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Revista Brasileira de Fruticultura

Print version ISSN 0100-2945

Rev. Bras. Frutic. vol.28 no.3 Jaboticabal Dec. 2006

http://dx.doi.org/10.1590/S0100-29452006000300036 

SOLOS E NUTRIÇÃO DE PLANTAS

 

Repartição de nutrientes nas flores, folhas e ramos da laranjeira cultivar Natal1

 

Repartition of nutrients in citrus flowers, leaves and branches

 

 

Eurípedes MalavoltaI; Helton Carlos de LeãoII; Simone Cristina de OliveiraIII; José Lavres JuniorIII; Milton Ferreira de MoraesIII; Cleusa Pereira CabralIV; Marcelo MalavoltaV

IPesquisador permissionário, bolsista do CNPq. Universidade de São Paulo (USP), Centro de Energia Nuclear na Agricultura (CENA), Lab. de Nutrição Mineral de Plantas, Caixa Postal 96, CEP 13400-970, Piracicaba, SP. E-mail: mala@cena.usp.br
IIFischer S.A. – Agropecuária, C.P. 25, Matão, SP. E-mail: hleao@citrosuco.com.br
IIIAlunos de doutorado, bolsista CAPES e FAPESP. Universidade de São Paulo (USP), Centro de Energia Nuclear na Agricultura (CENA), Lab. de Nutrição Mineral de Plantas, Caixa Postal 96, CEP 13400-970, Piracicaba, SP. E-mail: jjlavres@yahoo.com.br, moraesmf@yahoo.com.br, scoliveira@cena.usp.br
IVBióloga. Universidade de São Paulo (USP), Centro de Energia Nuclear na Agricultura (CENA), Lab. de Nutrição Mineral de Plantas, Caixa Postal 96, CEP 13400-970, Piracicaba, SP. E-mail: cpcabral@cena.usp.br
VEngº Agrônomo, colaborador. Universidade de São Paulo (USP), Centro de Energia Nuclear na Agricultura (CENA), Lab. de Nutrição Mineral de Plantas, Caixa Postal 96, CEP 13400-970, Piracicaba, SP. E-mail: marcelo_malavolta@hotmail.com

 

 


RESUMO

As plantas cítricas produzem elevado número de flores, porém pequena porcentagem chega a fruto maduro. A fixação é influenciada por diversos fatores, com destaque para os nutricionais orgânicos e minerais. O objetivo do trabalho foi verificar a repartição de macro e micronutrientes nas flores, folhas e ramos de laranjeira e a contribuição nutricional das flores para os demais órgãos. Plantas de Citrus sinensis L., cultivar Natal sobre porta-enxerto de limoeiro cravo de 10 anos de idade, provenientes de pomar comercial, foram amostradas por ocasião do fluxo primaveril e separadas em flores, folhas e ramos. As flores representam dreno tanto para compostos orgânicos quanto para macro e micronutrientes. Sua massa seca na antese se iguala às das folhas e é maior que a dos ramos. A maior proporção de Ca, Mg e de Ni das três partes encontram-se nas flores de onde, possivelmente, passam em parte para o fruto em desenvolvimento. Sugere-se que aplicações foliares de cálcio, magnésio e níquel, em condições de deficiência, poderiam aumentar a produção através do seu efeito no florescimento.

Termos para indexação: Citrus, macronutrientes, micronutrientes, níquel.


ABSTRACT

Citrus plants produce a number of flowers, but just a few of them however, become mature fruits. Many factors, as well as organic and inorganic nutrients, influence prebloom and flowers setting. The objective of this work was to evaluate the repartition of macro and micronutrients in citrus flowers, leaves and branches. Branches of "Natal" sweet orange (Citrus sinensis L.) grafted on Rangpur lime rootstock were collected and separated in flowers, leaves and wood during anthesis. Orange flowers represent a drain for organic compounds and macro and micronutrients as well. Their dry matter on anthesis is equal to that of leaves and higher than that of the branches. The highest proportion of Ca, Mg and Ni of the three parts is found in the flowers where possibly migrate in part, into the developing fruits. It is thought that leaf sprays of calcium, magnesium and nickel could raise yield under conditions of deficiency due to their effect on flowering.

Index terms: Citrus, macronutrients, micronutrients, nickel.


 

 

INTRODUÇÃO

A fisiologia do florescimento das plantas cítricas é descrita em diversos trabalhos (Erickson, 1968; Rodriguez, 1991; Guardiola, 1992; Volpe, 1992), destacando-se de um lado o número elevado de flores formadas, particularmente no fluxo da primavera (40.000 a 80.000 por planta) e de outro, a pequena porcentagem de flores que chegam a fruto maduro (1 - 2 % ou menos). A fixação (pegamento) é influenciada por fatores nutricionais orgânicos e minerais, em especial os primeiros (Chaplin & Westwood, 1980), os quais requerem a participação dos nutrientes minerais para biossíntese. O Cl, Fe e Mn estão envolvidos na fixação de carbono via fotossíntese; o Co, Mo e Ni participam como co-fatores enzimáticos na síntese de aminoácidos; o B está associado ao transporte de carboidratos na planta (Malavolta et al., 1997). Fatores hormonais e abióticos (clima, por exemplo) também influenciam (Krajewski & Rabe, 1995).

A composição mineral dos frutos na colheita é conhecida como se pode ver nos trabalhos de Bataglia et al. (1977), Hiroce et al. (1977) e Malavolta et al. (1984; 1987). A literatura disponível, entretanto, não dá a composição mineral das flores que antecedem o fruto, com poucas exceções: Legaz & Primo-Millo (1984) apresentaram o teor de N nas flores, folhas e ramos. Lovatt et al. (1992) mostraram que o teor de NH3, arginina e putrescina são maiores nas flores que em outros órgãos. Malavolta et al. (2002) estudaram a repartição de macro e micronutrientes nos ramos, folhas e flores do cafeeiro, verificando que as flores constituem importante dreno de nutrientes, particularmente de magnésio e de manganês.

O presente trabalho teve por objetivo estudar a repartição de macro e micronutrientes nas flores, folhas e ramos de laranjeira tendo em vista a obtenção de informações para a prática de adubação.

 

MATERIAL E MÉTODOS

As flores, folhas e ramos de plantas de C. sinensis L. cultivar Natal sobre porta-enxerto de limoeiro cravo de 10 anos de idade foram coletadas no município de Matão – SP, localizado nas seguintes coordenadas geográficas: latitude S 21º36'10'' e longitude O 48º22'03'' e altitude de 582 metros. O clima predominante na região é o Aw (Köppen), com estação seca definida e com temperatura variando de 16 a 29ºC e com pluviosidade anual de aproximadamente 1.400 mm, com maior parte das chuvas ocorrendo de outubro a março.

As amostras foram colhidas por ocasião do fluxo primaveril. No dia da abertura das flores, foram colhidos 10 ramos por planta, em quatro plantas, isto é, foram feitas quatro repetições. De cada ramo, foram separadas flores, folhas e ramos, tomando-se a massa de matéria fresca e, depois da secagem a 65-70ºC, a massa de matéria seca.

O material vegetal coletado foi devidamente identificado, acondicionado em saco de papel e seco em estufa a 65-70ºC até atingir peso constante. Posteriormente, foi pesado, triturado em moinho tipo Wiley (peneira com diâmetro de malha de 1 mm). O nitrogênio foi determinado por método semimicro Kjeldahl após digestão sulfúrica. Para os demais nutrientes, fez-se a digestão nítrico-perclórica e quantificação por espectrometria de emissão atômica com plasma de argônio (ICP-AES) (Malavolta et al.,1997).

Os dados obtidos foram submetidos à análise estatística, utilizando-se do programa estatístico SAS – System for Windows 6.11 (SAS Inst., 1996). Realizou-se a análise de variância e a comparação das médias mediante teste de Tukey, a 5% de probabilidade. Em seguida, procedeu-se ao estudo de regressão polinomial em função das relações entre as concentrações de cada macro e micronutriente nas partes das plantas.

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

A Tabela 1 mostra a massa de matéria fresca e massa seca de ramos, folhas e flores, onde se pode observar que não existe diferença significativa entre as duas últimas partes. A biomassa dos ramos é inferior, o que ocorre também no trabalho com o cafeeiro, já mencionado (Malavolta et al., 2002). Chama a atenção a biomassa das flores, a qual, entretanto, não costuma ser considerada, como obtido no trabalho recente de Mattos Jr. et al. (2003), o que talvez se explique pela existência transitória desses órgãos. Legaz & Primo-Millo (1984) verificaram que as flores pesam cerca de um terço das folhas.

 

 

Os teores de macro e micronutrientes nos três órgãos encontram-se nas Tabelas 2 e 3. Considerando-se as diferenças significativas têm-se as seguintes variações:

N – Folhas = flores > ramos
P – Folhas = flores > ramos
K – Folhas = ramos > flores
Ca – Flores > ramos > folhas
Mg – Flores> ramos = folhas
S – Folhas > flores > ramos
B – Folhas = flores = ramos
Cu – Ramos > folhas = flores
Fe – Folhas = flores > Ramos
Mn – Flores > folhas > ramos
Mo, Ni, Zn – Folhas = flores = ramos

 

 

 

 

Os ramos, de modo geral, possuem teores menores de macros e micronutrientes, pois, possivelmente, funcionem como fonte para as flores em proporção maior que as folhas. Como se lê em Erickson (1968), as flores se formam no crescimento vegetativo novo que nasce de gemas dormentes situadas em ramos mais velhos com folhas. As flores apresentam os teores mais baixos de K, o qual, entretanto, é o elemento em maior concentração no fruto ou pouco menor que o de N. Enquanto no caso do cafeeiro o Mg é o elemento que as flores apresentam em maior teor (Malavolta et al., 2002), este lugar no caso da laranjeira é ocupado pelo Ca, o que parece coerente com o papel desse elemento na polinização e no pegamento (Mills & Benton-Jones Jr., 1996). Entre os micronutrientes, as flores do cafeeiro apresentaram teor de Mn mais alto que as folhas, e estas, maior que os ramos (Malavolta et al., 2002).

O conteúdo de macro e micronutrientes nas diversas partes encontra-se, respectivamente, nas Tabelas 4 e 5, com as quais foram preparadas as de números 6 e 7 que dão as porcentagens do total encontradas nos três órgãos analisados. Como era de se esperar, as flores contêm a maior proporção do cálcio das três partes e metade do Mg. Fato semelhante aconteceu com o cafeeiro. A presença dessa proporção do magnésio pode ser devida à sua função como ativador de enzimas de fosforilação que atuam em reações de síntese e outras (Mills & Benton-Jones Jr., 1996). Não se tem informação, entretanto, sobre a distribuição dos elementos nas partes da flor (pétalas, botões, ovário). Pode-se aventar a hipótese de que macro e micronutrientes se concentrem nos botões e ovários, de onde migrariam para os frutos.

 

 

 

 

 

 

 

 

Entre os micronutrientes chama a atenção o fato de que metade do total do Ni presente está nas flores, pois esse elemento é ativador da urease (Welch, 1981; 1995) que libera NH3 da uréia. A aplicação foliar de uréia é usada para aumentar o teor de amônia das folhas. Lovatt et al. (1988) propuseram que aumentos dos níveis de amônia nas folhas, durante o estádio de indução floral, levariam a incrementos na iniciação floral via síntese de várias poliaminas, como a putrescina, a espermidina e a espermina. Pode-se supor que alto conteúdo de Ni nas flores aumentaria a atividade de urease e, portanto, a produção de amônia endógena, o que leva à indagação: aplicação foliar de Ni associada à uréia, ou não, aumentaria o florescimento e, proporcionalmente, o pegamento? Pergunta semelhante pode ser feita com respeito ao Ca e ao Mg: o período de seca que antecede o fluxo primaveril e a florada pode determinar menor absorção e transporte a longa distância desses dois elementos? A redução na umidade do solo pode induzir deficiência dos dois elementos, como já foi verificado em algodoeiro (Mg) e cafeeiro (Ca).

Amaral (1995) constatou que a pulverização da laranjeira "Pêra-Rio", no momento do florescimento, com solução de baixa concentração de nitrato de cálcio (0,5%), provocou aumento do número de frutos produzidos. Verificou também que não houve efeito da pulverização das plantas com óxido de cálcio ou somente água no número de frutos fixados por planta.

Trabalhos recentes demonstraram que a aplicação foliar de níquel com uréia foi efetiva para a correção da anomalia conhecida como "orelha-de-rato" em pecã e em Betula nigra L. (Wood et al., 2004; Ruter, 2005). Tal fato deve-se à deficiência de Ni que provoca distúrbio no metabolismo secundário e conseqüente acúmulo localizado de uréia ou de ácidos lático e oxálico no tecido (Wood et al., 2004; Bai et al., 2006).

Uma questão que se coloca no presente trabalho é a das fontes dos elementos para a flor. A posição desta no ramo, na proximidade da folha e do ramo, abre a possibilidade que os nutrientes venham de um ou outro ou de ambos, embora a situação favoreça o ramo devido à contigüidade. Pode-se admitir que haja relação negativa entre nutriente na fonte e o mesmo na flor, funcionando como dreno. Para explorar essa hipótese, foram calculados as equações de regressão e os coeficientes de determinação. As Tabelas 8 e 9 mostram os resultados obtidos pelos cálculos e as tendências observadas. Aparentemente, têm-se como fontes:

Folhas - K, S, B, Cu, Mo, Ni
Ramos - P, K, Ca, S, B, Ni

 

 

 

 

Por sua vez, os ramos forneceriam os seguintes elementos para as folhas:

N, P, K, S, Fe, Mo

A confirmação ou não destas tendências poderia ser conseguida, entretanto, mediante o emprego de elementos traçadores, como 15N, 32P, 45Ca, etc.

 

CONCLUSÕES

1) As flores da laranjeira constituem dreno temporário de macro e micronutrientes.

2) Observou-se que as flores apresentaram teores de K mais baixos em relação às folhas e ramos, entretanto as maiores proporções de Ca, Mg e Ni dos três órgãos analisados encontram-se nas flores.

3) A metade do conteúdo total de Ni está presente nas flores, o que levaria à hipótese de que a aplicação foliar deste elemento associada à uréia poderia aumentar o florescimento, a porcentagem de pegamento e, conseqüentemente, a produção.

4) A aplicação foliar de Ca e Mg também poderia aumentar a produção em condições de deficiência através do seu efeito no florescimento.

 

REFERÊNCIAS

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Recebido: 21-07-2006. Aceito para publicação: 06-10-2006.

 

 

1 (Trabalho 98-2006).

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