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Revista Brasileira de Fruticultura

Print version ISSN 0100-2945

Rev. Bras. Frutic. vol.33 no.1 Jaboticabal Mar. 2011  Epub Apr 20, 2011

http://dx.doi.org/10.1590/S0100-29452011005000036 

Adição de torta de mamona em substratos na aclimatação de mudas micropropagadas de bananeira1

 

Effect of addition of castor bean pie in substrates in acclimatization of micropropagated banana plantlets

 

 

Adriana Novais MartinsI; Eduardo SuguinoII; Naíssa Maria Silvestre DiasIII; Marcos José PerdonáIV

IPesquisadora Científica, Dra., APTA Médio Paranapanema, Rodovia SP 333 (Assis-Marília) km 397, 19.802-970, Assis, São Paulo. E.mail: adrianamartins@apta.sp.gov.br
IIPesquisador Científico, Dr., APTA Centro Leste, Ribeirão Preto-SP. E.mal: esuguino@apta.sp.gov.br
IIIPrograma de Pós Gradução, ESALQ/USP, Piracicaba-SP. E.mail: naissasilvestre@hotmail.com
IVPesquisador Científico, APTA Centro Leste, Ribeirão Preto-SP. E.mail: marcosperdona@apta.sp.gov.br

 

 


RESUMO

A utilização de mudas micropropagadas de bananeira que oferecem qualidade genética e fitossanitária, favorecendo o desenvolvimento, instalação e uniformidade do pomar, é importante para a exploração comercial da bananicultura. O objetivo deste trabalho foi avaliar a influência da adição da torta de mamona nos substratos na aclimatação de mudas micropropagadas de bananeira da cv. Willians. O delineamento estatístico utilizado foi o inteiramente casualizado, com 10 tratamentos, sendo 2 substratos e 5 dosagens de torta de mamona (0; 6; 12; 18 e 24 g vaso-1). O substrato Vivatto Slim Plus® possibilitou o melhor desenvolvimento das plantas na aclimatação. Não são recomendadas doses superiores a 12 g planta-1 de torta de mamona misturadas ao substrato na aclimatação de mudas de bananeira.

Termos para indexação: Musa sp., micropropagação, banana.


ABSTRACT

The use of micropropagated banana tree seedlings offer genetic and phytosanitary qualities, favoring the development, installation and uniformity of the yield and it is very important for the commercial exploration of banana fruits. The objective of this study was to evaluate the influence of castor oil plant pie added to the substrate in the acclimatization of micropropagated banana plantlets cv. 'Willians'. It was use the completely randomized, with 10 treatments, being 2 substrates and 5 dosages of castor oil plant pie (0; 6; 12; 18 and 24 g for each recipient). The substrate Vivatto Slim Plus® showed the best development of the plants in acclimatization processes. Dosages above 12 g of castor oil plant pie for each plant are not recommended mixed to the substrate in the acclimatization of banana tree seedlings

Index terms: Musa sp., micropropagation, banana.


 

 

INTRODUÇÃO

A instalação de um bananal comercial a partir de mudas de boa qualidade é fundamental para altas produtividades, longevidade e lucratividade do empreendimento (FURLANETO et al., 2007). As mudas micropropagadas de bananeira necessitam de um período de aclimatização em viveiros, onde permanecem em recipientes com substratos até atingirem o porte ideal para o transplantio no campo (NOMURA et al., 2009).

Vários tipos de substratos podem ser utilizados no processo de aclimatização das mudas, desde que apresentem características físicas, químicas e biológicas que proporcionem o rápido crescimento vegetativo (YAMANISHI et al., 2004).

De acordo com Silva et al. (2001), substratos compostos por palha ou casca de arroz carbonizadas, casca curtida de eucalipto ou pínus, vermiculita, areia e turfa são indicados para a aclimatização de mudas. Atualmente, substratos comerciais, acrescidos de fontes de nutrientes minerais ou orgânicas, são amplamente utilizados.

A torta de mamona é um resíduo produzido durante o processo de extração de óleo das sementes da planta. Estima-se que cada tonelada de semente de mamona processada produza cerca de 530 kg de torta de mamona (SEVERINO et al., 2005). Este subproduto da produção de biodiesel de mamona apresenta relação C/N de 11:1 (KIEHL, 1985), com elevado teor de nitrogênio, podendo ser utilizado como fonte de nutrientes quando misturado ao substrato.

Solos que recebem torta de mamona apresentam atividade microbiana maior quando comparados com solos que recebem esterco bovino ou bagaço de cana. A mineralização da torta de mamona ocorre de forma intensa, sendo que seus nutrientes são rapidamente liberados e disponibilizados para as plantas (SEVERINO et al., 2004).

Apesar da ampla utilização da torta de mamona, tanto nos plantios a campo como na produção de mudas de diversas espécies vegetais, as informações disponíveis na literatura especializada são escassas, sendo relatadas as suas propriedades nematicidas/inseticidas (DAMASCENO et al., 2006; RITZINGER; FANCELLI, 2006; LINS et al., 2008), sua utilização na produção de mudas de tomate (GOUZALEZ et al., 2006) e atuando como adubação orgânica na cultura da mamoneira (COSTA et al., 2008; NASCIMENTO et al., 2008; LIMA et al., 2008b).

Este estudo teve como objetivo avaliar o efeito de diferentes dosagens de torta de mamona em combinação com dois substratos comerciais na aclimatização de mudas micropropagadas de bananeira, cv. Willians.

 

MATERIAL E MÉTODOS

O experimento foi realizado no viveiro de produção de mudas da Usina de Reciclagem e Compostagem de Lixo "José Santilli Sobrinho", da Prefeitura Municipal de Assis, Estado de São Paulo (latitude 22º 39' 42" S, longitude 50º 24' 44" W, altitude 546 m), durante o período de abril a julho de 2008. O clima desta região é caracterizado como sendo do tipo Cfa, segundo a classificação de Köeppen, ou seja, moderadamente úmido, sem estação seca, com a precipitação do mês mais seco maior que 30 mm, temperatura média do mês mais frio inferior a 18ºC, mas acima de -3ºC, e a temperatura média do mês mais quente superior a 22ºC. O solo é do tipo Latossolo Vermelho distrófico.

As mudas foram micropropagadas a partir de ápices caulinares, estabelecidos em meio MS (MURASHIGE; SKOOG, 1962), modificado com a metade da concentração dos macronutrientes, acrescido de 30 g L-1 de sacarose, 1 mg L-1 de BAP (6 benzilaminopurina), solidificado com 1,6 g L-1 de gelan PhytagelTM e pH 5,8 ajustado antes da autoclavagem. Após a inoculação, os ápices caulinares permaneceram em sala de crescimento sob temperatura de 25±2 ºC em câmara escura por 10 dias, em seguida foram submetidos ao fotoperíodo de 16 horas de claro e intensidade luminosa de 50 µmol m-2 s-1 por mais 20 dias. Foram realizados 6 subcultivos, com intervalos de 4 semanas. O enraizamento foi realizado em meio MS líquido modificado com a metade da concentração dos macronutrientes, acrescido de 30 g L-1 de sacarose, sem adição de hormônios e pH 5,8, em frascos de 250 mL, por 30 dias.

Após esse período, as mudas foram retiradas dos frascos, individualizadas, lavadas em água corrente para a remoção de resíduos de meio de cultura aderidos às raízes, e colocadas em bandejas com 72 células, medindo 3,5 x 3,5 x 6,0 cm. O substrato utilizado nas bandejas foi o PlantimaxTM, sendo que as mudas permaneceram por 30 dias em estufa com 70% de sombreamento e irrigadas por nebulização por 5 minutos, acionada 5 vezes ao dia. Após este período, as mudas foram retiradas das bandejas e transplantadas em vasos de polipropileno, com capacidade de 6 litros, efetivando a instalação do experimento.

Foram utilizados 2 substratos comerciais: Vivatto Slim Plus® e PlantimaxTM. A torta de mamona foi adicionada nas seguintes dosagens: 0; 6; 12; 18 e 24 g vaso-1 que equivale a 0; 1; 2; 3 e 4 t ha-1. As misturas foram homogeneizadas, e as mudas, transplantadas para os vasos. Os resultados das análises químicas dos substratos encontram-se na Tabela 1. A composição química da torta de mamona utilizada foi de 7,16% de nitrogênio, 2,98% de fósforo, 1,12% de potássio, 0,81% de cálcio e 0,49% de magnésio.

 

 

As mudas foram mantidas em estufa coberta com filme de polipropileno transparente (150 μm) e sombrite (50% de interceptação luminosa), por um período de 90 dias. O sistema de irrigação utilizado foi por aspersão superior, instalado a aproximadamente 1,7 m de altura. Durante os primeiros 30 dias, foram realizadas duas irrigações diárias de 20 minutos, com intervalos de 6 horas, de 1,7 mm (L m-2) cada. Dos 30 aos 90 dias, as mudas passaram a receber apenas uma irrigação diária (20 minutos), com uma lâmina de aproximadamente 1,2 mm de água (L m-2).

O delineamento estatístico utilizado foi o inteiramente casualizado, com 10 tratamentos (fatorial 2 x 5). Cada tratamento foi representado por 8 repetições (vasos), totalizando 80 parcelas (vasos). Cada parcela foi constituída por uma muda micropropagada de bananeira da cv. Willians (subgrupo Cavendish).

Aos 90 dias após o transplantio, os vasos foram desfeitos, sendo avaliados: a altura das plantas, por meio de medições da região compreendida entre o colo da planta e a inserção da última folha, o diâmetro do colo, através da medição do colo das plantas a 1,0 cm do substrato, com auxílio de paquímetro, o número de folhas vivas, a massa seca do sistema radicular e da parte aérea, utilizando-se de todas as plantas de cada tratamento, sendo que os materiais foram separados e secos em estufa a 65ºC, por 72 horas, até peso constante.

A determinação da área foliar foi calculada adaptando-se a metodologia descrita e utilizada por Basanta et al. (2000), retirando-se 10 amostras (círculos) foliares por planta de cada tratamento (n=10), com raio (r) de 1,20 cm, com auxílio de um vasador manual. Os círculos foram colocados em estufa a 65ºC (72 horas) até peso constante, obtendo-se, assim, a correspondente massa de matéria seca (ms, g). Logo, com a área e a massa de matéria seca, foi obtida a área foliar específica por planta (repetição) (AFe, cm2 g-1), através das fórmulas:

Com os resultados obtidos de AFe, obteve-se a área foliar total (AFT, cm2) de cada planta (repetição) através da equação:

em que: MSF é a massa da matéria seca das folhas de cada repetição (g); AFe é a área foliar específica por planta (cm2), e ms é a massa da matéria seca dos círculos foliares amostrados por repetição (g).

As avaliações finais foram realizadas no laboratório da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios - APTA, Médio Paranapanema, em Assis-SP. Os resultados obtidos nas avaliações de todos os parâmetros foram submetidos à análise de variância, utilizando-se do software estatístico SAS System for Windows V8 (Statistical Analyses System, 2002), sendo que as médias foram ajustadas através de regressão polinomial para as doses de torta de mamona, ao nível de significância de 5%.

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Observa-se que, de modo geral, os teores de nutrientes encontrados no substrato Vivatto Slim Plus® são superiores aos do PlantimaxTM, principalmente em relação ao teor de matéria orgânica, significando maior teor de nitrogênio (Tabela 1).

De acordo com os resultados obtidos na análise de variância (Tabela 2), os dois substratos testados exerceram grande influência sobre as variáveis avaliadas, o mesmo ocorrendo com as doses de torta de mamona, que apresentaram diferenças significativas pelo teste F (P<0,01) para todas as variáveis. Lima et al. (2008a) também encontraram diferenças significativas, com efeito linear das doses de torta de mamona, em variáveis de crescimento de plantas de mamona cultivadas em vaso.

 

 

As variáveis altura, diâmetro de colo e número de folhas das mudas de bananeira apresentaram comportamentos quadráticos em função das doses de torta de mamona (Figuras 1; 2 e 3). Nas três variáveis, observa-se que a dose de 12 g de torta de mamona por planta foi a que proporcionou o melhor desenvolvimento das plantas. Lins et al. (2008) não encontraram efeitos deletérios da torta de mamona, nas mesmas doses utilizadas neste trabalho, no desenvolvimento inicial da bananeira cv. Terra, em avaliações das mesmas variáveis. De acordo com Severino et al. (2004), a torta de mamona é um material orgânico de rápida decomposição; assim sendo, a liberação dos nutrientes para as plantas ocorre de maneira praticamente imediata, refletindo no rápido crescimento das mesmas.

 

 

 

 

 

 

Entretanto, há vários trabalhos que evidenciam os efeitos deletérios de altas doses de torta de mamona utilizada como matéria orgânica. Lima et al. (2008a) evidenciaram que doses acima de 4% de torta de mamona provocaram fitotoxidade à plantas de mamoneira cv. BRS 149 Nordestina, afetando negativamente o crescimento das plantas. Resultados semelhantes foram obtidos por Severino et al. (2004), também com a cultura da mamoneira.

Na maioria das variáveis, foram identificados resultados superiores nas plantas cultivadas no substrato Vivatto Slim Plus® quando comparado com o PlantimaxTM (Tabela 3). Em relação à altura das plantas, esta diferença não foi observada na maior dose de torta de mamona (24 g planta-1), evidenciando o caráter fitotóxico das doses mais elevadas.

 

 

A variável número de folhas mostrou diferença significativa entre os substratos somente na dose de 12 g planta-1. De acordo com Moreira (1987), o N juntamente com o K são os nutrientes mais importantes para a emissão e manutenção das folhas na bananeira. Estas observações levam-nos a crer que as doses inferiores a 12 g de torta de mamona por planta não são suficientes para suprir o teor necessário destes nutrientes para o crescimento da planta, e doses acima deste valor possam provocar fitotoxidade nestas.

As demais variáveis avaliadas, massa seca da parte aérea (MSPA), massa seca do sistema radicular (MSR) e área foliar total (AFT), apresentaram o mesmo comportamento das outras variáveis de crescimento, sendo que as doses de torta de mamona também apresentaram efeito quadrático nestas variáveis (Figuras 4; 5 e 6)

 

 

 

 

 

 

A MSPA (Tabela 4) apresentou-se com diferenças estatísticas entre os substratos, com exceção da dose de torta de mamona mais elevada, concordando com os resultados de altura das plantas (Tabela 3). O substrato Vivatto Slim Plus® novamente apresentou melhores resultados quando comparado com o PlantimaxTM. Nomura et al. (2009) encontraram resultados excelentes na aclimatação de mudas de bananeira cv. Prata-Anã quando foi utilizado substrato da mesma linha do Vivatto Slim Plus® (linha de substratos Vivatto da Technes Agrícola). Em trabalhos realizados por Lopes et al. (1996) e Silva et al. (2001), o substrato PlantimaxTM demonstrou melhor desempenho no desenvolvimento de mudas de maracujazeiro-azedo (Passiflora edulis Sim. F. flavicarpa DEG) quando comparado à Vermiculita, devido principalmente ao teor de N mais elevado do substrato PlantimaxTM.

 

 

A massa seca do sistema radicular (MSR) apresentou comportamento diferenciado entre os substratos (Figura 5 e Tabela 4). De acordo com Beugnon e Champion (1966), plantas com maior diâmetro de colo tendem a ter sistema radicular mais desenvolvido, favorecendo a sobrevivência a campo e a rapidez no desenvolvimento inicial das plantas.

Os resultados obtidos nas avaliações da área foliar total (AFT) foram concordantes com o número de folhas, uma vez que a dose de 12 g planta-1 apresentou os maiores valores.

 

CONCLUSÃO

1-Não são recomendadas doses superiores a 12 g planta-1 de torta de mamona como matéria orgânica na aclimatação de mudas de bananeira.

2-O substrato Vivatto Slim Plus® foi o que possibilitou o melhor desenvolvimento quanto às variáveis avaliadas das mudas na aclimatação de bananeiras micropropagadas.

 

AGRADECIMENTOS

Os autores agradecem à Prefeitura Municipal de Assis-SP, na pessoa da Secretária Municipal do Meio Ambiente, Sra. Nilza Ferreira da Silva, pelo apoio material e humano fornecido para a realização deste trabalho.

 

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Recebido em: 10-02-2010.
Aceito para publicação em: 12-08-2010.

 

 

1 Trabalho 049-10.

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