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Revista Brasileira de Fruticultura

Print version ISSN 0100-2945On-line version ISSN 1806-9967

Rev. Bras. Frutic. vol.28 no.1 Jaboticabal Apr. 2006

http://dx.doi.org/10.1590/S0100-29452006000100033 

COMUNICAÇÃO CIENTÍFICA
BOTÂNICA E FISIOLOGIA

 

Curva de absorção de água em sementes de atemóia (Annona cherimola Mill. x Annona squamosa L.) cv. Gefner1

 

Water absorption curve in seeds of atemoya (Annona cherimola Mill. x Annona squamosa L.) cv. Gefner

 

 

Gisela FerreiraI; Vandeir Francisco GuimarãesII; Sheila Zambello de PinhoIII; Marcos Campos de OliveiraIV; Alfredo RichartIV; João Filgueiras BragaV; Gláucia Bravo DiasVI

IProfª Drª do Depto. de Botânica – IB/UNESP – Botucatu SP, Rubião Jr.,s/n, CEP: 18618-000, C P: 510. E-mail: gisela@ibb.unesp.br
IIProf. Dr. Centro de Ciências Agrárias, UNIOESTE – Câmpus de Mal Cândido Rondon – PR, R: Pernambuco, 1777, CEP: 85960-000
IIIProfª Drª Depto. de Bioestatística – IB/UNESP – Botucatu SP, Rubião Jr s/n, CEP: 18618-000, CP: 510
IVMestrando em Agronomia, UNIOESTE – Câmpus de Marechal Cândido Rondon – PR, R: Pernambuco, 1777, CEP: 85960-000
VDoutorando em Ciências Biológicas - Botânica, IB/UNESP – Botucatu – SP, Rubião Jr s/n, CEP: 18618-000, CP:.510
VIGraduanda em Agronomia, UNIOESTE – Câmpus de Marechal Cândido Rondon – PR, R: Pernambuco, 1777, CEP: 85960-000

 

 


RESUMO

O presente trabalho teve o objetivo de caracterizar a curva de absorção de água em sementes de atemóia (Annona cherimola Mill x Annona squamosa L.) cv. Gefner, submetidas a três métodos de embebição: sementes submersas em água destilada (MSSA), sementes entre papel de filtro embebido em água destilada acondicionada em caixa tipo gerbox (MPEA) e teste-padrão (MTP), com sementes mantidas em rolo de papel de filtro umedecido em água destilada. O delineamento experimental foi o inteiramente casualizado, com 6 tratamentos e 4 repetições de 25 sementes por parcela, constituídos por três métodos de embebição, empregando-se sementes vivas e mortas. O tempo de embebição entre 27; 34 e 47 horas, nos métodos MTP, MPEA e MSSA, representam indicativo para tratamento de sementes, podendo funcionar como tempo mínimo necessário para embebição em solução com reguladores vegetais. Conclui-se que os métodos que caracterizaram as três fases de absorção de água em sementes de atemóia foram o MTP e MPEA com mudança entre as fases I e II após 27 e 34 horas, respectivamente, atingindo a fase III com 234 horas, o que permite determinar o tempo de imersão para tratamentos pré-germinativos.

Termos para indexação: Annonaceae, fases da germinação, métodos para embebição.


ABSTRACT

The present study aimed to characterize the water absorption curve in atemoya seeds (Annona cherimola Mill x Annona squamosa L.) cv. Gefner, submitted to three imbibitions methods: seeds submerged in distilled water (MSSA), seed placed betwen paper filter imbibed with distilled water inside a gerbox box (MPEA) and standard test, with seeds kept in roll of filter paper moistened with water (MTP). The experimental delineation was entirely randomized, with 6 treatments and 4 repetitions of 25 seeds per parcel. The treatments were submitted to three imbibitions methods, with live and deth seeds. The imbibition time among 27, 34 and 47 hours, in the MTP, MPEA and MSSA methods represented an indicative for seeds treatment, which could possibly function as a minimal time needed for imbibition in solution with vegetal regulators. The MTP and MPEA were the methodologies that provided a better curve characterization, with changes between phases I and II after 27 and 34 hours, and reaching the phase III after 234 hours, which suggests the immersion time for seeds treatments.

Index terms: Annonaceae, germination phases, imbibition methods.


 

 

A atemóia é um híbrido interespecífico entre Annona cherimola Mill. e Annona squamosa L. (Sanewski, 1991; Cereda & Ferreira, 1997), sendo a enxertia o método usual para propagação (Sampaio, 1992). O emprego de sementes destina-se ao melhoramento genético e à produção de porta-enxertos (Sanewski, 1991; Cereda & Ferreira, 1997) para Annona squamosa L. (Bourke, 1985) bem como para a própria atemóia (Sanewski, 1991; Stenzel, 1997).

Dentre os problemas do uso de sementes de atemóia para produção de porta-enxertos, destacam-se a heterogeneidade das mudas formadas e a baixa percentagem de germinação (Kavati et al., 1997; Stenzel, 1997) afetada pela dormência imposta com a presença de substâncias inibidoras e resistência do tegumento (Pawshe et al.,1997; Smet et al.,1999).

A germinação das sementes inicia-se com a embebição de água e desencadeia seqüência de mudanças metabólicas que culminam com a emergência de raiz primária, quando se refere a sementes viáveis não-dormentes (Laboriau, 1983; Bradford, 1995; Carvalho & Nakagawa, 2000; Eira & Caldas, 2000).

Bewley & Black (1994) consideram que a absorção de água pelas sementes ocorre de acordo com padrão trifásico. A fase I, denominada embebição, é conseqüência de potencial matricial e, portanto, processo físico, que ocorre independentemente da viabilidade ou dormência das sementes, desde que não relacionada a impedimentos físicos à entrada de água. Os mesmos autores afirmam que a fase II é estacionária e ocorre em função do balanço entre o potencial osmótico e o potencial pressão. Nesta fase, a semente absorve água lentamente e o eixo embrionário ainda não consegue crescer. Na fase III ocorre novo aumento no grau de umidade das sementes e observa-se a emissão de raiz primária.

Deste modo, a importância da curva com as fases de entrada de água está relacionada tanto aos estudos de impermeabilidade de tegumento, como na determinação da duração de tratamentos com reguladores vegetais, condicionamento osmótico e pré-hidratação (Weaver, 1987; Carvalho & Nakagawa, 2000; Albuquerque et al., 2000).

Diversos trabalhos avaliando a germinação de sementes de anonáceas têm sido realizados com reguladores vegetais, entre os quais Smet et al. (1999), com embebição de sementes de cherimóia em GA3 durante 24h, 48h e 72h e Stenzel et al. (2003), com sementes de fruta-do-conde em GA3 durante 24h; porém os autores não justificam fiosiologicamente os tempos empregados para os tratamentos.

Ferreira et al. (1997) observaram que sementes de Annona squamosa L. estabilizavam a entrada de água com aproximadamente 5 horas de imersão, caracterizando a mudança entre as fases I e II, enquanto, com 12 horas, as sementes de atemóia (Annona cherimola x A. squamosa) permaneciam na fase I. Por outro lado, o padrão trifásico de absorção de água foi observado em sementes de Solanum elaeagnifolium (Trione & Cony, 1990), Glycine max (Armstrong & Mcdonald, 1992), Cajanus cajan (Kalpana & Rao, 1995) e Guazuma ulmifolia (Braga, 2003).

O objetivo deste trabalho foi caracterizar a curva de absorção de água em sementes de atemóia (Annona cherimola Mill x Annona squamosa L.) cv. Gefner com o emprego de diferentes métodos.

As sementes foram extraídas de frutos maduros adquiridos no município de Assai-PR, em pomar comercial de Edson Tomio Sato. O delineamento experimental foi o inteiramente casualizado, com 6 tratamentos e 4 repetições de 25 sementes por parcela. Os tratamentos foram constituídos por três métodos de embebição, empregando-se sementes vivas e mortas. Para os tratamentos com as sementes mortas, realizou-se autoclavagem das sementes vivas por período de 20 minutos, temperatura de 121ºC e pressão constante, e realizado teste de tetrazólio (Malavasi et al., 2001). Os métodos de embebição utilizados foram: papel embebido em água (MPEA), sementes submersas em água (MSSA) e teste-padrão (MTP). No método do papel embebido em água (MPEA), as sementes foram colocadas entre folhas de papel Germitest umedecido com água destilada, na quantidade de 2,5 vezes o peso do papel e acondicionadas em caixas gerbox. O método da semente submersa em água (MSSA) foi constituído pelo acondicionamento das sementes em béquer com 200mL de água destilada e sistema de oxigenação. No método denominado teste-padrão (MTP), as sementes foram colocadas em rolo de papel Germitest umedecido com água destilada, empregando-se a quantidade de água referente a 2,5 vezes o peso do papel (Brasil, 1992).

Inicialmente, as sementes vivas e mortas foram pesadas, distribuídas nos tratamentos e acondicionadas em câmaras de germinação, com temperatura alternada de 20ºC/30ºC (16/8 horas) e ausência de fotoperíodo. Após intervalos de tempo predeterminados (três horas no primeiro dia, seis horas no segundo, 12 horas no terceiro e a partir do quarto dia em intervalos de 24 horas até a observação da germinação visível, com emissão de 1mm de raiz primária), as sementes eram retiradas dos tratamentos, secadas superficialmente com papel de filtro, pesadas, contadas as germinadas, colocadas novamente nos tratamentos e retornadas ao germinador, segundo método descrito por Baskin & Baskin (2001).

A umidade inicial do lote foi obtida de acordo com Brasil (1992), e a cada pesagem, empregando-se os valores do peso total das sementes, calculava-se o teor de água em função do lote inicial (Menezes, 1996). A análise estatística foi realizada de acordo com Blacklow (1972), que considera a diferença de 1% entre o modelo estatístico ajustado e a sua assíntota, a fim de determinar os pontos de mudança entre as fases.

As Figuras 1 e 2 apresentam os resultados de absorção de água pelas sementes vivas e mortas de atemóia. Considerando o critério da diferença de 1% entre o modelo estatístico ajustado e a sua assíntota, identificaram-se os diferentes pontos de mudança da fase I para a II, em cada método, tanto para sementes vivas quanto para mortas. A curva de absorção que melhor representou as fases citadas por Bewley & Black (1994) foi obtida empregando-se o MTP, com ponto de mudança entre as fases I e II após 27 horas de embebição e início da fase III após 234 horas (Figura 1). Embora Carvalho & Nakagawa (2000) relatem que a fase I seja relativamente rápida, com duração de uma a duas horas, neste trabalho, foram necessárias 27; 34 e 47 horas para os métodos MTP, MPEA e MSSA, para diminuir a absorção rápida de água (embebição) e entrar na fase II, comportamento que foi observado tanto para sementes vivas (Figura 1) como para mortas (Figura 2).

O tempo da fase I está de acordo com citações de Coll et al. (2001) de que a velocidade de absorção e a quantidade de água embebida variam com a natureza e composição do tegumento, fato comprovado também por Ono et al. (1993) com sementes de macadâmia, Rossetto et al. (1997) com sementes de soja, Braga (2003) com sementes de Guazuma ulmifolia e Ferreira et al. (1997) com sementes de fruta-do-conde e atemóia, com tempo de duração da fase I de 90h, 12h, 6h, 5h, respectivamente, exceto as sementes de atemóia que, com 12h, continuavam embebendo.

A permanência na fase II foi semelhante para todos os tratamentos com sementes vivas e mortas, porém a fase III foi observada somente nos tratamentos MTP e MPEA com aproximadamente 234 horas após o início da embebição (Figura 1), o que se torna mais visível observando-se conjuntamente a Figura 2, na qual as sementes mortas permanecem indefinidamente na fase II.

A embebição de sementes de anonáceas por períodos de 24 horas em água, conforme sugerem Garner & Chaudri (1976), ou por 48 horas, conforme Lemos et al. (1988), não pode ser generalizada para as diversas espécies de Anonaceae, uma vez que, para atemóia, cv. Gefner, esse período varia de 27 a 47 horas de embebição, dependendo do método empregado.

Os métodos que caracterizaram as três fases da curva de absorção de água em sementes de atemóia (Annona cherimola Mill. x A. squamosa L.) cv. Gefner foram o MTP e MPEA, cuja mudança da fase I para a II foi de 27 e 34 horas, respectivamente, atingindo a fase III com 234 horas, o que permite determinar o tempo de embebição para tratamentos pré-germinativos.

 

REFERÊNCIAS

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Recebido: 06/05/2005. Aceito para publicação: 08/02/2005.

 

 

1 (Trabalho 075/2005).

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