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Revista Brasileira de Fruticultura

versão impressa ISSN 0100-2945versão On-line ISSN 1806-9967

Rev. Bras. Frutic. vol.31 no.3 Jaboticabal set. 2009

https://doi.org/10.1590/S0100-29452009000300002 

EDITORIAL

 

Balanço da RBF em 2009

 

 

A Sociedade Brasileira de Fruticultura (SBF) nasceu em 1970, quando da realização de seu primeiro Congresso, na cidade de Campinas, ocasião em que tivemos o privilégio de ser um dos seus fundadores.

Em 1978, atendendo à necessidade de se estimular e divulgar as pesquisas dessa promissora Sociedade, nascia a Revista Brasileira de Fruticultura.

Desde o seu nascimento, periodicamente, a cada dois anos, a SBF realiza seus congressos nacionais sempre com um número cada vez maior, tanto de trabalhos como de participantes, demonstrando seu atuante papel no desenvolvimento da fruticultura brasileira, sendo que o próximo será realizado em outubro de 2010, em Natal, fazendo também destes eventos uma verdadeira integração da fruticultura brasileira.

A RBF, inicialmente projetada para ser quadrimestral, passou em 2008 a ser trimestral, com aproximadamente 40 trabalhos em cada edição.

Procuraremos nesta abordagem apresentar alguns dados que a consagram como a revista da integração nacional na área da fruticultura, senão vejamos:

1-NÚMERO DE TRABALHOS RECEBIDOS POR ESTADO

Em 2009, dos 121 trabalhos publicados até esta edição, temos a seguinte distribuição por Estado:

 

 

2-NÚMERO DE TRABALHOS RECEBIDOS

Em uma análise comparativa, de 2004 a 2009, podemos avaliar o crescimento no número de trabalhos recebidos para avaliação, mostrando a confiança dos pesquisadores em nos delegarem esta tarefa de divulgar perante a comunidade científica seus árduos trabalhos. Por outro lado, o número de trabalhos reprovados,evidenciando o esmero dos nossos assessores nesta árdua missão de aprovar ou reprovar um trabalho, mostra que a RBF é uma revista que prima pela qualidade, fruto do patamar alcançado.

 

 

 

 

3-NÚMERO DE TRABALHOS APROVADOS NAS DIFERENTES VERSÕES

No recebimento dos trabalhos, é feita uma primeira avaliação quanto à forma, tamanho, citações bibliográficas, conferência das referências, etc., após o que , nomeamos 3 assessores por trabalho, procurando cobrir todas as suas possíveis facetas , no sentido de obter uma análise integrada de cada um. Após o recebimento das ponderações da assessoria, o trabalho é apreciado em reunião com os nossos colaboradores, podendo ser aprovado, reprovado, ou enviado novamente aos autores para correções, ou complementações. Procuraremos mostrar, na figura abaixo, quantas versões são necessárias até sua aprovação ou reprovação, sempre dando aos autores todas as possibilidades de defenderem seus pontos de vista.

 

 

4-QUANTO ÀS INDEXAÇÕES

Quanto às indexações obtidas pela RBF, destacamos que, desde 2001, estamos indexados nas seguintes bases: CAB, AGRIS; AGROBASE e SciELO; no ISI a partir de dezembro de 2007; no GALE GROUP a partir de junho 2009. Vale destacar que encontra-se on line no www.scielo.br desde 2001.

5-OXIGENAÇÃO DO NÚMERO DE ASSESSORES

Visando sempre a oxigenar o número de assessores, voltamos a enfatizar a quem de direito cabem os méritos alcançados, procuramos, em cada edição da RBF, selecionar dentre aqueles que tiveram seus trabalhos publicados, os que tenham o título mínimo de doutores, convidando-os a fazer parte do nosso grupo de assessores, até no sentido de proporcionar um treinamento nesta nova e árdua atividade, o que, por sinal, é recomendado pela ABEC. Com satisfação, registramos a significativa aceitação obtida, bem como na qualidade dos pareceres emitidos, mostrando que devemos estar no caminho certo em prol da qualidade da nossa RBF. Temos o prazer de informar que contamos hoje com um rol de 950 assessores de todos os Estados brasileiros e vários internacionais.

6-TRAMITAÇÃO ON LINE

A partir de 2009, passamos a tramitar os trabalhos em duas versões:

  • Na versão em papel, continuando os procedimentos adotados até a consolidação da nova versão.

  • Versão on line: onde implantamos, para os trabalhos recebidos em 2009, a versão on line, tendo recebido nesta nova versão 59 artigos até setembro , de um total de 215, recebidos em ambas as versões.

7-ADEQUAÇÃO DA PAGINA NA INTERNET

Procurando facilitar o relacionamento com a comunidade científica, melhoramos a nossa web mail= www.rbf.org.br, onde é possível conhecer o andamento dos trabalhos dentre os que estão com a assessoria e aqueles que estão com os autores. Por uma questão de ética, não incluímos os trabalhos denegados, bem como é possível acessar a revista on line junto ao www.scielo.br, clicando na capa de cada revista desejada para consulta.

8-PROCURANDO MELHORAR O IMPACTO

Na busca de estarmos sintonizados com o projeto da CAPES, no sentido de melhorar o impacto da revista a nível internacional, para todos os trabalhos recebidos em 2009, quando aprovados, e no encaminhamento da versão final em PDF, ao SciELO, iremos também incluir a versão em inglês. Continuando também a ser impressa em papel, em português, para os assinantes, sócios da SBF, bibliotecas, etc. Portanto, na versão on line, será possível acessar a revista em português e em inglês, e esperamos, num futuro próximo, também poder proporcionar a versão em espanhol.

9-CONCEITO OBTIDO NA CAPES QUALIS

Na nova classificação da CAPES, recebemos o conceito B2 que, por sinal, foi fruto do editorial referente à edição de junho de 2009 , com o título NOVO FATOR DE IMPACTO, onde tecemos considerações a respeito, mas nos congratulamos com a CAPES, por procurar melhorar o fator de impacto das nossas revistas. Estamos empenhados em rapidamente alcançar o conceito A, por acreditarmos na qualidade da nossa RBF, fruto do maravilhoso corpo de assessores (950), a quem cabe os louros dos resultados obtidos.

10-PARTE FINANCEIRA DA RBF

Procuramos mostrar aos nossos autores que a política de cobrar para publicar, vem ao encontro dos procedimentos adotados pela totalidade das revistas consultadas, onde vale a pena destacar que este montante recebido para a publicação na RBF cobre apenas 1/3 dos custos anuais da revista, sendo praticamente 1/3 subvencionado pela Sociedade Brasileira de Fruticultura (SBF) e até o momento 1/3 é subvencionado pelo CNPq e FAPESP, colaboradores a quem rendemos os nossos sinceros agradecimentos.

Agradecimentos ainda são devidos aos nossos diretos colaboradores, aos nossos funcionários, ao conselho editorial da RBF, à diretoria da SBF, aos autores e, mais uma vez, aos nossos valorosos assessores.

 

Prof. Carlos Ruggiero
Editor- Chefe

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