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Revista Brasileira de Fruticultura

Print version ISSN 0100-2945On-line version ISSN 1806-9967

Rev. Bras. Frutic. vol.29 no.2 Jaboticabal Aug. 2007

https://doi.org/10.1590/S0100-29452007000200034 

SOLOS E NUTRIÇÃO DE PLANTAS

 

Adubação nitrogenada e potássica na produtividade da ameixeira 'Reubennel', na região de Araucária – PR1

 

Nitrogen and potassium fertilization on yield of plum at Araucaria County Parana Brazil

 

 

Marcos Antonio DolinskiI; Antônio Carlos Vargas MottaII, *; Beatriz Monte SerratII; Louise Larissa May-De MioIII; Lino Bittencourt MonteiroIII

IEng. Agr., Mestrando, Bolsista do Programa de Pós-graduação em Ciência do solo-mestrado. marcosagro@pop.com.br
IIEng. Agr., Dr.(a), Professor(a) do Departamento de Solos e Engenharia Agrícola da UFPR, Rua dos Funcionários, 1540, Bairro Juvevê, Curitiba-PR - CEP 80035-050, Curitiba-PR. mottaacv@ufpr.br
IIIEng. Agr., Dr.(a), Professor(a) do Departamento de Fitotecnia e Fitossanitarismo da UFPR. maydemio@ufpr.br

 

 


RESUMO

A adubação é um dos fatores que podem influenciar na produção e na qualidade dos frutos, contudo existem poucas pesquisas nessa área em frutíferas no sul do Brasil para auxiliar no momento da sua recomendação. O presente trabalho teve como objetivo avaliar o efeito de doses de adubação nitrogenada e potássica para a produtividade da ameixeira (Prunus salicina), cv. 'Reubennel'. O experimento foi instalado em um pomar comercial com cinco anos, no município de Araucária-PR. O delineamento experimental utilizado foi em blocos ao acaso, distribuídos em parcelas subsubdivididas, com três repetições. Na parcela, foi aplicado o potássio (55 e 110 kg de K2O ha-1 ano-1), e na subparcela o nitrogênio (40; 80; 120; 160 e 200 kg de N ha-1 ano-1), durante três anos. O fator ano foi analisado como subsubparcela. Foram avaliados a produção, o número de frutos antes do raleio e durante a colheita, e a massa e calibre dos frutos. Os resultados obtidos evidenciaram alto potencial produtivo do pomar, com uma produção média de 38,7 t ha-1 ano-1, nos três anos avaliados. Contudo não foram observadas diferenças nos tratamentos e na interação entre eles para nenhuma das características avaliadas, podendo estar associado às características químicas e físicas do solo e ao efeito do manejo (poda e raleio). O fator ano apresentou diferença significativa para a produção, calibre e número de frutos. Independentemente dos tratamentos, a produtividade da ameixeira foi direta e inversamente proporcional ao número e tamanho dos frutos, respectivamente. As menores doses de nitrogênio e de potássio foram suficientes para obter altas produtividades durante três anos.

Termos para indexação: Ameixa, Prunus salicina, adubação, nitrogênio, potássio.


ABSTRACT

Fertilization is one of the factors that can influence in the yield and quality of the fruits, however, there are few researches in that area fruit in the south of Brazil in order to guide the moment of its recommendation. The research aim was to evaluate nitrogen and potassium fertilization in the plum yield (Prunus salicina), cv. 'Reubennel'. The experiment was established in a five years old commercial orchard in Araucaria County Parana. The experiment design was a split-plot in a randomized complete block with three replications. Main plot treatments were potassium rates (55 and 110 kg of K2O ha-1 ano-1), and subplot treatments were the nitrogen rates (40, 80, 120, 160 and 200 kg of N ha-1 ano-1), that were applied during three years. The year factor was analyzed as split-split plot. The analyzed variables were yield, fruit number before the thinning and during harvesting, and fruit weight and caliber. The result indicated a high productive potential of the orchard used, with a mean yield of 38.7 tons ha-1 ano-1 in the three years evaluated. However, there was no difference in the treatments or interaction effects of the treatments on any evaluated parameters which could be associated to the chemical and physics characteristics of the soil and plant management (trims and thinning). Year factor influenced yield, caliber, and fruit number. Regardless of the treatments Plum yield was direct and inverse related with fruit number and fruit size, respectively. Low N and K rates were able to obtain high yield during three years.

Index terms: Plum, Prunus salicina, fertilization, nitrogen, potassium.


 

 

INTRODUÇÃO

Em 2003, o Estado do Paraná possuía 887 hectares plantados com a cultura da ameixeira (Prunus salicina), com uma produtividade média de 10,6 t ha-1 (SEAB/DERAL, 2006). Todavia, atualmente, não são raros os casos de produtividades maiores que o dobro da média estadual, em pomares adequadamente manejados e sob condições climáticas favoráveis.

Dentro dos tratos culturais, a adubação é um dos fatores que pode interferir na produção, sendo que a sua resposta é dependente das características do solo, do manejo do pomar e das condições climáticas. Nitrogênio e potássio são os nutrientes exportados em maior quantidade pelos frutos de ameixeira, aproximadamente 1,61 e 1,56 kg, respectivamente, por tonelada de frutos produzida (Vitanova, 1990).

O nitrogênio, por afetar o crescimento dos ramos em tamanho e/ou número, pode interferir diretamente na produção de frutos, alterando tanto o calibre como o número de frutos produzidos (Mattos et al., 1991 e Dolinski et al., 2005). Já, o potássio, além do seu efeito direto na planta (Magnani et al., 1984 e Cummings, 1985), é também responsável pela potencialização à resposta ao nitrogênio (Mengel & Kirkby, 1987 e Marschner, 1995), sendo recomendado o aumento da dose de K quando é aumentada a quantidade de N aplicada.

Com a utilização do maior número de características para o diagnóstico da disponibilidade e do estado nutricional da planta, é possível estimar as necessidades de N e K para cada pomar. As quantidades podem variar de acordo com as características do solo, as condições das plantas e as produtividades obtidas (Vitanova, 1990).

Algumas das características de diagnóstico no momento da tomada de decisão são: a análise do solo e a foliar, e o crescimento dos ramos produtivos (Fachinello & Herter, 2000), e ainda outros indicativos visuais, tais como: vigor da planta, emissões e diâmetro de ramos novos, coloração das folhas, tamanho e período de queda das folhas (Motta et al., 2004).

O presente trabalho teve como objetivo avaliar para a cultura da ameixeira, no decorrer de três safras, o efeito de doses de nitrogênio e potássio na produtividade, no número, massa e calibre dos frutos colhidos, e, para duas safras, a produção total de frutos (antes do raleio) e a intensidade do raleio.

 

MATERIAL E MÉTODOS

O experimento foi instalado em maio de 2003, em um pomar comercial de ameixeira, com quatro anos de idade, da cultivar 'Reubennel', sobre porta-enxerto 'Okinawa', com espaçamento 6 x 3 m, conduzidas no sistema de vaso, no município de Araucária – PR, Distrito de Guajuvira. A altitude do local é 900 m e o clima classificado (Köppen) como Cfb (subtropical úmido), e os dados de temperatura média e precipitação acumulada mensal estão apresentadas na Tabela 1.

O delineamento experimental utilizado foi em blocos ao acaso, com três repetições, distribuído em parcelas subsubdivididas, com cinco plantas em cada subparcela, com o potássio aplicado na parcela (55 e 110 kg de K2O ha-1 ano-1), na forma de cloreto de potássio, parcelado durante o início da brotação (60%) e após o raleio (40%). O nitrogênio foi aplicado na subparcela (40; 80; 120; 160 e 200 kg de N ha-1 ano-1), na forma de uréia, parcelado durante o início da brotação (30%), após o raleio (30%) e após a colheita (40%). O fator ano foi analisado como subsubparcela, durante três anos para a produção, o calibre e o número de frutos colhidos, e dois anos, para o número total de frutos produzidos antes do raleio e a intensidade do raleio. Todas as adubações foram realizadas manualmente na área de projeção da copa.

O experimento foi instalado em uma área particular, que vinha sendo conduzida com 80 kg de N e 80 kg de K2O ha-1 ano-1. Com exceção dos tratamentos utilizados durante o experimento, todo o manejo adotado no pomar foi de acordo com o utilizado pelo produtor.

A análise química do solo foi realizada no primeiro ano, coletando amostras na projeção da copa e na entrelinha, para as profundidades de 0-20 e 20-40 cm, conforme metodologia descrita pela Comissão de Fertilidade do Solo (1995) (Tabela 2).

O raleio foi realizado com o objetivo de deixar os frutos no mesmo ramo, com distância mínima de 10 cm entre eles. A quantidade de frutos raleados foi estimada através da massa total dos frutos raleados, dividida pela massa média unitária de 100 frutos.

A produção foi avaliada durante três safras, com base na massa total dos frutos das três plantas centrais por subparcela, que foram colhidos e pesados separadamente por planta. A massa por fruto foi obtida através da média de 100 frutos por subparcela, os quais foram separados por calibre de acordo com o diâmetro: calibre 1 (d" 3,4 cm); calibre 2 (3,5 - 4,0 cm); calibre 3 (4,1 - 4,4 cm); calibre 4 (4,5 - 5,0 cm), e calibre 5 (e" 5,1 cm).

O número de frutos colhidos foi estimado distribuindo a massa total dos frutos colhidos, proporcionalmente entre os calibres (observado para os 100 frutos), e dividindo pela massa média do calibre.

Os resultados obtidos foram analisados estatisticamente, por meio de análise de variância, e as médias foram comparadas pelo teste de Tukey, ao nível de 5% de probabilidade.

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Os resultados obtidos evidenciaram o alto potencial produtivo do pomar, com uma produtividade média de 38,7 t ha-1 ano-1, acima da produtividade média encontrada para fruteiras de caroço (Mattos et al., 1991, Dolinski et al., 2005), e mais do triplo da média estadual para a cultura (SEAB/DERAL, 2006). Tal fato pode estar associado ao potencial produtivo da cultivar 'Reubennel', às boas condições de pH, V%, K e P do solo, e condições de formação e condução do pomar.

Para os três anos avaliados, a produtividade, o número de frutos colhidos e a massa por fruto não apresentaram diferença para os tratamentos utilizados (Tabela 3). Diferentes doses de K também não apresentaram interação com o N, e a alta concentração de K no solo explica a falta de resposta ao elemento (Tabela 2).

Contudo, nas duas menores doses de N utilizadas, foi observada, para o segundo e o terceiro anos, uma produtividade média de 27 t ha-1 ano-1. Já, a partir das doses de 120 kg de N ha-1 ano-1, para os três anos avaliados, não foram verificadas produtividades médias inferiores a 31 t ha-1 ano-1, sugerindo maior estabilidade na produção. Provavelmente, o período estudado não seja suficiente para gerar efeito sobre a produtividade acumulada, visto que Nosal (1990) constatou para a cultura da macieira que diferentes doses de N apresentaram uma diferença de 28% na produtividade acumulada de oito anos, sem diferença significativa no acumulado dos primeiros quatro anos.

Diferentemente dos tratamentos com N e K, o fator ano apresentou diferenças para as características citadas acima (Tabela 3). As variações entre os anos podem ocorrer por adversidades climáticas (Mattos et al., 1991, Gomes et al., 2005 e Dolinski et al., 2005), e ainda quando analisadas as plantas individualmente, se verificou uma alternância na produção por planta, tanto entre os anos como entre as plantas próximas, com uma competição e compensação na produção entre elas. Essa alternância ficou menos evidente quando se avaliou a média das três plantas centrais, uma vez que não são todas as plantas que estão em baixa ou em alta produtividade no mesmo ano, e a alternância também não é percebida pelo produtor quando se avalia a produção por área de um pomar.

Em 2005, quando o número de frutos colhidos foi 37% inferior ao do primeiro ano, resultou em uma redução na produtividade de 29%, com um aumento de 19% na massa por fruto.

A análise de regressão entre a produção e o número de frutos colhidos por planta (Figura 1-A) mostrou que mais de 95% da oscilação observada para a produção, sem diferença significativa entre os tratamentos, pode ser explicada pelo número de frutos.

Como para a produção, a massa por fruto também foi resultado do número de frutos colhidos (Figura 1-B), sendo a produção direta e inversamente proporcional ao número e tamanho dos frutos, respectivamente. No entanto, o aumento na massa por fruto não foi suficiente para compensar a redução no número de frutos, sendo a produção resultado do número de frutos, o que foi constatado também por Mattos et al. (1991) e Dolinski et al. (2005) para a cultura do pessegueiro.

O calibre dos frutos também não apresentou diferença significativa com relação aos tratamentos utilizados (Tabela 4). Mas, para o fator ano, o calibre apresentou diferença significativa, com exceção do calibre 3, que representa quase 50% dos frutos e manteve-se inalterado, independentemente do número de frutos colhidos. A outra metade dos frutos teve a sua distribuição entre os calibres 2 e 4 dependente do número de frutos colhidos. No terceiro ano, quando o número de frutos foi 37% inferior ao primeiro ano, a porcentagem de frutos de calibre 2 passou de 43% para 15%, e a de calibre 4, de 6% para 32%.

O número de frutos de calibre 2, para o fator ano, foi diretamente proporcional ao número de frutos colhidos (Figura 2-A); ao contrário, os frutos de calibre 4 foram inversamente proporcionais ao número de frutos colhidos (Figura 2-B), conforme o observado por Mattos et al. (1991), para a cultura do pessegueiro, quando a redução no número de frutos proporcionou aumento no número de frutos de primeira.

Verifica-se, no fator ano, que o tamanho do fruto a ser colhido pode ser definido em função do número de frutos que permanecer na planta, sendo o melhor tamanho de fruto para cada produtor dependente da forma de comercialização do seu produto. Deve-se levar em consideração, também, a redução na produtividade, entre os anos, observada quando se aumentou o tamanho do fruto (Tabela 3).

Como o número de frutos influencia na produção e no calibre dos frutos, conforme observado entre os anos (Tabela 3), o raleio pode ser um dos responsáveis pela falta de resposta entre os tratamentos, pois a sua intensidade define o número de frutos que permanecerão na planta.

Embora anteriormente ao raleio todas as plantas possuíssem números de frutos produzidos superiores aos números de frutos colhidos em qualquer um dos tratamentos (Tabela 5), o número de frutos que permaneceram na planta após o raleio, foi definido em função da capacidade vegetativa (tamanho e/ou número de ramos).

A relação direta observada entre o número de frutos produzidos (antes do raleio) e o número de frutos raleados foi diretamente proporcional (Figura 3-A), resultando em maior homogeneização no número de frutos colhidos. Ainda, a menor correlação entre o número de frutos produzidos (antes do raleio) e o número de frutos colhidos indica um efeito do raleio sobre o número de frutos que permaneceram na planta (Figura 3-B), o qual resultou na produtividade.

Mattos et al. (1991) concluíram para a cultura do pessegueiro que o número e o tamanho dos frutos dependem da intensidade, da uniformidade e da época de raleio, reforçado por Gomes et al. (2005), que trabalharam com a intensidade de raleio para o pessegueiro e verificaram que a maior intensidade de raleio resultou em frutos de maior calibre, reduzindo o número de frutos colhidos.

Outro fator que pode ter contribuído para a falta de resposta entre os tratamentos, é o suprimento de parte da demanda de N pela matéria orgânica do solo, pela presença natural de trevo-branco e pela água das chuvas. Basso & Suzuki (1992), utilizando doses de N não observaram diferenças significativas para a cultura da macieira em relação à produtividade e os teores foliares, mesmo para a testemunha, e o baixo vigor e a produtividade não foram devidos apenas ao N, mas, sim, a outros fatores determinantes de vigor e produtividade.

A capacidade intrínseca da planta em manter reservas nos ramos, troncos e raízes, também pode ter contribuído para a falta de resposta, motivo pelo qual mesmo a menor dose utilizada foi suficiente para suprir a demanda de N. Tagliavini et al. (2000) verificaram que 40% do total de N do fruto é oriundo das reservas da planta, sendo essa contribuição mais intensa no início do desenvolvimento do fruto, mas mantendo-se em menor intensidade até a colheita.

Outra explicação para a falta de resposta entre os tratamentos pode ser o fato da homogeneização no comprimento dos ramos no momento da poda, restando apenas a diferença no número de ramos para a variação entre os tratamentos.

As características avaliadas na análise de regressão mostraram-se não-significativas para os tratamentos utilizados, sendo que a menor dose de nitrogênio e a de potássio foram suficientes para manter a produtividade e repor parte das quantidades desses elementos exportados pelos frutos. A menor dose de N utilizada ficou próxima da quantidade exportada pelos frutos; mesmo para a alta produtividade observada, a quantia máxima estimada de N exportada para as produtividades obtidas foi o equivalente a 62 kg de N, valor aproximado ao observado por Vitanova (1990).

Chatzitheodorou et al. (2004) constataram que a omissão de aplicação de N para a cultura do pessegueiro reduziu a vida útil do pomar de forma diferenciada para as duas cultivares estudadas, sendo necessário repor ao sistema a quantidade de N que é exportada pelos frutos.

Somado à falta de resposta para as características avaliadas nesse trabalho, Tutida (2006) em estudo na mesma área, verificou que a partir da dose de 160 kg de N ha-1 ano-1 a incidência de furo de bala em folhas e a de podridão-parda nos frutos foram superiores. O N ainda interferiu na firmeza da polpa, aumentou a acidez dos frutos e retardou a sua maturação. Por outro lado, a maior dose de K aumentou a concentração de sólidos solúveis totais e reduziu a perda de massa por frutos após o armazenamento refrigerado, sem interação entre o N e o K (Tutida, 2006).

 

CONCLUSÕES

1. A menor dose de N e de K, a partir do quinto ano de implantação do pomar é suficiente para manter a produtividade durante três anos.

2. Alterando apenas o N e o K no pomar com cinco anos de idade, por um período de três anos, não foi suficiente para promover alteração na produção.

3. A falta de resposta ao N e ao K, acompanhada da alta produtividade, indica que essa é resultante de outras características e do manejo do pomar.

4. Para o fator ano, as diferenças na produção apresentaram relação direta com o número e inversa com o calibre dos frutos colhidos.

 

AGRADECIMENTOS

Ao Sr. Waldomiro Gayer Neto, por conceder o pomar para a instalação do experimento e por todo o apoio dado no campo para o desenvolvimento do trabalho. Ao Conselho Nacional de Apoio à Pesquisa (CNPq) e ao Ministério da Agricultura e Abastecimento (MAPA), pelo suporte financeiro.

 

REFERÊNCIAS

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Recebido em: 16-11-2006. Aceito para publicação em : 31-05-2007.

 

 

* Autor para correspondência.
1 (Trabalho 184-06).

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