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Revista Árvore

Print version ISSN 0100-6762On-line version ISSN 1806-9088

Rev. Árvore vol.27 no.6 Viçosa Nov./Dec. 2003

https://doi.org/10.1590/S0100-67622003000600001 

Crescimento inicial de mudas de Bombacopsis glabra (Pasq.) A. Robyns sob condição de sombreamento

 

Initial growth of Bombacopsis glabra (Pasq.) A. Robyns seedlings under shading conditions

 

 

Silvana de Paula Quintão ScalonI; Rosilda Mara MussuryI; Marilúcia Rossi RigoniII; Homero Scalon FilhoI

IProfessores do Centro Universitário da Grande Dourados (UNIGRAN) <silvana@unigran.br>
IIAcadêmica do Curso de Ciências Biológicas da UNIGRAN, Rua Balbina de Matos 2121, 79824-900 Dourados-MS, Brasil

 

 


RESUMO

Este experimento foi desenvolvido com o objetivo de estudar o crescimento de mudas de Bombacopsis glabra (Pasq.) A. Robyns (castanha-do-maranhão) sob diferentes intensidades luminosas. A capacidade de emergência das plântulas foi determinada pela porcentagem e pelo índice de velocidade de emergência, utilizando quatro repetições de 100 sementes (1 semente/saco). Após 40 dias, 75 mudas foram transferidas para condições de 30 e 50% de sombreamento e para pleno sol. O desenvolvimento das mudas foi conduzido em delineamento de blocos casualizados, com três repetições de cinco mudas, nas quais foram avaliados a altura do caule e o diâmetro do colo aos 61, 82, 103 e 124 dias após a emergência das plântulas; o teor de clorofila a, b, total e a razão a/b; a massa seca da planta (MS); a área foliar (AF); a taxa de crescimento relativo (TCR); a razão de área foliar (RAF); a taxa assimilatória líquida (TAL); e a sobrevivência aos 103 e 124 dias após a emergência, quando o experimento foi encerrado. As sementes apresentaram 95% de emergência e alto de índice de velocidade de emergência (1,7). As mudas apresentaram 100% de sobrevivência em todos os tratamentos. Os níveis de luz estudados não afetaram a sobrevivência das mudas, o diâmetro do caule, a área foliar, a clorofila a e b, a TCR, a TAL e a RAF, nos intervalos de tempo estudados. As mudas crescidas sob 50% de sombra apresentaram maior altura, maior clorofila total e menor relação a/b. A castanha-do-maranhão é uma espécie de fácil propagação, apresentando bom desenvolvimento das mudas sob pleno sol e tolerando o sombreamento de 30 e 50%.

Palavras- chave: Bombacopsis glabra, emergência, sombreamento e crescimento.


ABSTRACT

This experiment was carried out to study the growth of Bombacopsis glabra (Pasq.) A. Robyns seedlings under different light intensities. The germination capacity of the seeds was determined by the index and percentage of germination speed of a hundred seeds (1 seed/sac). After 40 days, seventy-five saplings were transferred to 50% and 30% shade and beds under direct sunlight. Sapling development was carried out in randomized block design with three repetitions of five saplings, with stem height and lap diameter being evaluated on the 61st, 82nd, 103rd and 124th day after sapling emergence. Chlorophyll content a, b, total and ratio a/b; dry mass of the plant (DM), leaf area (LA), relative growth rate (RGR), leaf area rate (LAR) and net assimilating rate (NAR) and survival sapling percentage were measured on the 103rd and 124th days, when the experiment was concluded. The seeds presented 95% of germination and a high index of germination speed (1.7). The saplings presented 100% of survival in all the treatments. Shade levels did not affect sapling survival, stem diameter, leaf area, chlorophyll a and b, RGR, LR and LAR during the studied intervals. The saplings grown under 50% shadow presented a higher height, larger concentration of total chlorophyll and a lower a/b ratio. Bombacopsis glabra propagates easily, presenting a good development at full sunlight and enduring 30% and 50% shade.

Key words: Bombacopsis glabra (Pasq.) A. Robyns, germination, shading, growth.


 

 

1. INTRODUÇÃO

A exploração desordenada dos recursos naturais tem gerado a degradação de áreas em quase todo o território nacional (Ferreira, 2000). Várias pesquisas sobre a propagação, a emergência e o desenvolvimento de plantas nativas têm sido realizadas no Brasil. Entretanto, não foram encontrados na literatura estudos sobre a Bombacopsis glabra (Pasq.) A. Rob, espécie nativa ocorrente no Estado de Mato Grosso do Sul.

A castanha-do-maranhão é uma espécie ornamental arbórea da família Bombacaceae, que mede de 4 a 6 m de altura. Sua madeira é muito leve e mole, podendo ser usada para confecção de objetos leves como caixotes, réguas e brinquedos. Sua inflorescência é de coloração branca e cada fruto produz, em média, 20 sementes, que apresentam 100% de germinação, ocorrendo de cinco a dez dias após semeadura (Lorenzi, 1998).

A utilização de espécies nativas para recuperação de áreas degradadas ou perturbadas tem crescido. O estudo da luminosidade é fundamental para a avaliação do potencial dessas espécies em programas de revegetação, pois a disponibilidade de luz constitui um dos fatores críticos para o seu desenvolvimento (Gajego et al., 2001). Em virtude da carência de conhecimentos, os estudos básicos para produção de mudas são de extrema importância para o desenvolvimento da atividade florestal e para programas de conservação (Monteiro & Ramos, 1997).

Scalon & Alvarenga (1993), em sua revisão sobre árvores nativas, observaram que geralmente há grande diversidade de respostas das plantas à luminosidade, principalmente quanto ao desenvolvimento vegetativo da parte aérea e à sobrevivência das mudas. Desta forma, a eficiência do crescimento da planta pode ser relacionada à habilidade de adaptação das plântulas às condições luminosas do ambiente. O crescimento satisfatório de algumas espécies em ambientes com diferentes disponibilidades luminosas pode ser atribuído à capacidade de ajustar, eficaz e rapidamente, seu comportamento fisiológico para maximizar a aquisição de recursos nesse ambiente (Dias-Filho, 1997).

Gajego et al. (2001) constataram que alguns estudos evidenciam um desenvolvimento mais favorável em condições de alta luminosidade para espécies heliófitas com maior produção de matéria seca (Sesbania sesban L.), enquanto em outros encontraram maior acúmulo de matéria seca em baixa luminosidade (Muntingia calabura L.). Estudos de crescimento e respostas fotossintéticas para sombra em um grupo de plantas jovens tolerantes, moderadamente tolerantes e intolerantes à sombra mostraram que a biomassa total foi menor e a área foliar específica maior em condições de 79 e 89% de sombra (Groninger et al., 1996).

Freqüentemente as análises do crescimento de mudas são utilizadas para predizer o grau de tolerância das diferentes espécies ao sombreamento. Acredita-se que as espécies tolerantes apresentam um crescimento mais lento em relação às não-tolerantes, devido às suas taxas metabólicas mais baixas (Grime, 1965, 1977). O rápido crescimento em altura quando sombreadas é um mecanismo de adaptação das plantas competitivas (Grime, 1977) ou nômades (Tinoco & Vasques-Yanes, 1985), como forma de escape ao déficit de luz, já que estas não são capazes de tolerar baixas intensidades luminosas através do reajuste de suas taxas metabólicas.

Um dos fatores ligados à eficiência fotossintética de plantas e, conseqüentemente, ao crescimento e à adaptabilidade a diversos ambientes é o conteúdo de clorofila e carotenóides. Além da concentração total desses pigmentos, a proporção entre eles e entre as clorofilas a e b muda em função da intensidade luminosa. Geralmente, a clorofila e os carotenóides tendem a aumentar com a redução da intensidade luminosa (Ferraz & Silva, 2001; Fontes & Silva, 2000). Entretanto, Engel & Poggiani (1991) encontraram diferenças para algumas espécies.

O objetivo deste trabalho foi estudar o crescimento inicial de mudas de Bombacopsis glabra sob diferentes intensidades luminosas.

 

2. MATERIAL E MÉTODOS

O experimento foi realizado em 1999, em Dourados-MS. A cidade está situada a 22o13'16" de latitude sul e 54o48'2" de longitude oeste e tem altitude de 452 m. O clima é classificado como Cwa e a precipitação média anual é de 1.500 mm, com temperatura média anual de 22 oC.

As sementes de Bombacopsis glabra (Pasq.) A. Rob. (castanha-do-maranhão) foram coletadas em Dourados, diretamente no chão, e levadas para o laboratório de Botânica do Centro Universitário da Grande Dourados – UNIGRAN, onde passaram por um processo de desinfecção com hipoclorito de sódio 1%, por 10 minutos (Brasil, 1993).

Na casa de vegetação da UNIGRAN, a semeadura ocorreu em sacos plásticos, contendo como substrato areia e solo (1:2) adubado com NPK (4-14-8, 2 kg/m3 de solo). A capacidade de emergência das plântulas foi determinada pelo índice de velocidade e pela porcentagem de emergência (Popinigs, 1985), utilizando quatro repetições de 100 sementes (1 semente/saco).

Após 40 dias da semeadura as mudas foram transferidas para as condições de sombrites, equivalentes a 30 e 50% de sombreamento, e para pleno sol, recebendo 15 mudas cada um, totalizando 45 mudas. Os sombrites foram colocados em armação de madeira a 1 m de altura, de forma que as laterais também apresentassem sombrite. O ensaio de desenvolvimento da muda foi conduzido em delineamento de blocos casualizados, com três repetições, sendo cada parcela constituída de cinco mudas. As quatro avaliações de altura do caule e do diâmetro do colo foram realizadas aos 0, 61, 82, 103 e 124 dias após a emergência da plântula.

Para as demais avaliações, outras 15 mudas para cada condição de luminosidade foram utilizadas aos 103 e 124 dias após a emergência, totalizando 30 mudas. A medição de área foliar foi realizada com auxílio de integrador de área foliar "Li Cor." A dosagem da clorofila total, a e b e da razão a/b foi realizada segundo metodologia de Arnon (1949). A razão de área foliar (RAF), taxa assimilatória líquida (TAL) e taxa de crescimento relativo (TCR) e massa seca da muda (MS) foram calculadas segundo Benincasa (1988).

A porcentagem de sobrevivência das mudas foi avaliada com base no número de mudas no início e ao final no experimento.

Os resultados foram submetidos à análise de variância e as médias comparadas pelo teste de Tukey, a 5% de probabilidade.

 

3. RESULTADOS E DISCUSSÃO

As sementes de castanha-do-maranhão apresentam alta porcentagem e velocidade de emergência (95% e 1,7 respectivamente). Aos seis dias após a semeadura já se observava alta porcentagem de emergência, dados semelhantes aos observados na literatura (Lorenzi, 1998).

As mudas apresentaram 100% de sobrevivência durante os testes de sombreamento.

Não houve interação significativa entre a idade da muda e os níveis de sombreamento para as variáveis altura do caule e diâmetro do colo (Figura 1a, b).

 

 

A altura das mudas variou aos 61 dias e 124 dias, não havendo diferença significativa nas idades de 82 e 103 dias após a emergência. Quanto à disponibilidade da luz, as mudas apresentaram diferença significativa apenas para altura do caule, sendo maior sob 50% de sombreamento, seguida de 30% e em pleno sol (Quadro 1).

 

 

O diâmetro do colo não variou significativamente entre os tratamentos luminosos e a idade da muda, sendo a média apresentada para o período avaliado de 1,7 mm. Resultados semelhantes foram observados por Gajego et al. (2001) para mudas de pau-amarelo (Maclura tinctoria) e jatobá (Hymenae coubaril), enquanto Felfili et al. (1999), trabalhando com velame (Sclerolobium paniculatum), observaram que as maiores médias de diâmetro do colo ocorreram nos tratamentos em pleno sol.

Os valores de área foliar, RAF, TAL e TCR (Figura 2a , b, c e d) encontram-se na faixa de 220,83-170,62 dm2; 4,75-4,35 dm2x g-1; 3,4-1,75 g x dm2x dia; e 13,5-5gxg-1x dia. Embora não tenha sido detectada diferença significativa entre os tratamentos luminosos, a área foliar e a TCR (Figura 2a e b), nas mudas cultivadas em pleno sol, apresentaram valores 23 e 63% superiores aos das mudas cultivadas sob 50% de sombreamento. O aumento da área foliar nos seis primeiros meses de desenvolvimento da planta mostra a habilidade da espécie em utilizar a radiação fotossinteticamente ativa e alocar os fotoassimilados em resposta a um ambiente particular de luminosidade (Dias-Filho, 1997). Assim, a área foliar pode ser considerada um índice de produtividade, dada à importância dos órgãos fotossintetizantes na produção biológica.

 

 

As mudas crescidas em pleno sol apresentaram maior massa seca da parte aérea que as de outros tratamentos. A massa seca das mudas foi inversamente proporcional ao sombreamento (Quadro 2). Felfili et al. (1999) demonstraram que mesmo espécies tolerantes ao sombreamento alcançam a máxima produção de massa seca quando crescem em pleno sol.

 

 

O conteúdo de clorofila a e b não variou com o sombreamento, já o conteúdo de clorofila total foi maior em 50% de sombra e menor em pleno sol. A relação clorofila a/b de castanha-do-maranhão foi significativamente menor nas plantas a 50% de sombreamento, provavelmente devido ao maior teor de clorofila b presente nessas mudas. O aumento da proporção de clorofila b é uma característica importante de ambientes sombreados, porque esta capta energia de outros comprimentos de onda e a transfere para a clorofila a, que efetivamente atua nas reações fotoquímicas da fotossíntese e representa um mecanismo de adaptação à condição de menor intensidade luminosa.

Vários autores têm relatado diminuição da razão clorofila a e b em folhas submetidas a menores intensidades luminosas (Ferraz & Silva, 2001; Fontes & Silva, 2001). A clorofila está sendo constantemente sintetizada e destruída em presença de luz (Kramer & Koslowski, 1979).

 

4. CONCLUSÃO

A castanha-do-maranhão é uma espécie de alta capacidade de emergência e desenvolvimento inicial das mudas, tolerando bem o sombreamento de 30 e 50% e desenvolvendo-se satisfatoriamente a pleno sol.

Os níveis de luz estudados não afetaram a sobrevivência das mudas, o diâmetro do caule, a área foliar, a clorofila a e b, a TCR, a TAL e a RAF nos intervalos de tempo estudados. As mudas crescidas sob 50% de sombra apresentaram maior altura, maior clorofila total e menor relação a/b. Já as mudas crescidas em pleno sol apresentaram maior massa seca da parte aérea e a 50% de sombreamento, menor massa seca da parte aérea.

 

5. AGRADECIMENTO

Ao Sr. Paulo Zafra, pelo auxílio na condução do experimento no campo.

 

6. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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Recebido para publicação em 24.4.2002
Aceito para publicação em 4.11.2003

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