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Revista Brasileira de Educação Médica

Print version ISSN 0100-5502

Rev. bras. educ. med. vol.37 no.4 Rio de Janeiro Out./Dec. 2013

http://dx.doi.org/10.1590/S0100-55022013000400006 

PESQUISA

 

Tutoria em escola médica: avaliação por discentes após seu término e ao final do curso

 

Mentoring program at medical school: student opinions after the program and at the course end

 

 

Maria Mônica Freitas Ribeiro; Ana da Fonseca Martins; Gilmar Tadeu de Azevedo Fidelis; Gustavo Costa Goulart; Luiz Carlos Molinari; Eduardo Carlos Tavares

Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, MG, Brasil

Endereço para correspondência

 

 


RESUMO

Na Faculdade de Medicina da UFMG, a tutoria, no formato mentoring, vincula-se ao Núcleo de Apoio Psicopedagógico ao Estudante e é atividade obrigatória. Como em outras escolas médicas, propõe ser um espaço de acolhimento ao estudante no início do ciclo profissional. O objetivo deste trabalho é avaliar, na visão do estudante, a relevância da tutoria em sua formação e as características comuns aos vários grupos. Foram aplicados questionários com perguntas fechadas e abertas aos estudantes do 6º, 11º e 12º períodos do curso médico, com análise descritiva dos resultados quantitativos e análise de conteúdo das questões abertas. Participaram da pesquisa 81% dos estudantes do sexto período e 51% do sexto ano. Houve controvérsia sobre a relevância da atividade, muitas vezes relacionada com obrigatoriedade e inadequação dos tutores, imediatamente após a mesma e ao final do curso. A necessidade de espaço para discutir temas não relacionados com a formação médica puramente técnica também foi salientada. Numa perspectiva geral, a tutoria é atividade importante no quadro curricular, mas é urgente aprimorar o programa, a seleção e a formação dos tutores.

Palavras-chave: Educação Médica; Educação de Graduação em Medicina; Tutores;Tutoria; Estudantes de Medicina.


ABSTRACT

The mentoring program at the Medical School of the Federal University of Minas Gerais is a compulsory subject in the undergraduate medical course. The purpose of mentoring program is to offer psychosocial support and career information early in the medical student's academic journey, thereby fostering their well-being, personal and professional growth. The objective of this work is to explore medical students'perceptions regarding the mentoring programs and to identify the common difficulties among the various groups. Medical students were invited to answer a structured questionnaire on perception, satisfaction and difficulties related to the program with closed and open-ended questions, for third and sixth year students, with descriptive and quantitative analysis. The third year students accounted for 81% and sixth year 51% of the participants.. There was a degree of controversy regarding the perceived relevance of the activity, with the compulsory nature of the program and inadequate tutors frequently reported immediately after the end of the course. The need for a space to discuss themes not related to the purely technical side of medical training was also underlined. From a general perspective, the mentoring program is an important part of the curriculum, but there is an urgent need to improve the program, selection and training of the mentors.

Keywords: Medical Education; Education, Medical, Undergraduate; Mentors; Mentorship; Medical Students.


 

 

INTRODUÇÃO

Com o intuito de oferecer uma formação integral ao estudante, que facilite sua trajetória no mundo acadêmico, muitas universidades desenvolvem redes de suporte ao aluno, ofertando serviços de apoio psicológico, médico, pedagógico e social.

Os programas de tutoria (mentoring) se inserem neste contexto, efetivando-se como um processo em que uma pessoa experiente e empática, o mentor ou tutor, orienta outro indivíduo, o aprendiz, em seu desenvolvimento pessoal e profissional, mediante uma interação baseada na confiança1. Guardada essa qualidade fundamental, as instituições interessadas em desenvolver este tipo de atividade podem viabilizá-la de várias maneiras2. Dentre as configurações possíveis está a escolha de um processo formal ou informal, individual ou coletivo, por um período predeterminado ou livre, de caráter voluntário ou obrigatório. O formato desta atividade deve respeitar as necessidades e objetivos do corpo discente e docente da faculdade, sempre visando à participação ativa dos envolvidos para que a relação seja bem-sucedida3.

Na Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), a tutoria é uma atividade acadêmica obrigatória no quinto período, terceiro ano do curso médico. Embora ofertada como disciplina, não se caracteriza como tal, pois seu programa não é predefinido, uma vez que sua proposta é ser um espaço de acolhimento ao estudante que inicia o ciclo profissional do curso. Não se vincula a um departamento, contando com um corpo docente constituído de professores de Medicina e outros profissionais da UFMG ou profissionais voluntários, muitos deles psicólogos. Sua realização no início do terceiro ano se justifica pelo fato de ser esse o momento do primeiro contato do estudante com o paciente, com todos os desafios dele decorrentes. A atividade está vinculada institucionalmente ao Núcleo de Apoio Psicopedagógico ao Estudante da Faculdade de Medicina (Napem), que é constituído por três eixos: assistência individual ao estudante, tutoria e a atividade artístico-cultural representada pelo Medcine (exibição de um filme, seguida de comentário e debate), que é atividade de extensão, aberta ao público externo à instituição.

A tutoria na FM-UFMG não é direcionada aos estudantes com dificuldades, mas visa acolher todos os estudantes. A liberdade na escolha dos temas para discussão permite compartilhar as angústias comuns ao início da atividade médica, com orientação de quem já vivenciou ou conhece as vivências de quem já passou por experiência semelhante. Ela difere de outros programas de tutoria existentes em escolas médicas do Brasil4 pelo fato de ser obrigatória e se situar num momento definido do curso médico, mas tem pressuposto básico semelhante, que é acolher o estudante, tornar menos árdua sua adaptação à escola médica, discutir temas que dificilmente teriam lugar na faculdade por falta de espaço no universo acadêmico.

A preocupação com aspectos psicológicos ligados à formação médica e à psicopatologia do estudante de Medicina e do médico é crescente e tem sido objeto de vários estudos5,6,7. Os programas de tutoria em escolas de Medicina têm se multiplicado desde 1990, principalmente nos Estados Unidos e Europa. Um trabalho de revisão que abrange o período de 2000-2008 conclui que, apesar de representarem um avanço na formação médica, os programas de tutoria precisam ser orientados para objetivos bem definidos e ser rigorosamente avaliados em termos de resultados positivos tanto para os tutores quanto para os tutorados2.

A tutoria é relativamente recente no Brasil, e trabalhos que avaliam a atividade têm sido publicados nos últimos anos. Tanto a pertinência da atividade quanto suas dificuldades são percebidas por tutores e tutorados4. Uma das dificuldades encontradas é a adesão do estudante8, problema que não existe quando a atividade é obrigatória, como acontece na escola em estudo. Entretanto, comentários de estudantes e professores a respeito da tutoria, tanto positivos quanto negativos, são ouvidos desde o seu início em 2001.

Este trabalho teve como objetivo verificar como a tutoria é percebida pelos estudantes e se tem cumprido seus propósitos. A avaliação ao final da tutoria tem sido feita, rotineiramente, em relatórios exigidos pelos tutores e tem sido favorável, em sua maioria. Entretanto, como se trata de uma avaliação feita para ser lida pelo próprio tutor do grupo, acredita-se que ela possa ser parcial. Considerou-se que a avaliação anônima, feita por todos os estudantes ao final da tutoria, poderia ser mais fidedigna. Com a avaliação ao final do curso, pretendeu-se verificar se, ao término de seu percurso na Faculdade de Medicina, o estudante mantinha a opinião sobre a tutoria e se em algum outro momento do curso sentiu necessidade de ter atividade semelhante.

 

MÉTODOS

Para a avaliação da tutoria foram utilizados formulários com respostas fechadas e questões abertas, respondidos pelos estudantes do sexto período e do sexto ano (11º e 12º períodos) do curso médico que aceitaram participar da pesquisa após a leitura do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. O projeto foi aprovado pelo Coep-UFMG (Parecer Etic 094/09). Todos os 480 estudantes, 160 de cada período, foram convidados a participar. O banco de dados foi organizado no Epi-data, e para análise estatística descritiva utilizou-se o SPSS. Dados qualitativos, resultantes das questões abertas, foram anotados e, após agrupamento, encontram-se relatados.

 

RESULTADOS

Os formulários foram preenchidos por 129 (80,6%) estudantes do sexto período e 164 (51,2%) dos 11º e 12º períodos. As perguntas formuladas aos estudantes encontram-se em anexo.

A tutoria foi considerada atividade relevante por 30% dos estudantes imediatamente após seu término e por 36% dos estudantes do último ano. Por outro lado, foi considerada perda de tempo ou obrigação para 32% e 15% dos estudantes, respectivamente, no sexto período e ao final do curso.

Ao final do curso de Medicina, 93% dos estudantes se lembravam da tutoria e 83% se lembravam de seus tutores; percentual equivalente de estudantes se lembrava de professores de outras disciplinas do quinto período, que é um período significativo na faculdade em virtude de ser o início do ciclo profissional.

O fato de ser uma atividade obrigatória favoreceu a frequência à mesma. Apenas 25% dos estudantes do sexto período e 34% do último ano teriam sido frequentes se ela não fosse obrigatória. Entretanto, é interessante notar que cerca da metade dos estudantes (45% do sexto período e 47% do último ano) afirmou que teria interesse em participar de uma continuidade da tutoria nos semestres subsequentes como atividade não obrigatória, sugerindo frequência quinzenal ou mensal para a mesma.

Os temas discutidos, em 60% das respostas dos estudantes no semestre seguinte à tutoria, foram propostos pelo grupo. A ordem de frequência em que foram discutidos se encontra na Tabela 1. A mesma tabela enumera os temas considerados importantes pelos estudantes ao final do curso para discutir com um tutor. Em comparação aos temas discutidos relatados pelos estudantes do sexto período, há um aumento na demanda por discussão a respeito da residência médica e do curriculum vitae.

 

 

Apenas os estudantes do sexto período foram questionados sobre a adequação do tutor, considerado adequado para 64% deles. O Quadro 1 apresenta as características que foram consideradas importantes para um tutor e as principais causas de inadequação do mesmo.

 

 

Em um espaço para opinião livre sobre a tutoria, os estudantes do último ano manifestaram motivos para a insatisfação a respeito da atividade, muitos deles relacionados aos tutores.

"Não conheço todos os tutores, mas o profissional que atendeu meu grupo não tinha formação para tal atividade. Era um bate-papo sem muito propósito."

"Minha tutoria foi muito ruim, pouco aproveitada por mim e pelo professor."

"O tutor deveria ser alguém interessado no desenvolvimento e crescimento do aluno ao longo do curso médico."

"[...] depende de um bom tutor para o curso, o que não ocorreu com a minha turma, onde discutíamos banalidades e apenas o que o tutor queria."
"Considero importante ter um tutor como escolha e não como obrigação."

Entre os estudantes dos 11º e 12º períodos, 43% desejavam que a tutoria tivesse sido contínua ao longo do curso, não obrigatória e com encontros mais espaçados, quinzenais ou mensais. Para suprir a necessidade de discutir temas relevantes e que não fazem parte das disciplinas regulares, alguns alunos relataram a existência de uma tutoria informal, sendo ressaltada a disponibilidade de professores, independentemente de disciplinas.

"Acho que deveríamos ter um tutor durante todo o curso (mesmo sem a disciplina) a quem pudéssemos recorrer e pedir orientações."

"É útil para o aluno expor suas dúvidas e inseguranças e buscar soluções para isso. Fiz tutoria com alguns professores fora do horário de aula."

"Tutor é diferente de uma disciplina de tutoria. Todos os professores em todas as disciplinas deveriam ser tutores."

"Acredito que um tutor seria importante durante todo o curso, principalmente no final."

"Penso que a tutoria tem muita importância no curso, mas talvez fosse mais interessante se fosse estruturada de forma um pouco diferente."
"Penso que cada aluno poderia ter um tutor para consulta durante todo o curso."

Aparece nos textos também a sugestão de tutoria com características de orientação profissional e menos psicopedagógica. Manifestam o desejo de que o tutor fosse alguém com conhecimento da profissão e temporalmente mais próximo, com vivência recente da realidade deles, como estudantes de períodos mais avançados ou recém-formados.

"Deve ter tutoria, mas não deve abordar temas não relacionados ao curso."

"Os professores devem estar mais bem preparados."

"O tutor poderia ser um professor conselheiro, aquele que iria direcionar nossas dúvidas em relação à vida acadêmica e à carreira que nos espera."

"É importante como alguém que, com uma visão ampla da realidade do médico e do curso de Medicina, pode aconselhar e orientar os acadêmicos na busca de seus objetivos."

"Seria oportuno um tutor que nos orientasse em relação a planejamento de carreira e mercado de trabalho, com menos ênfase em questões pessoais e psicológicas dos alunos."
"Acho muito importante e esperaria que, ele sendo da área, pudesse me ajudar com as minhas dificuldades, repassando a experiência dele com troca de ideias."

 

DISCUSSÃO

Os resultados encontrados mostram algumas divergências de opinião dos estudantes em relação à tutoria nos dois momentos de avaliação considerados. É interessante notar que, ao final do curso, o percentual de estudantes que valoriza a tutoria é muito semelhante àquele encontrado entre os estudantes ao término da mesma, mas o percentual de estudantes que a considera perda de tempo diminuiu. Considerando que o estudo foi transversal, com diferentes estudantes e, também, envolvendo vários tutores diferentes, não é possível dizer se houve mudança de opinião com o tempo ou se ela existia desde a realização da atividade. O desejo de ter um tutor durante todo o percurso acadêmico, manifestado por percentual elevado de estudantes ao final do curso, e a redução no número de estudantes que consideraram a atividade uma perda de tempo apontam uma valorização da tutoria após seu término. O fato de o mesmo percentual de estudantes se lembrar dos seus tutores e de outros professores de disciplinas como Semiologia, que os introduziram na prática médica, sugere que a tutoria foi significativa para eles.

O despreparo e a inadequação do tutor, na ótica do estudante, aparecem como importantes motivos para a desvalorização da tutoria. O espaço livre para discussão, se não for bem aproveitado pelo tutor, gera insatisfação entre os estudantes, sempre muito ocupados com as atividades do curso e se sentindo devedores em relação ao excesso de demandas, para "perder" duas horas por semana em discussão de temas que não lhes interessam numa "sala de bate-papo". Quando a tutoria não é obrigatória, este é um motivo para absenteísmo8.

Um grupo de tutoria representa um espaço para troca de experiências que auxiliem na orientação do caminho acadêmico, considerando o desenvolvimento profissional e pessoal de seus integrantes. No entanto, um dos itens revelados pela pesquisa foi o desconforto gerado pela excessiva exposição de temas pessoais, bem como mau gerenciamento destes. Dados qualitativos apontaram que os estudantes não desejam a tutoria transformada em "terapia de grupo".

A supervisão dos tutores é um tema que tem sido muito discutido na literatura9,10, e os dados obtidos no relato dos estudantes confirmam essa necessidade.

Do mesmo modo, deveria ser discutido o perfil do tutor. Gonçalves e Bellodi11 definem que:

um tutor, com papel de mentor, é aquele que, por ser mais experiente, pode contribuir para a formação de um jovem iniciante, auxiliando-o no enfrentamento de problemas e nas escolhas e diferentes desafios encontrados ao longo do caminho de seu desenvolvimento. (p.502)

Idealmente, deveria ser mentor alguém que já tivesse trilhado o mesmo caminho, conhecesse os seus percalços, tivesse feito uma reflexão sobre o mesmo e disponibilidade para compartilhar a experiência com o iniciante. A inadequada valorização da tutoria pelas instituições, muitas vezes, tem tornado impossível um tutor que preencha todos esses requisitos. É indispensável ao tutor um preparo adequado, com conhecimento do curso se não tiver formação em Medicina e das dificuldades enfrentadas pelo estudante. Na ausência de tutores que tenham esse perfil, a participação de alunos mais adiantados no curso ou que já o terminaram e vivenciaram as dificuldades pressentidas pelo estudante poderia ser uma tentativa de suprir a falta de experiência do tutor não médico a respeito do percurso do estudante na faculdade.

A necessidade de orientação profissional ao longo do curso aparece sob a forma de demanda por tutoria que abordasse o percurso acadêmico e o mercado de trabalho e, também, no relato de tutoria informal com outros professores, com os quais os estudantes relatam discutir suas dúvidas em relação à carreira. Não por acaso, as angústias em relação ao futuro profissional imediato – como a residência médica e a seleção para a mesma, expressa na construção de um curriculum vitae – são os temas mais frequentemente citados como demanda para discussão entre os estudantes ao final do curso. A proximidade com os professores em disciplinas de prática no ciclo profissional, com carga horária alta e turmas pequenas, faz com que a tutoria informal seja uma realidade na faculdade em estudo, mas depende da disponibilidade e abertura do professor para exercê-la, não estando disponível para todos os estudantes. Esses outros espaços informais de suporte ao estudante são reconhecidos na literatura10 e devem ser considerados ao se avaliarem os resultados da atividade.

 

CONCLUSÃO

Pode-se afirmar que, embora valorizada pelos estudantes, há divergências de opinião a respeito da tutoria nos moldes em que ela é ofertada na FM-UFMG, revelando a urgência em aprimorar o programa e a seleção e formação dos tutores. Os estudantes manifestaram a necessidade de que o tutor seja um médico ou tenha conhecimento e vivência do curso de Medicina e do mercado de trabalho médico. A participação de estudantes de Medicina ou médicos recém-formados nos grupos de tutoria como cotutores poderia ser uma solução interessante quando o tutor não for médico.

 

REFERÊNCIAS

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6. Meleiro AMAS. O médico como paciente. São Paulo: Lemos Editorial; 2001.         [ Links ]

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8. Bellodi PL, Chebabo R, Abensur SI, Martins MA. Mentoring: Ir ou não Ir, Eis a Questão. Rev Bras Educ Med. 2011;35(2):237-45.         [ Links ]

9. Gonçalves MCN, Bellodi PL. Mentors also need support: a study on their difficulties and resources in medical ­schools. Sao Paulo Med J. 2012;130(4):252-8.         [ Links ]

10. Bellodi PL. Mentors, Students, and the Undergraduate Medical Course: A Virtuous Circle. Rev Bras Educ Med. 2011;35(3):382-8.         [ Links ]

11. Gonçalves MCN, Bellodi PL.Ser mentor em medicina: uma visão arquetípica das motivações e transformações na jornada. Interface Comun Saúde Educ. 2012;16(41): 501-14.         [ Links ]

 

 

ENDEREÇO PARA CORRESPONDÊNCIA:
Maria Mônica Freitas Ribeiro
Rua Ouro Fino, 215 apto. 801
Cruzeiro -Belo Horizonte
CEP. 30310-110 MG
E-mail: mmonica@medicina.ufmg.br

Recebido em: 30/04/2013
Reencaminhado em: 03/09/2013
Reencaminhado em: 25/10/2013
Aprovado em: 26/11/2013
CONFLITO DE INTERESSES: Declarou não haver.

 

 

CONTRIBUIÇÃO DOS AUTORES
Todos os autores participaram de todas as etapas do trabalho, desde a elaboração do projeto, obtenção e análise dos dados até a redação do artigo.

 

 

ANEXO: O instrumento utilizado está disponível para consulta em http://www.educacaomedica.org.br/anexos

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