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Fitopatologia Brasileira

versão impressa ISSN 0100-4158versão On-line ISSN 1678-4677

Fitopatol. bras. v.32 n.4 Brasília jul./ago. 2007

http://dx.doi.org/10.1590/S0100-41582007000400009 

COMUNICAÇÕES COMMUNICATIONS

 

Reação de Brachiaria spp. e Panicum maximum a Pratylenchus brachyurus

 

Host status of Brachiaria spp. and Panicum maximum to Pratylenchus brachyurus

 

 

Mário M. Inomoto; Andressa C.Z. Machado; Sonia R. Antedomênico

Departamento de Entomologia, Fitopatologia e Zoologia Agrícola, ESALQ, Universidade de São Paulo, Cx. Postal 9, CEP 13418-900, Piracicaba, SP, Brasil, e-mail: mminomot@esalq.usp.br

 

 


RESUMO

O sistema plantio direto é utilizado em extensas áreas agrícolas do Brasil, condição que pode propiciar o aumento dos danos causados pelos fitonematóides na cultura principal, na dependência da reação das plantas utilizadas como coberturas vegetais. O capim-colonião (Panicum maximum) e as braquiárias (Brachiaria spp.) podem ser utilizadas em áreas infestadas por Meloidogyne incognita e M. javanica, pois não são hospedeiras dessas espécies, mas sua resposta ao nematóide Pratylenchus brachyurus tem sido pouco estudada. Por essa razão, dois experimentos de casa de vegetação foram realizados, com o objetivo de caracterizar a reação de cinco espécies e um híbrido de braquiária [Brachiaria decumbens, B. brizantha, B. humidicola, B. dyctioneura, B. ruziziensis e capim 'Mulato' (B. ruziziensis x B. brizantha)] e dois cultivares de P. maximum ('Mombaça' e 'Tanzânia') ao nematóide P. brachyurus. Os experimentos foram semelhantes, diferindo pela origem dos isolados de P. brachyurus, Pb20 oriundo de raízes de quiabeiro e Pb24 de algodoeiro. A população final dos nematóides do substrato e das raízes foi avaliada 118 dias após a inoculação para Pb20 e 131 dias para Pb24. Os resultados mostraram que todas as poáceas testadas hospedam P. brachyurus, mas em diferentes graus. Capim-colonião e capim 'Mulato' mostraram ser bons hospedeiros de P. brachyurus, com fator de reprodução (FR = Pf/Pi) entre 4,96 e 12,17 para Pb20 e entre 10,38 e 13,18 para Pb24, devendo assim ser evitados como coberturas vegetais em campos infestados com esse nematóide. Por seu turno, B. dyctioneura provou ser mau hospedeiro de P. brachyurus, com FR = 1,01 – 1,32.

Palavras-chave adicionais: cobertura vegetal, nematóide das lesões, plantio direto.


ABSTRACT

No-tillage system has been used in many agricultural areas of Brazil, creating conditions that may increase the damage caused by phytonematodes in the main crops, depending on the host status of the plants used as cover crops. Guinea grass (Panicum maximum) and brachiaria grasses (Brachiaria spp.) are useful in areas infested by root-knot nematodes, because they are non-hosts or poor hosts of Meloidogyne incognita and M. javanica, but host status of these grasses for Pratylenchus brachyurus has scarcely been studied. Therefore, two greenhouse experiments were carried out in order to characterize the host status of five species and one hybrid of brachiaria grasses [Brachiaria decumbens, B. brizantha, B. humidicola, B. dyctioneura, B. ruziziensis, and Mulato grass (B. ruziziensis x B. brizantha)], and two cultivars of P. maximum ('Mombaça' and 'Tanzânia') for P. brachyurus. The experiments were similar to each other, except in the origin of the nematode population, Pb20 coming from okra roots and Pb24 from cotton roots. Final nematode populations from substrate and roots were estimated 118 days after inoculation for Pb20 and 131 days for Pb24. Results showed that all the tested grasses host P. brachyurus, but at different degrees. Guinea grass and Mulato grass appeared to be good hosts of P. brachyurus, with a reproduction factor (RF = Pf/Pi) ranging from 4.96 to 12.17 for Pb20 and from 10.38 to 13.18 for Pb24: thus they should be avoided as cover crops in fields infested with the nematode. Conversely, B. dyctioneura proved to be a poor host of P. brachyurus, with RF = 1.01 – 1.32.

Additional keywords: cover crop, lesion nematode, no-tillage.


 

 

A introdução e adaptação do sistema plantio direto (SPD) às condições do cerrado brasileiro, nas décadas de 1980 e 1990, foi das mais relevantes transformações tecnológicas da nossa agricultura. Graças ao SPD, questões ligadas à atividade agrícola que até então afetavam negativamente sua sustentabilidade econômica, tais como perda de fertilidade natural do solo, assoreamento de rios e deficiência hídrica durante o veranico, foram em grande medida contornadas ou mesmo resolvidas. Entretanto, a rotação de culturas nas áreas produtoras sob o SPD criou uma questão técnica a mais: as conseqüências de várias culturas utilizadas para obtenção de palhada, as chamadas culturas de cobertura, serem hospedeiras de nematóides daninhos à cultura principal.

Dentro desse contexto, as poáceas forrageiras Panicum maximum Jacq. (capim-colonião) e Brachiaria spp. (braquiárias) são novas e promissoras fontes de palhada para o SPD, devido à produção de grande quantidade de matéria seca (Kluthcouski et al., 2003) e à capacidade de suprimir os nematóides das galhas (Brito & Ferraz, 1987; Dias-Arieira et al., 2003) e o nematóide reniforme (Asmus & Cargnin, 2005). No entanto, pouco se conhece sobre a reação dessas plantas ao nematóide Pratylenchus brachyurus (Godfrey) Filipjev & S. Stekhoven, espécie presente nas principais regiões produtoras de culturas anuais do Brasil. No único estudo feito a respeito em casa de vegetação, Charchar & Huang (1980) verificaram, três meses após a inoculação de P. brachyurus, pequeno aumento populacional do nematóide em P. maximum (2,35 x) e Brachiaria decumbens Stapf. (1,18 x).

Tendo em vista o quadro acima apresentado, dois experimentos foram realizados em casa de vegetação, com o objetivo de avaliar a reação hospedeira de P. maximum e braquiárias a P. brachyurus. Os experimentos foram idênticos, exceto pela origem do nematóide, isolado Pb20, originário de raízes de quiabeiro [Abelmoschus esculentus (L.) Moench] coletado no município de Seropédica (RJ), e isolado Pb24, de raízes de algodoeiro (Gossypium hirsutum L.) coletado no município de Itiquira (MT), e pela duração do período experimental, 118 dias (Pb20) vs 131 dias (Pb24).

Oito materiais vegetais foram testados, incluindo cinco espécies e um híbrido de braquiária [Brachiaria decumbens Stapf., B. brizantha (Hochst. ex A. Rich) Stapf., B. humidicola (Rendle) Schweickt, B. dyctioneura (Fig. & De Not.) – segundo alguns autores B. humidicola 'Dyctioneura', B. ruziziensis Germain & Evrard, e capim 'Mulato' (B. ruziziensis clone 44-6 x B. brizantha CIAT 6292)] e dois cultivares de P. maximum ('Tanzânia' e 'Mombaça'). Para obtenção das plântulas, foi feita sementeira (8 de junho de 2005) em recipientes plásticos de 11 cm de diâmetro contendo 450 cm3 de substrato de textura médio-arenosa, obtido pela mistura de solo e areia, resultando em material com as seguintes características: pH 6,1; 17 g de matéria orgânica/ litro; 74 % de areia, 6 % de silte e 20 % de argila; e desinfestado com vapor (121 ºC por 2 horas). A germinação se deu cinco a sete dias após a semeadura e o transplante, para copos plásticos de 8 cm de diâmetro e contendo 400 cm3 do mesmo substrato, 16 dias após a semeadura, na proporção de três plântulas por copo. Plantas de soja (Glycine max) 'Pintado' e Crotalaria spectabilis Roth. 'Comum' foram obtidas por semeadura direta nos copos e posterior desbaste, deixando três por copo, para serem utilizadas como plantas padrões, a primeira como boa hospedeira e a segunda como má hospedeira.

Os inóculos de Pb20 ou Pb24 foram suspensões aquosas obtidas por meio do processamento, pelo método do funil de Baermann modificado para recipiente raso (Hooper, 1986), de raízes de milho (Zea mays L.) e quiabeiro infectadas com aqueles isolados e mantidos em casa de vegetação. As inoculações foram feitas 21 e 22 dias após a semeadura para cada um dos isolados (29 de junho de 2005 para Pb20 e 30 de junho para Pb24), pela introdução de 2 ml das suspensões, contendo a população inicial (Pi) de 270 espécimes, entre fêmeas e juvenis, em dois orifícios, um com 2 cm de profundidade, outro com 4 cm e localizados a 1 cm de distância das plantas. Conforme relato acima, o término do experimento 1 (Pb20) se deu 118 dias após a inoculação e do experimento 2 (Pb24), 131 dias após a inoculação. A avaliação foi feita pelo processamento do solo (Jenkins, 1964) e das raízes (Coolen & D'Herde, 1972) e pela contagem dos nematóides, com auxílio de lâmina de Peters e sob microscópio óptico, para estimativa da população final (Pf).

O delineamento dos dois experimentos foi inteiramente ao acaso, com dez tratamentos (soja, C. spectabilis, cinco espécies e um híbrido de Brachiaria, e duas cultivares de P. maximum,) e seis repetições. As variáveis submetidas à análise de variância foram o fator de reprodução do nematóide (FR = Pf/Pi) e o número de nematóides por grama de raízes frescas (Nem./ g). A comparação das médias foi feita por meio do teste de Tukey (P = 0,05); as forrageiras semelhantes à soja foram consideradas boas hospedeiras de P. brachyurus e as semelhantes a C. spectabilis, más hospedeiras.

Com exceção de C. spectabilis, que suprimiu por completo P. brachyurus, todas as plantas testadas permitiram o aumento populacional do nematóide (FR > 1,0). No experimento 1, ambas cultivares de P. maximum ('Tanzânia' e 'Mombaça') e o capim 'Mulato' foram considerados bons hospedeiros de P. brachyurus, pela comparação de seus FR com o da soja; por seu turno, B. dyctioneura foi considerado mau hospedeiro. Entretanto, com base na variável Nem./ g, apenas P. maximum 'Tanzânia' se equivaleu à soja e nenhuma forrageira a C. spectabilis (Tabela 1).

 

 

No experimento 2, todas as forrageiras se colocaram em posição intermediária à soja e a C. spectabilis, com base nas duas variáveis (Tabela 1). Entre as forrageiras, os maiores FR foram obtidos em ambos os genótipos de P. maximum ('Tanzânia' e 'Mombaça') e no capim 'Mulato', em concordância com o experimento 1, além de B. brizantha e B. decumbens. As demais forrageiras, a saber, B. ruziziensis, B. humidicola e B. dyctioneura, permitiram aumento populacional de Pb24 em grau inferior ao grupo citado acima. Utilizando a variável Nem./ g na comparação entre as forrageiras, elas seriam agrupadas de maneira ligeiramente diferente, principalmente com B. ruziziensis se diferenciando de B. humidicola e B. dyctioneura, e formando em conjunto com B. decumbens um grupo com valores significativamente superiores. Esta forrageira, por seu turno, diferenciou-se dos genótipos de P. maximum ('Tanzânia' e 'Mombaça') com base na variável Nem./ g.

Os resultados acima descritos abrem espaço para alguns pontos de discussão. O primeiro se refere à maior afinidade de Pb24 com a soja, B. decumbens e B. brizantha em comparação ao isolado Pb20. Os menores FR e Nem./ g de Pb20 (média de FR e Nem./ g de todos os tratamentos = 4,50 e 40 respectivamente) em relação a Pb24 (médias = 11,64 e 196) poderiam ser atribuídos, ao menos em parte, à duração dos experimentos (118 vs 131 dias). Entretanto, as diferenças entre os isolados ocorreram com maior intensidade na soja (FR e Nem./ g de Pb20 = 10,69 e 198 vs 59,66 e 1.434 para Pb24), em B. decumbens (FR e Nem./ g de Pb20 = 1,79 e 9 vs 5,65 e 44 para Pb24) e em B. brizantha (FR e Nem./ g de Pb20 = 3,50 e 21 vs 9,71 e 83 para Pb24) que nas demais forrageiras (média de FR e Nem./ g de Pb20 = 4,85 e 29 vs 6,90 e 62 para Pb24). Além disso, a soja diferenciou-se de P. maximum 'Tanzânia' para Pb24 nas duas variáveis, mas não para Pb20; e B. decumbens se alinhou com B. dyctioneura entre as forrageiras com menor FR para Pb20, mas com P. maximum entre as forrageiras com maior FR para Pb24. Portanto, verificaram-se indícios de variação de agressividade em P. brachyurus para B. decumbens, soja e B. brizantha, reforçando as conclusões de trabalhos anteriores. Machado (2006) e Siqueira & Inomoto (2006) já haviam demonstrado em populações de P. brachyurus do Brasil a existência de variação de agressividade para cultivares de algodoeiro e feijoeiro caupi [Vigna unguiculata (L.) Walp.].

O segundo ponto trata do uso das variáveis FR e Nem./ g para a caracterização das forrageiras no presente trabalho. Do ponto de vista do seu uso no manejo de fitonematóides, a variável FR apresenta provavelmente maior validade, pois representa o efeito da forrageira no seu aumento populacional ou, se fosse o caso, na sua supressão. A variável Nem./ g apresenta um defeito em sua origem, qual seja a influência do desenvolvimento das raízes no resultado obtido, e apresenta maior validade em trabalhos de campo, pois nesses não é possível estimar o FR. No presente trabalho, na maior parte das vezes houve concordância entre as variáveis, mas a diferente interpretação que se daria aos resultados de P. maximum 'Tanzânia' em relação ao capim Mulato, conforme se use FR ou Nem./ g, demonstra que elas não são perfeitamente equivalentes.

O terceiro ponto se refere ao elevado aumento populacional de P. brachyurus propiciado por parte das forrageiras testadas, com base nos valores de FR obtidos nos dois experimentos, cada um deles com diferente isolado do nematóide. Em termos práticos, embora o comportamento das forrageiras em condições de campo possa ser diferente dos observados em casa de vegetação, os presentes resultados demonstraram que seu uso em áreas infestadas com P. brachyurus apresenta considerável risco de elevar a densidade desse nematóide no solo. Em particular, as duas cultivares de P. maximum testadas ('Tanzânia' e 'Mombaça'), o capim 'Mulato' (B. ruziziensis x B. brizantha) e, em menor grau, B. brizantha e B. decumbens - pois as respostas de ambas variaram conforme o isolado do nematóide, são as forrageiras com maior risco de produzir tal evento. Merece destaque que o capim 'Mulato' se comportou como melhor hospedeiro de P. brachyurus que seus parentais, e que ficou mais próximo a B. brizantha que de B. ruziziensis. Os resultados obtidos concordam parcialmente com os de Charchar & Huang (1980) para P. maximum e B. decumbens, pois os valores de FR obtidos no presente trabalho foram maiores que os verificados por esses autores (respectivamente 2,35 e 1,18).

Em conclusão, apesar de o uso de P. maximum e Brachiaria spp. na supressão de Meloidogyne incognita (Kofoid & White) Chitwood, M. javanica (Treub) Chitwood e Rotylenchulus reniformis Linford & Oliveira ter sido chancelado pelos relatos de Asmus & Cargnin (2005), Brito & Ferraz (1987) e Dias-Arieira et al. (2003), é preciso levar em conta o efeito sobre P. brachyurus como externalidade negativa capaz de comprometer os resultados dessa técnica de manejo dentro do SPD. Nesse sentido, os presentes resultados demonstraram que B. dyctioneura, se não apresenta capacidade de suprimir P. brachyurus do solo, deve ser considerada, entre as forrageiras testadas, a opção com menor risco de elevar excessivamente a densidade de P. brachyurus no solo. Em especial, tais informações serão úteis no manejo de P. brachyurus nas culturas do algodão e da soja na região central do Brasil, em que a incidência do nematóide tem sido crescente. Em levantamentos realizados em áreas produtoras de algodão no ano de 2002, P. brachyurus foi encontrado em 94 % de 623 amostras coletadas em municípios de Mato Grosso (Silva et al., 2004) e em 59 % de 104 amostras do Mato Grosso do Sul (Asmus, 2004). Na cultura da soja, P. brachyurus tem sido motivo de grande preocupação pelos agricultores do Mato Grosso, pelas perdas causadas nos últimos anos (Silva & Pereira, 2003).

 

AGRADECIMENTOS

Os autores agradecem à Fundação Agrisus pelo apoio financeiro (Projeto PA-146-05).

 

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Recebido 15 Fevereiro 2007 - Aceito 13 Julho 2007 - FB 7016

 

 

Autor para correspondência: Mário M. Inomoto

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