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Revista Árvore

versão impressa ISSN 0100-6762

Rev. Árvore v.32 n.2 Viçosa mar./abr. 2008

http://dx.doi.org/10.1590/S0100-67622008000200001 

Influência da saturação por bases do substrato no crescimento e qualidade de mudas Machaerium nictitans (Vell.) Benth.

 

Influence of substratum base saturation on seedling growth and quality of Machaerium nictitans (Vell.) Benth.

 

 

Paulo Henrique de SouzaI; Haroldo Nogueira de PaivaII; Júlio Cesar Lima NevesIII; José Mauro GomesIII; Lissandra Silva MarquesI

IPrograma de Pós-Graduação em Ciência Florestal da UFV. E-mail : <phsufv@yahoo.com.br>, <lissandramarques@yahoo.com.br>
IIDepartamento de Engenharia Florestal da Universidade Federal de Viçosa (UFV) - Viçosa-MG. E-mail : <hnpaiva@ufv.br>
IIIDepartamento de Solos da UFV. E-mail : <julio_n2003@yahoo.com.br>

 

 


RESUMO

Este trabalho foi desenvolvido com o objetivo de verificar a influência da saturação por bases do substrato no crescimento e qualidade de mudas de Machaerium nictitans. O delineamento utilizado foi em blocos ao acaso com quatro repetições. Como substrato foram empregados três diferentes solos, sendo em cada um deles a saturação por bases original elevada para os seguintes valores: Argissolo Vermelho-Amarelo 50, 60 e 70%, Latossolo Vermelho-Amarelo distrófico 30, 50 e 70% e Latossolo Vermelho-Amarelo álico 25, 45 e 65%. Foram avaliadas as características morfológicas das mudas, altura da parte aérea e diâmetro do coleto; peso de matéria seca da parte aérea, raízes e total, bem como as relações entre a altura da parte área e o diâmetro do coleto, altura da parte aérea e seu peso de matéria seca, peso de matéria seca da parte aérea e peso de matéria seca das raízes; e o índice de qualidade de Dickson. Com base nos dados, foi possível concluir que: as melhores mudas de Machaerium nictitans no Argissolo Vermelho-Amarelo foram obtidas na saturação por bases de 60%, no Latossolo Vermelho-Amarelo distrófico na saturação por bases de 70% e no Latossolo Vermelho-Amarelo álico na saturação por bases de 40%.

Palavras-chave: Espécies florestais nativas, solos ácidos e características morfológicas.


ABSTRACT

This work was carried out to verify the effect of substratum base saturation on seedling growth and quality of Machaerium nictitans. A complete randomized design with four replicates was utilized. Three different soils were used as substratum, and, in each, the original saturation was raised to the following values: Red-yellow Clay soil, 50, 60 and 70%, Red-yellow Dystrophic Latosol, 30; 50 and 70%; and Red-Yellow alic Latosol 25; 45 and 65%. The morphological parameters of the seedlings, height of the aerial part, stem diameter, dry matter of the aerial part, roots and total were tested, as well as the relation between height of the aerial part and stem diameter, height of the aerial part and its dry matter weight, dry matter weight of the aerial part and dry matter weight of the roots and the Dickson's quality index. Based on the data obtained, it was concluded that the best seedlings of Machaerium nictitans were obtained at the following base saturation values: at 60% on the Red-Yellow Clay soil, at 70% on the Red-Yellow Dystrophic Latosol, and at 40% on the Red-Yellow alic Latosol.

Keywords: Native forest species, acid soils and morphological characteristics.


 

1. INTRODUÇÃO

Grande parte dos solos do Estado de Minas Gerais e, notadamente, os presentes no bioma Cerrado, mesmo dotados de boas propriedades físicas, apresentam, em geral, características químicas indesejáveis para o cultivo de vegetais, como elevada acidez, altos teores de alumínio trocável e baixa disponibilidade de nutrientes como Ca, Mg e P (CFSEMG, 1999). A omissão da calagem pode comprometer seriamente a produtividade e o uso eficiente de fertilizantes, sendo tal prática considerada como essencial (CAMARGO et al., 1997).

Em razão da grande variabilidade genética observada nas florestas e em face da heterogeneidade dos solos das regiões tropicais são, ainda, incipientes os dados de pesquisa disponíveis sobre o requerimento nutricional de espécies florestais nativas e a sua capacidade de adaptação a condições ambientais distintas (FURTINI NETO et al., 1999).

Pertencente à família Leguminosae-Papilionoideae, Machaerium nictitans apresenta como nomes comuns bico-de-pato, cauvi, gaximbé e jacarandá-de-espinho, entre outros. Quando em estádio adulto, sua altura varia entre 8 e 18 m, e o tronco pode atingir entre 40 e 60 cm de diâmetro. As suas folhas são compostas imparipenadas e estipuladas, com 11 a 35 folíolos pubescentes na posição inferior do limbo. Ocorre no Sul da Bahia e nos Estados do Espírito Santo, São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul. A árvore fornece ótima sombra e pode ser empregada no paisagismo. Como planta pioneira adaptada à luz direta é muito rústica, sendo ótima para plantios mistos em áreas degradadas e de preservação permanente (LORENZI, 1992).

Este trabalho teve como objetivo estudar a influência de diferentes níveis de saturação por bases no crescimento e qualidade de mudas Machaerium nictitans em três diferentes solos.

 

2. MATERIAL E MÉTODOS

O experimento foi conduzido em casa de vegetação no Viveiro de Pesquisas do Departamento de Engenharia Florestal da Universidade Federal de Viçosa, situado nas coordenadas geográficas -20º 45' 25,0" de latitude sul e -42º 51' 11,0" de longitude oeste, a 658 m de altitude, e compreendeu o período de novembro de 2004 a junho de 2005.

Como substrato foram utilizados três diferentes solos: Argissolo Vermelho-Amarelo, um Latossolo Vermelho-Amarelo distrófico e um Latossolo Vermelho-Amarelo álico, retirados na camada entre 0,2 m e 1,0 m de profundidade, cujas características químicas são apresentadas no Quadro 1. Os solos foram peneirados em malha de 5 mm e secos ao ar; posteriormente, foram pesadas porções de 2,1 kg de solo e colocadas em sacos plásticos sobre a bancada da casa de vegetação, no qual permaneceram incubados por um período de 30 dias, sendo realizada a reposição de água nos solos duas vezes ao dia, a fim de manter a umidade em torno de 60% da capacidade de campo.

 

 

Uma mistura de CaCO3 e MgCO3, na relação estequiométrica 4:1, foi utilizada para elevar a saturação por bases dos solos para diferentes valores (Quadro 2), de acordo com a seguinte fórmula:

NC (t/ha) = (V2 – V1) T/100

em que:

NC= necessidade de calagem em toneladas por hectare;

V1= porcentagem de saturação por bases original do solo, conforme análise;

V2= porcentagem de saturação por bases desejada; e

T= capacidade de troca catiônica, a pH 7,0.

 

 

A adubação de base foi realizada logo após o período de incubação e dois dias antes da semeadura, tomando-se como referência a adubação utilizada por Passos (1994), em experimento com mudas de algaroba. Foram adicionados, via solução, 300 mg dm-3 de P, 100 mg dm-3 de K, 40 mg dm-3 de S e 100 mg dm-3 de N, usando-se como fontes o NaH2PO4.H2O, KH2PO4, K2SO4 e NH4NO3. Foi aplicada também, como adubação de base, solução de micronutrientes nas seguintes doses: 0,81 mg dm-3 de B, 1,33 mg dm- 3 de Cu, 0,15 mg dm-3 de Mo, 3,66 mg dm-3 de Mn e 4,0 mg dm-3 de Zn, com as seguintes fontes, respectivamente: H3BO3, CuSO4.5H2O, (NH4)6Mo7O24 .4H2O, MnCl2.H2O e ZnSO4.7H2O, de acordo com Alvarez V. (1974).

Como adubação de cobertura foram aplicados 20 mg dm-3 de N aos 30 e 60 dias após a germinação das sementes, usando-se como fonte NH4NO3. Aos 90 dias, além do N, foram aplicados também 55,8 mg dm-3 de K, utilizando-se como fonte o KNO3, de acordo com Garcia (1986).

Para a produção das mudas, cada vaso de polietileno rígido de 0,17 m de altura por 0,15 m de diâmetro e capacidade para 2,1 kg de solo recebeu 10 sementes. Aos 15 dias após a emergência das plântulas, foi efetuado um primeiro raleio, deixando-se duas plantas por vaso, e aos 30 dias um segundo raleio foi realizado, deixando-se apenas uma planta por vaso.

Aos 120 dias após a semeadura foram medidos a altura (H) e o diâmetro do coleto (DC) de todas as plantas. A altura foi medida com uma régua de precisão de 0,1 cm, e para a medição do diâmetro do coleto utilizou-se um paquímetro digital com precisão de 0,01 mm. As plantas foram então divididas em parte aérea e raízes, lavadas em água destilada, colocadas em sacos de papel e postas a secar em estufa a 65 ºC, por 72 h, com circulação de ar forçada. Após a secagem, o material foi pesado em balança analítica com precisão de 0,01 g para determinação do peso de matéria seca da parte aérea (PMSPA) e peso de matéria seca das raízes (PMSR).

Na determinação da qualidade das mudas, foram avaliados, além das características mencionadas anteriormente, o peso de matéria seca total (PMST) e as relações entre a altura da parte aérea e o diâmetro do coleto (H/DC), altura da parte aérea e o peso de matéria seca da parte aérea (H/PMSPA), peso de matéria seca da parte aérea e o peso de matéria seca das raízes (PMSPA/PMSR) e o índice de qualidade de Dickson (IQD), segundo a metodologia utilizada por Gomes (2001), em que IQD = PMST/(H/DC + PMSPA/PMSR).

O experimento foi constituído num delineamento em blocos ao acaso com quatro repetições, sendo cada vaso considerado uma unidade experimental. Os dados foram submetidos às análises estatísticas por meio de análises de variância e de regressão, utilizando-se o programa SAS (Sistema para Análises Estatísticas).

 

3. RESULTADOS E DISCUSSÃO

O tratamento que não recebeu a mistura corretiva apresentou as menores médias para todas as características estudadas nos três substratos utilizados (Quadro 3). Esses resultados são contrários aos encontrados por Medeiros e Hoppe (2002) para Papilus deltoides (álamo), onde a calagem não se mostrou necessária em condições de casa de vegetação, tendo o tratamento sem calcário apresentado a maior porcentagem de sobrevivência e as melhores médias dos parâmetros observados: diâmetro do coleto, altura do broto e peso de matéria seca da parte aérea.

 

 

Comparando-se os valores médios de altura alcançados pelas mudas de Machaerium nictitans com outras duas leguminosas, esses foram inferiores aos encontrados por Bernardino et al. (2005) para angico-vermelho aos 100 dias após a semeadura e superiores aos observados por Gomes et al. (2004) para angico-branco aos 170 dias após a semeadura, sendo os valores de diâmetro do coleto semelhantes aos encontrados por esses pesquisadores (Quadros 3 e 4). Gomes (2001) ressaltou que, para os resultados serem semelhantes, tanto as espécies quanto os métodos de produção de mudas e as técnicas de viveiros utilizados deverão ser observados.

 

 

No Latossolo Vermelho-Amarelo distrófico, somente as características diâmetro do coleto, peso de matéria seca das raízes e índice de qualidade de Dickson se mostraram significativamente afetados pela elevação da saturação por bases do substrato (Quadros 5 e 6). Esses resultados podem ser relacionados com os encontrados por Schimidt (1995), em que a calagem afetou diretamente a relação entre altura e matéria seca, tendo em vista que esta promoveu maiores crescimentos na altura das mudas de E. camaldulensis. A calagem, além de corrigir a acidez do solo, estimula a atividade microbiana, melhora a fixação de N2 pelas leguminosas e, ainda, aumenta a disponibilidade de nutrientes como Ca e Mg (CFSEMG, 1999).

 

 

Quando foi utilizado o Latossolo Vermelho-Amarelo álico como substrato, todas as características estudadas, com exceção do diâmetro do coleto e da relação entre o peso de matéria seca da parte aérea e peso de matéria seca das raízes, foram significativamente influenciadas pela saturação por bases (Quadros 5 e 6).

Nenhuma das características estudadas apresentou resposta significativa diante da elevação da saturação por bases do substrato para o Argissolo Vermelho-Amarelo. Tal resultado pode estar relacionado ao fato de que os teores iniciais de Ca (1,74 cmolcdm-3) e de Mg (0,17 cmolcdm-3) presentes no substrato tenham sido suficientes para suprir a necessidade das plantas, pelo menos durante a fase de mudas. Esses resultados foram semelhantes aos encontrados por Baliero et al. (2001) em mudas de Acacia holocericea, por Bernardino et al. (2005) em mudas de angico-vermelho e por Reis et al. (1997) em mudas de jacarandá-da-bahia.

Outro motivo da falta de resposta das mudas de Machaerium nictitans em função da elevação da saturação por bases do Argissolo pode estar relacionado ao teor de saturação por bases inicial do solo (39,4%) e aos baixos teores de Al3+ (0,0 cmolc dm-3).

O índice de qualidade de Dickson teve comportamento diferenciado diante da elevação da saturação do substrato. No Latossolo Vermelho-Amarelo distrófico, o comportamento foi do tipo linear, com os maiores valores ocorrendo na máxima saturação testada (70%), já no Latossolo Vermelho-Amarelo álico esse comportamento foi do tipo quadrático, com o maior valor na saturação por bases de 40% (Figura 1A).

 

 

O quociente entre a altura e peso de matéria seca da parte aérea no Latossolo Vermelho-Amarelo álico atingiu o menor valor na saturação por bases de 45% (Figura 1B). Gomes (2001) ressaltou que esse índice não é normalmente utilizado como padrão de qualidade de mudas, mas é um bom índice para predizer a capacidade de sobrevivência da muda no campo, ressaltando-se que, quanto menor o seu valor, maior essa capacidade. Esse mesmo autor ainda citou que, quanto maior o índice de qualidade de Dickson, maior o padrão de qualidade das mudas.

No Latossolo Vermelho-Amarelo distrófico, o peso de matéria seca das raízes atingiu os maiores valores entre as saturações de 60 e 70%, já o diâmetro do coleto assumiu comportamento quadrático, com os maiores valores na saturação de 50% (Figura 2).

 

 

No Latossolo Vermelho-Amarelo álico, todas as características afetadas significativamente pela elevação da saturação por bases do substrato obedeceram a um comportamento do tipo quadrático, com os maiores valores ocorrendo próximo à saturação de 40% (Figura 3).

 

 

Comparando-se o peso de matéria seca total das mudas de Machaerium nictitans nos três solos utilizados como substrato, é possível observar que, no Latossolo Vermelho-Amarelo álico, a exemplo das demais características influenciadas pela elevação da saturação por bases, esta obedeceu a um comportamento quadrático com os maiores valores próximo à saturação de 40%. Já no Argissolo e no Latossolo Vermelho-Amarelo distrófico a elevação da saturação por bases não exerceu efeito significativo sobre essa característica, sendo o maior valor igual à média (Quadro 7 e Figura 4).

 

 

 

 

5. CONCLUSÕES

As melhores mudas de Machaerium nictitans no Argissolo Vermelho-Amarelo foram obtidas na saturação por bases de 60%, no Latossolo Vermelho-Amarelo distrófico na saturação por bases 70% e no Latossolo Vermelho-Amarelo álico na saturação por bases de 40%.

 

6. AGRADECIMENTOS

Os autores agradecem à CAPES, pela concessão de bolsas de estudos; ao CNPq pela concessão de bolsas de produtividade em pesquisa, e ao projeto PRODETAB 130-02/01, pelo financiamento do presente trabalho.

 

7. REFERÊNCIAS

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Recebido em 15.08.2006 e aceito para publicação em 20.02.2008