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Revista Árvore

versão impressa ISSN 0100-6762versão On-line ISSN 1806-9088

Rev. Árvore v.27 n.5 Viçosa set./out. 2003

http://dx.doi.org/10.1590/S0100-67622003000500007 

Composição florística de um fragmento de floresta estacional semidecídua no município de São Carlos-SP

 

Floristic composition of a mesophyllous semideciduous forest fragment, in São Carlos-SP

 

 

Luciana Álvares da SilvaI; João Juares SoaresII

IDoutora PPG-ERN – Universidade Federal de São Carlos – UFSCar, <luciana.alvares@zipmail.com.br>
IIProf. Colaborador do Departamento de Botânica – UFSCar e Visitante da UEM, <juares@power.ufscar.br>

 

 


RESUMO

O presente trabalho teve por objetivo o levantamento florístico de um fragmento de floresta estacional semidecídua com aproximadamente 112 ha, localizado no município de São Carlos-SP, entre 21º55' e 22º00' sul e 47º48' e 47º52' oeste. A precipitação média anual é de 1.440 mm. As temperaturas médias mensais variam de 15,63 ºC (das mínimas) a 26,82 ºC (das máximas) no ano. No levantamento florístico foram encontradas 146 espécies, pertencentes a 44 famílias e 96 gêneros, devendo ser ressaltado que 12 taxa foram identificados em nível de gênero e nove plantas não foram identificadas. O índice de diversidade de Shannon-Wiener foi de 3,45 nats/ind. A comparação com outras formações florestais semelhantes no Estado de São Paulo, pelo índice de similaridade de Sorensen, mostrou-se baixa.

Palavras-chave: Levantamento florístico, fragmento florestal e floresta semidecídua.


ABSTRACT

This study aimed to carry out a floristic survey of a semideciduous forest. The area is a secondary forest, located in São Carlos, SP, coordinates 21º55'' S and 47º48'' W. The annual average rain precipitation is 1,440 mm. The annual average temperature varies from 15.63 ºC to 26.82 ºC. In the floristic survey 146 species were identified, distributed within 44 families and 96 genera. The Shannon-Wiener diversity index (H') was 3.45 nats/ind. There was little similarity with other forest fragments of similar vegetation in the state of São Paulo, by the Sörensen Index.

Key words: Floristic survey, forest fragment and semideciduous forest.


 

 

1. INTRODUÇÃO

O Estado de São Paulo apresenta três grandes formações vegetais: as florestas úmidas de encosta, na província do planalto atlântico e na província costeira; os cerrados, no oeste-noroeste da província do planalto ocidental; e, entre essas duas formações, a depressão periférica, coberta em sua maior parte por uma formação florestal mais seca que a atlântica e menos xeromorfa que o cerrado, denominada de ''floresta estacional semidecídua'' ou ''floresta mesófila'' (Catharino, 1989).

Os ecossistemas florestais, que no início de seu processo de desenvolvimento cobriam mais de 80% da superfície de São Paulo, foram drasticamente reduzidos a menos de 5% da área do Estado (Consema, 1985).

Com a expansão da cafeicultura, da cana-de-açúcar, da citricultura e do reflorestamento, principalmente na região de São Carlos-SP, área do presente estudo, as florestas estacionais semidecíduas foram reduzidas, restando pequenos fragmentos na forma de capoeiras ou como pequenas áreas residuais (Kronka et al., 1998). Hoje, as florestas residuais do interior paulista são representadas apenas por fragmentos espaçadamente distribuídos pelo Estado. As pequenas extensões de florestas estacionais semidecíduas correspondem aos parques e reservas e a matas residuais em propriedades privadas, que devido às facilidades de acesso e às pressões agropecuárias e imobiliárias sofrem desmatamento acelerado (Kotchetkoff-Henriques & Joly, 1994).

A conservação das florestas estacionais semidecíduas depende, fundamentalmente, da conservação dos fragmentos florestais dispersos pelo Estado (Tabanez et al., 1997). As análises florísticas e estruturais permitem obter informações sobre a situação dos fragmentos, para que possam ser estabelecidas estratégias de conservação.

O objetivo deste trabalho foi realizar o levantamento florístico de um fragmento de floresta estacional semidecídua no interior do Estado de São Paulo.

 

2. MATERIAL E MÉTODOS

2.1. Área de Estudo

A Reserva de Floresta Estacional Semidecídua, fazenda Canchim, de propriedade da EMBRAPA PECUÁRIA SUDESTE – CPPSE, localiza-se no município de São Carlos, Estado de São Paulo, entre 21º55' e 22º00' sul e 47º48' e 47º52' oeste. O fragmento estudado fica ao lado da sede da fazenda e encontra-se a aproximadamente 8 km do perímetro urbano do município de São Carlos, localizado na parte central do Estado.

O fragmento apresenta uma área de aproximadamente 112 ha de floresta estacional semidecídua, segundo a classificação do IBGE (1993). Apresenta um dossel que varia de 7 a 25 m, não sendo possível distinguir uma nítida estratificação. É comum a ocorrência de lianas no seu interior, que em vários trechos do fragmento chegam a dificultar o acesso ao interior da mata. Em um levantamento feito por Hora (1999), no mesmo fragmento estudado, foram encontradas 109 espécies de lianas. O autor acredita que tais lianas têm grande relação com o histórico de perturbação do fragmento (perturbação antrópica e dinâmica natural). Pode-se observar também a ocorrência de clareiras abertas pela queda de árvores.

A reserva é mantida sem exploração desde 1934, porém no passado ocorreu o corte seletivo, principalmente de jequitibás e perobas. Há mais ou menos 10 anos ocorreu um incêndio na área, que foi controlado rapidamente, não chegando a causar grandes danos (Comunicações pessoais – Embrapa Pecuária Sudeste - CPPSE).

O clima da região de São Carlos, segundo a classificação de Köppen, é uma transição entre os tipos Cwai - Awi , entre um clima quente de inverno seco, que localmente vai de abril a setembro, e um tropical com verão úmido e inverno seco (Tolentino, 1967). A precipitação média anual é de 1.440 mm, predominando nos meses mais quentes. A temperatura média compensada anual é de 26,82 ºC e a média das mínimas, 15,63 ºC. A umidade relativa média anual do ar é de 75,6%.

A reserva apresenta topografia plana, levemente ondulada e altitude média de 850 m. Segundo Oliveira & Prado (1984), o relevo da região do Planalto de São Carlos é suave-ondulado, com declives de 3 a 5%. A unidade de solo predominante é a do Latossolo Vermelho Distrófico típico, com estreita faixa no interior da mata de Latossolo Vermelho Distroférrico e a presença de Latossolo Vermelho-Amarelo Distrófico na região mais periférica da reserva (Calderano Filho et al., 1998).

2.2. Metodologia

Para o levantamento florístico, a área foi percorrida periodicamente durante um ano (julho/1997 a julho/1998) e foram feitas observações ocasionais nos dois anos sucessivos, quando foram coletadas todas as espécies arbóreo-arbustivas que apresentavam materiais férteis. As exsicatas foram incorporadas ao herbário do Departamento de Botânica da Universidade Federal de São Carlos, onde foram devidamente catalogadas (Silva, 2001). O material herborizado foi identificado (Lorenzi, 1992; Lorenzi, 1998 e Martius, 1967) por comparação em herbários, ou remetido para especialistas.

A diversidade florística foi estimada pelo índice de diversidade de Shannon-Wiener (H') (Mueller-Dombois & Ellenberg, 1974). Para a comparação florística, foi utilizado o índice de similaridade de Sörensen (Brower & Zar, 1984).

 

3. RESULTADOS E DISCUSSÃO

Foram encontradas 146 espécies, pertencentes a 44 famílias e 96 gêneros, sendo 12 taxa identificados somente em gênero e nove plantas sem identificação (Quadro 1).

 

 

As famílias com maiores números de espécies foram Euphorbiaceae (9,03%), Rubiaceae (6,45%), Leguminosae Papilionoideae (5,81%), Lauraceae (4,52%), Melastomataceae (4,52%), Meliaceae (4,52%), Myrtaceae (4,52%), Rutaceae (4,52%), Leguminosae Mimosoideae (3,87%), Annonaceae (3,87%) e Solanaceae (3,87%), perfazendo um total de 55,50% das espécies amostradas. Nos levantamentos florísticos realizados em florestas estacionais semidecíduas no Estado de São Paulo, por Martins (1979), Matthes (1980), Cavassan et al. (1984), Pagano & Leitão Filho (1987) e Cesar (1988), também é marcante a presença dessas famílias, o que leva a deduzir que existe uma similaridade com essas áreas.

As famílias Anacardiaceae, Arecaceae, Bombacaceae, Burseraceae, Caricaceae, Connaraceae, Erythroxylaceae, Lecythidaceae, Loganiaceae, Malpighiaceae, Myristicaceae, Nyctaginaceae, Proteaceae, Sapotaceae e Violaceae apresentaram-se apenas com uma única espécie cada, e estas 15 famílias representaram 33,33% do total de famílias e 9,68% das espécies encontradas no levantamento florístico.

A comparação florística, pelo índice de similaridade de Sörensen, encontra-se no Quadro 2.

 

 

As espécies Astronium graveolens, Annona cacans, Rollinia silvatica, Aspidosperma ramiflorum, Vernonia diffusa, Ceiba speciosa, Protium heptaphyllum, Holocalyx balansae, Jacaratia spinosa, Croton floribundus, Centrolobium tomentosum, Machaerium stipitatum, Casearia sylvestris, Endlicheria paniculata, Cariniana estrellensis, Cedrela fissilis, Trichilia catigua, Inga marginata, Piptadenia gonoacantha, Guapira opposita, Piper amalago, Esenbeckia febrifuga, Metrodorea nigra, Cupania vernalis, Chrysophyllum gonocarpum e Urera baccifera ocorreram em quase todas as áreas, mas somente A. graveolens, C. floribundus, M. stipitatum, C. estrellensis e C. gonocarpum foram comuns a todos os levantamentos.

Os valores encontrados para o índice de similaridade de Sörensen foram baixos, o que representa baixa similaridade florística entre as áreas. Segundo Salis (1990), as matas residuais do interior do Estado apresentam composição e estrutura bem diferentes. Porém, segundo Matteucci & Colma (1982), valores acima de 25% indicam similaridade entre os elementos comparados por este índice, o que leva a supor uma certa uniformidade em relação à florística das matas estacionais semidecíduas do interior de São Paulo. Portanto, entre outros fatores, podem ser considerados os efeitos da fragmentação, que isolam populações e dificultam a reprodução principalmente das espécies consideradas raras e, conseqüentemente, a eliminação de algumas espécies de determinados fragmentos. Há ainda de se considerar a metodologia utilizada para os levantamentos e as espécies não-identificadas neste trabalho, como também pelos outros autores, que podem alterar os valores de similaridade entre os fragmentos estudados, já que foram consideradas espécies distintas.

O índice de diversidade de Shannon-Wiener obtido neste estudo foi de 3,45nats/ind., próximo aos obtidos em florestas estacionais semidecíduas no Estado de São Paulo (Quadro 3). Segundo Martins (1991), a diversidade está entre 3,16 e 3,63 nats/ind. para as florestas do interior paulista. Para Leitão Filho (1987), a diversidade das matas de planalto é, em geral, menor que aquela observada nas florestas Amazônica e Atlântica, devendo ser ressaltado que o índice de diversidade de Shannon-Wiener, em florestas de planalto no Estado de São Paulo, variou de 3,16 a 4,29 nats/ind.

 

 

4. CONCLUSÃO

Pelos resultados obtidos no levantamento florístico, conclui-se que o fragmento estudado apresenta diversidade semelhante à encontrada em florestas residuais do interior do estado de São Paulo por outros autores, mas apresentou baixa similaridade florística com essas áreas. Entre outros fatores que justificam estes valores está o efeito da fragmentação das florestas.

 

5. AGRADECIMENTOS

À Embrapa Pecuária Sudeste – CPPSE, pela liberação para trabalharmos na Reserva de Floresta Estacional Semidecídua. Aos profissionais que auxiliaram na identificação das espécies, Prof. Luis Carlos Marangon (UFRPE), Profa. Neusa Taroda (UNESP – São José do Rio Preto/SP), Prof. Antônio Furlan (UNESP – Rio Claro/SP), Prof. Ricardo Ribeiro Rodrigues (ESALQ – Piracicaba/SP) e Marie Sugiyama (IB. SMA. SP – São Paulo/SP).

 

6. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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Recebido para publicação em 29.1.2002
Aceito para publicação em 9.9.2003

 

 

Parte da tese de doutorado do primeiro autor.

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