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Revista Brasileira de Educação Médica

Print version ISSN 0100-5502On-line version ISSN 1981-5271

Rev. bras. educ. med. vol.40 no.2 Rio de Janeiro Apr./June 2016

http://dx.doi.org/10.1590/1981-52712015v40n2ed 

Editorial

Editorial

Olavo Franco Ferreira FilhoI 

IEditor-chefe da Revista Brasileira de Educação Médica.

Este segundo número da RBEM em 2016 traz, novamente, uma amostra da diversidade temática do campo da educação médica.

Temos um artigo que mostra os conhecimentos de professores, residentes e estudantes de Medicina a respeito da declaração de óbito, medidos pela aplicação de um questionário com questões de múltipla escolha. Nenhuma das categorias apresentou mais de 70% de acertos, mostrando a importância da educação médica continuada nas faculdades de Medicina acerca do preenchimento adequado desse importante documento médico.

Outro trabalho mostra a opinião de acadêmicos da área da saúde sobre a inserção do conteúdo de fitoterapia em seus cursos. A grande maioria não conhecia a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares, mas se mostrou favorável à inserção do conteúdo fitoterápico em seus currículos.

O artigo “Competências profissionais para o trabalho no Núcleo de Apoio à Saúde da Família” identificou que as competências são constituídas por oito domínios, encontrando-se dificuldades para operacionalizar as competências essenciais.

O artigo “Medicina como nova graduação: motivações, dificuldades e expectativas” demonstra que a busca por maior valorização pessoal e profissional, principalmente em termos de remuneração e empregabilidade, não alcançada no primeiro curso, foi o principal motivo de graduados se iniciarem na carreira médica.

Sant’Ana e Pereira destacam como facilitadores da atividade de preceptoria em serviço de emergência e urgência o bom relacionamento com a equipe multiprofissional e o interesse e a boa formação teórica dos estudantes. Enfatizam que os preceptores encontram muitas dificuldades no exercício de suas funções, principalmente de infraestrutura e boas condições de trabalho, além da falta de capacitação adequada. Como as Diretrizes Curriculares preveem que boa parte da carga horária do internato seja em setores de urgência e emergência, este trabalho traz importantes contribuições para o debate sobre a situação do ensino de urgência e emergência no País.

Forte e colegas e Lopes e colegas trazem o uso da tecnologia como facilitadora do processo de ensino-aprendizagem por meio de seus trabalhos “Portfólio reflexivo eletrônico: resultados de um projeto piloto” e “Análise comparativa da familiaridade e uso das TIC por alunos de Odontologia”, respectivamente. A tecnologia de informação e os hardwares tornam os conteúdos curriculares mais atrativos e dinâmicos para uma geração que não se separa das mídias eletrônicas.

A RBEM está com inúmeros artigos aprovados, e a fila de espera para editoração aumenta periodicamente. Assim, a proposta para agilizar a publicação desses artigos é aumentar, nos próximos dois números da revista, o número de trabalhos publicados. Desta maneira, nossa revista exercerá com mais rapidez o importante papel de divulgar os artigos científicos que promoverão o amadurecimento da educação médica em nosso país.

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