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Radiologia Brasileira

versão On-line ISSN 1678-7099

Radiol Bras v.34 n.6 São Paulo nov./dez. 2001

https://doi.org/10.1590/S0100-39842001000600016 

Resumos de Teses

Macroadenomas de hipófise. Aspectos na ressonância magnética.

Autor: Marcelo Magnago.
Orientadores: Edson Marchiori, Alair Augusto S.M.D. dos Santos.
Tese de Mestrado. UFRJ, 2001.

 

 

Neste trabalho foram analisados e discutidos os principais aspectos observados nos exames de ressonância magnética de 76 pacientes com macroadenoma hipofisário, com o objetivo de determinar a importância deste exame no diagnóstico dos macroadenomas, na avaliação do acometimento de estruturas adjacentes e suas características de sinal, e também discutir o emprego da classificação SIPAP nesses tumores.

A característica de sinal dos macroadenomas, observada nos exames de ressonância magnética, foi de lesão hipo ou isointensa em T1, com impregnação heterogênea pelo gadolínio, e isointensa a levemente hiperintensa em T2. As principais alterações tumorais, vistas na ressonância magnética, em ordem decrescente de freqüência, foram: extensão supra-selar (78,9%), desvio da haste hipofisária (73,7%), desnivelamento do assoalho selar (71%), alargamento da sela turca (68,4%), compressão do quiasma óptico (59,2%), invasão do seio cavernoso (59,2%), acometimento do seio esfenoidal (35,5%), hemorragia intratumoral (10,5%) e invasão da fossa temporal em 7,9% dos pacientes.

A classificação SIPAP mostrou-se precisa na descrição do crescimento dos macroadenomas em todas as direções, além de ser facilmente repetida com alta acurácia, apresentando grande valor no seguimento e avaliação deste tipo de tumor. O estudo das imagens de ressonância magnética possibilitou melhor identificação da invasão tumoral das estruturas adjacentes, além de ser considerado excelente método no acompanhamento evolutivo pós-operatório, independentemente do tratamento empregado.

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