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Revista Brasileira de Fruticultura

Print version ISSN 0100-2945On-line version ISSN 1806-9967

Rev. Bras. Frutic. vol.25 no.1 Jaboticabal Apr. 2003

http://dx.doi.org/10.1590/S0100-29452003000100042 

Adubação com potássio e nitrogênio em três cíclos de produção da bananeira cv. prata-anã1

 

Fertilization with nitrogen and potassium on irrigated banana crop cv. 'prata-anã', in three cycles

 

 

José Tadeu Alves da SilvaI; Ana Lúcia BorgesII; Janice Guedes CarvalhoIII; José Ermelino Alves DamascenoIV

IEng. Agrº. M. S. Pesquisador da EPAMIG Caixa Postal 12. CEP 39440-000, Janaúba-M.G. Telefone-(38) 3821 2160 Email: tadeu@ufla.br
IIEng. Agra. Dra. Pesquisador da Embrapa Mandioca e Fruticultura. C.Postal 007. CEP 44380-000, Cruz das Almas-BA. Telefone- (75) 721 2120 E-mail: analucia@cnpmf.embrapa.br
IIIEng. Agra. Dra. Prof. Titular, Dep. de Solos, Universidade Federal de Lavras. Caixa Postal 37. CEP 37200-000, Lavras-MG. Telefone- (35) 3829 1252 E-mail: janicegc@ufla.br
IVBacharel em Matemática, Prof. Assistente, Dep. de Ciências Exatas, Universidade Estadual de Montes Claros. CEP 39401-089, Montes Claros-MG. E-mail: ermelinod@bol.com.br

 

 


RESUMO

O nitrogênio, depois do potássio, é o elemento mais exigido pela bananeira. O desbalanço entre N e K afeta a produção e a qualidade do fruto de banana. O objetivo deste trabalho foi avaliar a influência das adubações com nitrogênio e potássio na produção da bananeira c.v. Prata-Anã (grupo genômico AAB). O experimento foi realizado em Latossolo Vermelho-Amarelo na região do Semi-árido do Norte de Minas Gerais e irrigado por microaspersão. Estudaram-se cinco doses de N (0; 200; 400; 800 e 1600 kg ha-1ano-1) e cinco doses de K2O (0; 200; 400; 800 e 1600 kg ha-1ano-1), em esquema fatorial (5x5), durante o 2º, 3º e 4º ciclos de produção. A aplicação de doses crescentes de N elevou o teor de Mn nas folhas acima da faixa adequada, promovendo queda na produção de banana no 2º e 3º ciclos. Portanto, infere-se que o teor de Mn nas folhas atingiu nível tóxico. Houve efeito do K sobre a produção de banana apenas no 4º ciclo. A produção máxima de banana no 4º ciclo foi obtida com a aplicação de 962,5 kg de K2O ha-1ano-1. Não ocorreu interação significativa entre N e K.

Termos para indexação: bananeira, nutrição, adubação.


ABSTRACT

Nitrogen, after potassium, is the chemical element most required by banana crop. This work evaluated the effect of nitrogen and potassium fertilization on irrigated banana crop (Prata-Anã, AAB) yield. Five rates of N (0 , 200 , 400 , 800 and 1600 kg ha-1 year-1) and five rates of K2O (0; 200; 400; 800 and 1600 kg ha-1 year-1), in a (5x5) factorial design were studied. The data were obtained during three yield cycles (second, third and four cycles), on an eutrofic Red-Yellow latosol, sandy-clay, in the North of Minas Gerais State, Brazil. The content of Mn have increased in the leaves with the increased amount of N applied in the soil. The banana yield reduced with the rise of the Mn content in the leaves, on the second and third cycle. The maximum yield was obtained with the application of 962,5 kg of K2O ha-1year-1, on the fourth cycle. No interaction between N and K was found.

Index terms: banana, nutrition, fertilization.


 

 

INTRODUÇÃO

A produção de banana é influenciada por fatores internos da planta, como os genéticos, e fatores externos, que são as condições de clima, solo e manejo agronômico praticado na cultura, como a adubação. Segundo Lopez & Espinosa (1995), a nutrição é um fator de produção de extrema importância para a bananeira devido à alta eficiência destas plantas em produzir grandes quantidades de fitomassa em curto período de tempo.

A bananeira é uma planta sensível ao desequilíbrio nutricional. Para elevar a produtividade e melhorar a qualidade dos frutos de banana, é importante manter no solo o equilíbrio entre os nutrientes, evitando que ocorra consumo excessivo de um elemento, induzindo deficiência de outro (Gutierrez, 1983).

O nitrogênio, depois do potássio, é o elemento mais exigido pela bananeira (Silva, 1994). Ele é mais importante no início do desenvolvimento da planta até a emissão da inflorescência; além disso, influencia não somente o número de frutos e de pencas por cacho, como também o desenvolvimento radicular quando associado ao potássio (Gomes, 1988).

O desbalanço entre N e K causa problemas na pós-colheita, pois o baixo suprimento de potássio favorece o acúmulo de nitrogênio amoniacal, que induz o amadurecimento precoce e a produção de frutos magros. O excesso de N atrasa a emergência do cacho, o que favorece a produção de cachos fracos e pencas separadas. Nos vários países produtores de banana, as doses de potássio recomendadas variam de 100 a 1200 kg de K2O ha-1ano-1 e a de nitrogênio de 100 a 600 kg de N ha-1ano-1.

Em experimento conduzido por Guerra et al. (1986), com a banana-"Branca"(Subgrupo Prata), verificaram que não houve efeito do N no peso do cacho; entretanto, para o potássio, observaram aumento significativo em relação à testemunha a partir da dose de 400 kg de K2O/ha. Ferreira (1995) verificou que o excesso de calagem na bananeira cultivar "Myssore" resultou em queda na concentração do potássio na folha, com decréscimo no peso do fruto e no peso do cacho.

Segundo Silva (1994), os programas de adubações para as bananeiras c.v. Prata-Anã (AAB) sob irrigação, no Norte de Minas Gerais, são baseados em recomendações utilizadas para o cultivo da bananeira em condições de sequeiro, o que tem induzido o aparecimento de sintomas de desbalanço nutricional e, conseqüentemente, queda na produtividade e na qualidade do fruto de banana.

O objetivo deste trabalho foi avaliar a influência das adubações com nitrogênio e potássio na produção da bananeira c.v. Prata-Anã (AAB).

 

MATERIAL E MÉTODOS

O ensaio foi conduzido de maio/1994 a julho/1999, em Latossolo Vermelho-Amarelo (Tabela 1), no município de Nova Porteirinha, localizado na região Semi-árida do Norte de Minas Gerais. A temperatura e a pluviosidade média anual nesta região são de 26ºC e 910 mm, respectivamente.

 

 

No plantio da bananeira c.v Prata-Anã, do grupo genômico (AAB), utilizaram-se mudas originadas de cultura de tecido. O espaçamento utilizado no plantio das mudas foi 4,5 x 3,5 x 2,0 m (1.250 plantas/ha). O ensaio foi irrigado diariamente por microaspersão, onde foram aplicadas lâminas equivalente a 80% da evaporação do tanque Classe A. Os tratos culturais foram realizados conforme Souto et al. (1997). Os tratamentos foram distribuídos no delineamento experimental de blocos casualizados, com quatro repetições, em esquema fatorial 5 x 5, correspondentes a cinco doses de N (0; 200; 400; 800 e 1600 kg ha-1ano-1) e cinco doses de K2O (0; 200; 400; 800 e 1600 kg ha-1ano-1). Estas doses foram parceladas e aplicadas mensalmente. As fontes de nitrogênio e potássio foram uréia e cloreto de potássio, respectivamente.

Cada parcela do ensaio foi constituída de 8 plantas, em 64m2, e a parcela útil constituída de quatro plantas, em 32m2. A adubação de plantio foi realizada com aplicação de 90 g de P2O5 na cova, sendo 40 g de P2O5 na forma de superfosfato simples e 50 g de P2O5 na forma de termofosfato de Yoorin–Mg. Em cada cova de plantio, foram aplicados, também, 50 g de FTE BR-12 como fonte de micronutrientes. O ensaio foi conduzido até o 4ºciclo de produção. Os resultados do 1º ciclo encontram-se em Borges et al. (1997).

Foram coletadas amostras de folhas nas plantas úteis de cada parcela conforme Silva et al. (1999). Os teores foliares de macro e micronutrientes foram determinados seguindo metodologia descrita por Malavolta et al. (1989) .

Os dados de produção de banana e de teores de macro e micronutrientes das folhas foram analisados estatisticamente, mediante análise de variância (teste F). Foram ajustadas curvas de regressão, considerando os níveis de N e K como variáveis independentes, e a produção de banana e os teores de macro e micronutrientes das folhas como variáveis dependentes.

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

A análise de variância dos dados revelou que houve efeito significativo da aplicação de N no solo sobre a produção de banana no 2º e 3º ciclos. O aumento das doses de N não influenciou a produção de banana no 4º ciclo (Tabela 2). Resultado semelhante foi obtido no 1º ciclo (Borges et al.,1997). A regressão linear foi o modelo que mostrou melhor ajuste para o efeito de N sobre a produção de banana. Ao contrário do que se esperava, o aumento das doses de N reduziu a produção de banana no 2º e 3º ciclos (Figura 1). Guerra et al. (1986) não observaram efeitos do N sobre a produção de banana. Entretanto, Hegde & Srinivas (1991) verificaram que o aumento das doses de N elevou o número de frutos/penca, o de pencas/cacho e a produção. Resultados semelhantes a esses foram obtidos por Brasil et al. (2000), em trabalho realizado com a bananeira c.v Pioneira no Estado do Pará. Nas regiões produtoras de banana em todo mundo, as doses de N recomendadas para bananeira variam de 100 a 600kg ha-1ano-1, dependendo do solo, da cultivar e das condições climáticas de cada área. Em trabalhos realizados na Costa Rica, por vários anos, as maiores produções de banana foram obtidas com aplicação de 300 a 320 kg de N ha-1ano-1 (Lopez & Espinosa, 1995).

 

 

 

 

A análise de variância dos dados de teores de macro e micronutrientes nas folhas da bananeira mostrou que houve efeito da aplicação de N no solo sobre os teores foliares de N no 2º ciclo; de Ca no 2º e 3º ciclos; de K e Mn no 2º, 3º e 4º ciclos (Tabelas 2 e 3). A aplicação de doses crescentes de N elevou linearmente os teores de N nas folhas no 2º ciclo e de Mn no 2º, 3º e 4º ciclos (Figuras 2 e 3, respectivamente). Entretanto, o aumento das doses de N reduziu os teores de Ca nas folhas no 2º e 3º ciclos e de K no 2º, 3º e 4º ciclos (Figuras 4 e 5, respectivamente).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Segundo Malavolta & Neptune (1983), a utilização de adubos fisiologicamente ácidos, a exemplo da uréia e sulfato de amônio, reduz o pH e o teor de Ca+2 trocável do solo, determinando, por outro lado, aumento no teor foliar de Mn que chega a atingir níveis tóxicos. A redução dos teores de K e Ca nas folhas, causada pelo aumento das doses de N, não teve influência na queda de produção de banana, pois, mesmo assim, os teores de Ca e K mantiveram-se em níveis adequados nas folhas para obter-se alta produção de banana conforme Silva et al. (2001). Entretanto, o aumento do teor de Mn nas folhas, com o aumento das doses de N, influenciou na queda de produção da bananeira. Segundo Silva et al. (2001), o teor adequado de Mn nas folhas de bananeira c.v Prata-Anã, cultivada no Norte de Minas, está na faixa de 250 a 500 mg kg-1. De acordo com a regressão da Figura 3, quando se aplicou a dose de 1600 kg de N ha-1 ano-1, os teores de Mn encontrados nas folhas foram de 875; 714 e 498 mg kg-1, no 2º, 3º e 4º ciclos respectivamente. Portanto, infere-se que os teores de Mn nas folhas atingiram níveis tóxicos no 2º e 3º ciclos, reduzindo a produção da bananeira. O interessante é que, no 4º ciclo, não houve efeito significativo do N sobre a produção de banana, isto porque o teor de Mn nas folhas estava dentro da faixa adequada. Silva (2001) verificou que a aplicação de doses crescentes de N, utilizando uréia como fonte, reduziu o pH do solo, que, por sua vez, favoreceu a elevação do teor de Mn nas folhas da bananeira. O autor observou correlação negativa entre a produção de banana e o teor de Mn nas folhas.

A análise de variância mostrou que houve efeito significativo da aplicação do K sobre a produção de banana apenas no 4º ciclo ( Tabela 2). De acordo com a análise de regressão, o modelo quadrático foi o que melhor se ajustou aos dados de produção da bananeira em função das doses de K, no 4º ciclo (Figura 6). A estimativa da produção máxima foi obtida com aplicação de 962,5 kg de K2O ha-1 ano-1, promovendo um aumento de 11,2% na produção de banana em relação à testemunha. Segundo Lahav & Turner (1983), a elevada demanda de K pela bananeira favorece a resposta desta planta à aplicação deste elemento mesmo em solos com teores de até 0,4 cmolc dm-3. O solo utilizado no presente trabalho apresentava teor de K acima de 0,50 cmolc dm-3 (Tabela 1). Este elevado teor de K disponível no solo foi o principal motivo para a baixa resposta da bananeira à aplicação deste elemento no solo. No 1º ciclo, não houve efeito significativo do K sobre a produção de banana, ocorrendo um aumento de apenas 0,4 t ha-1ano-1 em relação à testemunha (Borges et al.,1997). A aplicação de doses crescentes de K no solo elevou o teor deste elemento, significativamente, nas folhas da bananeira no 2º e 4º ciclos (Figura 7). Aumentos significativos de produção de banana com a aplicação do K a partir de 400 kg de K2O ha-1ano-1 foram obtidos por Guerra et al. (1986). Brasil et al. (2000) obtiveram produção ótima da bananeira c.v Pioneira com aplicações de 370 e 270 kg de K2O ha-1, obtendo aumentos de produção da ordem de 73 e 39%, no 2º e 3º ciclos, respectivamente. De acordo com os autores, o solo no qual foi realizado o experimento apresentava baixa disponibilidade de K, da ordem de 0,05 cmolc dm-3.

 

 

 

 

Não ocorreu interação significativa entre N e K, nos três ciclos de produção estudados.

 

CONCLUSÕES

1) A aplicação de N no solo elevou o teor de Mn nas folhas para níveis acima do adequado, reduzindo a produção da bananeira no 2º e 3º ciclos.

2) Houve efeito da aplicação de K sobre a produção de banana no 4º ciclo, e a produção máxima foi obtida com a aplicação de 962,5 kg de K2O ha-1ano-1.

 

AGRADECIMENTOS

Ao bananicultor Nuno Monteiro Casassanta, por ter concedido a área, em sua propriedade, para a realização deste trababalho .

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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Recebido: 20/01/2002
Aceito para publicação: 20/03/2003

 

 

1 Trabalho (145/2001).

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