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Revista Árvore

Print version ISSN 0100-6762On-line version ISSN 1806-9088

Rev. Árvore vol.33 no.1 Viçosa Jan./Feb. 2009

https://doi.org/10.1590/S0100-67622009000100004 

Avaliação da qualidade fisiológica de sementes de Anadenanthera peregrina (L.) Speg. durante o armazenamento

 

Evaluation of the physiological quality of anadenenthera peregrina (L.) Speg. seeds during storage

 

 

Daniel Santos PinhoI; Eduardo Euclydes de Lima e BorgesII; Viviana Borges CorteI; Luiz Carlos Bhering NasserIV

IPrograma de Pós-Graduação em Ciência Florestal da Universidade Federal de Viçosa (UFV). E-mail: <danielspinho@hotmail.com>
IIDepartamento de Engenharia Florestal da UFV. E-mail: <elborges@ufv.br>
III Ministério da Agricultura, Pecuárias e Abastecimento, Secretaria de Defesa Agropecuaria. E-mail: <luiz.nasser@agricultura.gov.br>

 

 


RESUMO

Este trabalho teve como objetivo avaliar o efeito da temperatura de armazenamento na viabilidade e vigor de sementes de angico (A. peregrina). As sementes utilizadas neste estudo foram colhidas na região de Viçosa, MG, em setembro de 2005, e armazenadas em câmara fria no Laboratório de Análise de Sementes Florestais (LASF) da Universidade Federal de Viçosa (UFV) por 150 dias, em uma temperatura de aproximadamente 5 ºC. A partir daí, as sementes foram armazenadas a aproximadamente a 20 ºC por mais 150 dias. O teor de água das sementes foi determinado após a secagem em estufa a 105 ± 3 ºC por 24 h. As sementes foram analisadas, mensalmente, pelo teste de germinação, teste de tetrazólio, teste de condutividade elétrica e osmocondicionamento, durante os 300 dias de armazenamento e com quatro repetições de 25 sementes. As sementes de A. peregrina mantiveram as porcentagens de germinação e a porcentagem de sementes viáveis pelo teste do tetrazólio constantes por cinco meses de armazenamento, tanto a 5 ºC quanto a 20 ºC. O teste de condutividade elétrica apresentou diferenças significativas em relação ao período de armazenamento, sendo mais sensível que o teste de germinação-padrão. O osmocondicionamento das sementes em solução de PEG -0,4 MPa não foi eficiente na recuperação da viabilidade e vigor das sementes armazenadas tanto a 5 ºC quanto a 20 ºC.

Palavras-chave: Angico, viabilidade e armazenamento.


ABSTRACT

The aim of this experiment was to evaluate the effect of storage temperature on the viability and vigour of A. peregrina seeds. Seeds of A. peregrina harvested in Viçosa-MG, in September 2005 were used. The seeds were stored in the Laboratory of Forest Seeds Analysis (LASF) of the Universidade Federal de Viçosa (UFV), in a cold chamber, under approximately 5ºC over150 days. The seeds were stored under 20ºC for 150 days more. Seed moisture was determined after oven-drying at 105 ± 3ºC for 24 hours. The seeds were analyzed monthly using germination, tetrazolium and electrical conductivity tests and Osmopriming during 300 days, with four repetitions of 25 seeds. A. peregrina seeds kept a constant percentage of germination and viable seeds under the tetrazolium test for five months of storage, under either 5ºC and 20ºC. The electrical conductivity test showed significant differences in relation to the storage period, proving to be more sensitive than the standard germination test. Seed priming in PEG -0,4 MPa solution was not efficient in recovering the viability and vigor of the stored seeds at 5ºC and 20ºC.

Keywords: Angico, viability and storage.


 

 

1. INTRODUÇÃO

O fortalecimento da política ambiental promoveu aumento de demanda por sementes de espécies nativas, que constituem insumo básico nos programas de recuperação e conservação de ecossistemas (CARVALHO et al., 2006). Existem estratégias básicas de conservação in situ e ex situ. A primeira refere-se à manutenção das espécies selecionadas no seu habitat, em parques, reservas biológicas ou reservas ecológicas. Conservação ex situ é a manutenção de espécies vegetais fora do seu ambiente natural através de coleções de plantas no campo, em bancos de sementes, ou de coleções de plântulas em bancos in vitro (SANTOS, 2000).

A semente é a forma mais comum de conservação ex situ, já que esta é a unidade de propagação natural para a maioria das espécies de plantas superiores (SANTOS, 2000). O estabelecimento de um banco de germoplasma ex situ de espécies florestais é de grande valor para a manutenção desses materiais, entretanto ainda não se dispõe de tecnologia apropriada para a sua implementação, principalmente pelo desconhecimento das condições adequadas de armazenamento (VERTUCCI e ROOS, 1990; CHAVES e USBERTI, 2003). O entendimento da biologia da semente (germinação e armazenamento) é imperativo para desenvolver ferramentas efetivas de conservação (El-KASSABY e EDWARDS, 1998).

A viabilidade das sementes é perdida no armazenamento em condições de temperatura ambiente ou durante prolongados períodos de armazenamento, com a taxa de deterioração variando de espécie para espécie (DHAKA e PANDEY, 2001). A temperatura e umidade relativa do ambiente possuem papel fundamental na determinação da longevidade das sementes (WALTERS, 1998), e alta umidade e temperatura de armazenamento promovem a aceleração da deterioração das sementes (GOEL et al., 2003).

A classificação fisiológica das sementes de espécies florestais nativas do Brasil quanto à capacidade de armazenamento permite que sejam adotadas condições de armazenamento adequadas para cada espécie, além da elaboração de programas para a conservação de germoplasma. No entanto, diante da grande diversidade de espécies nas florestas tropicais, a literatura ainda é deficiente sobre a tecnologia a ser adotada (DAVIDE et al., 2003).

Sementes ortodoxas são caracterizadas pela habilidade de tolerar a dessecação e manter a viabilidade por longos períodos, entretanto essas sementes envelhecem durante o armazenamento e, dependendo das condições, perdem sua capacidade de germinar (MURTHY et al., 2003).

Comumente conhecida como angico, angicovermelho, angico-do-morro, angico-branco, paricá, paricáde-terra-firme, a Anadenanthera peregrina é uma espécie pioneira, pertencente à família Leguminosae-Mimosoideae (Mimosaceae) (LORENZI, 1998), possuindo ampla distribuição geográfica. Segundo esse mesmo autor, ela ocorre em Florestas Semidecíduas e na transição com o Cerrado, nos Estados do Tocantins, de Goiás, da Bahia, de Minas Gerais, do Rio de Janeiro, São Paulo, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

De acordo com Costa et al. (2003), a época de maturação dos frutos e sementes de A. peregrina na região da chapada dos Guimarães coincide com o final da estação seca, de setembro a outubro, quando diversas espécies do Cerrado estão com poucas folhas. A espécie apresenta frutos secos, deiscentes, sem atrativos para os animais. São legumes achatados que se abrem apenas de um lado, expondo suas sementes que caem imediatamente após a deiscência dos frutos. As sementes são leves, achatadas, escuras, discóides, de formato orbicular. A sua morfologia permite que sejam dispersas por vento forte a curtas distâncias, com maior freqüência estabelecendo-se na árvore-matriz, ficando caracterizada para essa espécie a síndrome barocórica.

A. peregrina provê 90% de exsudados consumidos por grupos de Callithrix flaviceps acompanhados na Reserva Biológica de Caratinga, MG, sendo a fonte preferida de goma (CORRÊA et al., 2000), além de ser indicada para recuperação de áreas degradadas por mineração (ARAÚJO et al., 2006).

Este trabalho teve como objetivo avaliar a qualidade fisiológica de sementes de A. peregrina durante o armazenamento.

 

2. MATERIAL E MÉTODOS

Foram utilizadas sementes de A. peregrina colhidas de diversas matrizes, na região de Viçosa, MG, em setembro de 2005, armazenadas no Laboratório de Análise de Sementes Florestais (LASF) da Universidade Federal de Viçosa (UFV), em câmara fria, a aproximadamente 5 ºC e 60% UR, por 150 dias. Posteriormente, as sementes foram transferidas para aproximadamente 20 ºC e 62% UR, por mais 150 dias. A mudança da condição de armazenamento foi realizada para colocar as sementes em situação de estresse.

O teor de água das sementes foi determinado pelo método da estufa a 105 ± 3 ºC, por 24 h, de acordo com Brasil (1992). A cada 30 dias, durante os 300 dias, foram conduzidos os seguintes testes, utilizando-se quatro repetições de 25 sementes:

2.1. Teste de germinação - As sementes foram imersas em solução de captan 0,5% por 60 seg e distribuídas nas caixas tipo "gerbox" forradas com duas folhas de papel-filtro umedecidas com água destilada até o ponto de saturação. O teste foi conduzido em temperatura constante de 25 ºC e luz constante com quatro lâmpadas fluorescentes (20W) em Câmara de Germinação (BOD). As avaliações foram feitas a cada 24 h até o quinto dia, sendo consideradas germinadas as sementes com protrusão da radícula.

2.2. Teste Condutividade Elétrica - As sementes foram embebidas em 75 mL de água destilada e colocadas em câmara a 25 ºC, no escuro total. Após 24 h, foi medida a condutividade elétrica da solução. Foram utilizadas quatro repetições de 25 sementes (SANTOS e PAULA, 2005).

2.3. Teste de Tetrazólio - As sementes foram pré-condicionadas em imersão em água destilada por 14 h, a 25 ºC. Posteriormente, o tegumento das sementes foi retirado e os embriões, colocados em copos plásticos e submersos em solução de tetrazólio (pH 6,5) 0,1%, sendo mantidos no escuro à temperatura de 30 ºC, por 24 h, após o que foram lavadas em água corrente e deixadas em água até o momento da avaliação. Os embriões submetidos ao teste foram cortados longitudinalmente, avaliando-se a intensidade da coloração, presença de áreas leitosas, aspectos dos tecidos e localização da coloração em relação aos cotilédones e ao eixo embrionário.

2.4. Osmocondicionamento - As sementes foram embebidas em solução de polietilenoglicol (PEG) -0,4 MPa, por 24 h, e distribuídas em placas de Petri esterilizadas e forradas com duas folhas de papel-filtro umedecidas com 12 mL das soluções de teste. Depois de osmocondicionadas, as sementes foram secas ao ar livre por 24 h e colocadas em câmara de germinação a 25 ºC, por cinco dias.

As sementes foram avaliadas em relação à porcentagem de germinação, ao teste de tetrazólio e à condutividade elétrica. As avaliações foram realizadas a cada 24 h até o quinto dia, comparando-se os dados obtidos com os de germinação das sementes não osmocondicionadas.

Foi utilizado o delineamento inteiramente casualizado, realizando-se análise de variância (ANOVA) e ajustadas equações de regressão da representação do comportamento germinativo. Na análise de regressão, foram testados os modelos lineares e quadráticos, sendo selecionado aquele com maior valor do coeficiente de determinação (R2).

 

3. RESULTADOS E DISCUSSÃO

Para os valores de germinação e de viabilidade, as sementes quando armazenadas em câmara fria, a 5 ºC, não apresentaram diferenças significativas durante os cinco meses de armazenamento (Figura 1). No entanto, os valores de condutividade elétrica aumentaram significativamente ao longo do armazenamento. O testepadrão de germinação prevê estimativas do potencial máximo de um lote de sementes para a produção de mudas sob condições favoráveis, mas esse teste não fornece informações sobre o vigor do lote, sendo, portanto, menos sensível que outros testes (El-KASSABY e EDWARDS, 1998), como o de condutividade elétrica, por exemplo. O declínio da qualidade das sementes durante o armazenamento é primeiramente expresso por um decréscimo no vigor e, consequentemente, perda de viabilidade (BERNALLUGO e LEOPOLD, 1992). Esses resultados foram semelhantes aos encontrados por Pontes et al. (2006) em sementes de Caesalpinia peltophoroides, em que a porcentagem de germinação se manteve constante por mais de seis meses quando armazenadas na temperatura de 5 ºC.

Houve redução significativa da porcentagem de germinação com o armazenamento em câmara fria e osmocondicionadas em PEG -0,4 Mpa (Figura 2). No entanto, pelo teste do tetrazólio ocorreu acréscimo na porcentagem de sementes viáveis até o segundo mês de armazenamento. Na condutividade elétrica ocorreu aumento significativo no decorrer do armazenamento. A hidratação e desidratação das sementes no osmocondicionamento podem ter danificado o sistema de recuperação das membranas e, consequentemente, ocasionado a diminuição da viabilidade e do vigor.

Nas sementes armazenadas a 20 ºC e 62% de umidade relativa (Figura 3), os valores de porcentagem de germinação, porcentagem de sementes viáveis pelo tetrazólio e condutividade elétrica não apresentaram diferenças significativas durante os cinco meses de armazenamento. As sementes de A. peregrina exibiram teor de água inicial de 9,95%, em média, sendo classificadas como ortodoxas (CARVALHO et al., 2006). A umidade relativa ótima onde as sementes mostram bom desempenho no armazenamento ainda não é precisamente conhecida (VERTUCCI e ROOS, 1990). Esses autores relataram que o limite máximo da umidade relativa deve ser o ponto em que as taxas das reações são diminuídas por causa do incremento da viscosidade. De acordo com Borges et al. (1991), trabalhando também com sementes de A. peregrina, essas sementes se mantiveram viáveis em temperatura de 20 ºC sem perda de germinação durante 90 dias com germinação superior a 87%, tendo somente aos 120 dias de armazenamento queda acentuada na germinação. A produção e qualidade das sementes produzidas podem variar entre e dentro das espécies, de acordo com o habitat, a época de colheita, as técnicas utilizadas e as condições ambientais (LOPES et al., 2005).

Nas sementes armazenadas a 20 ºC e osmocondicionadas em solução de PEG -0,4 MPa (Figura 4), os valores de porcentagem de germinação e de condutividade elétrica exibiraram diferenças significativas durante o período de armazenamento, o mesmo não ocorrendo com os valores obtidos pelo teste do tetrazólio. Apesar de a viabilidade ter-se comportado semelhantemente nas sementes armazenadas a 5 ºC e a 20 ºC, quando osmocondicionadas, o vigor começa a declinar no armazenamento, tanto a 5 ºC quanto a 20 ºC. O declínio da qualidade das sementes durante o armazenamento é primeiramente expressado pelo decréscimo no vigor e, consequentemente, pela perda de atual viabilidade (BERNAL-LUGO e LEOPOLD, 1992).

 

4. CONCLUSÃO

As sementes de A. peregrina mantiveram as porcentagens de germinação e de sementes viáveis pelo teste do tetrazólio constantes por cinco meses de armazenamento, a 5 ºC e a 20 ºC.

O teste de condutividade elétrica apontou diferenças significativas do vigor em relação ao período de armazenamento, sendo mais sensível que o teste de germinação.

O osmocondicionamento das sementes em solução de PEG -0,4 MPa acarretou decréscimo da viabilidade e vigor das sementes armazenadas, tanto a 5 ºC quanto a 20 ºC.

As sementes de A. peregrina podem ser armazenadas sem a necessidade de tratamento, tanto a 5 ºC quanto a 20 ºC, por cinco meses sem perda da viabilidade.

 

5. REFERÊNCIAS

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Recebido em 13.11.2007 e aceito para publicação em 26.01.2009.

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