 55, 64 e 85 DAP, respectivamente. A incidência da brusone na folha foi medida contando-se o número de folhas com lesão em relação ao número total de folhas. A severidade da brusone nas folhas foi avaliada pelo número de lesões abertas nas três últimas folhas. Na safra 1999/2000, a incidência foi avaliada de forma semelhante à da safra anterior; a severidade, tomando-se ao acaso 20 perfilhos, aos 48, 52, 55 e 59 DAP, e determinando-se a porcentagem da área foliar afetada pela doença nas últimas quatro folhas abertas, por meio de uma escala de 10 graus (0%, 0,5%, 1%, 2%, 4%, 8%, 16%, 32%, 64% e 82% de área foliar afetada), de acordo com Notteghem (1981).

A incidência da brusone nas panículas foi avaliada com base no número total de panículas coletadas em relação ao número de panículas com brusone no pescoço. A severidade da brusone nas panículas, nas duas safras, foi feita seguindo uma escala (Prabhu, 1990) com seis graus (0%, 5%, 25%, 50%, 75% e 100% de espiguetas afetadas/panícula). A amostragem constituiu-se de todas as panículas das plantas contidas em 0,5 m de linha prémarcada com duas estacas, nas duas linhas centrais de cada parcela.

Os dados de produção foram obtidos em área útil de 12,6 m2 e 0,7 m2 por parcela na safra 1998/1999 e 1999/2000, respectivamente, eliminando-se as bordaduras.

Foi realizada a análise conjunta dos dois sistemas, por ano de experimento, considerando todas as variáveis. Os dados de incidência e severidade da brusone nas folhas e panículas (%) foram transformados em arco seno a06img01.gif e o número médio de lesões/folha em a06img02.gif. A área sob a curva de progresso da doença (ASCPD) foi calculada de acordo com Shaner & Finney (1977) e a análise de variância, transformando-se estes dados em log x. Realizou-se análise de correlação entre a incidência e a severidade da brusone nas folhas e nas panículas e a produtividade. Foram utilizadas 48 e 64 observações na análise no primeiro e no segundo ano, respectivamente.

 

Resultados e Discussão

A incidência e a severidade da brusone nas folhas foram superiores no PC, em ambos os anos de cultivo (Tabelas 1 e 2). Tal efeito, provavelmente, pode ser atribuído ao processo de imobilização do N por causa da maior concorrência deste nutriente no PD. De acordo com Weitholter (1997), no PD há maior perda de nitrato por lixiviação, menor decomposição dos restos culturais, pela maior volatilização da amônia e pela maior imobilização microbiana. A introdução de matéria orgânica com alta relação C/N incrementa a atividade microbiana, aumentando a imobilização do N e, conseqüentemente, sua menor disponibilidade inicial às plantas (Santos et al., 1998). No PC, a maior disponibilidade de N propiciou elevada severidade da brusone comparativamente ao PD, mesmo com baixa incidência da brusone nos dois experimentos, o que é também justificado pelo aumento do período de suscetibilidade da planta (Zambolim & Ventura, 1993). O sistema de plantio altera a atividade biológica do solo, afetando a liberação de nutrientes disponíveis às plantas, principalmente a disponibilidade de N, que, em geral, é mais rápida no PC do que no PD (Sisterna & Sarandón, 1996).

 

 

 

 

A correlação entre a incidência e a severidade da brusone foi positiva, sendo r = 0,88 (P<0,001) e r = 0,57 (P<0,001) no primeiro e no segundo ano, respectivamente. Na safra 1998/1999, a ASCPD não diferiu quanto ao PD, porém na safra 1999/2000 foi altamente significativa, por causa do aumento da severidade da doença.

A cultivar Primavera apresentou incidência e severidade significativamente maiores que a Carajás, em todas as épocas de avaliação, indicando maior suscetibilidade à brusone nas folhas, em ambos os anos (Tabelas 1 e 2). As doses de N no primeiro ano agrícola não influenciaram significativamente a brusone nas folhas. Entretanto, no segundo ano, a dose de 60 kg ha-1 de N aumentou significativamente a severidade, em todas as épocas de avaliação, e a ASCPD nas folhas, fato que pode ser atribuído às condições mais favoráveis ao desenvolvimento da doença, como época de semeadura e aumento do inóculo inicial no segundo ano. Prabhu et al. (1996), utilizando seis cultivares de arroz de sequeiro, constataram que a aplicação de 60 kg ha-1 de N na semeadura, em geral, resultou em aumento da severidade da brusone nas folhas no PC. A adubação nitrogenada é um dos principais fatores do aumento da suscetibilidade das cultivares de arroz à brusone (Zambolim & Ventura, 1993; Filippi & Prabhu, 1998).

O tratamento das sementes com fungicida pyroquilon reduziu significativamente a incidência, a severidade e a ASCPD, nos dois anos de plantio, considerando a média dos dois sistemas de plantio em cada ano (Tabelas 1 e 2). Tais resultados estão de acordo com os obtidos por Prabhu & Filippi (1993); Filippi & Prabhu (1997) e Teixeira et al. (1997). A atividade residual do fungicida depende da pressão da doença e do grau de resistência da cultivar. O período de duração da proteção pelo fungicida pyroquilon variou entre 30 e 46 DAP nas cultivares suscetíveis, sob condições de alta pressão de doença (Prabhu & Filippi, 1993).

Dos três parâmetros de avaliação da brusone, verificou-se que o menor coeficiente de variação (CV) foi obtido pela ASCPD na quantificação da incidência e da severidade da doença. Resultados semelhantes foram obtidos por Prabhu et al. (1996), os quais indicaram a necessidade de mais de uma variável para comparar e avaliar o lento progresso da brusone entre cultivares.

A severidade da brusone nas panículas foi superior no PC em comparação com o PD, nos dois anos de plantio (Tabela 3). A cultivar Primavera foi mais suscetível à brusone nas panículas do que a Carajás, independentemente do sistema de plantio, no primeiro ano. No segundo ano, não foram observadas diferenças significativas, por causa do plantio tardio e das condições ambientais.

 

 

Na safra de 1998/1999, a adubação nitrogenada e o tratamento das sementes não afetaram a incidência e a severidade da brusone nas panículas. Já na safra 1999/2000, o tratamento das sementes causou uma redução significativa na severidade da brusone nas panículas. Duas pulverizações na parte aérea, com as misturas dos fungicidas benomyl e difenoconazole, controlaram significativamente a brusone nas panículas, diminuindo a incidência e a severidade de 8,85% para 1,86% e de 22,02% para 10,85%, respectivamente, na safra 1998/1999, e de 6,64% para 2,33% e de 20,53% para 9,86%, respectivamente, na safra 1999/2000 (Tabela 3). O benomyl mostrou-se eficiente no controle da brusone nas panículas de outras cultivares de arroz de terras altas e com doses menores que 500 g ha-1 de i.a. (Prabhu et al., 1983). A correlação entre a severidade da brusone nas folhas e nas panículas foi positiva no primeiro ano (r = 0,67, P<0,01) e baixa, embora significativa (r = 0,27, P<0,05), no segundo ano.

A produtividade do arroz diferiu significativamente entre os sistemas de plantio, as cultivares e as pulverizações de fungicidas em ambos os anos (Tabela 3). De modo geral, os rendimentos decresceram da safra 1998/1999 para a de 1999/2000. A correlação entre a severidade da brusone nas folhas e a produtividade do arroz foi negativa e significativa (r = 0,42, P<0,01) somente no primeiro ano. A brusone nas panículas, por sua vez, não afetou o rendimento nos dois anos. A produtividade do arroz foi superior no PC, em ambas as safras, apesar da maior severidade da brusone nas folhas e nas panículas, em relação ao PD, indicando que os níveis da doença não afetaram a produtividade. A cultivar Carajás, por seu menor grau de suscetibilidade à brusone, obteve rendimento significativamente maior do que o da Primavera, independentemente do sistema de plantio.

As perdas na produtividade foram significativamente maiores no PC, com 18%, contra 11% no PD, considerando o rendimento antes e depois de abanar. Tais resultados indicam indiretamente o efeito da brusone nas panículas no chochamento das espiguetas na safra 1998/1999; na safra 1999/2000, os resultados em relação às perdas não foram significativos. As perdas na produtividade foram menores na cultivar Carajás do que na Primavera. As duas pulverizações com fungicidas aumentaram significativamente a produtividade e diminuíram as perdas nos dois anos em que foram realizados os experimentos (Tabela 3). A resposta à aplicação do N em relação à produtividade foi significativa somente no segundo ano.

 

Conclusões

1. A incidência e a severidade da brusone são menores no plantio direto do que no plantio convencional.

2. Duas pulverizações com fungicidas controlam a brusone nas panículas.

3. A cultivar Carajás e o controle químico da brusone nas panículas são os principais componentes a serem incluídos no manejo integrado da brusone em arroz de terras altas, em plantio direto na palha do milheto.

 

Agradecimentos

À FunapeUFG, pela concessão da bolsa de mestrado ao primeiro autor; ao Sr. Pedro Maurício Machado, pela assistência na realização dos experimentos.

 

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Aceito para publicação em 4 de setembro de 2002

 

 

1 Extraído da dissertação de mestrado apresentada pela primeira autora à Universidade Federal de Goiás (UFG), Goiânia, GO.

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