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Revista Árvore

Print version ISSN 0100-6762

Rev. Árvore vol.36 no.4 Viçosa July/Aug. 2012

http://dx.doi.org/10.1590/S0100-67622012000400003 

Efeito do volume de tubetes na produção de mudas de Calophyllum brasiliense e Toona ciliata

 

Effect of volume of tubes on the production of seedlings of Calophyllum brasiliense and Toona ciliata

 

 

Alysson Canabrava LisboaI; Paulo Sérgio dos SantosI; Sílvio Nolasco de Oliveira NetoII; Daniele Nunes de CastroIII; Alan Henrique Marques de AbreuI

IUniversidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Instituto de Florestas, Departamento de Silvicultura. E-mail: <a.canabrava@yahoo.com.br>, <pleles@ufrrj.br> e <alanhenriquem@gmail.com>
IIUniversidade Federal de Viçosa, Departamento de Engenharia Florestal. E-mail: <snolasco@ufv.br>
IIIEngenheira Florestal. E-mail: <daniele.castro@gmail.com>

 

 


RESUMO

A demanda por informações silviculturais de espécies florestais alternativas para reflorestamentos com fins econômicos, entre as quais incluem os métodos de produção de mudas, tem aumentado nos últimos anos. Neste trabalho, avaliou-se a influência de volumes de tubetes, com dimensões de 115, 180 e de 280 cm3, no crescimento de mudas de guanandi (Calophyllum brasiliense Cambess.) e cedro-australiano (Toona ciliata M. Roem. var. australis (F. Muell.) Bahadur). O substrato utilizado foi composto por uma mistura de 80% de substrato comercial e 20% de argila. Foram avaliados o diâmetro de colo e a altura das mudas aos 60, 90, 120 e 150 dias após a repicagem. Nessa última ocasião, determinou-se também o peso de massa seca da parte aérea, do sistema radicular e total, bem como o Índice de Qualidade de Dickson. Houve efeito do volume do tubete sobre as características das mudas, sendo o cedro-australiano a espécie mais responsiva. Conclui-se que para o guanandi o tubete mais indicado é o de 180 cm3 e para o cedro-australiano, o de 280 cm3.

Palavras-chave: Cedro-australiano, Guanandi e Recipientes.


ABSTRACT

The search for silvicultural information, including the seedling production methods, about alternative forest tree species for forestry with economic purposes have increased in the last years. In this work, the influence of the volume of tubes at sizes of 115, 180 and 280 cm3, on the growth of seedlings of Guanandi (Calophyllum brasiliense Cambess.) and Australian Cedar (Toona ciliata M. Roem. var. australis (F. Muell.)) was evaluated. The substrate used was composed by mixture of 80% of commercial substrate and 20% of clay. The collar diameter and the height of the seedlings were evaluated at 60, 90, 120 and 150 days after transplantation. In the last mensuration the dry weight of the aerial plant, of the root system and the total weight, and the Quality Index of Dickson were also determined. There was an effect of the tube volume on the growth and the quality of the seedlings, and the reaction of the Australian Cedar was greater. It was concluded the, for the Guanandi, the best tube is that of 180 cm3 and for the Australian Cedar is the tube of 280 cm3.

Keywords: Australian cedar, Guanandi and Tubes.


 

 

1. INTRODUÇÃO

Nos últimos anos tem aumentado a demanda de informações silviculturais a respeito de espécies florestais alternativas para reflorestamento destinado a fins econômicos. Nesse contexto, informações sobre a produção de mudas são fundamentais para que se alcancem viabilidades técnica e econômica em projetos.

Entre as espécies com potencial de uso em projetos de reflorestamento para fins econômicos que necessitam de mais estudos, encontram-se o cedro-australiano (Toona ciliata M. Roem. var. australis (F. Muell.) Bahadur) e o guanandi (Calophyllum brasiliense Cambess.) (SOUZA et al., 2009; SOUZA, 2009). Segundo Pinheiro et al. (2003), a madeira da primeira espécie é comparável às do gênero Cedrella e à do mogno (Swietenia macrophylla), que são espécies produtoras de madeira com alto valor de mercado, sendo recomendáveis para as Regiões Sul e Sudeste do Brasil, podendo apresentar, segundo dados da Embrapa Florestas (2009), incremento médio anual de 20 m3 ha-1 ano-1. O guanandi é outra espécie com potencial para a silvicultura, devido à qualidade de sua madeira, às inúmeras possibilidades de utilização e às grandes dimensões encontradas para indivíduos adultos (STURION; ANTUNES, 2000). O êxito de um plantio florestal depende, entre outros fatores, da qualidade das mudas produzidas. Estas, além de terem maior capacidade de resistirem às condições adversas encontradas no campo, devem crescer o mais rápido possível para competir com a vegetação espontânea e diminuir possíveis danos causados por pragas florestais, como formigas-cortadeiras e cupins.

Entre os fatores que influenciam na qualidade de mudas de espécies florestais, destaca-se o recipiente utilizado. Segundo Carneiro (1995), as principais funções do recipiente são: conter substrato que permita o crescimento e nutrição das mudas; promover adequada formação do sistema radicular e proteger as raízes de danos mecânicos e da desidratação; e contribuir para a máxima sobrevivência e crescimento inicial no campo. Esse autor relatou, ainda, que os recipientes devem apresentar dimensões uniformes; ser facilmente manuseáveis no viveiro, no transporte e no plantio; possibilitar a mecanização das operações de enchimento, semeadura no viveiro e plantio no campo. Até a década de 1980, os recipientes mais utilizados para produção de mudas de espécies florestais eram os sacos plásticos. Com o aumento da quantidade de mudas produzidas e necessidade de automação das operações, esses recipientes foram sendo substituídos pelos tubetes plásticos, que predominam na produção de mudas das espécies dos gêneros Eucalyptus e Pinus no Brasil. Segundo Hahn et al. (2006), os tubetes apresentam vantagens em relação aos sacos plásticos pela facilidade das operações e, com isso, menor quantidade de mão de obra, permitindo a mecanização, a ocupação de menor área do viveiro e a redução dos custos de transporte das mudas para o campo. Além disso, segundo Davide e Faria (2008), as estrias internas existentes nos tubetes dificultam o enovelamento radicular das mudas, permitindo, teoricamente, maior crescimento inicial em condições de campo. Atualmente, o mercado oferece tamanhos, volumes e formas diferenciadas de tubetes, indicado de maneira geral para diferentes espécies, porém ainda são necessárias informações mais específicas em nível de espécie florestal.

Alguns estudos (JOSÉ et al., 2005; LELES et al., 2006; MALAVASI; MALAVASI, 2006; DAVIDE; FARIA, 2008) concluíram sobre a viabilidade do uso de tubetes plásticos para a produção de mudas de qualidade de espécies florestais nativas da flora brasileira. Davide e Faria (2008) mencionaram que, dependendo da espécie, devem-se utilizar tubetes de maiores ou menores dimensões, destacando que as espécies florestais pioneiras, normalmente, podem ser produzidas em tubetes de menores dimensões. Assim, torna-se interessante estudar qual o tamanho de tubete mais adequado para cada espécie, uma vez que tubetes com maiores diâmetros ocupam mais espaço no viveiro e os de maior capacidade volumétrica necessitam de maior quantidade de substrato, podendo contribuir para a elevação do custo final da muda.

Este trabalho teve como objetivo avaliar a influência de tubetes com diferentes volumes no crescimento de mudas de guanandi e de cedro-australiano.

 

2. MATERIAL E MÉTODOS

O estudo foi conduzido no Viveiro Florestal do Departamento de Silvicultura do Instituto de Florestas da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), em Seropédica, RJ.

As espécies utilizadas foram guanandi (Calophyllum brasiliense Cambess.) e cedro-australiano (Toona ciliata M. Roem. var. australis (F. Muell.) Bahadur).

As sementes de guanandi, logo após a coleta, passaram por processo de quebra de dormência, através de escarificação mecânica, com lixa, conforme recomendação de Piña-Rodrigues et al. (2007), o que não foi necessário para as do cedro-australiano. As sementes de ambas as espécies foram semeadas em sementeira contendo areia lavada, no mês de junho, e irrigadas por microaspersão.

Foram utilizados três modelos de tubetes redondos, com volumes de 115, 180 e 280 cm3, os quais constituíram os tratamentos. As características dos tubetes utilizados estão apresentadas na Tabela 1.

 

 

Cada espécie compôs um experimento, constituído por três tratamentos (modelos de tubetes) e estabelecidos em delineamento inteiramente casualizado (DIC) com quatro repetições, sendo cada unidade amostral composta por cinco mudas.

O substrato utilizado foi produzido por uma mistura, em volume, com 80% de substrato comercial (produto industrializado formulado com casca de pinus bioestabilizada) e 20% de argila da camada de 20-40 cm da superfície de um solo, não sendo utilizada adubação química no substrato.

Aos 30 dias após a semeadura, em ambas as espécies plântulas de altura média uniforme foram repicadas para os tubetes. Em seguida, essas mudas foram colocadas em sombrite de 50% de sombreamento por 30 dias e, no final desse período, foram transferidas para bancadas a pleno sol. Aos 60 dias após a repicagem, foi realizada a alternagem dos tubetes nas bandejas, deixando 50% das células sem tubetes, para evitar competição por luz e possíveis problemas fitossanitários.

Aos 120 dias após a semeadura, realizou-se adubação de cobertura com N-P-K (20-05-20), na dose de 1 g por muda, diluída em solução de água, sendo aplicados 10 ml da solução preparada por planta.

As avaliações consistiram da medição do diâmetro de colo (ao nível do substrato) e da altura da parte aérea (até a gema apical) aos 60, 90, 120 e 150 dias após a repicagem, sendo na primeira avaliação medida somente a altura das mudas.

Após a última avaliação de altura e diâmetro (150 dias após a repicagem), em ambas as espécies e em cada tratamento, foram selecionadas duas mudas de tamanho médio (com base na média de altura e diâmetro), de cada unidade amostral, para a determinação da massa seca da parte aérea, do sistema radicular e total.

Com base nas características morfológicas avaliadas, foi calculado o Índice de Qualidade de Dickson (IQD):

em que:

MST = massa seca total;

AP = altura da parte aérea;

DC = diâmetro de colo;

MSPA = massa seca da parte aérea; e

MSR = massa seca do sistema radicular.

Os dados das características de crescimento da última avaliação, de cada espécie, foram submetidos às pré-disposições da análise de variância. Constatou-se haver necessidade de transformação dos dados apenas do IQD, em log +1. Em seguida, os dados, de cada espécie e característica, foram submetidos à análise de variância e as médias, comparadas pelo teste de Tukey a 5% de significância.

 

3. RESULTADOS

As mudas de guanandi apresentaram crescimento em diâmetro e altura praticamente linear e com baixo incremento ao longo do tempo, e as diferenças são pequenas entre as mudas produzidas nos três volumes de tubetes (Figura 1). Nas mudas de cedro-australiano (Figura 2), observaram-se maiores diferenças de crescimento entre os três volumes de tubetes, na avaliação realizada aos cinco meses após a repicagem. Em relação à avaliação anterior, realizada quatro meses depois da repicagem, houve maior incremento de crescimento devido, provavelmente, à resposta da adubação de cobertura realizada logo após a avaliação aos quatro meses.

 

 

 

 

Ao analisar o crescimento médio das mudas de guanandi aos 150 dias, verificou-se que apenas em altura e diâmetro de colo houve diferenças significativas nos diferentes recipientes (Tabela 2), sendo as mudas produzidas nos tubetes de 180 cm3 e 280 cm3, em média, as que apresentaram os maiores valores de crescimento. Nas mudas de cedro-australiano foram observadas diferenças significativas em todas as características analisadas, sendo, de modo geral, os maiores valores médios observados nas mudas produzidas nos tubetes de 280 cm3. Para o guanandi, o Índice de Qualidade de Dickson (IQD) não indicou diferenças significativas entre os três volumes de tubetes, entretanto esse índice indicou melhor qualidade das mudas de cedro-australiano produzidas nos dois maiores volumes de tubetes.

 

4. DISCUSSÃO

Resultados com maior crescimento em altura e diâmetro de colo em tubetes de maior volume também foram encontrados por Malavasi e Malavasi (2006), em mudas de Cordia trichotoma e Jacaranda micranta. Esses autores atribuíram os resultados ao espaço e volume maiores de substrato e à menor restrição radicular imposta às mudas. Souza et al. (2005) e Cunha et al. (2005), avaliando quatro tamanhos de recipientes para produção de mudas de ipê-amarelo (Tabebuia serratifolia) e ipê-roxo (Tabebuia impetiginosa), respectivamente, constataram, também, que os recipientes de maiores dimensões proporcionaram tendência de maior crescimento das mudas, implicando diminuição do ciclo de produção destas. Santos et al. (2000), ao avaliarem o efeito do volume de tubetes e substratos na qualidade das mudas de Cryptomeria japonica, concluíram que as mudas apresentaram maior crescimento quando produzidas em recipientes de maior volume, independentemente do substrato utilizado. Gomes et al. (2003), testando quatro modelos e tamanhos de tubetes para produção de mudas de Eucalyptus grandis, verificaram que os tubetes com maior capacidade volumétrica produziram mudas de maiores valores em altura e massa seca total. No entanto, esses recipientes não foram recomendados, uma vez que a altura das mudas ficou acima daquela tecnicamente adequada para o plantio.

Segundo Carneiro (1995), a altura das mudas e o diâmetro de colo são as características mais importantes para avaliação da sua qualidade, e normalmente mudas de maior diâmetro apresentam maior capacidade de emissão de novas raízes (LELES et al., 2001; NOVAES et al., 2002) e, assim, maior sobrevivência inicial no campo (BARROSO et al., 2000; NOVAES et al., 2001).

Dependendo da qualidade do substrato, os recipientes de maiores volumes normalmente tendem a disponibilizar maiores quantidades de nutrientes e água retida, conforme mencionado por Gomes et al. (2003). Considerando que o cedro-australiano é uma espécie bem responsiva a nutrientes (FOGAÇA, 2010), as mudas produzidas nos tubetes de maior capacidade volumétrica tendem ser mais responsivas que as mudas de guanandi.

As diferenças significativas superiores em cinco das sete características das mudas de cedro-australiano produzidas nos tubetes de 280 cm3, em relação aos demais, podem ser reflexo, também, do maior comprimento em altura do tubete de 280 cm3 (Tabela 1), permitindo maior crescimento de raiz pivotante. Pinheiro et al. (2003) comentaram que essa espécie possui características de sistema radicular pivotante.

A ausência de resposta significativa da produção de massa seca da parte aérea e do sistema radicular, assim como na relação da massa seca do sistema radicular e na massa seca da parte aérea (PSR/PSA) das mudas de guanandi, pode ter ocorrido diante de sua capacidade de adaptação a ambientes adversos, conforme mencionado por Marques (1994). Outra hipótese seria baseada nas informações apresentadas por Reis et al. (1989), que comentaram a respeito do ajuste do crescimento de mudas. Esses autores observaram que a restrição imposta pelo recipiente promoveu o crescimento balanceado entre as partes de mudas de eucalipto, sem alteração na distribuição relativa de matéria seca com a variação do volume do tubete. José et al. (2005) também não constataram diferenças significativas dessa relação em mudas de aroeira-vermelha (Schinus terebinthifolius) produzidas em tubetes com volumes de 50 e 150 cm3.

Binotto et al. (2010), ao estudarem a correlação entre oito características de crescimento e o índice de qualidade de Dickson (IQD), em mudas de Eucalyptus grandis e Pinus elliottii var. elliottii, concluíram que o diâmetro de coleto é a variável de maior correlação com IQD, evidenciando a importância dessa característica na qualidade das mudas.

Em cedro-australiano, o valor médio significativamente inferior do IQD das mudas dos tubetes de 115 cm3 reforça as evidências de que as mudas produzidas nesses recipientes são de qualidade inferior. Segundo Carneiro (1995) e Binotto et al. (2010), esse índice representa, de maneira geral, a qualidade de muda. José et al. (2005) observaram maiores valores de IQD em mudas de aroeira-vermelha produzidas em tubetes de 150 cm3 quando comparadas com aquelas em tubetes de 50 cm3. Malavasi e Malavasi (2006) verificaram que mudas de Cordia trichotoma e Jacaranda micranta produzidas em tubetes com capacidade volumétrica de 120, 180 e 300 cm3 apresentaram valores médios de IQD estatisticamente iguais, porém foram superiores aos das mudas produzidas no tubete de 55 cm3.

Como mencionado anteriormente, o conjunto de características como diâmetro de colo, altura e massa seca total, associado ao IQD, pode ser mais adequado para a avaliação da qualidade final das mudas. Em relação à escolha dos tubetes, as informações técnicas relacionadas à qualidade das mudas devem compor, juntamente com aquelas sobre custos de infraestrutura, insumos, operacionalidade, mão de obra e transporte, o conjunto de informações para a análise econômica necessária para definição do melhor método de produção de mudas de determinada espécie.

 

5. CONCLUSÕES

O volume do tubete influenciou o crescimento das mudas, sendo o cedro-australiano a espécie que mais respondeu às variações. Considerando as características de crescimento, o tubete mais recomendado para essa espécie é o de 280 cm3 e para o guanandi, o de 180 cm3.

 

6. REFERÊNCIAS

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Recebido em 29.03.2010 e aceito para publicação em 28.05.2012.