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Revista Árvore

Print version ISSN 0100-6762

Rev. Árvore vol.38 no.3 Viçosa May/June 2014

http://dx.doi.org/10.1590/S0100-67622014000300011 

Bactérias extremófilas facultativas melhorando a germinabilidade de sementes de Eucalyptus urophylla S.T. blake

 

Facultative extremophile bacteria improving the germinability of Eucalyptus urophylla S.T. blake seeds

 

 

Eder MarquesI; Kleiton Rodrigues AquilesII; Luiz Eduardo Bassay BlumIII; Carlos Hidemi UesugiI

IDepartamento de Fitopatologia, Bacteriologia Vegetal, Universidade de Brasília, Brasília, Brasil. E-mail: <eder.marques.08@gmail.com> e <uesugich@unb.br>
IIUniversidade de Brasília, Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária, Brasília, Brasil. E-mail: <kleitonaquiles1@gmail.com>
IIIDepartamento de Fitopatologia, Fungos Fitopatogênicos, Universidade de Brasília, Brasília, Brasil. E-mail: <luizblum@unb.br>

 

 


RESUMO

Neste estudo, avaliou-se o efeito da microbiolização de sementes com bactérias extremófilas facultativas (Bacillus sp. e Enterobacter sp.), isoladas, em trabalhos anteriores, a partir de condições extremas de pH e NaCl e capazes de levar ao incremento na fitomassa de eucalipto, na germinação de Eucalyptus urophylla S.T. Blake. Para avaliar a germinabilidade, foram mensurados o tempo médio, a velocidade e o coeficiente de velocidade de germinação. O delineamento experimental foi inteiramente casualizado com 11 tratamentos (cinco estirpes de Bacillus sp., cinco de Enterobacter sp. e uma testemunha sem bactéria), formados por oito repetições com 25 sementes cada. Os resultados do estudo indicaram que as estirpes UnB 1366 e UnB 1374 de Bacillus sp. reduziram, significativamente, menor tempo médio e maiores coeficientes e velocidades de germinação em relação às demais estirpes.

Palavras-chave: Microbiolização de sementes; Tempo médio de germinação; Bacillus sp.


ABSTRACT

In this study the effect of seed microbiolization with facultative extremophile bacteria (Bacillus sp. and Enterobacter sp.), isolated in previous work, from extreme conditions of pH and NaCl and able to increase eucalyptus phytomass, on seed germinability of . Eucalyptus urophylla S.T. Blake was evaluated. Mean germination time, speed of germination and coefficient of speed germination were measured to evaluate germinability. The experiment was conducted in a completely randomized design including 11 treatments (five strains of Bacillus sp., five of Enterobacter sp. and one control without bacteria), formed by 8 replicates with 25 seeds each. The results showed that Bacillus sp. strains UnB 1366 and UnB 1374 significantly reduced the lower mean germination time and higher coefficients and speed of germination in relation to the other strains.

Keywords: Seed microbiolization; Average germination time; Bacillus sp.


 

 

1. INTRODUÇÃO

Estudos de prospecção de microrganismos benéficos são realizados há várias décadas, e diferentes grupos de bactérias são utilizados de forma a melhorar o crescimento vegetal (MOREIRA; SIQUEIRA, 2006). Entre os parâmetros utilizados para avaliar a promoção do crescimento vegetal, está a germinabilidade, realizado por meio das medidas de tempo e velocidade de germinação (ROMEIRO, 2007), envolvendo o uso de expressões matemáticas e testes estatísticos (SANTANA; RANAL, 2004).

A germinação é uma sequência de eventos fisiológicos, influenciada por fatores ambientais e internos (dormência, inibidores e promotores da germinação) às sementes. Trata-se de um fenômeno biológico, considerado como a retomada do crescimento do embrião, com o subsequente rompimento do tegumento pela radícula. Entre os principais fatores que afetam a germinação, podem ser citados: luz, temperatura, disponibilidade de água e oxigênio. Entre os fatores do ambiente, a água é o mais importante. Com a absorção de água, por embebição, a reidratação dos tecidos intensifica a respiração e todas as outras atividades metabólicas, que resultam no fornecimento de energia e nutrientes necessários para a retomada de crescimento (NASSIF et al., 1998).

Além da melhora do enraizamento, as bactérias benéficas têm múltiplas funções, agindo no controle de fitopatógenos, indução de germinação, promoção do crescimento e aumento do estabelecimento de mudas no campo após o transplantio (LUZ, 1996; MAFIA et al., 2009). Todos esses benefícios podem ser alcançados através de técnicas como a microbiolização ou préimunização de sementes, estacas ou mudas.

Alguns grupos de bactérias já foram relatados beneficiando a germinação de sementes em diferentes espécies vegetais. Araújo et al. (2010) verificaram que sementes de arroz inoculadas com bactérias diazotróficas tiveram a velocidade de germinação aumentada. Schlindwein et al. (2008) observaram que rizóbio, conhecido por sua capacidade de fixar nitrogênio, aumentou os parâmetros de germinação de não leguminosas como o alface. Além da utilização direta de estirpes bacterianas, é comum a realização de formulações ou misturas, tal como a realizada por Araújo (2008), em que a inoculação com um formulado contendo Bacillus subtilis e farinha de ostra levou a uma interação positiva, proporcionando aumento de emergência em sementes de soja e algodão.

Em eucalipto, Campello (1992) observou aumento da germinação de sementes com o uso de estirpes de Pseudomonas fluorescens, P. marginalis e B. subtilis. Entretanto, por quase não se utilizarem sementes como forma de propagação dessa planta, trabalhos que descrevam a germinabilidade beneficiada pelo uso de bactérias são escassos.

Recentemente, Marques e Uesugi (2013) isolaram bactérias de diferentes tipos de solos e em condições ambientais extremas (chamadas de "extremófilas facultativas"), a fim de estudar seu efeito no aumento da fitomassa de plantas de eucalipto. Tais autores verificaram que estirpes dos gêneros Bacillus sp. e Enterobacter sp. foram capazes de aumentar a massa de matéria seca, tanto de raízes quanto de parte aérea dessa planta. Adicionalmente, foi observada também uma aparente indução na germinação das sementes, apesar de não ter sido feito naquele momento qualquer estudo ou medida. Diante disso, foi objetivo deste trabalho: verificar um possível aumento nos parâmetros de germinabilidade de sementes microbiolizadas com estirpes de bactérias extremófilas facultativas previamente identificadas.

 

2. MATERIAL E MÉTODOS

2.1. Local de realização dos experimentos, origem das sementes e estirpes bacterianas

O experimento foi conduzido no Laboratório de Bacteriologia Vegetal, do Departamento de Fitopatologia, da Universidade de Brasília, Brasília, DF. Utilizaram-se sementes de Eucalyptus urophylla cedidas pelo Instituto de Pesquisas e Estudos Florestais (IPEF) e estirpes bacterianas recuperadas da Coleção de Bactérias do Departamento de Fitopatologia, da Universidade de Brasília (Tabela 1), obtidas originalmente de estudos anteriores (MARQUES; UESUGI, 2013).

 

 

2.2. Desinfestação superficial e microbiolização das sementes

A higienização das sementes foi realizada pela imersão em álcool 70% (30 s), seguida da imersão em solução de hipoclorito de sódio 1% (3 min) e lavagem em água destilada esterilizada, por duas vezes consecutivas.

Em seguida, as sementes foram imersas em uma suspensão bacteriana na concentração aproximada de 109 UFC mL-1 (escala 7 de McFarland), agitadas a 150 rpm em incubador rotativo, a 28 ºC por 24 h, com exceção das sementes-testemunhas que foram mantidas nas mesmas condições, porém em água destilada esterilizada. Após esse período, foram semeadas em placas contendo meio ágar-água (20%), como substrato para manutenção da umidade, e mantidas sobre bancadas à temperatura (24 ~ 25 ºC) e luz ambiente.

2.3. Condução do estudo: observação da germinação

Foram consideradas como germinadas as sementes com o rompimento do tegumento pela radícula (NASSIF et al., 1998). As observações foram feitas diariamente, a partir do segundo dia do ensaio, realizado às 10 h da manhã. As sementes com radículas emergidas a cada dia foram contadas e descartadas no mesmo horário até o vigésimo primeiro dia, após o início do ensaio.

2.4. Delineamento experimental e análise dos dados

O delineamento foi o inteiramente casualizado com oito repetições, compostas por 25 sementes, incluindo os 10 tratamentos mais a testemunha. Com base nos dados de germinação, foram calculados: o tempo médio de germinação, a velocidade de germinação e o coeficiente de velocidade de germinação, utilizandose as seguintes equações (SANTANA; RANAL, 2004):

· T = Σ(fi*xi)/Σ(fi) (dias) tempo médio de germinação (1)

· ν = 1/T (dias-1) velocidade de germinação (2)

· CVG = [Σ(fi)/(fi*xi)]*100 (%) coeficiente de velocidade de germinação (3)

em que fi = número de sementes germinadas no i-ésimo dia; e xi = número de dias contados da semeadura até o dia da leitura.

Os dados do ensaio foram submetidos à análise de variância (ANOVA), utilizando o Programa Assistat 7.6 beta (SILVA;AZEVEDO, 2009). As médias dos valores dos parâmetros de germinabilidade foram comparadas pelo teste T, a 5% de probabilidade.

 

3. RESULTADOS

A análise dos resultados permitiu observar que quase todos os tratamentos com as estirpes bacterianas levaram à diminuição no tempo de germinação e ao aumento na velocidade de germinação das sementes de eucalipto, exceto pelo tratamento com a estirpe UnB 1370.

O tratamento com a estirpe UnB 1366 foi o que proporcionou o menor valor (8,6 dias) de tempo médio de germinação (Figura 1), sendo semelhante estatisticamente somente ao UnB 1374 (10,3 dias), ou seja, as sementes germinaram mais rapidamente. Ao contrário dos dois tratamentos anteriores, a utilização da estirpe UnB 1370 conduziu a um tempo maior (12,8 dias) que o da testemunha (12,5 dias), também não se diferindo estatisticamente de UnB 1373 (12,3 dias), UnB 1371 (12,3 dias), UnB 1369 (12,2 dias), UnB 1367 (12,0 dias), UnB 1375 (11,9), UnB 1368 (11,5 dias) e UnB 1372 (11,5 dias).

 

 

A comparação das médias de velocidade de germinação com o teste T mostrou que as sementes microbiolizadas com a estirpe UnB 1366 (0,12 dia-1) germinaram com maior rapidez do que a testemunha (0,08 dia-1) e demais tratamentos, inclusive com diferença estatística significativa (Figura 2).

 

 

O coeficiente de velocidade de germinação é apenas a velocidade multiplicada por 100, variando de 0% a 100%, o que facilita o raciocínio. Assim como na velocidade média, quanto maior o valor, mais rápido a semente germinou. Por isso, a estirpe UnB 1366 (11,7%) também se destacou individualmente da testemunha (8,1%) e dos demais tratamentos (Figura 3).

 

 

4. DISCUSSÃO

A medida do tempo é uma variável muito usada para descrever a amostra de sementes estudada. Neste estudo, o cálculo foi realizado usando médias ponderadas, pois levam em consideração que número variável de sementes germinou em cada tempo, diminuindo, assim, a influência da variação (SANTANA; RANAL, 2004). Como na espécie E. urophylla não existem especificações quanto a substrato ou tempo para contagem inicial na regra para a análise de sementes (BRASIL, 2009), o experimento foi realizado da forma descrita.

Entre relatos da literatura, avaliando a germinabilidade na interação sementes-bactérias, Araújo et al. (2010) observaram que bactérias diazotróficas (Herbaspirillum sp. , H. seropedicae, Burkholderia brasilensis e Azospirillum sp. ) inoculadas em sementes de arroz armazenadas há quatro anos, aumentaram a porcentagem de germinação, pois também inibiram in vitro o desenvolvimento do fungo de pós-colheita Fusarium sp. Neste estudo, não foi avaliada a inibição de patógenos de sementes, já que elas foram desinfestadas superficialmente, mas pôde-se notar o benefício das estirpes bacterianas nos parâmetros avaliados.

Em plantas de soja e algodão, Araújo (2008) observou que um formulado de Bacillus subtilis com farinha de ostras levou a uma interação positiva, aumentando a velocidade de germinação das sementes. A interação das bactérias aliada a fontes nutritivas deve ser investigada futuramente nas estirpes aqui estudadas, já que experimentos como o citado anteriormente mostram resultados positivos.

Em sementes de alface, isolados de Bradyrhizobium sp., noduladores originalmente de plantas de acácianegra, elevaram os parâmetros de germinação das sementes dessa hortaliça, pois produziam ácido indolacético (AIA) em quantidades adequadas (SCHLINDWEIN et al., 2008).

Em eucalipto, Campello (1992) relatou o aumento da germinação de sementes com o uso de P. fluorescens, P. marginalis e B. subtilis, além do incremento na massa seca e na altura das plântulas. Também em eucalipto e em estudos prévios, a estirpe UnB 1366 de Bacillus sp. levou ao maior ganho de matéria seca de parte aérea do híbrido "Urograndis" de eucalipto (MARQUES; UESUGI, 2013). Neste estudo, a mesma estirpe bacteriana reduziu o tempo de germinação das sementes da espécie E. urophylla, confirmando seu efeito benéfico.

Os integrantes do gênero Bacillus (Família: Bacillaceae) possuem grande diversidade e habilidade fisiológica (GARRITY et al., 2005), inclusive com relato na promoção do crescimento vegetal e aumento de germinação. Sabendo que na germinação, após a absorção de água, ocorre acréscimo no teor de enzimas e aumento da atividade metabólica (KRAMER; KOZLOWSKI, 1972) e que nesse experimento as sementes foram microbiolizadas em uma suspensão bacteriana, é provável que no momento da reidratação as bactérias penetraram as sementes e agiram aumentando a germinação, tanto na produção de enzimas próprias quanto na indução da produção de enzimas pelas sementes.

Apesar do benefício geral das estirpes, o tratamento com a estirpe UnB 1370 mostrou interação negativa, pois levou a um tempo de germinação maior e a um coeficiente de velocidade de germinação semelhante ao da testemunha. Nos experimentos anteriores, foram as sementes microbiolizadas com as estirpes UnB 1367 (Enterobacter sp.) e UnB1374 (Bacillus sp.), que levaram ao baixo incremento de massa seca de parte aérea e biomassa de raízes. Segundo Kloepper e Schorth (1978), bactérias colonizadoras de plantas podem ter efeito benéfico, neutro ou deletério às suas hospedeiras. Schlindwein et al. (2008) observaram que alguns isolados bacterianos tinham efeito deletério em sementes de alface, pois produzem AIA numa faixa tóxica. Procópio (2004) avaliou a promoção de crescimento em eucalipto com bactérias endofíticas dessa planta e também observou interação negativa. Assis et al. (1995) constataram que Pseudomonas do grupo das fluorescentes e B. subtilis não aumentaram a germinação de rabanete; pelo contrário, causaram redução na germinação. Tais relatos podem justificar a interação negativa bactéria-planta, observada na estirpe UnB 1370.

Levando em consideração os argumentos supracitados, novos testes devem ser realizados tanto do ponto de vista da interação das estirpes bacterianas quanto da forma de veiculação destas, uso de fontes nutritivas e, principalmente, elucidação de quais compostos agem na promoção de crescimento de eucalipto, mostrada em estudos anteriores (MARQUES; UESUGI, 2013) e na indução de germinação agora observada. Isso pode ser alcançado através do uso de técnicas, tal como a cromatografia líquida de alta eficiência - CLAE (MALDANER et al., 2010).

 

5. CONCLUSÃO

O estudo em questão permitiu confirmar que estirpes bacterianas de Bacillus sp. (UnB 1366 e 1374), obtidas de condições ambientais extremas para pH e NaCl, foram capazes de acelerar a germinação das sementes de E. urophylla.

 

6. AGRADECIMENTOS

Ao Instituto de Pesquisas e Estudos Florestais (IPEF), por ceder as sementes de Eucalyptus urophylla utilizadas neste estudo.

 

7. REFERÊNCIAS

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Recebido em 22.03.2013 aceito para publicação em 30.04.2014.

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