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Revista Brasileira de Fruticultura

versão impressa ISSN 0100-2945

Rev. Bras. Frutic. vol.34 no.4 Jaboticabal dez. 2012

 

EDITORIAL

 

Precisamos da sua valiosa cooperação

 

 

Ao terminar 2012 apresentamos um breve balanço da nossa RBF, que graças ao seu apoio con-seguimos obter os números abaixo:

1.  Andamento dos trabalhos em 2012:

  • Recebidos para avaliação = 283

  • Aceitos = 81

  • Publicados em 2012 = 60

  • A serem publicados em 2013 = 21

  • Em andamento = 106

  • Denegados = 96

2.  Oxigenação do numero de assessores.

Em cada edição da revista selecionamos os autores, com titulação mínima de doutor, que tiveram seus trabalhos publicados e os convidamos para participarem como assessores da RBF. Os resultados obtidos nos indicam que estamos na direção certa, pois os resultados tem sido altamente positivos.

3. Fator de Impacto da RBF e problemas com auto citação.

Inicialmente queremos reafirmar nossos agradecimentos aos autores pela escolha da RBF, pois é graças a essa confiança que estamos aprimorando nossas edições e evoluindo nos conceitos e no -re conhecimento por órgãos avaliadores, como o "Journal Citation Report". Esta entidade calcula, a cada dois anos, o denominado "fator de impacto" das principais revistas, no mundo todo.

Em relação à RBF, esses valores foram:

Se calcularmos o Fator de Impacto para o período de 5 anos, no biênio 2011-2012 teríamos a expressiva marca de 0,797.

Em relação aos outros níveis de avaliação, atualmente empregados, já obtivemos na ultima avaliação da CAPES-QUALIS, o nosso primeiro A2 em Geografia  e estamos bem perto do A em Ciências Agrárias, atualmente B1.

No entanto, quando calculamos o Fator de Impacto sem a inclusão do número de vezes que a RBF é citada na própria revista (autocitação) teremos o valor 0,654, correspondente ao último biênio, a 0,325,equivalendo ao elevado percentual de 42% como autocitação.

Tais circunstâncias podem sugerir que o exercício da autocitação deva ser praticado mais inten-samente pelos que se utilizam da RBF, para publicação de seus trabalhos. Não é o que aconselhamos e não é o que tem ocorrido nos trabalhos publicados, pois quando essa percentagem é obtida em relação a todas as referências utilizadas, e não somente calculado em relação às referencias de revistas indexadas, o resultado obtido é de 8,56%, o que é desejável.

O valor de 42%  só aparece quando calculado em relação ao número de citações referentes às demais revistas indexadas. Se esse último total é elevado, a comparação fica  descabida e exagerada, o que poderá acarretar problemas para a RBF, no futuro.

É para essa preocupação que queremos sua especial atenção, ajudando-nos a evitar problemas futuros. Para que isso não ocorra, sugerimos a utilização de somente citações mais recentes, de traba-lhos publicados em revistas indexadas e com nível comprovado. Evite citar teses, apostilas, livros, boletins, e outras publicações similares. O órgão calculador excluirá ou desqualificará essas citações, fazendo com que o número total de citações seja diminuido, tornando o percentual de autocitação maior, principalmente se no seu artigo a RBF tenha sido citada, prejudicando o valor a ser calculado como Fator de Impacto.

Observe o seguinte exercício:

Calculamos o número de referências utilizadas nos trabalhos da RBF, nas edições de 2009 e 2010, que foram utilizados para o cálculo do Fator de impacto em 2011:

=> 3.526 referências (2009) + 3.424 referências (2010) = 6.950 referências Calculamos o número de vezes que a RBF foi citada nessas edições:

=> 271 citações (2009) + 324 citações (2010) = 595 citações

Calculando a percentagem de autocitação, obteremos: (595/6.950)x 100 = 8,56%

No entanto, como o JCR só considera válidas as referências de revistas indexadas na base do ISI, o total de citações (6.950) cai drasticamente, enquanto o valor referente à autocitação da RBF permanece inalterado (595) fazendo com que o resultado possa chegar, a valores muito altos, como os 42% de autocitação, já inicialmente referidos.

Concluindo: PRECISAMOS DA SUA COOPERAÇÃO:

Quando encaminhar um artigo para a RBF, dê atenção especial as recomendações que iremos passar a obedecer, em 2013.

  1. Elimine, se possível, referências antigas (com mais de 5 anos), e de revistas não indexadas.

  2. Evite citar teses, dê preferência aos artigos, dela originados e que foram publicados em revistas indexadas, na base ISI, preferencialmente.

  3. Evite utilizar referências de boletins, anais de congressos, internet, livros, apostilas e congêneres.

  4. Se por essas razões for julgado oportuno eliminar uma citação lembre-se também da obrigatoriedade de modificar ou eliminar o texto, a ela correspondente.

  5. Quando, excepcionalmente, utilizar referências que se enquadram nos itens mencionados, justifi-quem esta utilização, o que será avaliado.

Desde já queremos deixar nossos Agradecimentos à sua colaboração. Ela será fundamental para a continuidade do nosso crescimento.

Aproveitamos também, esta oportunidade, para desejar à todos os nossos formidáveis colabo-radores, um FELIZ 2013.

 

Jaboticabal, 31 de dezembro de 2012.
Profº. Carlos Ruggiero
EDITOR CHEFE DA RBF

 

OBS: Em caso de dúvidas sobre a indexação de revistas sugerimos consultar o site: http://qualis.capes.gov.br/webqualis/ConsultaPeriodicos.faces

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