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Radiologia Brasileira

On-line version ISSN 1678-7099

Radiol Bras vol.43 no.2 São Paulo Mar./Apr. 2010

https://doi.org/10.1590/S0100-39842010000200018 

RESUMOS DE TESES THESIS ABSTRACTS

 

Uso do tensor de difusão na avaliação das placas agudas e crônicas em pacientes com esclerose múltipla

 

 

Autora: Fernanda Cristina Rueda Lopes.
Orientador: Emerson Leandro Gasparetto.
[Dissertação de Mestrado]. Rio de Janeiro: Universidade Federal do Rio de Janeiro; 2009.

Este estudo objetivou utilizar o tensor de difusão (DTI) para a diferenciação das placas agudas, subagudas e crônicas em pacientes com esclerose múltipla (EM).
Foram estudadas 20 placas agudas, 20 subagudas e 20 crônicas de um total de 15 pacientes com diagnóstico de EM recorrente-remitente e 5 controles, pareados por idade e sexo, os quais foram submetidos a ressonância magnética com DTI. A sequência DTI resultou em mapas de anisotropia fracionada (FA), de difusibilidade média (MD), de difusão radial (DR) e também geração automática dos eigenvalues
λ1, λ2 e λ3. As placas foram selecionadas segundo critérios da literatura. Consideraram-se como agudas as placas com realce pelo contraste, subagudas as com isossinal em T1, e crônicas as com hipossinal em T1. As regiões de interesse foram posicionadas nas placas, na substância branca aparentemente normal (SBAN) ao redor das placas e na substância branca normal do grupo controle.
Os valores de FA, MD, eigenvalues e DR foram comparados nas placas agudas, subagudas e crônicas e na SBAN periplaca de cada subtipo. A análise estatística foi realizada utilizando o teste t. Foi possível a diferenciação dos subtipos de placas entre si usando os eigenvalues e a DR. A FA e a MD não permitiram tal diferenciação. A placa aguda não foi diferenciada de sua SBAN, porém as placas subagudas e crônicas foram diferenciadas de suas SBANs na maioria dos tópicos avaliados.
Como conclusão, o DTI pode demonstrar a diferenciação entre as placas agudas, subagudas e crônicas.

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