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Revista Brasileira de Fruticultura

Print version ISSN 0100-2945

Rev. Bras. Frutic. vol.32 no.2 Jaboticabal June 2010  Epub May 21, 2010

https://doi.org/10.1590/S0100-29452010005000042 

FITOTECNIA

 

Rendimento de polpa e morfometria de frutos e sementes de pitangueira-do-cerrado1

 

Pulp yield and morphometric characters of fruit and seed of Eugenia calycina

 

 

Kelly Cristiene de Freitas BorgesI; Denise Garcia de SantanaII; Berildo de MeloIII; Carlos Machado dos SantosIV

IMestre pelo Programa de Pós-graduação em Agronomia, Universidade Universidade Federal de Uberlândia, CP 593, CEP 38400-902, Uberlândia-MG - E-mail: kellycristiene@hotmail.com
IIProfessor Adjunto, Instituto de Ciências Agrárias, Universidade Federal de Uberlândia, CP 593, CEP 38400-902, Uberlândia-MG.- E-mail: dgsantana@umuarama.ufu.br
IIIProfessor Associado, Instituto de Ciências Agrárias, Universidade Federal de Uberlândia, CP 593, CEP 38400-902, Uberlândia-MG. E-mail: berildo@ufu.br
IVProfessor Titular, Instituto de Ciências Agrárias, Universidade Federal de Uberlândia, CP 593, CEP 38400-902, Uberlândia-MG. E-mail: cmsantos@umuarama.ufu.br

 

 


RESUMO

Os objetivos do trabalho foram quantificar o rendimento de polpa e avaliar caracteres morfofisiológicos de frutos e sementes de pitangueira-do-cerrado em diferentes colorações, de acordo com o estádio de maturação. Em novembro de 2006, frutos nas colorações verde, laranja, vermelho-clara e vermelho-escura, 50 de cada coloração, foram coletados de 20 matrizes na Reserva Ecológica do Clube Caça e Pesca Itororó no município de Uberlândia. Tais frutos e sementes extraídas dos mesmos foram medidos quanto ao comprimento e largura, além das massas das matérias fresca e seca da polpa. Em novembro de 2007, de 20 matrizes, determinou-se o rendimento de polpa. A distribuição t de "Student" foi utilizada para construir intervalos de confiança para comprimento, largura e massa das matérias fresca e seca de polpa, além de distribuições de frequência percentual para largura e comprimento de frutos e sementes. Grandes amplitudes foram observadas na morfometria dos frutos (8-20 mm de largura; 10-30 mm de comprimento) e das sementes (8-14 mm largura; 7-14 mm comprimento) da espécie, mesmo dentro do mesmo estádio de maturação. O rendimento de polpa foi de 59,1%, quando os frutos foram colhidos com coloração entre laranja e vermelho-clara.

Termos para indexação: biometria, distribuição de frequência, Eugenia calycina, fruteira do Cerrado, maturação do fruto, Myrtaceae.


ABSTRACT

The objectives of the study were to quantify the yield of pulp and evaluate morpho-physiological characters of fruits and seeds of the Eugenia calycina in different colors according to the maturation stage. In November 2006, fruits in green, orange, bright-red and dark-red colorations, 50 of each coloration, were collected from 20 matrixes in the Ecological Reserve of the Club Caça e Pesca Itororó in Uberlândia. Such fruits and seeds extracted from them were measured for length and width, besides masses of fresh and dry matter of pulp. In November 2007, 20 matrixes were determined pulp yield. The distribution t for "Student" was used to build confidential intervals for length and width, besides frequency distributions for length e width for fruits and seeds. Great ranges were observed in fruit morphometry (8-20 mm width; 10-30 mm length) and seeds (8-14 mm width; 7-14 mm length), even within the same maturation stage. The yield of pulp was 59.1%, when the fruits were harvested between orange and bright-red colorations.

Index terms: biometry, distribution of frequency, Eugenia calycina, fruit of Savannah, maturation of fruit, Myrtaceae


 

 

INTRODUÇÃO

A descrição e a classificação de frutos constituem um capítulo complexo no campo da morfologia vegetal, pois tanto as descrições como as conceituações são, em geral, restritas e imperfeitas (VIDAL, 1978). Várias famílias, como as mirtáceas, apresentam grande escassez ou mesmo ausência de dados relativos à sua morfologia, produção, características fisiológicas e fenologia (CARVALHO et al., 2002), importantes para a descrição e caracterização dos diversos genótipos existentes. Esses dados servem de base para a incorporação de muitas espécies aos sistemas produtivos comerciais, contribuindo também para a conservação dos recursos genéticos (CARVALHO et al., 2002).

Frutos de espécies nativas, especialmente as do Cerrado, apresentam desuniformidade nos aspectos vegetativos e reprodutivos, e precisam ser estudados para que sejam estabelecidos critérios de seleção como cor, tamanho, espessura, entre outros.

Na maioria das espécies, grandes variações são observadas no tamanho e no peso dos frutos devido à origem de diferentes plantas-mãe (VILLACHICA et al., 1996). Essas variações são importantes indicadores de variabilidade genética a ser explorada em programas de melhoramento genético (CLEMENT, 2001). No melhoramento de espécies que ainda não possuem expressão econômica, são necessários estudos sobre obtenção de sementes e frutos, produção de mudas, fenologia, cultivo e manejo em campo da espécie em questão (PALMER, 1994, CLEMENT, 1997; 2001).

Variações nas medidas de massa da matéria fresca e tamanho dos frutos revelam o potencial de uma espécie frutífera para seleção e melhoramento genético (FENNER, 1993). Nesse sentido, a biometria constitui importante instrumento para detectar a variabilidade genética dentro de populações de uma mesma espécie e as relações entre esta variabilidade e os fatores ambientais (CARVALHO et al., 2003).

O conhecimento sobre o estádio de maturação de frutos e sementes é um mecanismo importante para se conhecer o comportamento das espécies no tocante à sua reprodução, possibilitando, assim, prever o estabelecimento e a época adequada de colheita. Além disso, pode-se obter material genético de boa qualidade fisiológica, que é a base para os programas de melhoramento, projetos silviculturais, de conservação genética e de recuperação de áreas degradadas (FIGLIOLIA; KAGEYAMA, 1995).

Poucos são os estudos com espécies do gênero Eugenia, especialmente de Eugenia calycina Camb. (pitangueira-do-cerrado) quanto à sua caracterização morfofisiológica. Diante disso, neste trabalho, objetivou-se quantificar o rendimento de polpa e avaliar caracteres morfofisiológicos de frutos e sementes de pitangueira-do-cerrado em diferentes colorações, de acordo com o estádio de maturação.

 

MATERIAL E MÉTODOS

Frutos de Eugenia calycina foram coletados em novembro de 2006, na Reserva Ecológica do Clube Caça e Pesca Itororó no município de Uberlândia-MG (18º55' S e 48º17' W, altitude de 890 m), de 127 ha, formada por vegetação típica de cerrado, segundo Cardoso e Lomônaco (2003). O clima da região é caracterizado por duas estações com marcantes diferenças nos índices pluviométricos, que oscilam anualmente em torno de 1.550 mm. Na estação úmida (outubro a março), as temperaturas atingem 35 ºC; na estação seca, é comum a ocorrência de geadas durante o inverno. A temperatura média anual é de 22ºC (NIMER; BRANDÃO, 1989).

Para o estudo da morfometria, foram coletados 50 frutos nas colorações verde, laranja, vermelho-claro e vermelho-escuro, num total de 200 frutos, e medidos o comprimento (mm) e largura (mm); número de sementes por fruto, comprimento (mm) e largura (mm) das sementes. A polpa (endocarpo) fresca dos 50 frutos, em cada estádio de maturação, foi pesada em balança analítica de precisão, levada para estufa de 70 ºC, com pesagens diárias até massa constante, para as determinações da massa das matérias fresca e seca da polpa por fruto.

Para avaliar o rendimento de polpa, coletaram-se frutos de 20 matrizes e contabilizou-se o número de frutos maduros por indivíduo. O rendimento da polpa foi determinado, para frutos maduros, dividindo-se a massa da matéria fresca da polpa pela massa da matéria fresca do fruto inteiro (sementes mais a polpa), expresso em porcentagem. Intervalos de confiança para a média, utilizando-se da distribuição t de "Student" a 0,05 de significância, foram construídos para as medidas morfofisiológicas de comprimento e largura de frutos e sementes, e massas das matérias fresca e seca da polpa, por fruto, para cada estádio de maturação. Para uma mesma característica, quando os intervalos se sobrepuseram, indicaram diferenças não significativas entre os estádios de maturação. Além disso, os dados de largura e comprimento de frutos e sementes dentro de cada estádio de maturação foram distribuídos segundo sua frequência percentual e representados graficamente por um histograma.

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Independentemente da coloração do fruto e, consequentemente, do grau de maturação, predominaram frutos que continham apenas uma semente (acima de 60%) e poucos foram aqueles com mais de duas sementes, podendo ocorrer, com baixa frequência (2%), frutos com até seis sementes. À medida que os frutos amadureceram (passagem de verde para vermelho-escuro), houve incremento em largura e comprimento dos mesmos (Figura 1a,b). A passagem da coloração verde para laranja (Figura 1a) foi marcada pelo incremento na largura do fruto (2 mm) e, após este estádio (laranja), os ganhos em largura não foram significativos. O comprimento do fruto aumentou em taxa crescente até atingir coloração vermelho-clara (Figura 1b). Para as sementes (Figura 2), a largura (5,1 a 5,6 mm; Figura 2a) e o comprimento (7,6 a 7,9 mm; Figura 2b) não variaram significativamente com os estádios de maturação e, portanto, quando os frutos ainda se encontravam verdes, as sementes tinham atingido mesma largura e comprimento de quando extraídas de frutos maduros.

Os endocarpos (polpa) perderam tanto massa da matéria fresca (Figura 3a) quanto seca (Figura 3b) com a maturação, tendo queda substancial à medida que os frutos se tornaram de coloração laranja (Figura 3). Entre as colorações laranja e vermelho-escura, as massas das matérias fresca e seca da polpa mantiveram-se baixas e não diferiram nesses estádios (Figura 3).

No estudo do padrão de distribuição de largura e comprimento de frutos e sementes, constatou-se variação na largura dos frutos entre 8 a 21 mm (Figura 4), embora esteja mais concentrada no intervalo de 9 a 13 mm para frutos de coloração verde (Figura 4a), com frequência, neste intervalo, de 82%, e entre 14 e 16 mm, com frequência de 42%, para frutos de coloração vermelho-escura (Figura 4d). A menor amplitude da largura foi observada para frutos de coloração verde (Figura 4a), tendendo a aumentar à medida que os frutos amadureceram, tornando-se mais irregular para frutos de coloração vermelho-clara (Figura 4c).

O comprimento dos frutos variou entre 10 a 32 mm (Figura 5), embora 2% de frutos de coloração vermelho-escura tenham apresentado comprimento acima de 30 mm (Figura 5d). O deslocamento da distribuição para maiores valores de comprimento, à medida que os frutos amadureciam, indica que o comprimento é interrompido apenas no último estádio de maturação (Figura 5d). Os padrões de distribuição da largura das sementes foram semelhantes nos diferentes estádios de maturação (Figura 6). A largura das sementes variou entre 5 e 15 mm, com frequências mais irregulares e com maior amplitude quando provenientes de frutos verdes (Figura 6a). Quanto ao comprimento das sementes (Figura 7), quando os frutos se tornaram de coloração laranja (Figura 7b), algumas sementes atingiram comprimento máximo, cerca de 15 mm, embora ainda com baixa frequência percentual (4%).

Grandes amplitudes foram observadas na morfometria dos frutos (entre 8-21 mm de largura e 10-30 mm de comprimento) e das sementes (entre 5-15 mm largura e 7-15 mm comprimento) de Eugenia calycina, mesmo dentro de um mesmo estádio de maturação. Na maioria das espécies, essas variações são decorrentes do fato de que são oriundos de diferentes plantas-mães (VILLACHICA et al., 1996; CARVALHO; MULLER, 2005). Soma-se a isso a segregação causada pela alogamia, comum nas fruteiras (CARVALHO et al., 2003). Esta variabilidade revela a possibilidade de seleção de materiais promissores (MELCHIOR et al., 2006) e o alto potencial genético da espécie para a conservação de germoplasma e para a coleta de sementes (GUSMÃO et al., 2006). Conforme Silva et al. (1998), a baixa variabilidade genética para as espécies cultivadas dificulta o trabalho do melhorista em selecionar genótipos superiores.

Mesmo para a mais cultivada das espécies do gênero, Eugenia uniflora L. (pitangueira), grande variabilidade na biometria foi observada, com frutos vermelhos apresentando diâmetros com valores entre 1,99 e 2,24 cm e roxos entre 1,70 de 1,79 cm (SANTOS et al., 2003). Lima et al. (2000) relataram que, no Brasil, não são conhecidas variedades perfeitamente definidas de pitangueira comum (Eugenia uniflora), o que torna os plantios com baixa uniformidade genética, afetando, consequentemente, a quantidade e a qualidade da produção nacional. Em cagaita (Eugenia dysenterica DC.), Silva et al. (2001) encontraram variação fenotípica entre subpopulações e entre plantas dentro de subpopulação para os caracteres morfométricos de frutos. Estudando a plasticidade de Eugenia calycina, Cardoso e Lomônaco (2003) não encontraram subpopulações caracterizadas por diferenças fenotípicas que pudessem ser facilmente visualizadas, tais como: tamanho da planta, número de frutos por planta ou biomassa dos frutos. Entretanto, segundo as autoras, houve diferenças no peso e no número de sementes por fruto e no número de flores por planta.

Frutos da espécie apresentaram estádios de maturação bem definidos e podem ser facilmente separados pela mudança de tonalidade do verde até o vermelho-escuro. Esse conhecimento é essencial para auxiliar na determinação de práticas culturais, principalmente quanto ao estádio de maturação adequado para a colheita comercial (GRIERSON, 1995).

O rendimento de polpa foi variável, embora mais da metade da massa do fruto seja ocupada pela polpa, que representa, em média, 59,1%. O baixo rendimento percentual de polpa não se constitui em característica que inviabilize a utilização de uma determinada espécie, seja como fruta fresca, seja para aproveitamento industrial, pela grande aceitação na região (CARVALHO; MULLER, 2005). Andrade et al. (1989), Ferreira (1992) e Pinedo et al. (1981) encontraram 85,6; 63,3 e 68,9%, respectivamente, para o rendimento de araçá-boi (Eugenia stitpitata sub. Esp. Sororia McVaugh); Pio et al. (2005) encontraram 89% para pitangueira comum (Eugenia uniflora L.), enquanto Silva et al. (2001) obtiveram 87% para cagaita (Eugenia dysenterica DC.).

Frutos de Eugenia calycina devem ser colhidos antes que se tornem avermelhados (passagem do verde para o laranja). Para Torrellardona (1983), um bom índice de maturação deve ser capaz de manifestar pequenas diferenças, com resultados iguais para o mesmo estádio de maturação. A queda da massa das matérias fresca e seca da polpa de Eugenia calycina é em parte causada pela queda do teor de água à medida que os frutos amadurecem, mas principalmente pelo aumento da taxa respiratória, que consome as reservas. Calegano et al. (2002) afirmaram que os ácidos orgânicos tendem a diminuir durante o amadurecimento dos frutos em virtude de sua utilização como substrato respiratório. Carvalho & Lima (2002) observaram que a perda de massa tem efeitos sobre a fisiologia de tecidos vegetais podendo antecipar a maturação e a senescência de frutos tropicais. Uvaias (Eugenia uvalha Cambess Myrtaceae) perderam, em média, 8,46% de massa (SCALON et al., 2006).

 

CONCLUSÕES

Grandes amplitudes foram observadas na morfometria dos frutos (8-20 mm de largura; 10-30 mm de comprimento) e das sementes (8-14 mm largura; 7-14 mm comprimento) da espécie, mesmo dentro do mesmo estádio de maturação. O rendimento de polpa foi de 59,1%, quando os frutos foram colhidos com coloração entre laranja e vermelho-clara.

 

AGRADECIMENTOS

À CAPES, pela concessão da bolsa de Mestrado, e à Direção do Clube Caça e Pesca Itororó de Uberlândia, por possibilitar a coleta dos frutos, nossos sinceros agradecimentos.

 

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Recebido em: 14-04-2009.
Aceito para publicação em: 21-12-2009.

 

 

1 Trabalho 091-09. Parte da dissertação apresentada pela primeira autora para obtenção do grau de mestre em Agronomia, Universidade Federal de Uberlândia.

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