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Revista Brasileira de Fruticultura

Print version ISSN 0100-2945

Rev. Bras. Frutic. vol.28 no.2 Jaboticabal Aug. 2006

http://dx.doi.org/10.1590/S0100-29452006000200037 

COMUNICAÇÃO CIENTÍFICA
COLHEITA E PÓS-COLHEITA

 

Atraso do amadurecimento de banana 'Maçã' pelo 1-MCP, aplicado previamente à refrigeração1

 

Ripening delay of 'Apple' banana submitted to 1-MCP, prevoiously applied to refrigeration

 

 

Gustavo Costa AlmeidaI; Eduardo Valério de Barros Vilas BoasII; Luiz José RodriguesI; Nélio Ranieli Ferreira de PaulaI

IMestrandos em Ciência dos Alimentos, Universidade Federal de Lavras (UFLA), Departamento de Ciência dos Alimentos (DCA), Caixa Postal 37, CEP.: 37200-000, Lavras-MG. gcalmeida@ufla.br; rodrigues.lui3@uol.com.br; nelioraniel@yahoo.com.br
IIProfessor Adjunto, bolsista produtividade CNPq, DCA/UFLA. evbvboas@ufla.br

 

 


RESUMO

O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito de diferentes períodos de exposição da banana 'Maçã' a 50 ppb de 1-MCP (0; 3; 6; 9; 12 e 24 horas) sobre sua vida pós-colheita e qualidade. Após exposição ao 1-MCP, os frutos verde-maturos foram armazenados por 30 dias em câmaras com temperatura de 13ºC ± 0,5 e umidade relativa de 95%. Em seguida, as bananas foram armazenadas à temperatura de 20ºC ± 1, até amarelecimento completo da casca. A exposição de banana 'Maçã' a 50 ppb de 1-MCP, por 9 horas, retardou em 7 dias o seu amadurecimento, em comparação a frutos não expostos ao 1-MCP, após 30 dias de armazenamento refrigerado (13ºC), sem prejuízos à sua aparência e composição química. A exposição de banana 'Maçã' a 50 ppb de 1-MCP, por 3 e 6 horas, não estendeu sua vida pós-colheita, tampouco alterou sua composição química. Embora a exposição de banana 'Maçã' a 50 ppb de 1-MCP, por 12 e 24 horas, tenha retardado o seu amadurecimento, promoveu alterações indesejáveis na casca do fruto. Logo, a aplicação de 50 ppb de 1-MCP, por 9 horas, antes da refrigeração, constitui-se numa alternativa viável para prolongar o período de comercialização da banana.

Termos para indexação: 1-metilciclopropeno, Musa sp., qualidade, vida pós-colheita.


ABSTRACT

The aim of this work was to evaluate 'Apple' banana different periods exposure effect to 50 ppb of 1-MCP (0, 3, 6, 9 and 24 hours) on its postharvest life and quality. Mature-green fruits were stored for 30 days in chambers at 13ºC + 0,5 and relative humidity 95%, after exposure to 1-MCP. Then, the bananas were stored at 20ºC + 1 until peel complete yellowing. 'Apple' banana to 50 ppb of 1-MCP exposure during 9 hours delayed in seven days the fruit ripening, comparing to fruit control, after 30 days of cool storage (13ºC), without changing its appearance and chemical composition. The exposure of 'Apple' banana to 50 ppb of 1-MCP for 3 and 6 hours did not extend its postharvest life; neither changed its chemical composition. Although the exposure of 'Apple' banana to 50 ppb of 1-MCP for 12 and 24 hours has retarded its ripening, it promoted undesirable changes in the fruit peel. So, 1-MCP application for 9 hours at 50 ppb, before cool storage, is a viable alternative to extend banana's commercialization period.

Index terms: 1-metylciclopropene, Musa sp., postharvest life, quality.


 

 

Dentre as variedades cultivadas no Brasil, a banana 'Maçã' é uma das mais apreciadas, embora pouco estudada. Não obstante, o seu potencial de exportação é grande, devido a seus agradáveis aspectos sensoriais. O processo de amadurecimento da banana envolve várias mudanças que influenciam diretamente na qualidade e aceitação do produto pelo consumidor (Seymour, 1993). O amadurecimento da banana 'Maçã', assim como de outras cultivares, é caracterizado pela conversão de amido em açúcares, com conseqüente incremento nos sólidos solúveis, bem como elevação da acidez, marcada pela redução do pH e concomitante aumento da acidez titulável. O amaciamento dos frutos consiste numa das mais flagrantes modificações observadas ao longo do amadurecimento, sendo associado à hidrólise de amido e solubilização das substâncias pécticas (Vilas Boas et al., 2003).

Uma nova ferramenta, o 1-metilciclopropeno (1-MCP), tem sido adicionado a uma lista de técnicas que podem estender a vida de prateleira de flores, frutas e hortaliças preservando sua qualidade. O 1-MCP tem demonstrado excelente atividade no retardo do início do amadurecimento de frutas, incluindo a banana (Blankenship & Dole, 2003; Botrel et al., 2002; Pelayo et al., 2003; Pinheiro, 2004; Silva et al., 2002). O 1-MCP liga-se aos receptores de etileno com uma meia-vida de difusão entre 7 e 12 dias, comparado com 2 a 10 minutos para o etileno. Esse tempo de difusão sugere que a ligação do 1-MCP ao receptor do etileno é praticamente irreversível, porém, assim que o receptor do 1-MCP é metabolizado ou novos receptores são gerados a alta temperatura, o processo é revertido (Pereira & Beltran, 2002).

Face ao potencial de utilização do 1-MCP e a carência de estudos quanto à banana 'Maçã', o presente trabalho, simulando possíveis condições de exportação, objetivou estudar o efeito de diferentes períodos de exposição da banana 'Maçã' ao 1-MCP, previamente ao armazenamento refrigerado (13ºC), sobre sua vida e qualidade pós-colheita.

A banana 'Maçã' foi adquirida no mercado local de Lavras-MG, no estádio de maturação 2, completamente verde, com o calibre variando entre 29 e 31 mm . O experimento teve início um dia após a colheita, sendo suas análises realizadas no Departamento de Ciência dos Alimentos da Universidade Federal de Lavras-MG. Os frutos foram selecionados, descartando-se aqueles que apresentavam defeitos ou algum tipo de injúria, e sanificados com solução de hipoclorito de sódio 200 ppm por 15 minutos. Em caixas de isopor, com volumes conhecidos e hermeticamente fechadas, à temperatura de 20ºC, os frutos foram expostos a 50 ppb de 1-MCP pelos respectivos períodos: 0 (controle); 3; 6; 9; 12 e 24 horas. Após exposição ao 1-MCP, os frutos foram armazenados por 30 dias em câmaras com temperatura de 13ºC ± 0,5 e umidade relativa de 95%. Decorridos os 30 dias, as bananas foram armazenadas à temperatura de 20ºC ± 1, até atingir o estádio de maturação 6, completamente amarelas. Adotou-se um delineamento inteiramente casualizado (DIC), disposto por um arranjo fatorial simples, com 6 tratamentos (períodos de exposição ao 1-MCP), em três repetições. A parcela experimental foi constituída de três buquês com quatro dedos cada.

As avaliações realizadas foram as seguintes: vida pós-colheita determinada, em dias, em função do tempo gasto para a banana atingir o grau de coloração da casca 6, totalmente amarela; firmeza (N), determinada na parte central da fruta, após corte latitudinal, por penetrômetro com ponteira de 8 mm de diâmetro; pH, determinado após homogeneização da polpa em água e filtragem do homogenato, utilizando-se de potenciômetro digital Micronal B474 (AOAC, 1992); acidez titulável (% ácido málico), determinada por titulação do homogenato filtrado com NaOH 0,1 M (Instituto Adolfo Lutz, 1985); sólidos solúveis (%), determinados por refratometria, em refratômetro digital ATAGO PR100, após filtragem do homogenato (AOAC, 1992); açúcares redutores, não redutores e totais, extraídos com álcool etílico a 80% e determinados espectrofotometricamente a 510 nm, de acordo com a metodologia de Somogyi, modificada por Nelson (1944), sendo que os açúcares totais foram determinados após hidrólise ácida dos açúcares não redutores e estes determinados pela diferença entre os açúcares totais e redutores; os resultados foram expressos em % de glicose, para os açúcares totais e redutores e % de sacarose, para os açúcares não redutores; amido, determinado, após lavagem dos açúcares solúveis com etanol 80%, hidrólise ácida do resíduo e autoclavagem, sendo os açúcares provenientes da hidrólise determinados espectrofotometricamente a 510 nm, de acordo com a técnica de Somogyi, modificada por Nelson (1944), e os resultados expressos em %; pectinas total e solúvel (%), extraídas, após precipitação com álcool a 95%, segundo a técnica descrita por McCready & McComb (1952), determinadas espectrofotometricamente a 530 nm, segundo Bitter e Muir (1962), utilizando-se do carbazol como cromógeno, e os resultados expressos em mg de ácido galacturônico por 100 g de polpa; análise estatística, realizada com o auxílio do programa SISVAR.

Através dos resultados experimentais, pôde-se verificar que as bananas 'Maçã' que ficaram expostas ao 1-MCP, durante 12 e 24 horas, atingiram o grau de coloração da casca seis, respectivamente, 13 e 15 dias após a retirada da câmara fria (Figura 1). Entretanto, os frutos submetidos a esses tratamentos apresentaram escurecimento da casca e amarelecimento fosco. Essa coloração indesejável talvez ocorra devido à saturação dos tecidos com o inibidor do etileno, levando a um amadurecimento incompleto. Segundo Silva et al. (2002), bananas submetidas a altas concentrações do produto tornaram-se insensíveis ao etileno, não atingindo um estádio de amadurecimento satisfatório para a comercialização nas condições experimentais. Frutos expostos ao 1-MCP; por 9 horas, atingiram o grau seis de coloração em 13 dias, sem comprometimento aparente da coloração da casca. Bananas expostas ao 1-MCP por 3 e 6 horas, atingiram o grau 6 de coloração em aproximadamente 7 dias, enquanto as frutas-controle amareleceram completamente após 6 dias (Figura 1). De acordo com Pinheiro (2004), bananas 'Maçã' expostas a 50 ppb, por 12 horas, atingiram o grau 7 de coloração em 23 dias de armazenamento à temperatura ambiente. Silva et al. (2002), trabalhando com bananas 'Prata-anã', observaram que as frutas expostas a 60 ppb de 1-MCP, durante um período de 12 horas, atingiram o grau de coloração 6 em 15 dias a 12ºC (Silva et al.,2002).

 

 

Os valores de pH variaram entre 4,75 e 5,12 (Tabela 1), sendo que o maior valor foi encontrado nos frutos expostos por 24 horas ao 1-MCP, valor este significativamente superior aos observados nos frutos-controle e expostos ao 1-MCP por 3 horas. Nenhuma diferença foi verificada entre o pH dos frutos-controle e expostos por 3; 6; 9 e 12 horas ao 1-MCP. Os resultados sugerem que o maior tempo de exposição, 24 horas, determinou frutos em estádio de maturação menos avançado, mesmo tendo-se padronizado o grau de coloração da casca (6), visto que o pH da polpa da banana abaixa durante o amadurecimento. A acidez titulável dos frutos não foi influenciada pelo tempo de exposição ao 1-MCP. A acidez titulável média observada foi de 0,54%. Os resultados observados no presente trabalho são coerentes com os de Pinheiro (2004), que não observou efeito do 1-MCP, aplicado por 12 horas na concentração de 50 ppb, sobre as variáveis pH e acidez titulável de banana 'Maçã' no grau 7 de coloração da casca, após armazenamento à temperatura ambiente. Botrel et al. (2002), trabalhando com banana 'Prata-anã', encontraram maiores valores de pH para frutos que foram tratados com maior concentração de 1-MCP, considerando o mesmo tempo de exposição ao produto.

 

 

O período de exposição ao 1-MCP não influenciou no teor de sólidos solúveis dos frutos, cuja média foi de 22,5%. Já as bananas expostas por 24 horas ao 1-MCP apresentaram as menores concentrações de açúcares totais (Tabela 1), decorrente, talvez, de uma degradação mais lenta do amido. Não obstante, o teor de amido na polpa das bananas, analisadas com grau 6 de coloração da casca, não foi influenciado pelo período de exposição ao 1-MCP; a média observada para o amido foi de 2,8%. A sacarose é o açúcar predominante na polpa da banana, pelo menos no início do amadurecimento, quando sua formação, decorrente da hidrólise do amido, precede o acúmulo de glicose e frutose (Seymour et al., 1993). Os períodos de 6; 12 e 24 horas de exposição ao 1-MCP determinaram maiores valores de sacarose, em comparação ao controle (Tabela 1), enquanto o período de exposição de 24 horas determinou valores de açúcares redutores menores que os observados nos frutos-controle e expostos a 3; 6 e 9 horas ao 1-MCP (Tabela 1). Os resultados sugerem o papel do 1-MCP, no controle do acúmulo de açúcares e da inversão da sacarose, principalmente no período de exposição de 24 horas. Os resultados observados no presente trabalho concordam com os de Pinheiro (2004), que não observou efeito do 1-MCP, aplicado por 12 horas a 50 ppb, sobre as variáveis amido, açúcares e sólidos solúveis de banana 'Maçã', após amadurecimento à temperatura ambiente.

Os teores de pectina total e solúvel não sofreram influência do período de exposição ao 1-MCP. Foram observados, em média, 0,85% e 0,25% de pectinas total e solúvel, respectivamente, na polpa da banana 'Maçã'. O amaciamento é uma característica normal durante o amadurecimento de bananas, associado à conversão de amido em açúcares e solubilização péctica (Vilas Boas et al., 2003). A firmeza dos frutos foi influenciada pelo período de exposição ao 1-MCP, embora nenhum efeito tenha sido verificado quanto ao amido e pectinas. Frutos expostos por 24 horas ao 1-MCP apresentaram-se, quando maduros (grau 6 de coloração da casca), mais firmes que os controle e expostos por 3 e 6 horas, enquanto frutos expostos por 9 horas ao 1-MCP apresentaram-se mais firmes que os controle e expostos por 3 horas (Tabela 1), no mesmo estádio de maturação. Nenhuma diferença estatística, quanto à firmeza, foi notada entre os frutos-controle e expostos por 3; 6 e 12 horas ao 1-MCP, embora os frutos expostos por 12 horas tenham apresentado valores médios de firmeza 1 a 2 vezes superiores àqueles frutos. Pinheiro (2004) não observou efeito de 50 ppb de 1-MCP, aplicado por 12 horas, sobre a firmeza e teores de pectinas solúvel e total em banana 'Maçã', após amadurecimento à temperatura ambiente. Segundo Botrel et al. (2002), bananas 'Prata-anã' tratadas com 90 ppb de 1-MCP, durante 13 horas, apresentaram maiores valores de firmeza do que frutos tratados com 10 e 30 ppb de 1-MCP sob o mesmo período de exposição.

A exposição de banana 'Maçã' a 50 ppb de 1-MCP, por 9 horas, é a mais indicada, pois retarda em 7 dias o seu amadurecimento, em comparação a frutos não expostos ao 1-MCP, após 30 dias de armazenamento refrigerado (13ºC), sem prejuízos à sua aparência e composição química.

Os autores agradecem a empresa ROHM IHAAS, pelo fornecimento do 1-MCP.

 

REFERÊNCIAS

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Recebido: 15-04-2005. Aceito para publicação: 21-06-2006.

 

 

1 (Trabalho 065-2005).