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Revista Árvore

Print version ISSN 0100-6762On-line version ISSN 1806-9088

Rev. Árvore vol.27 no.2 Viçosa Mar./Apr. 2003

http://dx.doi.org/10.1590/S0100-67622003000200010 

Florística arbórea da Mata da Pedreira, município de Viçosa, Minas Gerais1

 

Mata da Pedreira arboreal floristics, Viçosa, Minas Gerais, Brazil

 

 

Luiz Carlos MarangonI; João Juares SoaresII; Ana Lícia Patriota FelicianoI

IDepartamento de Ciência Florestal da Universidade Federal Rural de Pernambuco - UFRPE
IIDepartamento de Botânica da Universidade Federal de São Carlos - UFSCar/PPG-ERN

 

 


RESUMO

O local de estudo é uma mata secundária, com área de 39,81 ha, localizada no município de Viçosa, Zona da Mata do Estado de Minas Gerais, nas coordenadas de 20o45' S e 42°55' W, e 680 m de altitude. A temperatura média anual da região varia de 14,6 a 21,8 oC e a precipitação média anual é de 1.220 mm. A vegetação caracteriza como Floresta Estacional Semidecidual. No levantamento florístico realizado observaram-se 197 espécies, distribuídas em 53 famílias botânicas e 134 gêneros. A florística encontrada foi comparada de forma qualitativa à de outros trabalhos da flora arbórea realizados nas Regiões Sudeste e Sul do Brasil.

Palavras-chave: Florística arbórea e floresta estacional semidecidual.


ABSTRACT

The area studied is a secondary forest of approximately 40 ha, located in Viçosa, Zona da Mata Minas Gerais at 20o45' S and 42o55' W coordinates and 680 m altitude. The mean annual temperature ranges from 14.6 oC to 21.8 oC and the mean annual precipitation is 1.220 mm. The vegetation is classified as Semideciduous Seasonal Forest. The floristic survey carried out in the area reported 197 species distributed among 53 families and 134 genera. The floristcs found was qualitatively compared with other arboreal flora works carried out in the southeast and south of Brazil.

Key words: Arboreal floristics and semideciduous seasonal forest.


 

 

1. INTRODUÇÃO

As fitofisionomias de Minas Gerais predominavam em uma vasta região correspondente ao centro-sul e ao leste do Estado. A formação vegetal que sugeriu o nome Zona da Mata formava um contínuo com a floresta do médio Paraíba, ao sul, e a do vale do Rio Doce, ao norte. A oeste, limitavam-na os campos naturais do centro e do sul de Minas (Valverde, 1958). Essa afirmativa vem confirmar a presença das florestas densas e contínuas existentes há menos de um século, na região conhecida como "área da mata", na qual a formação florestal predominante é a Floresta Estacional Semidecidual (Veloso & Goes-Filho, 1982).

O conhecimento e o entendimento da complexa dinâmica que envolve as florestas tropicais iniciam-se pelo levantamento da florística. A identidade das espécies e o seu comportamento em comunidades vegetais são o começo de todo processo para compreensão deste ecossistema.

A Zona da Mata mineira necessita de estudos básicos de vegetação, pois ela não está em situação diferente das demais regiões do País, sofrendo alto grau de perturbação decorrente de práticas agrícolas inadequadas e da expansão demográfica, mineradora e industrial. Neste sentido, estudos recentes vêm contribuindo a cada dia para o conhecimento da flora arbórea dessa região, como os de Mariscal Flores (1993), Meira-Neto et al. (1997) e Almeida (1996), realizados na tentativa de preservar os remanescentes florestais da referida região.

As Florestas Semideciduais do Estado de Minas Gerais sofrem o mesmo processo de perturbação dos demais ecossistemas brasileiros. Os poucos nativos remanescentes necessitam urgentemente de pesquisas básicas, no sentido de promover a conservação e a preservação dos fragmentos florestais da região.

Portanto, o objetivo deste trabalho foi estudar a flora arbórea da Mata da Pedreira, no sentido de conhecer as espécies desta comunidade, como também de estabelecer uma base para promover o manejo sustentado para esta região da Zona da Mata de Minas Gerais.

 

2. MATERIAL E MÉTODOS

2.1. Caracterização da Área de Estudo

A Mata da Pedreira (Figura 1) localiza-se na Estação Experimental Mata do Paraíso, no município de Viçosa, a 6 km da cidade, nas coordenadas 20o45' S e 42o55' W. Possui uma área de 39,81 ha e está ao norte da Zona da Mata mineira. A altitude varia de 600 a 800 m, podendo ser encontradas altitudes superiores a 800 m nos topos dos morros da região (Meira-Neto, 1997). A área estudada apresenta, em termos de altitude, uma cota mínima de 730 m e uma cota máxima de 870 m. A mata é secundária, preservada desde 1965. Fotos aéreas do local na década de 60 mostram pastagens e pequenas áreas com capoeiras baixas, além da pedreira que era explorada naquela época.

 

 

2.1.1. Clima

Segundo a classificação de Köpen, o clima é do tipo Cwb, mesotérmico, com verões chuvosos, invernos frios e secos. A precipitação média nos últimos 30 anos foi de cerca de 1.221 mm. Há um excedente hídrico de novembro a abril; a precipitação fica abaixo da evapotranspiração potencial de abril até setembro, causando um déficit hídrico nesse período; e nos meses de setembro a novembro a precipitação volta a ser maior que a evapotranspiração, na qual se define uma estação seca e outra chuvosa na região de Viçosa-MG (Marangon, 1999).

2.1.2. Geologia e Relevo

A área é gnáissica e a rocha é mesocrática bastante lineada, sendo a geologia pertencente ao Pré-cambriano D (Pré-cambriano inferior ou indiviso), segundo Resende (1971).

Quanto à topografia, são bem característicos os chamados mares de morros, de ampla distribuição na paisagem, cujos vales estreitos apresentam relevo acidentado, ondulado e montanhoso.

2.1.3. Solo

Nos topos e nas encostas dos morros ocorre o Latossolo Vermelho-Amarelo álico, enquanto nos terraços o solo é o Podzólico Vermelho-Amarelo Câmbico (Resende & Correa, citados por Meira-Neto 1997).

2.1.4. Vegetação

A formação florestal predominante na região é a Floresta Estacional Semidecidual, que pode ser ainda submontana e montana. A submontana ocorre freqüentemente nas encostas interioranas das Serras da Mantiqueira e dos Órgãos, nos planaltos centrais capeados pelos arenitos Botucatu, Bauru e Caiuá, dos períodos geológicos Jurássico e Cretáceo. Distribui-se desde o Espírito Santo e sul da Bahia até o Rio de Janeiro, Minas Gerais, São Paulo, sudoeste do Paraná e sul do Mato Grosso do Sul. Os gêneros dominantes, com indivíduos deciduais, são os mesmos que ocorrem na floresta ombrófila atlântica, como: Cedrela, Parapiptadenia e Cariniana; nos planaltos areníticos, os ecótipos deciduais que caracterizam esta formação pertencem aos gêneros amazônicos Hymenaea, Copaifera, Peltophorum, Astronium, Tabebuia, Balfourodendron e muitos outros. A montana, onde as formações estabelecidas estão acima de 500 m de altitude, situa-se principalmente na face interior da Serra dos Órgãos, no Estado do Rio de Janeiro, e na Serra da Mantiqueira, nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo. A formação montana é quase sempre dominada pelo gênero Anadenanthera, de origem amazônica (Veloso et al., 1991).

2.2. Levantamento Florístico

Com o intuito de conseguir uma caracterização da flora arbórea do local, foram realizadas campanhas de campo até cobrir toda área de estudo. Foram feitas coletas de material vegetativo e reprodutivo presentes nas árvores, ou no chão, durante um ano (de 1996 a 1997). Para as coletas, utilizaram-se tesoura de alta poda e poda manual. O material botânico foi levado para o setor de Dendrologia do Departamento de Engenharia Florestal da Universidade Federal de Viçosa, onde foi devidamente preparado e, posteriormente, identificado. Todo material coletado foi incorporado à coleção de exsicatas do referido setor. A coleta do material botânico seguiu as determinações de Vieira & Carvalho-Okano (1985) e foi identificado em termos de família, gênero e espécie. Para isto, utilizaram-se referências de Correa (1929), Rizzini (1971), Reitz et al. (1979), Barroso et al. (1984), Lorenzi (1992) e publicações especializadas. Nas dúvidas de identificação, recorreu-se ao herbário VIC do Departamento de Biologia Vegetal da Universidade Federal de Viçosa.

Na classificação das espécies usou-se o sistema Cronquist (1988) e na grafia dos binômios, com seus respectivos autores, recorreu-se ao índice de espécies do Royal Botanic Garden (1993).

Para a composição florística, no que diz respeito à similaridade, comparações foram feitas com florestas estudadas em Minas Gerais e em outros Estados do Sudeste e Sul do Brasil. Para tal procedimento, utilizou-se o índice de similaridade de Sorensen (Mueller-Dombois & Ellemberger, 1974). Os trabalhos usados com esta finalidade foram: Silva & Leitão Filho (1982), Pagano et al. (1987), Oliveira-Filho & Machado (1993), Oliveira-Filho et al. (1994), Negrelle (1995), Meira-Neto (1997), Salomão (1998) e Lopes (1998).

 

3. RESULTADOS E DISCUSSÃO

No levantamento florístico da área de estudo foram encontradas 197 espécies, 53 famílias e 134 gêneros. Tais resultados encontram-se no Quadro 1.

 



 

Os gêneros ocorreram da seguinte forma: Eugenia, com 6 espécies; Solanum e Casearia, com 5; Guarea, Inga, Machaerium, Nectandra, Ocotea e Trichilia, com 4; Aspidosperma e Croton, com 3; e Alchornea, Allophylus, Anadenanthera, Andira, Annona, Bauhinia, Cariniana, Cecropia, Cordia, Erythroxylum, Erythrina, Ficus, Guatteria, Lamanonia, Matayba, Maytenus, Miconia, Myrcia, Myrciaria, Piptadenia, Pouteria, Psychotria, Senna, Swartzia, Vernonia, Vitex, Xylopia e Zanthoxylum, com 2 espécies. Os demais, 95 gêneros, apresentaram uma única espécie.

As famílias presentes na área de estudo, em termos de diversidade de espécies, ficaram assim distribuídas: Leguminosae Papilionoideae, com 15 espécies; Leguminosae Caesalpinioideae, com 13; Myrtaceae, com 11; Euphorbiaceae, Lauraceae, Meliaceae, Leguminosae Mimosoideae e Rubiaceae, com 10; Annonaceae e Flacourtiaceae, com 7; Sapindaceae e Solanaceae, com 6; Apocynaceae, Bignoniaceae e Moraceae, com 5; Rutaceae e Verbenaceae, com 4; Anacardiaceae, Arecaceae, Asteraceae, Bombacaceae e Melastomataceae, com 3; e Boraginaceae, Cecropiaceae, Celastraceae, Cunoniaceae, Erythroxylaceae, Guttiferae, Lecythidaceae, Monimiaceae, Myrsinaceae, Rhamnaceae e Vochysiaceae, com 2. As 20 famílias restantes apresentaram uma única espécie.

Resultados semelhantes foram encontrados por Meira-Neto (1997), em um fragmento de Floresta Estacional Semidecidual (Mata da Silvicultura) de 17 ha, no município de Viçosa-MG, onde foram relacionadas 154 espécies arbóreas, 105 gêneros e 47 famílias botânicas. Quanto à riqueza, as famílias que mais se destacaram foram: Rubiaceae, Fabaceae (Leguminosae Papilionoideae), Lauraceae, Mimosaceae (Leguminosae Mimosoideae), Euphorbiaceae, Myrtaceae, Annonaceae, Flacourtiaceae e Melastomataceae. A Mata da Pedreira também apresenta diversidade muito próxima daquela encontrada por Leitão-Filho (1982), no que diz respeito às espécies por famílias botânicas, em áreas de Florestas Estacionais Semideciduais no Estado de São Paulo, onde se destaca a riqueza das famílias Fabaceae (Leguminosae Papilionoideae, Euphorbiaceae, Myrtaceae, Lauraceae e Rubiaceae. Tal semelhança foi também verificada por Lopes (1998), estudando a região do Vinhático, no Parque Estadual do Rio Doce, em Minas Gerais, onde a vegetação também é Floresta Estacional Semidecidual e a diversidade por famílias botânicas, em especial, foram Fabaceae (Leguminosae Papilionoideae), Mimosaceae (Leguminosae Mimosoideae), Lauraceae, Myrtaceae, Euphorbiaceae, Caesalpiniaceae (Leguminosae Caesalpinioideae) e Annonaceae. Tal autor relatou que as famílias encontradas confirmaram-se como de maior riqueza específica em estudos realizados por Pagano et al. (1987), Oliveira-Filho & Machado (1993) e Oliveira- Filho et al. (1994). Quando o objetivo foi estabelecer a similaridade florística entre a Mata da Pedreira e os estudos fitossociológicos realizados em Floresta Estacional Semidecidual e Floresta Ombrófila Densa (Veloso et al., 1991), verificou-se que a área de estudo apresentou maior ligação com a Mata da Silvicultura (Meira-Neto, 1997), cujo índice de similaridade foi de 47,17% (Quadro 2), e com as áreas estudadas na região do Vinhático, no Parque Florestal do Rio Doce-MG (Lopes, 1998), em Tiradentes-MG (Oliveira- Filho & Machado, 1993) e em Rio Claro-SP (Pagano et al., 1987), no qual os índices de similaridade foram de 33,56, 32,62 e 28,73%, respectivamente (Quadro 2). Tais formações florestais estudadas são Florestas Estacionais Semideciduais.

A menor ligação foi com as áreas de Lavras, Estado de Minas Gerais (Oliveira-Filho et al., 1994), com 12,03% (Quadro 2), cuja tipologia é Floresta Estacional Semidecidual, e as áreas da Floresta Nacional do Rio Preto, Estado do Espírito Santo (Salomão, 1998), com 12,37% (Quadro 2) e Volta Velha, Estado de Santa Catarina (Negrelle, 1995), com 11,07% (Quadro 2). As duas últimas áreas correspondem à Floresta Ombrófila Densa. A similaridade mais baixa foi a área de Ubatuba, Estado de São Paulo (Silva & Leitão-Filho, 1982), que apresentou ligação de 7,40% (Quadro 2) e está localizada em uma Floresta Ombrófila Densa.

As espécies que ocorreram na Mata da Pedreira e também nas áreas de maior similaridade, foram: Tapirira guianensis, Guatteria vilosissima, Rollinia silvatica, Xylopia sericea, Schefflera morototoni, Vernonia diffusa, Jacaranda macrantha, Sparattosperma leucanthum, Cassia ferrruginea, Copaifera langsdorffii, Croton floribundus, Andira fraxinifolia, Machaerium stipitatum, Platycyamus regnellii, Casearia decandra, Casearia sylvestris, Endlicheria paniculata, Nectandra lanceolata, Ocotea corymbosa, Ocotea odorifera, Cariniana estrellensis, Miconia cinnamomifolia, Trichilia pallida, Anadenanthera colubrina, Piptadenia gonoacantha, Siparuna arianeae, Maclura tinctoria, Guapira opposita, Prunus sellowii, Amaioua guianensis, Coutarea speciosa, Guettarda viburnoides, Cupania vernalis, Matayba elaeagnoides, Luehea grandiflora e Aegiphila sellowiana.

As áreas de maior similaridade com a Mata da Pedreira estão estabelecidas em altitudes acima de 500 m, que, segundo Veloso (1991), são formações caracterizadas como Floresta Estacional Semidecidual Montana. Meira-Neto (1997), ao estudar a Mata da Silvicultura em Viçosa, Estado de Minas Gerais, estabeleceu uma comparação florística com dez florestas por meio de análise de agrupamentos, utilizando as espécies indicadoras de florestas de altitude dentre as espécies comuns entre a Mata da Silvicultura e as demais. O autor afirma que existe uma clara influência da vegetação arbórea montana na composição florística da área por ele estudada. A áre do presente estudo pertence a essa formação, que é bem típica da Zona da Mata de Minas Gerais. A similaridade entre a Mata da Pedreira e a Mata da Silvicultura foi a maior (48%) das oito florestas comparadas.

A área estudada mostrou uma riqueza específica que merece atenção especial, visto que o banco genético ali estabelecido deve ser preservado, garantindo a tipologia da região para gerações futuras. Tal florística estabelece uma base para que se possa fazer o manejo com o intuito de preservar esse remanescente de Floresta Estacional Semidecidual da Zona da Mata de Minas Gerais.

 

4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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1 Recebido para publicação em 28.10.2001. Aceito para publicação em 19.2.2003

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