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Revista Brasileira de Fruticultura

versão impressa ISSN 0100-2945versão On-line ISSN 1806-9967

Rev. Bras. Frutic. vol.31 no.3 Jaboticabal set. 2009

http://dx.doi.org/10.1590/S0100-29452009000300027 

PROPAGAÇÃO

 

Enraizamento de espécies silvestres de maracujazeiro utilizando cinco doses de ácido indolilbutírico1

 

Rooting of wild species of passionfruit using five doses of indolebutyric acid

 

 

Carolina de Faria VazI; José Ricardo PeixotoII; Nilton Tadeu Vilela JunqueiraIII; Marcelo Fideles BragaIII; Erivanda Carvalho dos SantosIV; Kenia Graciele da FonsecaV; Keize Pereira JunqueiraVI

IMestre em Produção Vegetal, Ciências Agrárias/Universidade de Brasília, Câmpus Universitário Darcy Ribeiro, 70910-900. Brasília-DF. Estagiária da Embrapa Cerrados BR 020 Km 18, C.P. 08223, 73010-970 Planaltina – DF. Email: carolfariav@yahoo.com.br
IIProf. da Universidade de Brasília, Câmpus Darcy Ribeiro, C. P. 04508, Universidade de Brasília, CEP 70910-900, Brasília – DF. Email: peixoto@unb.br
IIIPesquisador da Embrapa Cerrados, BR 020 Km 18, C. P. 08223, 73010-970 Planaltina- DF. Email: junqueira@cpac.embrapa.br; fideles@cpac.embrapa.br
IVBolsista da Embrapa Cerrados BR 020 Km 18, C.P. 08223, 73010-970 Planaltina – DF. Email: erivanda@cpac.embrapa.br
VMestre em Produção Vegetal, Ciências Agrárias/Universidade de Brasília, Câmpus Universitário Darcy Ribeiro, 70910-900. Brasília-DF. Estagiária da Embrapa Cerrados BR 020 Km 18, C.P. 08223, 73010-970 Planaltina – DF. Email: keniagro@yahoo.com.br
VIDoutoranda do Curso de Fitopatologia/Universidade de Brasília, Câmpus Universitário Darcy Ribeiro, 70910-900 Brasília-DF. Email: keizejunqueira@hotmail.com

 

 


RESUMO

Este trabalho teve como objetivo avaliar em casa de vegetação o potencial de enraizamento de diferentes espécies silvestres de maracujá, utilizando diferentes doses de ácido indolilbutírico. Estacas herbáceas de plantas adultas de Passiflora setacea, P. coccinea, P. amethystina, P. edulis, P. edulis x P. setacea e P. coccinea x P. setacea foram coletadas e tratadas com doses de 0; 250; 500; 750 e 1.000 mgL-1 de IBA, sendo em seguida plantadas em bandejas com substrato umedecido e mantidas sob nebulização intermitente. O delineamento experimental adotado foi o de blocos ao acaso, com 5 repetições, em arranjo fatorial de 6 x 5 (seis espécies e cinco níveis de regulador vegetal) e 6 estacas úteis por unidade experimental. As variáveis analisadas foram estaca viva com raiz e com broto (EVCRCB), estaca viva com raiz e sem broto (EVCRSB), estaca viva com calo (EVCC), estaca viva sem calo (EVSC), total de estacas enraizadas (TER), estaca morta com raiz (EMCR), estaca morta com calo (EMCC), estaca morta sem calo (EMSC), total de estaca morta (TEM), estaca com broto (ECB), média de estacas com broto (MEB), massa seca da raiz (MSRA), massa seca do broto (MSBRO) e massa seca total (MSTOTAL). A espécie P. amethystina apresentou o melhor desenvolvimento, destacando-se entre as outras espécies e mostrando potencial para enraizamento, tendo 88,67% de estacas enraizadas e brotadas. O uso do IBA foi eficiente à medida que se aumentavam as doses, proporcionando bom desenvolvimento às estacas das espécies estudadas.

Termos para indexação: Passiflora spp., propagação, produção de mudas, estaquia, regulador vegetal.


ABSTRACT

The aim of this work was to evaluate under greenhouse conditions, the rooting potential of different wild species of passion fruit using different doses of indolebutyric acid. Herbaceous cuttings of adult plants of Passiflora setacea, P. coccinea, P. amethystina, P. edulis, P. edulis x P. setacea and P. coccinea x P. setacea were collected and treated with doses of 0, 250, 500, 750 and 1000 mgL-1 of IBA, and then planted in trays with moistened substrate and held under intermittent mist. The experimental design was in randomized blocks with 5 replications and 6 x 5 factorial arrangement (six species and five IBA levels) and 6 useful cuttings per experimental unit. The variables observed were rooted living cutting with sprouts (RLCWS), rooted living cutting without sprouts (RLCWOS), living cutting with callus (LCWC), living cutting without callus (LCWOC), total of rooted cuttings (TRC), dead rooted cutting (DRC), dead cutting with callus (DCWC), dead cutting without callus (DCWOC), total of dead cuttings (TDC), cutting with sprouds (CWS), average cuttings with sprouts (ACWS), root dry matter (ROOTDM), sprout dry matter (SPRDM),and total of dry matter (TOTALDM). The P. amethystina species presented better development than other species, showing rooting potential, with 88.67% of cuttings with roots and sprouts. The use of IBA was efficient as the doses were increased, providing a good development for cuttings of the studied species.

Index terms: Passiflora sp., vegetative propagation, production of seedlings, cuttings, plant growth regulators.


 

 

INTRODUÇÃO

A estaquia é uma das técnicas de propagação vegetativa do maracujazeiro que permite a obtenção de pomares uniformes. É um dos principais métodos utilizados na multiplicação de plantas frutíferas (Fachinello et al., 2005). Em trabalho realizado por Junqueira et al. (2006), no qual se avaliaram a reação a doenças e a produtividade de maracujazeiro-azedo propagado por estaquia e enxertia, os autores concluíram que plantas propagadas por estaquia produzem frutos com maior massa fresca e em maior número, quando comparadas às plantas propagadas por sementes e enxertia, ou seja, em termos de produtividade, as plantas propagadas por estaquia produziram o dobro das demais. A maior produtividade dessas plantas propagadas por estaquia pode ser explicada pelo efeito da seleção clonal ou pela maior resistência às doenças.

No Brasil, em algumas regiões, o cultivo comercial de maracujá-amarelo enfrenta problemas com patógenos de solo, que têm causado sérios prejuízos e até mesmo inviabilizado a cultura em determinadas áreas. Uma solução a curto prazo seria o uso de mudas enxertadas através de estacas enraizadas de passifloras nativas. Em algumas espécies silvestres de maracujá, existe alta variabilidade em relação à resistência, suscetibilidade e tolerância a doenças (Hartmann et al., 1997). Conforme relatados por Menezes et al. (1994), Oliveira et al. (2000) e Fisher et al. (2003), várias espécies de Passiflora possuem resistência aos principais patógenos do solo, como: Passiflora alata, Passiflora caerulea L., Passiflora giberti N. E, Br., Passiflora macrocarpa Linden, Passiflora nitida Kunth, Passiflora quadrangularis e Passiflora setacea, e estas devem ser utilizadas no processo de enxertia.

Um fator limitante para o uso das espécies silvestres de Passiflora seria o diâmetro do caule das plântulas obtidas por sementes, dificultando a operação de enxertia. Segundo Chaves et al. (2004), a enxertia em estacas enraizadas seria a solução, pois, além de apresentarem diâmetro maior que as plântulas, as estacas apresentam a vantagem da clonagem, conferindo mais uniformidade às mudas obtidas.

O objetivo deste trabalho foi avaliar o enraizamento de estacas de espécies silvestres e híbridos interespecíficos de maracujazeiros utilizando diferentes doses de IBA (ácido indolilbutírico).

 

MATERIAL E MÉTODOS

O experimento foi desenvolvido na Embrapa Cerrados, em Planaltina-DF (latitude 15º 35' 00", longitude 47º 35' 00" e altitude de 1050 m), em casa de vegetação, com temperatura de 18± 2º C à noite e 25± 2º C ao dia e umidade relativa de 70 a 100% equipada com sistema de nebulização intermitente acionada por umidostato. O delineamento experimental foi o de blocos ao acaso, com 5 blocos, 30 tratamentos em arranjo fatorial 6 x 5 (seis espécies e cinco níveis de ácido indolilbutírico - IBA) e 6 estacas úteis por unidade experimental. Estacas herbáceas de Passiflora edulis (gigante amarelo), Passiflora setacea (CPAC MJ 12-01), Passiflora coccinea (CPAC MJ 08-20), Passiflora amethystina (CPAC MJ 13-01), um híbrido F1 proveniente do cruzamento de P. coccinea x P. setacea e outro híbrido proveniente do cruzamento de P. edulis x P. setacea foram coletadas junto à coleção de passifloras da Embrapa Cerrados. As estacas foram retiradas da parte mediana dos ramos, com comprimento de 40 cm e transportadas em sacos plásticos para a casa de vegetação, onde foram preparadas, deixando-se duas folhas nos nós superiores. Foi feito um corte em bisel na base da estaca, expondo o câmbio vascular objetivando um maior enraizamento.

Após o corte na base da estaca, estas tiveram suas bases imersas aproximadamente 10 cm durante um minuto em solução com ácido indolilbutírico (IBA), nas concentrações de 0; 250; 500; 750 e 1.000 mgL-1.

As estacas foram plantadas em substrato organomineral de vermiculita (Plantmax® Hortaliças) em bandejas de poliestireno com 72 células, cada célula com 12 cm de profundidade.

Ao final dos 90 dias, avaliaram-se o número de estacas vivas com raiz, o número de estacas vivas com calo, o número de estacas vivas sem calo, as estacas mortas com raiz, estacas mortas com calo e mortas sem calo, o número de estacas com brotação e o número de brotos. Durante a avaliação, para evitar danos ao sistema radicular e melhor visualização do seu desenvolvimento, o substrato de cada estaca foi retirado por lavagem com jato de água moderado. As raízes foram retiradas das estacas e acondicionadas em sacos de papel, um saco para cada estaca, sendo identificados conforme a parcela e o tratamento, e colocados em estufa de bancada para secar a 75°C, permanecendo por 72 horas (BRAGA et al., 2006). Após três dias, as raízes e os brotos foram pesados e então descartados.

As análises estatísticas do experimento constam da análise de variância, teste de Tukey para comparação das médias das espécies e regressão polinominal para os níveis da auxina, ao nível de significância de 5%. As variáveis analisadas foram transformadas antes da análise de variância, segundo e arco/seno.

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Estacas enraizadas e com presença de brotos indicam o fechamento do ciclo de formação da muda, sendo esta a resposta de maior interesse. Verifica-se que a espécie P. amethystina se destaca entre as demais, apresentando maior índice de estacas enraizadas e brotadas (88,7%), bem como para a variável total de estacas enraizadas (90,7%), evidenciando que esta espécie apresenta potencial para enraizamento (Tabela 1). Observando o comportamento desta espécie em relação à emissão de brotos, P. amethystina apresentou 5,3% de estacas brotadas em uma parcela experimental com 6 estacas úteis (Tabela 2). Esta espécie também se destacou quanto ao número de brotos por parcela (NBPAR) e média de brotos por estaca (BEM), evidenciando mais uma vez o seu elevado potencial para enraizamento e emissão de brotos (Tabela 2). Paula (2006), trabalhando com espécies silvestres de Passiflora relata que, quando tratadas com IBA a 2.000 mgL-1, estacas de P. amethystina apresentaram 93% de enraizamento, P. coccínea (47,13%), P. setacea (46,7%) e o híbrido P.coccinea x P.setacea (42,21%). Pode-se dizer que os resultados encontrados pelo autor acima foram inferiores aos resultados deste experimento, onde a espécie P. coccinea apresentou 75,34%, P. setacea 73,34% e o híbrido de P. coccinea x P. setacea 76% de enraizamento.

 

 

 

 

Apesar de os acessos das espécies estudadas terem sido os mesmos para os dois experimentos, pode-se dizer que o que teria influenciado na diferença dos resultados seria a dosagem de IBA, às condições climáticas diferenciadas e possíveis problemas fitossanitários e ambientais. Roncatto et al. (2003), observando algumas espécies de passifloras, concluíram que a sobrevivência, o número e o comprimento de raízes foram maiores na primavera. Portanto, a condição da matriz, seja em relação à época de retirada das estacas, seja em relação à predisposição genética, pode ser fator importante.

A espécie P. setacea apresentou bom desenvolvimento,com baixos índices de mortalidade. Apesar do significativo índice de enraizamento, esta espécie diferenciou-se das demais em relação às variáveis EVCC (estaca viva com calo) e EVSC (estaca viva sem calo) (9,3% e 4%, respectivamente), necessitando de um período maior para fechar o ciclo de formação da muda (Tabela 1). Apesar de ter havido efeito significativo em relação às duas variáveis citadas acima, estes valores são irrelevantes perante o total de estacas enraizadas (73,34%).

Além da presença de raízes, o volume formado é um fator importante na avaliação da qualidade do enraizamento. P. amethystina apresentou o maior valor para massa seca de raiz (6,62 g) em comparação com as outras espécies, porém, em relação à massa seca de broto (MSBRO), esta espécie apresentou baixo valor (8,61g), não diferindo significativamente de P. setacea, que apresentou o menor valor para esta variável (7,81 g). Observando a massa total da matéria seca (MSTOTAL), característica que expressa o potencial do regulador vegetal, P. edulis difere significativamente das outras, mostrando-se eficiente na produção de matéria seca da parte aérea e de raízes (Tabela 3).

 

 

Em relação ao total de estacas mortas (TEM), P. setacea apresentou baixo valor (13%), aproximando-se de P. amethystina (8,7%) e P. edulis (12%), que apresentaram os menores valores (Tabela 4). O híbrido I (P. edulis x P. setacea) destacou-se entre as espécies avaliadas, com valor de 32%. Os dados obtidos neste experimento mostram que esse híbrido, além de apresentar os maiores índices de mortalidade, também apresentou baixo percentual de estacas enraizadas e brotadas, como observado nas variáveis: total de estacas enraizadas (TER) e total de estacas mortas (TEM) (Tabelas 1 e 4). Junqueira et al. (2001) relatam que o ataque do díptero Bradysia sp. causa perdas expressivas em plantios de estacas, pois a praga deposita os ovos poucos dias após o plantio das estacas, ou seja, momento bem anterior ao tratamento químico. Outro fator que, provavelmente, favoreceu a mortalidade das estacas, foi a presença de fungos através da elevada umidade sob a qual as estacas foram mantidas no experimento.

 

 

Não foi observado efeito significativo na interação Espécie x IBA em nenhum dos parâmetros avaliados. Através da regressão polinominal, verificou-se que o uso do regulador vegetal influenciou no enraizamento de estacas e nas características de crescimento dos brotos (Figuras 1; 2; 3; 4 e 5), apresentado ajuste linear em todas as características avaliadas. Conforme as equações lineares, com um aumento de 250 mgL-1 do regulador vegetal (IBA), espera-se aumento médio de 0,0521 no número de estacas com raiz e brotos (EVCRCB), 0,0481 no número de estacas com brotos (ECB), 0,08705 no número de brotos por parcela (NBPAR), 0,0087 na massa seca de raiz (MSRA) e 0,026 na massa seca total (MS Total). Portanto, não foi possível determinar a dose ideal do regulador vegetal (IBA) para o enraizamento de estacas das espécies de maracujazeiro avaliadas; no entanto, pôde-se verificar que doses crescentes de IBA proporcionaram os melhores resultados.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

CONCLUSÕES

A espécie Passiflora amethystina (CPAC MJ 13-01) apresentou maior potencial no enraizamento e na formação de mudas.

1-A alta taxa de mortalidade das estacas foi o principal fator limitante ao enraizamento de P. edulis x P. setacea.

2-A espécie P. setacea (CPAC MJ 12-01) apresentou resposta lenta ao enraizamento, quando comparada às outras espécies.

3-À medida que se aumentou a dose de IBA, aumentou-se também o número de estacas enraizadas e brotadas (EVCRCB), o número de estacas com broto (ECB), o número de brotos por parcela (NBPAR), a massa seca de raiz (MSRA) e a massa seca total (MS TOTAL).

 

REFERÊNCIAS

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Recebido em: 09-06-2008.
Aceito para publicação em: 23-06-2009.

 

 

1 (Trabalho 144-08). Parte da Dissertação de Mestrado.

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