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Revista Brasileira de Fruticultura

Print version ISSN 0100-2945On-line version ISSN 1806-9967

Rev. Bras. Frutic. vol.26 no.1 Jaboticabal Apr. 2004

http://dx.doi.org/10.1590/S0100-29452004000100042 

SOLOS E NUTRIÇÃO DE PLANTAS

 

Produção do mamoeiro em função de adubação com nitrogênio, fósforo e potássio1

 

Papaya yield under fertilization with nitrogen, phosphorus and potassium

 

 

Arlene Maria Gomes Oliveira; Ranulfo Correa Caldas

Eng. Agrônomo, MSc, Pesquisador Embrapa Mandioca e Fruticultura, Caixa Postal 83, CEP 44380-000, Cruz das Almas-BA, Tel. (075) 621.8000, E-mail arlene@cnpmf.embrapa.br e rcaldas@cnpmf.embrapa.br

 

 


RESUMO

A obtenção de boa produtividade e qualidade de frutos está diretamente ligada a uma nutrição balanceada. Da mesma forma, sabe-se que uma planta nutrida adequadamente apresenta resistência às doenças e maior potencial para atingir alta produtividade. Porém, no Brasil, não se conhecem o comportamento e as exigências nutricionais das principais cultivares de mamoeiro. Esse estudo objetiva determinar as doses de nitrogênio (N), fósforo (P) e potássio (K) para o mamoeiro do grupo Solo, sob irrigação, para as condições edafoclimáticas de Cruz das Almas (BA), no Recôncavo Baiano. O experimento foi instalado utilizando a cultivar Sunrise Solo. O delineamento experimental empregado foi o de blocos casualizados, com três repetições, quatro plantas úteis e bordadura dupla. Foi utilizada para composição dos tratamentos a matriz experimental Plan Puebla III, onde se definiram as doses para N (40; 240; 400; 560 e 760 kg/ha), P2O5 (20; 120; 200; 280 e 380 kg/ha) e K2O (40; 240; 400; 560 e 760 kg/ha) e se obtiveram 15 tratamentos. O uso da adubação nitrogenada e potássica proporcionou aumento de produtividade. O ponto de máximo para produtividade foi estimado em 93,41 t/ha/ano de frutos de mamão no primeiro ano de colheita, nas doses máximas físicas de 347 e 360 kg/ha/ano de N e K2O, respectivamente, para teores médios de potássio no solo. Os picos de colheita de mamão na região de Cruz das Almas, para os plantios estabelecidos no início das chuvas, ocorreram em agosto e setembro.

Termos para indexação: mamão, Sunrise Solo, Carica papaya, nutrição de planta, Bahia.


ABSTRACT

Good yields and quality of fruits are directly linked to a balanced nutrition. At the same way, a plant appropriately well nourished, is able to resist illnesses and has a better potential for reaching high yields. But, in Brazil, nobody knows the behavior and the nourishing requirements of its main varieties of papaya. This work has the objective of determining the nitrogen (N), phosphorus (P) and potassium (K) doses of maximum physical efficiency for the papaya 'Solo'. The experiment, under irrigation, using of 'Sunrise Solo', was carried out in a random block design, with three replications, following a Plan Puebla matrix with three factors, N (40, 240, 400, 560 e 760 kg/ha), P2O5 (20, 120, 200, 280 e 380 kg/ha) e K2O (40, 240, 400, 560 e 760 kg/ha) and 15 treatments. Nitrogen and potassium determined the increase of yield. The maximum record of productivity of papaya fruits was estimated as 93,41 t/ha/years at the first year of crop, reached with 347 and 360 kg/ha/years of N and K2O, respectively, for current found levels of potassium at the soils. The higher levels of papaya harvests at the region of Cruz das Almas, Bahia, for crops started at the beginning of the rain season, occurred in august and September.

Index terms: Sunrise Solo, Carica papaya, plant nutrition, Bahia.


 

 

INTRODUÇÃO

O mamoeiro (Carica papaya L.), originário da América Central, é uma planta cultivada em regiões tropicais e subtropicais, estando disseminado praticamente em todo o território nacional, onde existem milhares de hectares propícios ao seu desenvolvimento. Por ser uma planta de crescimento rápido e contínuo, com floração e frutificação concomitantes e ininterruptas, necessita de adubações e suprimento de água constantes em todo o seu ciclo.

O mamoeiro apresenta exigências contínuas por nutrientes durante o primeiro ano, atingindo o máximo aos 12 meses. O nitrogênio (N) é o elemento requerido em maior quantidade, seguido em ordem decrescente por potássio (K) e cálcio (Ca) (Cunha & Haag, 1980). Em níveis baixos de potássio e fósforo no solo, as recomendações de adubação dos manuais estaduais para a cultura do mamão, nos Estados da Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais, São Paulo e Pernambuco, apresentam as seguintes faixas de recomendações, em g/planta, nos dois primeiros anos de cultivo: 180 a 400 de N; 90 a 300 de P2O5; 72 a 449 de K2O. Estas diferenças nas doses recomendadas estão ligadas não só às diferenças edafoclimáticas, mas também às produtividades esperadas e condições de irrigação.

Gaillard (1972), em um ensaio exploratório na África com mamoeiros do grupo Solo, observou que a adubação com K é benéfica ao crescimento e rendimento da planta, de forma que a relação K2O:N de 1:1 parece ser a mais favorável, enquanto as doses dos elementos por planta não devem ultrapassar 300 g. A maior produção foi obtida com o tratamento 250 g de N e 250 g de K2O/planta, enquanto as maiores doses com a mesma relação (500 g N e 500 g K2O/planta) apresentaram efeito depressivo sobre o rendimento. Coelho et al. (2001) também observaram que as doses físicas para as maiores produtividades apresentaram relação K2O:N de 1:1.

Awada & Long (1978), testando doses de N, P e K, observaram que o nível médio de N (686 kg/ha) em relação ao nível baixo (171 kg/ha) aumentou o número de frutos colhidos, tanto comercializáveis como deformados, e diminuiu o tamanho do fruto. Nos níveis de P2O5 testados (41; 185; 723 kg/ha), os autores observaram que o incremento de fósforo aumentou o número de frutos colhidos e deformados, mas não afetou o número de frutos comercializáveis. Nos níveis de K2O estudados (399; 1160 kg/ha), não foram constatados efeitos na frutificação.

Luna & Caldas (1984), estudando a resposta do mamoeiro Solo a três doses de nitrogênio (0; 200; 400 kg/ha de N), fósforo (0; 80; 160 kg/ha de P2O5) e potássio (0; 60; 120 kg/ha de K2O), observaram respostas significativas e positivas para nitrogênio e fósforo com relação, entre outros parâmetros, ao peso médio do fruto e produção. Porém, a exemplo de Awada & Long (1978), não verificaram efeito para o potássio, embora as dosagens estudadas tenham sido bem inferiores. A maior produção foi obtida com 200 kg de N e 160 kg de P2O5 por hectare. A análise de variância da produção indicou efeito linear e crescente com as doses aplicadas de nitrogênio e fósforo.

A obtenção de boa produtividade e qualidade de frutos está diretamente ligada a uma nutrição balanceada. Da mesma forma, sabe-se que uma planta nutrida adequadamente apresenta maior resistência às doenças e pode atingir seu potencial de produtividade. Porém, no Brasil, não se conhecem o comportamento e as exigências nutricionais das principais cultivares de mamoeiro.

Assim, este estudo objetiva determinar as doses de N, P e K para o mamoeiro do grupo Solo, para as condições edafoclimáticas de Cruz das Almas, representando a região do Recôncavo Baiano.

 

MATERIAL E MÉTODOS

O experimento foi instalado em maio de 1996, no município de Cruz das Almas-BA, na área Experimental da Politeno, da Escola de Agronomia da UFBA. A precipitação pluviométrica anual é de 1.224 mm, a temperatura média de 23,8 ºC e a umidade relativa do ar de 80% (EMBRAPA, 1993). Utilizou-se a cultivar Sunrise Solo, irrigada por microaspersores, em sistema de plantio de fileiras duplas, no espaçamento 3,60 x 1,80 x 1,80 m. A irrigação foi feita de acordo com os dados de precipitação (PP) e evaporação do tanque classe A que resultou na evapotranspiração potencial e, conseqüentemente, na evapotranspiração da cultura (ETc). Pelo balanço entre a ETc e PP, determinou-se a quantidade de água a aplicar na cultura em intervalos de três dias.

O delineamento experimental empregado foi o de blocos casualizados, com três repetições, quatro plantas úteis e bordadura dupla. Para a composição dos tratamentos, foi utilizada a matriz experimental Plan Puebla III, utilizando-se como doses centrais da matriz as quantidades de 400; 200 e 400 kg/ha de N, K2O e P2O5, respectivamente, de forma que foram obtidas cinco doses de N (40-240-400-560-760 kg/ha), P2O5 (20-120-200-280-380 kg/ha) e K2O (40-240-400-560-760 kg/ha), perfazendo um total de 15 tratamentos. Antes da instalação dos experimentos, foram realizadas análises químicas do solo nas profundidades de 0-20 e 20-40 cm, que demonstraram os seguintes valores, respectivamente: pH água= 5,0 e 4,9; P (mg/dm3)= 1,0 e 1,5; K (cmolc/dm3)= 0,20 e 0,13; Ca (cmolc/dm3)= 1,05 e 1,25; Mg (cmolc/dm3)=0,6 e 0,4; Al (cmolc/dm3)= 0,2 e 0,4; Na (cmolc/dm3)= 0,26 e 0,04; H+ (cmolc/dm3)= 2,22 e 2,13 e matéria orgânica (g/kg)= 16,2 e 13,3. Efetuaram-se ainda aração e gradagem a 20 cm, e subsolagem cruzada a 50 cm de profundidade. As fileiras de plantas foram localizadas nas linhas de subsolagem. A calagem foi efetuada, utilizando-se de calcário dolomítico e elevando a saturação por bases para 80%. Todas as covas receberam adubação com 30 g de FTE BR 12 (9,0% de Zn; 1,8% de B; 0,8% de Cu; 3,0% de Fe; 2,0% de Mn e 0,1% de Mo), que foi repetida no ano seguinte. Na cova, aplicaram-se ainda 20% do N; 60% do P2O5 e 20% do K2O das doses de N (uréia), P (superfosfato simples) e K (cloreto de potássio) estudadas. As adubações em cobertura foram efetuadas mensalmente.

As colheitas foram realizadas, no verão, três vezes por semana, e, no inverno, uma vez por semana, durante um ano de colheita (fevereiro de 1997 a janeiro de 1998). Foram analisadas as seguintes variáveis: dias para iniciar a colheita; altura do primeiro fruto colhido; dados de produção (número, peso total e médio de frutos) aos 14 e 20 meses de idade, que correspondem aos primeiros seis meses e aos doze meses de colheita. Aplicaram-se aos dados análise de variância e modelos de superfície de resposta.

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

A análise de variância dos dados de produção do mamoeiro, com 14 meses após o plantio, mostrou diferenças estatísticas, ao nível de 5% de probabilidade (p<0,05), para a variável produção e peso médio do fruto. Não mostraram significância os parâmetros dias para iniciar a colheita, altura do primeiro fruto colhido e número de frutos/ha (Tabela 1), que apresentaram valores médios de 289 dias, 92cm e 51.534 frutos, respectivamente.

 

 

A produtividade variou de 9,87 a 27,41 t/ha e os frutos, em seis meses de colheita, apresentaram um peso médio de 236 a 423g. Marinho et al. (2001), em experimento irrigado com mamoeiro do grupo Solo testando diferentes doses de N, obtiveram, em cinco meses de colheita, produtividade superior às observadas (33,5 t/ha), porém o maior peso médio do fruto observado foi de 321g.

As produtividades observadas em um ano de colheita variaram de 51,43 a 99,53 t/ha, onde a maior produtividade foi demonstrada no tratamento com aplicação de 560; 280 e 560 kg/ha de N, P2O5 e K2O, respectivamente (Tabela 1). O peso médio dos frutos variou de 370 a 452g. Segundo Marin et al. (1995), esses pesos situam-se em frutos para o mercado interno, classificados entre as faixas dos Tipos 13 e 15. Quarenta por cento dos tratamentos apresentaram picos de produção no mês de agosto, enquanto, em 60%, os picos se situaram no mês de setembro, onde se observou o maior pico de colheita (22,77 t/ha) (Figura 1). O maior peso médio dos frutos foi observado no mês de julho (645g), enquanto o menor se apresentou em fevereiro (233g) (Figura 2). Em Cruz das Almas, a temperatura começa a diminuir a partir do mês de maio (mínima de 20 °C e máxima de 26 °C, em 1997), de forma que diminui o processo de amadurecimento dos frutos de mamão, embora a planta continue a produzir novos frutos e a alimentar os que estão nos troncos. Os frutos colhidos no período frio apresentam-se com os maiores pesos médios. Quando aumenta a temperatura, a partir de setembro (mínima de 20 °C e máxima de 30 °C, em 1997), os frutos entram em processo de amadurecimento rápido, proporcionando maiores colheitas. No Norte do Espírito Santo, comportamento similar do peso médio do fruto foi observado por Marin et al. (1995).

 

 

 

 

Para o ajuste de modelos de superfícies de resposta para produtividade, foram utilizados os dados de seis meses e um ano de colheita. Quando se aplicou um modelo quadrático aos dados considerando, os três fatores, ou seja, N, P e K, observou-se estimativa de pontos acima dos observados, denotando que o ajuste não representava o comportamento da produção em função dos tratamentos. Quando foram ajustados os dados considerando apenas os dados de P com K e P com N, não se observou uma superfície onde pudesse ser ajustado um modelo estatístico. Porém, a superfície ajustada utilizando as doses de N e K apresentou uma tendência a um ponto de máximo. Embora a dose de 280 kg de P2O5, no tratamento 8, tenha apresentado a maior produção, quando foram fixadas as doses de 120 e 280 kg/ha de P2O5 para ajustar a superfície N e K, observou-se um ponto de sela na maior dose. Desta forma, isolou-se o fator P, fixando-o na dose de 120 kg de P2O5/ha/ano e ajustaram-se superfícies de resposta apenas para os fatores N e K. O modelo quadrático de superfície de resposta, aplicado aos dados de produção, apresentou significância ao nível de 10% de probabilidade (p<0,10) (Tabela 2). Os parâmetros linear e quadrático para N e K foram significativos, enquanto não foi observada significância para a interação N*K.

 

 

O ponto de máximo estimado pelo modelo, aos seis meses de produção, foi de 26,17 t/ha para as doses físicas de 319 kg de N e 360 kg de K2O por ha/ano (Tabela 2). Em um ano de colheita, o ponto de máximo estimado foi de 93,41 t/ha nas doses físicas de 347 kg de N e 360 kg de K2O por ha/ano, o que corresponde a uma relação N:K2O próxima a 1:1 (Tabela 2). A análise química do solo, antes do plantio e após 12 meses de cultivo, apresentou níveis de potássio acima de 0,18 cmolc/dm3 na camada de 0-20cm, que são considerados médios (Tomé Jr., 1997 e Oliveira, 1999), excetuando-se o tratamento onde a aplicação anual era de 40 kg/ha/ano de K2O (T13). Com 24 meses após o plantio, observaram-se níveis ainda considerados médios para a maioria dos tratamentos (=0,16 cmolc/dm3), excetuando-se os tratamentos 5 e 13. Gaillard (1972) também observou melhores respostas na produção, no tratamento com relação N:K2O de 1:1. Coelho et al. (2001), trabalhando com fertirrigação em mamoeiro Sunrise Solo, também obtiveram efeito quadrático para produção e doses físicas de 490 kg/ha/ano, tanto para N como K2O (relação 1:1). Porém, Awada & Long (1978) e Luna & Caldas (1984) não observaram efeito das doses de K2O testadas na produtividade do mamoeiro Solo, mas Awada & Long (1978) observaram efeito quadrático para doses de N, onde a produção máxima observada foi de 78,70 t/ha na dose de 686 kg de N/ha/ano. Ao contrário do observado neste experimento, Marinho et al. (2001) e Luna & Caldas (1984) observaram efeito linear para produção do Mamoeiro Solo nas doses de N estudadas.

Quanto às doses de P2O5 estudadas, observou-se que a matriz utilizada não permitiu o estabelecimento de uma superfície de resposta para o fósforo, sendo necessário o desenvolvimento de novos estudos para o estabelecimento da dose de máxima eficiência física para este nutriente.

 

CONCLUSÕES

Adubação nitrogenada e potássica proporcionaram aumentos de produtividade. O ponto de máximo para produtividade estimado foi de 93,41 t/ha/ano de frutos de mamão no primeiro ano de colheita, nas doses máximas físicas de 347 e 360 kg/ha/ano de N e K2O, respectivamente, para teores médios de potássio no solo. Os picos de colheita de mamão, na região de Cruz das Almas, para os plantios estabelecidos no início das chuvas, localizaram-se em agosto e setembro.

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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Recebido: 20/04/2003. Aceito para publicação: 14/01/2004.

 

 

1 (Trabalho 047/2003). Pesquisa desenvolvida pela cooperação técnico-científica entre Embrapa e Petrobras.

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