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Química Nova

versão impressa ISSN 0100-4042

Quím. Nova v.22 n.5 São Paulo set./out. 1999

http://dx.doi.org/10.1590/S0100-40421999000500022 

ASSUNTOS GERAIS

 

Sobre os nomes dos elementos químicos, inclusive dos transférmios*


Romeu C. Rocha-Filho
Departamento de Química - Universidade Federal de São Carlos - CP 676 - 13560-970 - São Carlos - SP
Aécio Pereira Chagas
Instituto de Química - Universidade Estadual de Campinas - CP 6154 - 13083-970 - Campinas - SP

Recebido em 5/5/99; aceito em 14/5/99


 

 

About the names of the chemical elements, including the transfermium elements. The names of the chemical elements in Brazilian portuguese are presented, including a discussion of corresponding Brazilian nomenclature rules and translation of some parts of the pertinent IUPAC rules. The rules for naming groups of elements in the periodic table, as well as those for the symbolic indication of atomic number, mass number and electric charge of atoms, are also presented.

Keywords: chemical elements; groups of elements; official rules; Brazilian nomenclature.

 

 

INTRODUÇÃO

Pouco se tem feito, em nosso país, com relação à nomenclatura de compostos inorgânicos, ao contrário da dos compostos orgânicos que conta com o excelente trabalho de Alencastro e Mano1. No final da década de 50, Kraudelat, baseado no relatório da "Comissão de Nomenclatura de 1957" da União Internacional de Química Pura e Aplicada (IUPAC) 2, produziu uma extensa proposta para a notação e a nomenclatura de Química Inorgânica3. Posteriormente ao importantíssimo trabalho de Krauledat, conhecemos apenas a proposta de Ferreira et al.4 sobre a nomenclatura de compostos de coordenação, apesar da IUPAC já ter editado 2ª (1970)5 e 3ª (1990)6 edições da "Nomenclatura de Química Inorgânica", conhecidas como The Red Book. Quando da organização da Classificação Periódica dos Elementos editada pela Sociedade Brasileira de Química (SBQ)7, surgiram, por parte dos próprios organizadores, várias dúvidas com relação aos nomes dos elementos, inclusive pelo fato de haver, para alguns elementos, duas formas de uso corrente. Alguns dos nomes adotados na referida classificação sofreram críticas por parte de alguns colegas. Por outro lado, a recente decisão da IUPAC sobre os nomes dos elementos transférmios8 configura-se como uma oportunidade para se discutir estas questões.

Assim, este artigo tem como objetivo discutir e apresentar uma proposta de grafia brasileira para os nomes dos elementos químicos. Espera-se com isto contribuir para que possa haver uma forma única para os nomes dos elementos químicos em português utilizado no Brasil.

 

AS REGRAS

Há que se considerar dois conjuntos de regras, o primeiro deles, oficialmente adotado em nosso país, é o Vocabulário Ortográfico (VO)9. O outro são as regras de nomenclatura de química inorgânica (NI), ainda não oficializadas, que se encontram expostas no já mencionado trabalho de Krauledat3. Por outro lado, não se pode deixar de ter em mente as normas recomendadas pela IUPAC na área de Química Inorgânica6 e uma proposição (versão provisória) da Sociedade Portuguesa de Química (SPQ) para os nomes dos elementos químicos10.

Quanto ao VO, apesar das inúmeras críticas feitas pelos estudiosos da língua, não nos cabe discuti-lo ou mesmo modificá-lo, apenas aplicá-lo, quando possível. A NI, pelo fato, repetimos, de não ter sido oficializada, pode ser modificada, se necessário, e é o que está em discussão.

As Regras do Vocabulário Ortográfico

Apresentamos, de forma resumida, os itens do VO que mais de perto interessam: a letra k deve ser substituída por qu antes de e e i e por c antes de qualquer outra letra. A letra w deve ser substituída por u ou v, conforme seu valor fonético, e a letra y por i. Essas três letras, entretanto, podem ser usadas em abreviaturas, símbolos e palavras estrangeiras de uso internacional. Derivados portugueses de nomes próprios, contendo as letras k, w e y, devem ser escritos de acordo com as formas primitivas. O h não é "propriamente uma consoante, mas um símbolo que, em razão da etimologia e da tradição escrita de nosso idioma, se conserva no princípio de várias palavras"9 e em alguns casos, inclusive onde a etimologia justifica-se.

Quanto aos nomes dos elementos químicos, estes devem ser considerados substantivos comuns. As definições gramaticais do que vem a ser um substantivo comum não são muito claras ou rigorosas, mas o uso já consagrou aos elementos químicos esta característica gramatical, conforme se pode constatar nos dicionários, sendo conseqüentemente grafados com inicial minúscula. Convém lembrar ainda que os elementos químicos são nomes comuns também em francês e em inglês.

As Regras de Nomenclatura Inorgânica

Das regras de NI3, transcreveremos verbatim as relativas aos nomes dos elementos:

1. Elementos

11. Nomes e símbolos dos elementos

11.2. Os nomes e os símbolos dos elementos são os da tabela anexa#.

11.2. Os nomes dos elementos em português derivam, de um modo geral, dos nomes latinos ou latinizados estabelecidos pela União Internacional de Química Pura e Aplicada por substituição das terminações "ium" e "um" por "io" e "o".

11.21. Excetuam-se os nomes dos elementos que a tradição fixou e cuja origem se perde na história, como sejam: antimônio, enxofre, ouro, cobre, prata, etc.

11.22. Em muitos casos a grafia do nome em português difere da do nome internacional; para maior clareza da derivação do símbolo, indicou-se também este último.

11.23. Os nomes derivados do grego e terminados em "on" sofrem em geral um abrandamento em sua evolução popular, passando a terminação "on" para "ônio".

Exemplo:

Forma erudita Forma abrandada
ion iônio
neon neônio
electron electrônio

Parece pois recomendável fixar a mesma terminação em todos os casos semelhantes como sejam: Argônio, Criptônio, Xenônio, Radônio e iônio .

11.24. Alguns elementos (assinalados com * na tabela)§ apresentam nomes com duas terminações, em "o" e em "io" (veja Vocabulário Ortográfico Brasileiro). Com exceção de carbono, serão preferíveis as formas em "io", pois pela recomendação da U.I.Q.P.A., metais novos deverão ter nomes internacionais em "ium". Sendo todos estes elementos, exceto o carbono, de natureza metálica, a forma preferível será aquela que atende à generalização recomendada.

11.3. Todos os isótopos de um elemento têm o mesmo nome e devem ser designados pelo seu número de massa. Exemplo: "oxigênio - 18", "cloro - 35". Excetuam-se os isótopos do hidrogênio cujos nomes, deutério e trício (tritium), podem ser retidos.

 

OS NOMES DOS ELEMENTOS

As regras NI, acima expostas, em sua maior parte já são consagradas pelo uso em nosso país. Comentaremos agora algumas exceções:

A regra 11.23 menciona as formas eruditas e abrandadas para os nomes derivados do grego e terminados em "on". A sugestão dos nomes dos elementos argônio, criptônio, xenônio e radônio corresponde às formas consagradas em nosso país (forma abrandada), porém os nomes iônio, electrônio, catiônio e outros análogos são pouco utilizados, prevalecendo outras formas: íon, elétron, cátion etc. Nosso objetivo aqui é tratar apenas dos elementos e estes outros nomes não serão considerados. Cabe destacar que a SPQ optou por reservar a terminação "io" para elementos metálicos e, assim, sugere os seguintes nomes para os gases inertes (grupo 18)10: néon, árgon, crípton, xénon e rádon (ou a alternativa radão).

Ainda na regra 11.23 os nomes de alguns elementos são exemplificados com inicial maiúscula, sem no entanto estar no início de uma frase. Cremos ser um erro de imprensa, pois em outras partes do texto os nomes são sempre citados com inicial minúscula (exceto evidentemente no início de frases), ou seja, considerados substantivos comuns.

A regra 11.24 opta pela terminação "io" para os elementos metálicos. Dos mencionados na tabela original (não reproduzida): As, C, Cr, La, Mo, Ta, W, apenas o Cr e o Ta são objetos de dúvida (As e C não são considerados elementos metálicos). As formas "crômio" e "cromo" são de uso corrente entre os químicos brasileiros (ambas registradas no dicionário do Aurélio11), assim como as formas "tântalo" e "tantálio", sendo a segunda pouco utilizada e apenas a primeira registrada no Aurélio; a SPQ optou por "crómio" e "tântalo"10. No caso do Cr, preferirmos a opção pela forma crômio, por manter a regra, acompanhar a SPQ e pelo fato de já ter sido utilizada na Classificação Periódica da SBQ7. Entretanto as duas formas podem ser igualmente usadas. No caso do Ta, a forma "tântalo" é a mesma do personagem mitológico grego que deu nome ao elemento químico e já adotada pela SPQ. Sugerimos então para o elemento químico a mesma forma, ou seja, tântalo, apesar de violar a regra.

Cabe ainda ressaltar que a forma latinizada do elemento de número atômico 42 é "molibdenum", com a terminação um e não ium, porém a sua forma em portugês já e consagradamente molibdênio (molibdénio em Portugal), assim também "lanthanum" e lantânio.

Outro elemento que ainda provoca dúvidas é o At, pois são utilizadas as formas "astato" e "astatínio". Novamente, qual deve a ser a forma utilizada? Esta dúvida é decorrente do nome internacional (latino) deste elemento ser astatinium e o nome em inglês, astatine, e, por esta lógica, a forma em português seria astatínio. Entretanto, examinando a própria classificação periódica, grupo 17 e os respectivos nomes desses elementos, percebe-se, por esta outra lógica comparativa, que deve ser astato (não se usa "fluorínio", ... "iodínio", e portanto não se deve usar "astatínio"). Daí sugerirmos a forma astato.

Para os elementos transférmios, os nomes em português, propostos para uso no Brasil (BR), encontram-se na Tabela 1, juntamente com os nomes em inglês (formas latinizadas) aprovados pela IUPAC8. A proposta segue de perto o VO, aportuguesando os nomes, uma vez que eles não são nomes próprios. No entanto mantivemos o "h" em rutherfórdio, onde deveria ser suprimido, porém apelou-se para a justificativa etimológica, assim também em bóhrio. No caso deste último elemento, a forma "bório" seria facilmente confundida com boro.

 

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É interessante frisar que grande parte dos nomes dos elementos em língua inglesa estão na forma latinizada; em alemão e em francês estas formas são menos abundantes. Em espanhol e italiano as terminações latinas são substituidas por outras, como em português.

Na Tabela 2 estão os nomes em português (BR) dos elementos químicos de números atômicos 1 a 111, bem como os símbolos6,12 e as massas atômicas relativas13 recomendadas pela IUPAC (1997). Para alguns elementos apresenta-se também o nome latinizado (entre parênteses e em itálico) para melhor se compreender a derivação do símbolo ou da grafia do nome em português.

 

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INDICAÇÃO DE NÚMEROS ATÔMICOS, DE MASSA E DE CARGA

Os números atômico, de massa e de carga de um nuclídeo (qualquer espécie atômica definida por valores específicos de número atômico e de número de massa) devem ser indicados através de três índices colocados ao redor do símbolo atômico6. As posições são as seguintes:

índice superior esquerdo número de massa
índice inferior esquerdo número atômico
índice superior direito (expoente) carga iônica

A carga iônica de átomos de símbolo A é indicada por An+ ou An-, nunca por A+n ou A-n. Exemplo: 16S2+ representa um átomo de enxofre de número atômico 16, número de massa 32 e duplamente ionizado.

 

OS NOMES DOS ISÓTOPOS

Os nomes dos isótopos6 devem ser grafados como nomes compostos, combinando-se o nome do elemento com o número de massa do isótopo, separados por hífen. Por exemplo, o átomo de número atômico 6 (carbono) e número de massa 12 deve ser denominado carbono-12. Esta regra, entretanto, não se aplica aos isótopos do hidrogênio. Os três isótopos, 1H, 2H e 3H, têm os nomes prótio, deutério e trítio (ou alternativamente trício), respectivamenteI . Para os dois últimos pode-se usar os símbolos D e T, embora 2H e 3H sejam preferíveis. Não se deve confundir, entretanto, prótio (o isótopo 1H) com próton (a partícula sub-atômica).

 

NOMES DE GRUPOS DE ELEMENTOS

Devido às várias discussões surgidas em nosso meio, antes e depois da publicação da Classificação Periódica da SBQ7, apresenta-se aqui uma tradução do item I-3.8 Groups of Elements, do The Red Book6. Como a denominação dos elementos transférmios é posterior a esta publicação, modificou-se o texto e a Tabela Periódica original, colocando-se as novas denominações, que é a Tabela 3. O Apêndice mencionado no texto e na nota 3g, e que não será aqui apresentado, refere-se às formas da Classificação Periódica: período curto (9 colunas), longo (18 colunas) e extra-longo (32 colunas).

 

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I-3.8. Grupos de Elementos

I-3.8.1 Grupos de elementos na Tabela Periódica e suas subdivisões

A numeração dos Grupos de átomos na Tabela Periódica do Grupo I ao Grupo VIII está bem estabelecida internacionalmente, mas a subdivisão destes Grupos em Elementos Típicos e Subgrupos A e B recebeu interpretações e usos díspares em diferentes partes do mundo. Conseqüentemente este uso deve ser evitado. As recomendações feitas na Tabela 3 e no frontispício deste volume são aquelas que a Comissão, após extensiva consulta, julga ser as mais claras e diretas (Nota 3g). Elas diferem daquelas feitas na segunda edição (1970) de The Nomenclature of Inorganic Chemistry. Os elementos (exceto o hidrogênio) dos Grupos 1, 2, 13, 14, 15, 16, 17 e 18 são aqueles designados por Elementos Representativos e, exceto no Grupo 18, os dois primeiros elementos de cada Grupo Representativo são denominados Elementos Típicos. Os elementos dos Grupos 3 a 11 são Elementos de Transição. Opcionalmente as letras s, p, d e f podem ser usadas para distinguir diferentes blocos de elementos. Se apropriado para uma finalidade específica, os vários Grupos podem ser denominados pelos nomes do primeiro elemento, grifados na Tabela 3, por exemplo, elementos do Grupo do boro [B, Al, Ga, In, Tl], elementos do Grupo do titânio [Ti, Zr, Hf, Rf] etc.

I-3.8.2 Nomes coletivos de grupos de átomos semelhantes

Para grupos de átomos, são aprovados pela IUPAC os seguintes nomes coletivos: actinóides ou actinídios (Ac, Th, Pa, U, Np, Pu, Am, Cm, Bk, Cf, Es, Fm, Md, No, Lr), lantanóides ou lantanídios (La, Ce, Pr, Nd, Pm, Sm, Eu, Gd, Tb, Dy, Ho, Er, Tm, Yb, Lu) (Nota 3h), metais alcalinos terrosos (Ca, Sr, Ba, Ra), calcogênios (O, S, Se, Te, Po), halogênios (F, Cl, Br, I, At) (Nota 3i), gases nobres (He, Ne, Ar, Kr, Xe, Rn), metais alcalinos (Li, Na, K, Rb, Cs, Fr) e metais das terras raras (Sc, Y e os lantanóides).

O nome coletivo "pnicogênios" foi proposto para o grupo de átomos N, P, As, Sb e Bi, mas não está aprovado pela IUPAC.

Um elemento de transição é um elemento cujo átomo apresenta uma sub-camada d incompleta ou que origina um cátion, ou cátions, com uma sub-camada d incompleta. A Primeira Série de Transição de elementos é Sc, Ti, V, Cr, Mn, Fe, Co, Ni, Cu. A Segunda e Terceira Séries são obtidas de forma semelhante: incluem os lantanóides e os actinóides, respectivamente. Estes últimos são designados elementos de transição internos (ou f) de seus respectivos Períodos na Tabela Periódica.

Devido a seu uso inconsistente, em diferentes línguas, o termo "metalóide" deve ser abandonado. Os elementos devem ser classificados como metais, semimetais e não-metais.

Nota 3g. Para uma discussão sobre outras formas e notações para a Tabela Periódica, consulte o Apêndice a este volume. (Este Apêndice não será aqui apresentado. N. do T.).

Nota 3h. Embora actinóide signifique "semelhante ao actínio" e portanto não deveria incluir o actínio, o mesmo passou a ser incluído no uso comum. Analogamente para lantanóide. A terminação -ide (em inglês) indica um íon negativo, e portanto "lantanóide" e "actinóide" são preferidos a "lantanídio" e "actinídio". Entretanto, devido ao amplo uso destes últimos, "lantanídio" e "actinídio" ainda são permitidos. (Este problema não há na língua portuguesa e portanto as duas formas podem ser igualmente utilizadas, sendo que "lantanídio" e "actinídio" são preferidas. N. do T.).

Nota 3i. Os termos genéricos calcogenetos e halogenetos (ou haletos) são usados para denominar compostos desses elementos.

Alguns comentários ainda se fazem necessários:

a) No texto em inglês, o termo "Group" está grafado ora com letra maiúscula, indicando um nome próprio, ora com letra minúscula, indicando nome comum. Os critérios para se distinguir um substantivo próprio de um comum em língua inglesa são semelhantes aos de língua portuguesa (vide item 2.1), cabendo portanto ao usuário decidir se a grafia é minúscula ou maiúscula.

b) O termo "main" foi traduzido por "representativo", por ser um termo de uso corrente no Brasil.

c) Quanto ao nome "pnicogênios" ("pnicogens" no original), supõem os tradutores que deva ser derivado da raiz grega pnig-, da qual derivam palavras significando sufoco, sufocar, abafar etc. Provavelmente em referência ao azoto (do grego significando "contrário à vida") de Lavoisier. Felizmente não foi aprovado.

d) Estas normas mencionam que "os elementos podem ser classificados como metais, semimetais e não-metais", porém estes não são definidos ou indicados.

e) Note-se que a denominação recomendada é Gases Nobres e não "Gases Raros".

Algumas destas denominações de grupos de elementos (nomes coletivos), e os respectivos elementos, estão reunidas na Tabela 4.

 

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AGRADECIMENTOS

Os autores agradecem às Professoras Maria Augusta Bastos de Mattos e Maria Bernardete Marques Abaurre, do Instituto de Estudos da Linguagem, Universidade Estadual de Campinas, pelos valiosos comentários.

 

REFERÊNCIAS

1. Alencastro, R. B. de; Mano, E. B.; Nomenclatura de Compostos Orgânicos; Editora Guanabara; Rio de Janeiro 1987.         [ Links ]

2. IUPAC - Definitive Rules for the Nomenclature of Inorganic Chemistry. Butterworths; Londres 1959.         [ Links ]

3. Krauledat, W. G.; Notação e Nomenclatura de Química Inorgânica; 2a. ed.; Editora Edgard Blücher e Editora da Universidade de São Paulo; São Paulo 1970. A 1ª edição foi publicada em 1960 pela CADES - MEC; Rio de Janeiro.         [ Links ]

4. Ferreira, A. M. da C.; Toma, H. E.; Massabni, A. C.; Quim. Nova 1984, 7, 9.         [ Links ]

5. IUPAC - Nomenclature of Inorganic Chemistry; 2ª ed.; Butterworths; Londres 1971.         [ Links ]

6. Commission on the Nomenclature of Inorganic Chemistry; IUPAC - Nomenclature of Inorganic Chemistry: Recommendations 1990; Leigh, G.J., Ed.; Blackwell; Oxford 1990.         [ Links ]

7. Chagas, A. P.; Quim. Nova 1995, 18, 398.         [ Links ]

8. IUPAC Commission on the Nomenclature of Inorganic Chemistry; Pure Appl. Chem. 1997, 69, 2471.         [ Links ]

9. "Formulário Ortográfico: Instruções para a Organização do Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa". IN: Ferreira, A. B. de H.; Novo Dicionário Brasileiro da Língua Portuguesa (2ª ed.), Editora Nova Fronteira; Rio de Janeiro 1986; pp. viii-xiii, com comentários e correções inclusive.         [ Links ]

10. Notícias SPQ; Química 1993, 51, 9.         [ Links ]

11. Ferreira, A. B. de H.; Novo Dicionário Brasileiro da Língua Portuguesa; 2a ed.; Editora Nova Fronteira; Rio de Janeiro 1986.         [ Links ]

12. Chatt, J.; Pure & Appl. Chem. 1979, 51, 381.         [ Links ]

13. IUPAC Commission on Atomic Weights and Isotopic Abundances; Pure Appl. Chem. 1998, 70, 237.         [ Links ]

14. Fluck, E.; Pure & Appl. Chem. 1988, 60, 431.        [ Links ]

 

 

 

romeu@dq.ufscar.br.; aecio@iqm.unicamp.br.

* Proposta aprovada pelo CBAQ - Comitê Brasileiro para Assuntos de Química junto à IUPAC.

# A tabela mencionada não será aqui reproduzida.

No texto original refere-se à Tabela 2, não reproduzida. Na Tabela 2 do presente artigo estes nomes estão citados.

A grafia com inicial maiúscula está no texto original.

§ Tabela referida e não reproduzida (vide ref. 11). Na Tabela 2 do presente artigo estes elementos estão indicados da mesma maneira.

I Note que nas regras NI, item 11.3, a forma preferida é trício. A forma trítio tem sido a mais utilizada.