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Revista Brasileira de Fruticultura

Print version ISSN 0100-2945On-line version ISSN 1806-9967

Rev. Bras. Frutic. vol.26 no.2 Jaboticabal Aug. 2004

http://dx.doi.org/10.1590/S0100-29452004000200052 

COMUNICAÇÃO CIENTÍFICA
SOLOS E NUTRIÇÃO DE PLANTAS

 

Limitações nutricionais para o cultivo de açaizeiro em latossolo amarelo textura média, Estado do Pará1

 

Nutritional limitations for Euterpe oleracea in yellow latosol of Para State - Brazil

 

 

Ismael de Jesus Matos ViégasI; Dilson Augusto Capucho FrazãoII; Maria Alice Alves ThomazIII; Heráclito Eugênio Oliveira da ConceiçãoII; Eurico PinheiroIV

IEng. Agrôn., D.Sc., Pesquisador da Embrapa Amazônia Oriental e Professor Visitante da FCAP, Caixa Postal 48, CEP 66017- 970, Belém, Pará, e-mail: ismael@cpatu.embrapa.br
IIEng. Agrôn., D.Sc. Pesquisador da Embrapa Amazônia Oriental
IIIEng. Agrôn., M.Sc
IVEng. Agrôn., Pesquisador da Embrapa Amazônia Oriental

 

 


RESUMO

A região amazônica apresenta condições edafoclimáticas favoráveis ao desenvolvimento de sistemas de cultivos utilizando fruteiras tropicais. O açaizeiro (Euterpe oleracea, Mart.) desponta como uma das espécies de grande importância econômica para a fruticultura regional. A produção de fruteiras ainda é limitada pela carência de conhecimentos sobre diversos segmentos dos sistemas de produção, especialmente com relação a estudos sobre nutrição mineral de plantas. Dessa forma, em amostras superficiais de até 30 cm de profundidade de Latossolo Amarelo textura média do Município de Belém, Estado do Pará, conduziu-se experimento, em casa de vegetação, com plantas de açaizeiro, com o objetivo de identificar os nutrientes limitantes ao seu desenvolvimento, mediante a técnica do elemento faltante. O delineamento experimental foi inteiramente ao acaso, com quatro repetições e 14 tratamentos: completo (calagem, macro e micronutrientes), NPK; omissão de N; de P; de K; de Ca; de Mg; de S; de B; de Cu; de Fe; de Mn; de Mo e de Zn. Os resultados obtidos neste trabalho permitiram concluir que os macronutrientes mais limitantes para o crescimento de açaizeiros, em Latossolo Amarelo textura média, foram o fósforo, o nitrogênio, o potássio e o magnésio e entre os micronutrientes, o manganês.

Termos para indexação : açaizeiro, fruticultura, desenvolvimento, latossolo amarelo


ABSTRACT

Aiming to study the nutritional limitation of macronutrients and micronutrients in açaizeiro plants (Euterpe oleracea Mart.) in Yellow Latosol from the city of Belém, state of Pará - Brazil, this work was carried out under greenhouse conditions at Embrapa Amazonian Oriental. In this experiment it was used the missing element technique and the experimental design was a randomized block with four repetitions and fourteen treatments: Complete (liming, macro and micronutrients), NPK, omission of N; P; K; Ca; Mg; S; B; Cu; Fe; Mn; Mo and Zn. The results allowed to conclude that the macronutrients more limitant to growth of Euterpe oleracea, were P, N, K, Mg and among the micronutrient was Mn.

Index terms : Euterpe oleracea , fruit crop, development, Oxisol.


 

 

O açaizeiro (Euterpe oleracea Mart.) é uma palmeira nativa da Amazônia que se destaca pela abundância e por produzir importante alimento para a população local. A espécie desenvolve-se bem em vários tipos de solos, sendo encontrado nas terras firmes e áreas inundáveis, porém não suporta locais permanentemente alagados. Tem-se conhecimento de que, no Estado do Pará, a maioria dos plantios comerciais de açaizeiros são realizados em solos de terra firme, onde na região predominam os Latossolos Amarelos de baixa fertilidade natural, tornando-se evidente que, para se obter alta produtividade, há necessidade de fornecer nutrientes, através da adubação. Desta forma, a avaliação da fertilidade do Latossolo Amarelo textura média, com vistas ao cultivo do açaizeiro, se reveste de grande importância, pois permitirá o conhecimento dos nutrientes que mais limitam o seu desenvolvimento. Deste modo, o trabalho de pesquisa teve como objetivo avaliar, em Latossolo Amarelo textura média, o crescimento de açaizeiros e determinar a produção de massa seca das folhas, caule, raízes, parte aérea e total, utilizando-se da técnica do elemento faltante.

O experimento foi conduzido em casa de vegetação da Embrapa Amazônia Oriental, em Belém-PA, onde, através da utilização da técnica de diagnose por subtração, é possível determinar os nutrientes limitantes para o desenvolvimento e estado nutricional das plantas em qualquer tipo de solo. Com o conhecimento das limitações, é possível corrigi-las através da adição de nutrientes pela prática da adubação.

O substrato utilizado foi de um Latossolo Amarelo textura média (Embrapa 1999), coletado na profundidade de 0 a 30 cm, possuindo baixo nível de fertilidade natural, coloração brunado, profundo e bem drenado. Os resultados das análises químicas do substrato, antes da instalação do experimento, foram: pH em água = 4,1; P = 3 mg dm-3; K = 12 mg dm-3; Ca = 6 mmolc dm -3; Mg = 2 mmolc dm -3; S = 6,8 mg dm -3Al = 11 mmolc dm -3; H+Al = 70 mmolc dm -3; B = 0,62mg dm-3; Cu = 3,90 mg dm-3; Fe = 194,20 mg dm-3; Mn = 3,5mg dm-3 e Zn = 2,20 mg dm-3, V% = 11, M.O g dm-3 = 13

O delineamento experimental foi o inteiramente casualizado, com 4 repetições e 14 tratamentos: completo (calagem, macro e micronutrientes), NPK; omissão de N; de P; de K; de Ca; de Mg; de S; de B; de Cu; de Fe; de Mn; de Mo e de Zn. Com exceção dos tratamentos NPK, omissão de Ca e omissão de Mg, os demais receberam a aplicação da calagem de modo a elevar a saturação por bases (V%) do solo para 60%. O calcário dolomítico utilizado com 32% de CaO, 14% de MgO e PRNT de 95% foi misturado homogeneamente ao substrato e incubado por um período de 30 dias. Após a incubação, realizou-se o plantio de uma planta de açaizeiro com altura média de 10 cm, contendo 2 a 3 pares de folhas, em vaso de cerâmica, com capacidade para 3,5 kg de substrato de TFSA. Após 30 dias do plantio, foi efetuada a adubação mineral em todos os vasos, nas seguintes doses, com suas respectivas fontes: N = 100 mg kg-1 de solo - uréia; P = 50 mg kg-1 de solo - NaH2PO4; K = 90 mg kg-1 de solo - cloreto de potássio; S = 7,5 mg kg-1 de solo - sulfato de sódio; B = 1,2 mg kg-1 de solo - ácido bórico; Cu = 1,0 mg kg-1 de solo - sulfato de cobre; Mo = 0,4 mg kg-1 de solo - óxido de molibdênio; Mn = 4 mg kg-1 de solo - sulfato de manganês; Zn = 5 mg kg-1 de solo - sulfato de zinco. As adubações nitrogenadas e potássicas foram parceladas em três aplicações, sendo a primeira realizada aos 30 dias do plantio, a segunda aos 90 dias e a terceira aos 150 dias. O solo foi irrigado com água desmineralizada, obedecendo-se ao controle da irrigação pelo método da pesagem dos vasos, para manter a umidade em torno de 80 % da umidade de saturação do solo. A coleta das plantas ocorreu dez meses após o plantio das mudas, separando-as em folhas, caule e raízes. As partes separadas foram acondicionadas em sacos de papel e colocadas em estufa de circulação forçada, com temperatura de 70 0C, até a obtenção de massa constante. Para o cálculo do crescimento relativo (CR), utilizou-se a fórmula: CR (%) = (M.S.O.N / M.S.T.C.) x 100 , onde: M.S.O.N. = massa seca total obtida em cada omissão de nutriente e M.S.T.C = massa seca total obtida no tratamento completo.

Foi realizada a análise de variância dos dados referentes às variáveis altura das plantas, diâmetro do caule, produção de massa seca das folhas, caule, raízes e total, conforme Pimentel Gomes (1978). Obtida a significância pelo teste F, realizou-se o de Tukey, a 5% de probabilidade, para comparações das médias obtidas nos tratamentos. As análises foram realizadas no programa de estatística SAS (Statistical Analysis System ).

Os resultados referentes à altura das plantas, diâmetro do caule, produção de massa seca nas diversas partes da planta, crescimento relativo e relação parte aérea/raiz de açaizeiros em função dos tratamentos são apresentados na Tabela 1. Constata-se que os tratamentos com omissões individuais de N, P e K restringiram o crescimento do açaizeiro em altura das plantas, enquanto os demais não apresentaram limitação, quando comparados ao completo. Com relação à variável diâmetro do caule, constatou-se que somente o tratamento com omissão de Mn foi significativamente superior, enquanto os demais não diferiram em relação ao completo.

Com o fornecimento somente de NPK, a produção de massa seca nas folhas foi reduzida em 34,95%; no caule em 40,95%; na parte aérea em 35%, e na total em 19,74%, em relação ao tratamento completo, inferindo-se que apenas aplicações de nitrogênio, fósforo e potássio não foram suficientes para adequado desenvolvimento do açaizeiro em Latossolo Amarelo textura média. As menores produções de massa seca das folhas, do caule, da parte aérea e total foram observadas nas omissões individuais de N e P. A omissão de N causou redução na matéria seca das folhas de 49,33%; no caule de 70,75%; na parte aérea de 58,98%, e na total de 42,21%, quando comparada ao tratamento completo. Estes resultados estão de acordo com os obtidos por Veloso (1978), avaliando a fertilidade de quatro solos do vale do Mearim, no Maranhão, utilizando a cultura do arroz como planta indicadora, por Santos Filho (1996), em Latossolo Álico na cultura da soja e por Lima (1995), em Latossolo sob cerrado na soja e braquiarão, os quais concluíram que o nitrogênio foi um dos nutrientes limitantes.

A omissão de P reduziu em 48,94% a produção de matéria seca nas folhas; 74% no caule; 42,8% nas raízes; 60,21% na parte aérea, e 55,22% na total, quando comparada ao tratamento completo. O P desempenha papel como fonte de energia para a síntese de proteínas, sendo que sua falta se reflete no menor crescimento da planta ( Malavolta, 1980). A causa principal dessa redução foi o baixo teor de P assimilável de 3 mg dm-3 obtido no Latossolo Amarelo desta pesquisa. Na classe do Latossolo, o P tem se mostrado como um dos nutrientes mais limitantes para as culturas (Matos, 1977; Veloso, 1978; Lima, 1995; Santos Filho, 1996; Morais, 1998 e Brasil et al., 1998). Pesquisas conduzidas por Cruz et al. (1971), em Terra Roxa Estruturada com 6 mg/dm3 de P, em plantas de milho, e por Paula (2000), em Terra Roxa Estruturada em cafeeiro, com teor de 3 mg dm-3 de P, mostraram que o P foi o nutriente mais limitante.

O tratamento com omissão de K reduziu a massa seca das folhas em 26,81%; no caule em 40,88%; nas raízes em 46,16%; na parte aérea em 33,15%, e na total em 36,88%, em relação ao tratamento completo. Lima (1995) obteve efeito semelhante na produção de massa seca com a omissão de K, trabalhando com a soja, em Latossolo. Essa redução na produção de matéria seca, na presente pesquisa, pode ser explicada pelo baixo teor de K no solo estudado, de 12 mg dm-3, sendo o teor adequado de 117,3 mg dm-3 de K para os solos da Amazônia, segundo Vieira e Santos (1987).

Com a omissão de Ca, ocorreu limitação na produção de massa seca do caule em 39,57%; na parte aérea em 27,21%, e em 18,06% na total, em relação ao completo. Essa limitação se deve ao baixo teor de 6 mmolcdm-3 de Ca comparado ao valor adequado de 30 mmolcdm-3 sugerido por Vieira e Santos (1987). Santos Filho (1996) e Lima (1995), ao avaliarem a fertilidade de Latossolo para a cultura da soja, constataram que o Ca também limitou o desenvolvimento das plantas.

A omissão de Mg limitou também a produção de massa seca em todas as partes do açaizeiro, quando comparada ao tratamento completo. A redução foi de 21,72% nas folhas; 24,56% no caule; 34,91 nas raízes; 37,14% na parte aérea, e 24,93% na massa total. Essa redução na massa seca pode ser explicada devido ao baixo teor de 2 mmolcdm-3 de Mg do solo utilizado. A limitação em Mg também foi constatada por Santos Filho (1996) e Lima (1995) na cultura da soja. Em Latossolo, a deficiência de Mg tem sido comum em seringueira, dendezeiro, coqueiro e pimenta-do-reino (Viégas e Botelho, 2000; Viégas et al., 2003).

A omissão de S também reduziu a produção de massa seca nas partes estudadas com exceção das raízes.Nas folhas, a redução foi de 31,06%; no caule 44,54%; na parte aérea 37,14%, e na total 24,93%. Veloso (1978), Lima (1995), Santos Filho (1996) e Paula (2000) concluíram que o S também foi limitante para a produção de massa seca.

A omissão de B reduziu a massa seca do caule em 35,55%; na parte aérea 22,40%, e 16,58% na planta inteira em relação ao tratamento completo. A limitação na produção de massa seca com a omissão de B pode ser explicada pelo teor de 0,6 mg dm-3 de B no solo estudado, estando bem próximo do nível crítico de 0,5 mg dm-3 de B obtido em Latossolo Amarelo por Oliveira et al. (1999). No Estado do Pará, o B em Latossolo Amarelo tem se mostrado limitante para o coqueiro e dendezeiro pertencentes à família Arecacea, mesma do açaizeiro (Viégas, 1993; Lins, 2000).

As omissões individuais de Cu e Mn reduziram as massas secas das folhas, caule, parte aérea e total, sendo que as maiores reduções foram observadas com a omissão de Mn. Essas reduções podem ser explicadas pelo baixo teor de 3,9 mg dm-3 de Cu e 3,5 mg dm-3 Mn disponíveis no solo estudado, confirmados pelas pesquisas realizadas por Sing (1984 e 1986). Por outro lado, a omissão de Fe reduziu somente a massa seca das folhas como conseqüência do alto teor de Fe existente no Latossolo Amarelo, não sendo, portanto, limitante para o cultivo do açaizeiro.

A omissão de Mo reduziu a massa seca das folhas em 21,45%; do caule em 36,17%, e da parte aérea em 28,07%, em relação ao tratamento completo, enquanto a omissão de Zn limitou a massa seca do caule em 39,90%; das raízes em 25,6%, e da total em 17,49%. Essas limitações com a omissão de Zn se devem ao baixo teor de 2,2 mg dm-3 de Zn, apresentado pelo Latossolo. Singh e Möller (1984), avaliando a disponibilidade de Zn na classe Latossolo, constataram, também, baixos teores, variando de 0,03 a 0,11 mg dm-3 de Zn, utilizando solução extratora de DTPA (etilenodiaminotetracético) a 0,005M.

O crescimento relativo (CR) obedeceu à ordem decrescente: completo>Fe>Mo>B>Zn>Ca>Cu>NPK>S>Mn>Mg>K>N>P; deduzindo-se, dessa forma, que o desenvolvimento da planta, durante o período experimental, foi menos afetado pela carência de Fe com redução de 3,03% da massa seca total, e mais afetado pela omissão de P, com redução de 55,23%; de N com 42,42%; de K com 36,88%, e da omissão de Mg com 26,43%. O tratamento com omissão de K foi o que apresentou maior relação PA/R, cujo valor foi de 3,09, indicando menor produção de massa seca de raízes.

De acordo com os resultados obtidos neste trabalho e nas condições em que foi desenvolvido, conclui-se que os macronutrientes mais limitantes para o crescimento de açaizeiros, em Latossolo Amarelo textura média, foram o P, N, K e Mg e, entre os micronutrientes, o Mn.

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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Recebido: 17/10/2003. Aceito para publicação: 02/08/2004.

 

 

1 (Trabalho 156/2003).

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