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Revista Brasileira de Fruticultura

Print version ISSN 0100-2945

Rev. Bras. Frutic. vol.34 no.1 Jaboticabal Mar. 2012

http://dx.doi.org/10.1590/S0100-29452012000100003 

BIOTECNOLOGIA BIOTECHNOLOGY

 

Bioestimulante na promoção da brotação em estacas de raiz de amoreira-preta1

 

Biostimulant in promoting the sprouting in root cuttings of blackberry

 

 

João Paulo Tadeu DiasI; Keiko TakahashiI; Jaime Duarte FilhoII; Elizabeth Orika OnoIII

IPós-graduando (a) em Agronomia (Horticultura), Universidade Estadual Paulista (UNESP), CEP 18603-970 - Botucatu-SP. E-mails: diasagro@fca.unesp.br, keiko.pontealta@gmail.com
IIEng. Agrº., Extensionista CATI- Botucatu-SP. E-mail: jdfilho@gmail.com
IIIProfessora UNESP, Instituto de Biociências - Botucatu-SP. E-mail: eoono@ibb.unesp.br

 

 


RESUMO

Este trabalho objetivou verificar o efeito do bioestimulante Promalin® na promoção da brotação em estacas radiciais de amoreira-preta (Rubus spp.) cv. Brazos. O experimento foi conduzido de janeiro a março de 2010, sendo o delineamento inteiramente casualizado, com cinco concentrações de bioestimulante, na forma de solução: T1= 0 mg L-1; T2= 10 mg L-1; T3= 20 mg L-1; T4= 40 mg L-1, e T5= 80 mg L-1, sendo as estacas radiciais mergulhadas nessas soluções durante 12 horas, em sete repetições com dez estacas cada. Após 75 dias, foram avaliadas: a emergência de brotos, o número de estacas brotadas, número de brotos, número de folhas, comprimento da haste principal e porcentagem de sobrevivência das brotações, além da análise de carboidratos solúveis. Ocorreu evolução gradativa ao longo do tempo na emergência das brotações, iniciando em aproximadamente sete dias após o plantio. As maiores concentrações de Promalin® inibiram a brotação em estacas de raiz, e as características de desenvolvimento dessas brotações foram alteradas, sendo os melhores resultados alcançados sem a aplicação dos reguladores vegetais.

Termos para indexação: Rubus spp., multiplicação, pequenos frutos, regulador vegetal.


ABSTRACT

This study aimed to evaluate the effect of biostimulante Promalin® promoting sprouting in root cuttings of blackberry (Rubus spp.) cv. Brazos. The experiment was conducted from January to March 2010, with a completely randomized design with five concentrations of biostimulant, as solution: T1= 0 mg L-1, T2= 10 mg L-1, T3= 20 mg L-1, T4= 40 mg L-1 and T5= 80 mg L-1 with the root cuttings dipped in these solutions for 12 hours and seven replications, and the plot compose by ten root cuttings. After 75 days were examined: the emergence of shoots, number of sprouting, shoot number, leaf number, length of main stem and survival percentage of the shoots, besides the analysis of soluble carbohydrates. Gradual evolution has occurred over time in the emergence of the shoots, beginning in approximately seven days after planting. The highest concentrations of Promalin® inhibited the sprouting of root cuttings and the growth characteristics of these shoots, the best results were achieved without the application of the product.

Index terms: Rubus spp., multiplication, small fruits, plant growth regulator.


 

 

INTRODUÇÃO

A amoreira-preta (Rubus spp.) é uma espécie promissora para o cultivo e comercialização, podendo ser utilizada para consumo in natura e no fabrico de geleia e polpa. No Brasil, apesar de seu potencial, não apresenta produção significativa, o cultivo se destaca nos estados das regiões Sul e Sudeste.

No País, estima-se uma área cultivada com amoreira-preta de aproximadamente 250 hectares (RASEIRA, 2004). O Estado de São Paulo apresentou, na safra de 2007/2008, 213,47 hectares plantados, com 586.179 plantas, apresentando o município de Tarumã a maior área plantada (24,20 hectares), seguido pelos municípios de Duartina, Itatinga e Pariqueraçu (CATI, 2010).

A produção de mudas de amoreira-preta dá-se, principalmente, por propagação assexuada, com o uso de estacas radiciais, rebentos (brotos), estacas herbáceas e lenhosas (JENNINGS; NCNICOL, 1991 apud VILLA et al., 2006). No entanto, o método tradicional é por estacas radiciais que é de simples preparo e baixo custo. Essa metodologia consiste em multiplicar partes seccionadas das raízes da planta-matriz, que, se colocadas em condições favoráveis, produzem raízes adventícias e emitem brotações que formarão uma planta ou muda. No entanto, essa metodologia apresenta a desvantagem de produzir mudas desuniformes, além da possibilidade de transmissão de patógenos do solo.

Bioestimulante, segundo Castro e Vieira (2001), seria a mistura de dois ou mais reguladores vegetais ou outras substâncias, como aminoácidos, nutrientes e vitaminas, possuindo a capacidade de estimular o desenvolvimento radicial, aumentando a absorção de água e nutrientes pelas raízes, podendo favorecer, também, o equilíbrio hormonal da planta e seu desenvolvimento.

O Promalin® é um bioestimulante comercial formado por dois reguladores vegetais, um do grupo químico das citocininas (CK) e outro das giberelinas (GA), que atuam no aumento da divisão celular e no alongamento das células, assim como a plasticidade da cutícula (WACHOWICZ; CARVALHO, 2002; VALENT BIOSCIENCES, 2010).

A citocinina pode regular a divisão celular in vivo, atuando no aumento do meristema apical da raiz, que é sua principal fonte. Nesse tecido, a citocinina pode desempenhar papel importante na regulação da proliferação de células iniciais da vascularização da raiz. A giberelina é sintetizada, principalmente no ápice caulinar e nas folhas jovens em desenvolvimento, sendo encontrada também em exsudatos e extratos de raízes, participa da divisão celular e do crescimento da parte aérea (TAIZ; ZEIGER, 2009).

Diversos trabalhos na literatura citam o uso de Promalin® influenciando o desenvolvimento das plantas (EMONGOR et al., 2004; JACYNA; PUCHALA, 2004; RUFATO et al., 2004; KIM et al., 2005; BENNEWITZ et al., 2010), além do florescimento (FUNNELL; MACKAY, 1992).

Assim, este trabalho objetivou verificar o efeito do bioestimulante Promalin®, na promoção da brotação, em estacas de raiz de amoreira-preta cv. Brazos.

 

MATERIAL E MÉTODOS

O trabalho foi conduzido de janeiro a março de 2010, no Departamento de Produção Vegetal, Setor de Horticultura, pertencente à Faculdade de Ciências Agronômicas, Universidade Estadual Paulista (UNESP), Botucatu-SP, que apresenta as seguintes coordenadas geográficas: latitude 22º 55' 55'' sul, longitude 48º 26' 22'' oeste e altitude 810 m.

Estacas radiciais de amoreira-preta cv. Brazos foram coletadas da parte superficial do solo (0-20 cm) de plantas-matrizes de pomar comercial no município de Itatinga (SP). Procedeu-se à seleção e padronização das estacas de acordo com o diâmetro de 10 mm e comprimento de 150 mm, sendo realizado corte transversal em ambos os lados da estaca.

O delineamento experimental foi o inteiramente casualizado (DIC), constituído de cinco concentrações de bioestimulante e sete repetições, sendo a unidade experimental constituída de uma bandeja com 10 estacas radiciais. Os tratamentos constaram de cinco concentrações de bioestimulante: T1= 0 mg L-1; T2= 10 mg L-1; T3= 20 mg L-1; T4= 40 mg L-1, e T5= 80 mg L-1. As estacas radiciais foram mergulhadas nessas soluções durante 12 horas. O bioestimulante Promalin® é constituído por 1,8% de benziladenina (BA), uma citocinina (CK) e 1,8% de giberelinas (GA), GA4 + GA7, com o objetivo de estimular o crescimento lateral (VALENT BIOSCIENCES, 2010).

As estacas foram colocadas espaçadas cerca de três centímetros umas das outras, em bandejas de polietileno brancas, forradas e cobertas com substrato composto por: casca de arroz carbonizada, fibra de coco e vermiculita (v:v:v), sendo adicionados 100 g de termofosfato magnesiano (Yoorin Master) para cada 50 L de substrato. As bandejas foram devidamente colocadas em câmara de nebulização intermitente, com duração de 20 segundos de aspersão, a intervalos de 30 minutos.

Com o auxílio de pulverizador manual, foi realizada pulverização com o fungicida tiofanato metílico, na dosagem de 120 g 100 L-1 de água, para o controle preventivo de patógenos. Além disso, após a emergência das brotações, procedeu-se à pulverização semanal de fertilizante mineral misto Plantafol® 20-20-20, na dosagem de 200 g 100 L-1 de água.

Para a variável evolução da emergência das brotações feita no período de 7 a 49 dias, para os tratamentos com 0 mg L-1 e 10 mg L-1 de bioestimulante, procedeu-se ao estudo de regressão.

Após um período de 75 dias foram avaliadas as seguintes características: número de estacas brotadas (NEB), número de brotos totais por estaca (NBE), comprimento da haste principal (CHP), porcentagem de sobrevivência das brotações (%SOB) e análise de carboidratos solúveis.

Para a determinação da quantidade de açúcares solúveis, procedeu-se à secagem das estacas de raízes retiradas do campo, antes e após o tratamento com diferentes concentrações de bioestimulante. Posteriormente, as amostras foram levadas ao laboratório e divididas em quatro repetições de 100 mg de material seco e moído. Esse material foi colocado em erlenmeyer contendo 50 mL de água destilada e, em seguida, colocado em banho-maria a 40ºC, por 30 minutos, com agitação casual. Tal solução foi filtrada em algodão, sendo colocada em balão volumétrico e completado seu volume até 100 mL. Esta solução foi denominada de amostra. A metodologia empregada para a determinação de açúcares solúveis foi a descrita por Dubois et al. (1956), utilizando-se de 0,5 mL de amostra, 0,5 mL de fenol e 2,5 mL de ácido sulfúrico. As leituras foram realizadas em espectrofotômetro no comprimento de onda de 490 nm.

Os dados obtidos em todas as avaliações foram submetidos à análise de variância (teste F), e as médias, comparadas pelo teste de Tukey, a 5% de significância; posteriormente, foram realizados estudos de regressão, conforme Banzatto e Kronka (2006), adotando-se o programa computacional Sisvar 5.3 (FERREIRA, 2008; 2010).

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Observou-se que as estacas de amoreira-preta iniciaram a emergência das brotações em, aproximadamente, 7 dias após o plantio das estacas (DAP). Após a emergência das primeiras brotações, houve evolução gradativa da emergência das brotações em estacas de raiz de amoreira-preta, refletida na existência de uma correspondência funcional, apresentada pela equação de regressão (Figura 1). Conforme a curva de crescimento, observa-se a evolução da emergência das brotações ao longo do tempo, onde as estacas não tratadas com o bioestimulante (testemunha) iniciaram a emergência das brotações em torno de 5 dias, enquanto na concentração de 10 mg L-1 de Promalin® a emergência das brotações se iniciou em torno de 21 dias. Nos demais tratamentos estudados, ocorreram poucas ou nenhuma formação de brotações.

De modo geral, verificou-se que, para todas as características avaliadas, houve decréscimo dos valores com o aumento da concentração de bioestimulante aplicada às estacas de raízes de amoreira-preta (Tabela 1), tendo a testemunha (0 mg L-1) apresentado resultados estatisticamente superiores às demais concentrações de bioestimulante. Este fato, possivelmente, é explicado devido aos níveis endógenos de metabólitos e hormônios vegetais e/ou associação entre eles, sobretudo citocininas poderiam estar em níveis satisfatórios para o desenvolvimento de brotações e raízes, que unido à aplicação de bioestimulante pode ter causado efeito fitotóxico.

Zuffellato-Ribas e Rodrigues (2001) revelaram a influência da época do ano no sucesso da propagação por estacas, estando intimamente relacionado com os níveis endógenos de promotores e inibidores de crescimento. Geralmente, níveis altos de auxinas e baixos de citocininas podem favorecer a formação de raízes adventícias, e níveis baixos de auxinas e altos de citocininas podem favorecer a formação de brotos adventícios. Estacas de espécies com altos níveis endógenos de citocininas têm mais dificuldade para enraizar do que aquelas com baixos níveis (HARTMANN et al., 2002).

Com relação ao número de estacas brotadas (NEB), número de brotos por estaca (NBE), comprimento da haste principal (CHP) e porcentagem de sobrevivência das brotações (%SOB), houve diferença entre a testemunha (0 mg L-1), apresentando resultados superiores aos demais tratamentos. A partir da concentração de 10 mg L-1 do bioestimulante, verificou-se redução gradativa desses valores, conforme Tabela 1.

Estudando a multiplicação in vitro de amoreira-preta, Villa et al. (2006) constataram que a multiplicação de brotos ocorreu apenas nos meios de cultura que continham cinetina. Augusto et al. (2006) testaram o enraizamento de amoreira-preta cv. Brazos ex vitro de microestacas multiplicadas com diferentes citocininas, BAP, cinetina, zeatina e 2-isopenteniladenina nas concentrações de 5 e 10 µM, constatando que as taxas de enraizamento e sobrevivência foram de 100%.

Citocininas e gibelinas em baixas concentrações promovem o crescimento e o desenvolvimento vegetativo de diferentes espécies, devendo, entretanto, estudar concentrações mais baixas desses reguladores vegetais, além de outros fatores que possam influenciar na propagação da espécie, como a cultivar, a época de coleta de material, a parte da planta utilizada e o conteúdo endógeno de diversas substâncias, como os compostos fenólicos, os carboidratos, dentre outras. Ochoa et al. (2004) mencionaram que a temperatura não afetou significativamente a mobilização de carboidratos, porém o nível inicial de amido e a redução final dos carboidratos estavam relacionados com o enraizamento.

Conforme a Figura 2, os teores de açúcares solúveis variaram de 12,26 a 84,44 mg g-1 de massa seca nas estacas de raízes antes e após o tratamento com diferentes concentrações de bioestimulante. Observa-se que, durante o processo da brotação, houve acúmulo de açúcares nas estacas radiciais, possivelmente devido à liberação de carboidratos estruturais e formação de açúcares simples, durante o processo de formação da parte vegetativa. Esse acúmulo observado nos tratamentos com as concentrações de 20 e 40 mg L-1 de Promalin® pode estar relacionado com a não utilização desses açúcares, ou seja, com a baixa brotação observada nos dois tratamentos. A exceção foi o tratamento com a maior concentração do bioestimulante (80 mg L-1), que não se alterou durante esse processo.

A concentração de 0 mg L-1 de PromalinÒ (testemunha) apresentou formação de poucas raízes e acúmulo médio de 51,71 mg glicose g-1 de massa seca, além da formação da parte aérea, com acúmulo médio de 48,30 mg glicose g-1 de massa seca. Entretanto, na concentração de 10 mg L-1, houve acúmulo médio de 54,32 mg glicose g-1 de massa seca, com acúmulo médio da parte aérea de 65,47 mg glicose g-1 de massa seca, sendo somente nas concentrações de 0 e 10 mg L-1 que apresentaram parte aérea para tal determinação.

Reis et al. (2000) revelaram que, embora os carboidratos sejam de grande importância para o enraizamento, servindo como fonte de energia e carbono para a síntese de diversas substâncias essenciais, verificou-se que eles não foram determinantes em promover ou melhorar a capacidade de enraizamento das estacas de Pyrus calleryana.

Outros autores revelaram a importância dos teores de carboidratos na formação, mobilidade e acúmulo de açúcares nas diferentes partes das plantas, dentre eles: Cometti et al. (2004) com a cultura da alface, além de Girardi e Pescador (2010) com Zingiber officinale Roscoe.

Outro fator, que tem de ser considerado, é a influência da época de coleta de material na variação dos teores de açúcares totais. Ferriani et al. (2008), trabalhando com estacas de vassourão-branco (Piptocarpha angustifolia Dusén), constataram variação do teor de açúcares totais durante diferentes épocas, alcançando teores em torno de 300 mg g-1 de tecido (Primavera/2004), 280 mg g-1 de tecido (Verão/2005), 580 mg g-1 de tecido (Outono/2005) e 350 mg g-1 de tecido (Inverno/2005).

Ono et al. (1995), trabalhando com estacas caulinares de kiwi (Actinidia chinensis Planch.) variedade Abbott, verificaram que o inverno e o outono foram as melhores épocas de coleta de ramos para a produção das estacas caulinares, sendo que o alto teor de açúcares redutores e totais beneficiou a maior porcentagem de enraizamento (aproximadamente, 23 e 36%, respectivamente). Ohland et al. (2009) verificaram que houve maior enraizamento para as estacas apicais de figueira coletadas no mês de junho, com tratamento basal de 2.000 mg L-1 de IBA, proporcionando 70% de enraizamento.

Avaliando o efeito da sazonalidade nos teores de açúcares de dois clones de eucalipto, Torres (2003) observou aumento de 9,10% no verão em relação ao inverno. O ganho em açúcares propiciou incremento de 138% e 143% em biomassa, e em termos de sobrevivência ocorreram ganhos de 2,60% e 1,69%, e, em termos de número de estacas produzidas/cepa, os ganhos foram de 212,80% e 145,48% para os dois clones de eucalipto, respectivamente.

Entretanto, Bortolini et al. (2008) mencionaram que, para estacas de Tibouchina sellowiana (Cham.) Cogn, não houve relação positiva entre as altas concentrações de carboidratos e proteínas nas diferentes estações do ano com relação ao enraizamento. Análises bioquímicas feitas nas estacas revelaram que as maiores concentrações de açúcares totais foram obtidas no inverno (83,21 mg g-1 de tecido) e no outono (72,79 mg g-1), recomendando a aplicação de 3.000 mg L-1 IBA na forma líquida ou em talco para estacas coletadas na primavera.

 

CONCLUSÃO

A aplicação de bioestimulante Promalin® nas concentrações estudadas inibi o desenvolvimento de brotações em estacas radiciais de amoreira-preta e altera as características de desenvolvimento dessas brotações.

 

AGRADECIMENTOS

À CAPES, ao Departamento de Horticultura - UNESP (FCA) e à Fazenda Santa Terezinha do Rio Bonito.

 

REFERÊNCIAS

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Recebido em: 29-04-2011.
Aceito para publicação em: 01-11-2011.

 

 

1 (Trabalho 137-11).