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Fitopatologia Brasileira

Print version ISSN 0100-4158On-line version ISSN 1678-4677

Fitopatol. bras. vol.32 no.1 Brasília Jan./Feb. 2007

http://dx.doi.org/10.1590/S0100-41582007000100011 

COMUNICAÇÕES COMMUNICATIONS

 

Controle biológico de Monosporascus cannonballus com Chaetomium

 

Biological control of Monosporascus cannonballus by Chaetomium

 

 

Rui S. JúniorI; Roberto BeltránII; Antonio VicentII; Josep ArmengolII; José García-JiménezII; Érika V. MedeirosI

IUniversidade Federal Rural do Semi-Árido, Cx. Postal 137, CEP 59625-900, Mossoró, RN, Brasil, e-mail: jrrui@hotmail.com
IIInstituto Agroflorestal Mediterráneo, Universidad Politécnica de Valencia, Camino de Vera s/n, 46022, Valencia, Espanha

 

 


RESUMO

O colapso do meloeiro (Cucumis melo), causado por Monosporascus cannonballus, é uma das principais enfermidades que acometem esta olerícola. O presente trabalho objetivou estudar o potencial do controle biológico de M. cannonballus com Chaetomium. Substrato infestado com 0,5; 1; 2; 4 e 8 x 105 UFC g-1 de Chaetomium foi colocado em bandejas, nas quais sementes de meloeiro do tipo Pele de Sapo cv. PS 1430 foram semeadas após duas semanas de incubação. As mudas obtidas foram transplantadas para vasos com substrato semelhante, sendo que neste momento o substrato foi infestado com mais 2,5 x 104 UFC g-1 de Chaetomium por vaso e 20 UFC g-1 de substrato de M. cannonballus. Três testemunhas foram utilizadas, uma infestada apenas com Chaetomium, outra somente com M. cannonballus e testemunha absoluta. O delineamento estatístico foi inteiramente casualizado com cinco repetições. As avaliações foram efetuadas aos 45 dias após o transplante, sendo calculado o índice geral de doença e o percentual de controle. O valor do índice geral de doença variou conforme o aumento da concentração de Chaetomium, sendo os menores valores encontrados para os tratamentos 4 e 8 x 105 UFC g-1de Chaetomium equivalentes a 0,9 e 0,6, respectivamente. A análise estatística demonstrou que os tratamentos correspondentes a 4 e 8 x 105 UFC g-1 de Chaetomium foram mais eficientes, diferindo dos demais, com percentual de controle superior a 55 %, evidenciado o potencial de Chaetomium no controle de M. cannonballus.

Palavras-chave adicionais: Colapso do meloeiro, Cucumis melo.


ABSTRACT

Melon collapse caused by Monosporascus cannonballus is one of the main diseases that affect this cucurbit. The objective of this research was to study the biological control of M. cannonballus by Chaetomium. Infested substrates with 0.5, 1, 2, 4 and 8 x 105 CFU g-1 were introduced in plates where seeds of melon type Piel de Sapo cv. PS 1430 were sowed in seeding trays after two weeks of incubation. The seedlings were transplanted to pots with a similar substrate, infested additionally with 2.5 x 104 CFU of Chaetomium per gram and 20 CFU of M. cannonballus per gram of substrate. Three controls were considered: one infested with Chaetomium alone, another with M. cannonballus and one without any treatment. The experimental design was completely randomized with five replicates. General disease index and control percentage were evaluated forty-five days after transplant. The General disease index varied according to the increased Chaetomium concentration. The results demonstrated that 4 and 8 x 105 CFU of Chaetomium g-1 were equivalent to 0.9 and 0.6, respectively. The statistical analysis showed that 4 and 8 x 105 CFU g-1 of Chaetomium concentration were the most efficient treatments, with control percentage higher than 55 %, indicating the potential of Chaetomium to control M. cannonballus.

Additional Keywords: Melon collapse, Cucumis melo.


 

 

Dentre as principais doenças radiculares que afetam a produção comercial de meloeiro (Cucumis melo L.) em todo o mundo, destaca-se a ocasionada pelo ascomiceto Monosporascus cannonballus Pollack & Uecker (Martyn & Miller, 1996). Tal enfermidade recebe a denominação de "colapso" ou "morte súbita", sendo considerada um dos fatores limitantes ao cultivo desta cucurbitácea. M. cannonballus encontra-se descrito em diversos países produtores de melão, como: Japão, Israel, Espanha, Estados Unidos, Índia, Líbia, Paquistão, Tunísia, Taiwan (Martyn & Miller, 1996), Arábia Saudita, Guatemala (Cohen et al., 1999), Honduras, México e Itália (Sales Jr. et al., 2002), sendo que recentemente foi detectado no Brasil, nos estados do Rio Grande do Norte e Ceará (Sales Jr. et al., 2004).

M. cannonballus se adapta bem a climas áridos e semi-áridos devido às suas características termófilas e, sendo assim, o Nordeste brasileiro é um excelente ambiente para o desenvolvimento de tal patógeno devido às condições climáticas que garantem altas temperaturas. Por este motivo, a solarização do solo, como uma estratégia isolada, é incapaz de controlar esta enfermidade (Reuveni et al., 1983). Não obstante, a sua utilização em combinação com brometo de metila mostrou-se mais eficiente (Cohen et al., 2000). Porém, sua produção e comercialização serão proibidas a partir de 31 de dezembro de 2006, pela Instrução Normativa Conjunta de 10 de setembro de 2002 (MAPA, 2006).

O controle químico de M. cannonballus tem sido pouco efetivo (Cohen et al., 1999). Métodos de controle cultural vêm sendo estudados, entre eles a utilização de enxerto de meloeiro sobre abóbora (Cucurbita spp.) (Cohen et al., 2000) e a eliminação de restos de cultivo, para evitar o aumento do nível de inóculo no solo (Stanghellini et al., 2004).

A utilização de antagonistas no controle de M. cannonballus é pouco evidenciada, ainda que os resultados em laboratório e em casa de vegetação são promissores. Sanz et al. (1998) e Zhang et al. (1999) demonstraram o potencial de espécies de Trichoderma spp. para o controle deste fitopatógeno. Este se baseia na ação antagônica interespecífica, ou por meio de competição pelo tecido da planta que, uma vez colonizado, não permitem a infecção por parte das espécies fitopatogênicas, além da ação direta por meio dos mecanismos de micoparasitismo.

Dentre os fungos antagonistas utilizados no controle biológico de patógenos radiculares podemos citar Chaetomium sp., ascomiceto que atua como colonizador do solo e de substratos que contenham celulose. Segundo Hubbard et al. (1982), o tratamento de sementes com Chaetomium globosum Kunze reduz os danos produzidos pelo ataque de Pythium spp. Di Pietro et al. (1992) constataram a eficiência de C. globosum como agente de biocontrole contra o tombamento de plântulas em beterraba (Beta vulgaris L.) causado por Pythium ultimum Trow. Neste mesmo estudo, detectou-se que a atividade antagonista deste fungo se deve a produção de substâncias antibióticas, entre as quais se encontram o BHT e a chaetomina.

O presente trabalho teve como objetivo avaliar a eficiência de Chaetomium no controle de M. cannonballus e foi realizado em casa de vegetação da Universidad Politécnica de Valência (UPV), Valência, Espanha. O isolado de M. cannonballus M1, isolado de raízes de abóbora, Cucurbita moschata L., procedente de Alboraya, Espanha, patogênico a melão (Sales Jr. et al., 2002) e um isolado de Chaetomium obtido a partir de raízes de meloeiro procedente de Almenara, Castellón, Espanha), foram utilizados no estudo.

Os inóculos foram produzidos em substrato artificial contendo areia e flocos de aveia na proporção 1000:91,5 (v/p) (Sales Jr. et al., 2002). Posteriormente, foi calculado o número de unidades formadoras de colônia (UFC) por grama de solo (Dhingra & Sinclair, 1985).

Sementes de meloeiro do tipo Pele de Sapo cv. PS 1430 foram semeadas em bandejas de polietileno contendo substrato composto por areia e turfa esterilizadas em autoclave na proporção 1:1 (v/v), no qual foram aplicadas as seguintes concentrações de Chaetomium: 0,5; 1; 2; 4 e 8 x 105 UFC bandeja-1, havendo 40 plantas por bandeja. As mesmas foram mantidas em casa de vegetação com condições controladas de temperatura (25 a 30 ºC) e a umidade do substrato foi mantida próxima a capacidade de campo. Duas semanas após a semeadura as mudas foram transplantadas para vasos contendo 2 L de substrato de composição semelhante ao utilizado nas bandejas nas quais foram aplicadas mais 2,5 x 104 UFC g-1 de substrato de Chaetomium por recipiente e 20 UFC g-1 de substrato de M. cannonballus (Sales Jr. et al., 2002). Testemunhas foram preparadas aplicando-se no substrato, no ato do transplantio das mudas, apenas Chaetomium (2,5 x 104 UFC g-1 de substrato), apenas M. cannonballus (20 UFC g-1 de substrato) e sem aplicação de qualquer um dos organismos em estudo. Após o transplantio e infestação das plantas, estas foram mantidas em casa de vegetação nas mesmas condições descritas.

O experimento foi conduzido em delineamento inteiramente casualizado com oito tratamentos e cinco repetições, sendo a parcela experimental constituída de uma planta por vaso.

Após 45 dias do transplantio, as plantas foram extraídas dos vasos e as raízes lavadas em água corrente para eliminar os restos de terra aderidos. Em seguida, foi avaliada a sanidade, utilizando uma escala de notas de 0 (hipocótilo, raiz primária e raízes secundárias sadias), 1 (hipocótilo, raiz primária e raízes secundárias com leve pardeamento), 2 (hipocótilo, apresentando pardeamento moderado e redução do córtex ao redor do cilindro vascular; na raiz primária observa-se um pardeamento moderado com algumas pequenas lesões; as raízes secundárias apresentam pardeamento moderado e verifica-se redução do sistema radicular), 3 (hipocótilo com pardeamento acentuado e os vasos expostos; na raiz primária observa-se um pardeamento acentuado e lesões abundantes; as raízes secundárias apresentam um pardeamento acentuado e redução do sistema radicular de 25-50%) e 4 (hipocótilo danificado, em alguns casos sua consistência é branda, o córtex ausente e o sistema vascular completamente exposto; a raiz primária danificada com áreas necróticas; as raízes secundárias muito afetadas, com necroses abundantes e redução do sistema radicular superior a 50%) (Sales Jr. et al., 2001). Outra variável analisada foi o índice geral de doença (IGD) com média dos valores obtidos para o hipocótilo, raiz principal e raízes secundárias. Utilizando-se o modelo de Abbott (1925), onde eficiência = (T-t)*100/T, sendo T a testemunha e t o tratamento.

Após a avaliação visual foi realizado o isolamento dos fungos das raízes em meio BDA (Batata-Dextrose-Agar) adicionado de 500 mg L-1 de estreptomicina. Um total de oito fragmentos de isolamento, preferencialmente das zonas afetadas, foram efetuados por planta. As placas foram mantidas por 3-5 dias a 25-27 ºC, quando avaliou-se a freqüência de reisolamento de M. cannonballus.

Os dados obtidos foram transformados em Öx +1, e submetidos à análise de variância. As médias foram comparadas pelo teste de Tukey ao nível de 5% de probabilidade.

Pela análise do sistema radicular das plantas de meloeiro, mediante a utilização de uma escala de notas, verificou-se redução dos danos com o aumento da concentração de UFC de Chaetomium, em comparação aos danos na testemunha cujo substrato recebeu aplicação isolada de M. cannonballus (Tabela 1). Os valores de IGD apresentaram tendência similar, com limites entre 2,3 para a infestação isolada do substrato com M. cannonballus e 0,5 para infestação isolada com Chaetomium (Tabela 1). As raízes das plantas inoculadas com M. cannonballus tiveram redução considerável de volume quando comparada com aquelas plantas desenvolvidas em substrato infestado com Chaetomium. Observou-se também que o volume de raiz das plantas desenvolvidas nos substratos infestados com Chaetomium foram visualmente similares ao da testemunha absoluta (Figura 1).

 

 

Os tratamentos correspondentes às infestações do substrato com Chaetomium nos níveis de 4 e 8 x 10-5 UFC tiveram valores de IGD iguais ou inferiores a 1,0, valor próximo ao obtido na testemunha absoluta (IGD = 0,0).

A redução observada nos valores de IGD conforme o aumento da concentração de Chaetomium evidenciou o seu efeito de proteção ao sistema radicular. O baixo valor de IGD obtido no tratamento correspondente a aplicação isolada de Chaetomium (0,5) (Tabela 1) demonstrou que o mesmo não apresenta nenhum grau de patogenicidade ao meloeiro.

A análise estatística dos dados transformados pela fórmula de Abbott (1925) detectou diferença significativa entre os tratamentos. Os tratamentos onde as plantas receberam 4 e 8 x 10-5 UFC de Chaetomium na sementeira não diferiram estatisticamente entre si, porém foram superiores aos demais (Tabela 1) com eficiência de controle superior a 55 %, quando comparados à infestação isolada com M. cannonballus. Os menores valores de eficiência de controle foram obtidos nas infestações com 5 x 104 e 1 x 105 UFC de Chaetomium, 7,65 e 15,9, respectivamente, (Tabela 1).

Di Pietro et al. (1992) verificaram que as concentrações de 0,1 e 1 x 105 UFC g-1 de substrato de C. globosum foram eficientes no controle de P. ultimum em beterraba. No entanto, no presente trabalho, níveis de controle satisfatórios só foram obtidos a partir de 4 x 105 UFC de Chaetomium por grama de substrato. No substrato infestado com 0,5 x 10-5 UFC de Chaetomium não foi possível o seu reisolamento a partir das raízes, possivelmente, devido a estas encontrarem-se severamente atacadas por M. cannonballus.

Nenhuma planta desenvolvida em substrato infestado com Chaetomium apresentou sintomas de colapso de ramas, evidenciando que a inoculação de raízes de meloeiro com Chaetomium pode evitar que M. cannonballus ocasione danos mais severos às raízes de meloeiro.

Walter & Gindrat (1987) observaram que o tratamento de sementes de beterraba com ascosporos de C. globosum exercia importante ação biocontroladora frente ao tombamento de plântulas causado por Phoma betae A.B. Frank, P. ultimum e Rhizoctonia solani J.G. Kühn, reduzindo assim os danos produzidos em pré e pós-emergência nas câmaras de cultivo. Knudsen et al. (1995) verificaram que Chaetomium controlou Fusarium culmorum (W.G. Sm.) Sacc. em trigo (Triticum aestivum L.), via tratamento de sementes. Entretanto, este é o primeiro relato do potencial de Chaetomium para o controle M. cannonballus.

Neste trabalho ficou evidenciado que a infestação de substrato com 4 e 8 x 105 UFC g-1 de Chaetomium propiciou o controle do patógeno. Como mais de 50% do melão produzido nos agropólos mencionados são produzidos via mudas, a adoção desta técnica de infestação pode ser viabilizada. Ainda assim, recomenda-se que novos estudos de biocontrole, com este e outros antagonistas, sejam realizados na região, com isolados autóctones, para que se possam obter resultados mais consistentes e consequentemente aumentar a possibilidade de, no futuro, se utilizar produtos biológicos no controle de fitopatógenos radiculares.

 

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Recebido 06 Fevereiro 2006 - Aceito 30 Novembro 2006 - FB 6008

 

 

Autor para correspondência: Rui Sales Júnior

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