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Revista do Colégio Brasileiro de Cirurgiões

Print version ISSN 0100-6991

Rev. Col. Bras. Cir. vol.38 no.5 Rio de Janeiro Sept./Oct. 2011

http://dx.doi.org/10.1590/S0100-69912011000500012 

ENSINO

 

Cursos preparatórios para a residência médica: visão dos estudantes de medicina

 

Preparatory courses for medical residency: students point of view

 

 

Silvana Marques e SilvaI; Viviane Fernandes RosaII; Pedro Renato de Paula BrandãoIII; Ana Carolina de OliveiraIII; Paulo Gonçalves de Oliveira, TCBC-DFIV; João Batista de Sousa, TCBC-DFIV

IDoutoranda Programa de Pós-Graduação em Ciências Médicas da Faculdade de Medicina da Universidade de Brasília, , Brasília - DF-BR
IIMédica Residente do Serviço de Coloproctologia do Hospital Universitário de Brasília, Brasília, DF-BR
IIIAcadêmico do Curso de Medicina da Universidade de Brasília, Brasília, DF-BR
IVProfessor Adjunto de Clínica Cirúrgica da Faculdade de Medicina da Universidade de Brasília, Brasília, DF-BR

Endereço para correspondência

 

 


RESUMO

OBJETIVO: Conhecer a opinião dos alunos do internato do Curso de Medicina da Universidade de Brasília sobre os cursos preparatórios para a residência médica.
MÉTODOS: Aplicação de questionário padronizado aos alunos do primeiro ano do internato
RESULTADOS: Participaram do estudo 67 dos 74 alunos (90,5%) dos dois primeiros semestres do internato. Dentre eles, 57 (85,1%) estão matriculados ou pretendem matricular-se em cursos preparatórios. Apenas 28,4% (19 alunos) acreditam que a participação nestes cursos atrapalhe as atividades do internato. A participação nos cursos preparatórios é considerada crucial para a aprovação nas provas de residência médica por 36 entrevistados (53,7%). Quando questionados quanto ao fator mais importante para a aprovação na prova de residência, 91,0% afirmaram ser o período de estudo teórico. Já quando o enfoque do estudo é a formação profissional, 92,5% reconheceram serem mais importantes as atividades desenvolvidas durante o internato.
CONCLUSÃO: A maior parte dos alunos entrevistados considera que a participação em cursos preparatórios é importante para a aprovação nas provas para ingresso nos programas de residência médica e que esta participação não atrapalha as atividades do internato.

Descritores: Cursos. Internato e residência. Ensino.


ABSTRACT

OBJECTIVE: To know the opinion of Medical interns, University of Brasilia on the preparatory courses for medical residency.
METHODS: Application of a standardized questionnaire to students if the first year of internship.
RESULTS: Sixty-seven of the 74 students (90.5%) of the first two semesters of internship participated. Among them, 57 (85.1%) are enrolled or intend to enroll in preparatory courses. Only 28.4% (19 students) believe that participation in these courses disrupt the activities of the internship. Participation in preparatory courses is considered crucial to the approval in the residency exams for 36 respondents (53.7%). When asked about the most important factor for the approval in the exams, 91.0% claimed to be the period of theoretical study. But when the focus of the study is professional training, 92.5% acknowledged the activities during the internship as the most important.
CONCLUSION: Most students interviewed consider that participation in preparatory courses is important to be approved in the residency programs' admission exams and that this participation does not hinder the activities of the internship.

Key words: Courses. Internship and residency. Teaching.


 

 

INTRODUÇÃO

A residência médica existe no Brasil desde 1940. Nos anos sessenta, com a ampliação gradual do número de programas, a residência médica foi consolidada como modalidade de especialização dos médicos em todas as regiões do país1. A partir do decreto nº 80.281 de setembro de 1977, passou a ser considerada modalidade de ensino de pós-graduação lato sensu destinada a médicos; o "padrão ouro" da especialização médica2. A Lei 6.932 de julho de 1981 determinou de modo genérico a necessidade de processo de seleção para admissão aos programas de residência médica3.

No ano de 2006, já existiam no Brasil cerca de 2600 programas de residência médica oferecidos por 360 instituições, em 53 especialidades4. Segundo o portal eletrônico do Ministério da Educação, existem atualmente 29.227 vagas disponíveis por todo o país, em diversas especialidades, sendo 11.322 delas para residentes do primeiro ano (R1) em áreas básicas ou de subespecialização2. Entretanto, este número de vagas oferecidas não é suficiente diante do número de profissionais graduados anualmente, tanto em instituições de ensino público quanto privado. Estima-se que pouco mais da metade dos médicos recém-graduados ingresse em uma vaga para residência médica a cada ano4.

Diante desta desproporção, a aprovação nos concursos de seleção passou a ser uma das grandes preocupações dos estudantes nos últimos anos do curso de medicina. Neste contexto, houve proliferação de cursos preparatórios, similares aos cursos pré-vestibulares, com filiais não só no território nacional, mas também em países vizinhos como a Bolívia (destinados a brasileiros que fazem graduação no exterior).

O aumento do número de estudantes matriculados nos cursos preparatórios despertou a preocupação dos educadores com a possível evasão destes alunos do hospital e da prática médica: a prioridade em participar das aulas dos cursinhos e de memorizar conteúdos teóricos em detrimento da participação nas atividades do internato. Este período de aprendizado baseado em serviço5 é considerado uma fase de transição entre a condição de estudante e a de médico6, momento no qual o aluno aprende a estabelecer e a desenvolver a relação médico-paciente.

Uma solução para o problema poderia ser a mudança no processo de seleção para a residência médica. A realização de uma prova prática, com avaliação das habilidades adquiridas, da vivência ética e da atitude frente a diferentes situações, atuaria de modo complementar à avaliação do conhecimento teórico e poderia ser uma maneira de devolver aos graduandos o interesse pelas práticas realizadas durante o internato.

O presente estudo teve como objetivo averiguar a opinião dos alunos do internato do curso de medicina da Universidade de Brasília sobre os cursos preparatórios para a residência médica e sobre o seu impacto no processo ensino-aprendizagem.

 

MÉTODOS

Foram incluídos no estudo os alunos dos dois primeiros semestres do internato do curso de medicina da Universidade de Brasília. Os alunos que cursavam o último período do curso foram excluídos por se encontrarem em estágios eletivos, muitos deles em outras instituições, o que dificultaria a localização de parte do grupo.

Os estudantes foram convidados a fazer parte do estudo durante reuniões clínicas das diversas áreas do internato. Aqueles que concordaram em participar responderam ao questionário padronizado nos intervalos destas atividades, de modo individual e sem necessidade de identificação.

O questionário utilizado (Figura 1) contém oito questões sobre os cursos preparatórios para a residência médica e seu impacto no processo de ensino-aprendizagem.

 

RESULTADOS

Participaram do estudo 67 dos 74 alunos dos dois primeiros semestres do internato do curso de medicina da Universidade de Brasília (90,5% da população de estudo). Dentre eles, 57 (85,1%) estão matriculados ou pretendem matricular-se em cursos preparatórios para a residência médica. A principal justificativa para participação nestes cursos é a possibilidade de revisar ou direcionar os estudos (36,8%). Dos 10 estudantes que não freqüentam e não pretendem freqüentar estes cursos (14,9% dos pesquisados), metade não o faz por questões financeiras. As demais justificativas estão descritas nas tabelas 1 e 2.

A participação nos cursos preparatórios é considerada crucial para a aprovação nas provas de residência médica por 36 entrevistados (53,7%). Quando comparado aos livros textos, o material didático fornecido é considerado mais adequado para o estudo direcionado para as provas por 60 estudantes (89,5%).

Dezenove alunos (28,4%) acreditam que a participação nestes cursos atrapalhe as atividades do internato. Quando questionados quanto ao fator mais importante para a aprovação na prova de residência, 91% afirmaram ser o período de estudo teórico. Já quando o enfoque do estudo é a formação profissional, 92,5% afirmam serem mais importantes as atividades desenvolvidas durante o internato.

Trinta e três estudantes (49,3%) aprovam o método atual de seleção para a residência médica e 14 (20,9%) acreditam que a realização de prova prática durante esta seleção diminuiria a procura pelos cursos preparatórios.

 

DISCUSSÃO

A Residência Médica foi criada em 1889 no Departamento de Cirurgia do Hospital Johns Hopkins, nos Estados Unidos, para atender ao desenvolvimento das especialidades médicas6. É definida como modalidade de ensino de pós-graduação lato sensu, na forma de curso de especialização em instituições de saúde, sob a orientação de médicos de elevada qualificação ética e profissional, em regime de responsabilidade crescente6.

A procura pelos programas de residência é grande em todo o país. Tavares7, em estudo realizado na Faculdade de Medicina de Valença-RJ, constatou que todos os alunos prestes a ingressar no internato pretendiam especializar-se e que 93% destes, optariam pela residência médica.

A falta de número suficiente de vagas nas áreas e programas de residência médica mais concorridos gera preocupações nos estudantes nos últimos anos do curso de medicina e permite a proliferação de cursos preparatórios. Por outro lado, grande número de vagas permanece não preenchido, talvez por tratar-se de áreas de especialização hoje menos valorizadas pela sociedade, que exijam maior tempo e dedicação ou tenham baixa remuneração.

No presente estudo, constatou-se que 85,1% dos entrevistados estão matriculados ou pretendem matricular-se em cursos preparatórios para a residência médica. A principal justificativa é a possibilidade de revisar ou direcionar os estudos. Metade dos estudantes que não freqüentam e não pretendem freqüentar cursos preparatórios, não o faz por questões financeiras.

De modo similar, Fava et al.8 relataram que 76% dos alunos do sétimo ao nono períodos do curso de graduação em medicina da Universidade Federal de Juiz de Fora manifestaram interesse em se matricular em cursos preparatórios, e 63,17% daqueles que responderam negativamente o fizeram por falta de recursos financeiros.

Ferreira et al.9 avaliaram trinta acadêmicos da Faculdade de Medicina de Marília que frequentavam cursos preparatórios para a residência médica. Segundo estes autores, há opção clara dos internos de medicina pela busca do conhecimento teórico oferecido nos cursos preparatórios em detrimento das vivências proporcionadas pelo internato. Nesta avaliação, as justificativas dos discentes seriam o direcionamento teórico à realização das provas de residência médica, o preenchimento de lacunas de conhecimentos teóricos na graduação e a grande concorrência entre as vagas de residência médica.

Os mesmos fatores foram expressos espontaneamente pelos alunos participantes do presente estudo. É importante frisar que nenhum dos estudantes entrevistados referiu deixar de frequentar os cursos preparatórios por considerar a sua formação médica suficiente e que, por outro lado, dez alunos (17,5%) que participam ou pretendem participar de cursos preparatórios têm como justificativa suprir déficits de conteúdo. Este dado pode ser um indício da necessidade de reavaliação da eficiência e adequação do ensino médico no país.

Quando comparado aos livros texto, o material didático fornecido pelos cursos preparatórios foi considerado mais adequado para o estudo direcionado para as provas de residência médica por 89,5% dos estudantes entrevistados. No estudo de Fava at al8 68,35% dos entrevistados relataram já terem utilizado este tipo de material como fonte de estudo. Esta tendência pode tornar-se fator de limitação das fontes de busca de informações médicas. Deve ser analisado até que ponto o modo de exposição do conteúdo no material fornecido pelos cursinhos possa configurar uma forma de adestramento às provas e não contribua necessariamente para o aprendizado dos estudantes.

A necessidade de aprovação nas provas de residência médica compete com a busca pela boa formação profissional. Quando questionados quanto ao fator mais importante para a aprovação na prova de residência, 91% dos entrevistados afirmaram ser o período de estudo teórico. Quando o enfoque do estudo foi a formação profissional, 92,5% afirmam serem mais importantes as atividades desenvolvidas durante o internato. Apesar disso, apenas 28,4% dos alunos acreditam que a participação nos cursos preparatórios atrapalharia as atividades do internato. Goldwasser10 avaliou as competências julgadas importantes no processo de seleção da residência médica: entre os graduandos de medicina, o conhecimento foi considerado o mais importante, seguido de habilidades. Por outro lado, a atitude e os aspectos éticos foram as características realçadas pelos preceptores e coordenadores de residentes. A participação nos cursos preparatórios foi considerada crucial para a aprovação nas provas de residência médica por 36 entrevistados (53,7%). Leite et al.6, em um estudo baseado no desempenho dos candidatos do Concurso de Residência Médica 2007, do Hospital Universitário da Universidade Federal de Juiz de Fora, constataram ser vantajosa a frequência em cursos preparatórios. A maioria dos alunos participantes (72%) relatou ter frequentado estes cursos. Grande parte da clientela dessas empresas (87,3%) foi constituída por alunos ou médicos que desejavam o ingresso em programas de residência médica de maior concorrência. Na análise da média geral, não foi observada diferença significativa de aprovação no processo seletivo entre os candidatos que se preparam em cursos preparatórios e os que não os freqüentaram. Entretanto, observou-se que em sete das dez residências médicas analisadas, a aprovação foi percentualmente maior no grupo dos que freqüentaram os cursos preparatórios. No que diz respeito ao desempenho do aluno baseado na nota, ficou evidenciado que a média das notas dos candidatos que freqüentaram os cursos foi 4,07 pontos maior (em uma escala de 100) que a média daqueles que não frequentaram.

Segundo a presente avaliação, apenas 49,3% dos alunos aprovam o método atual de seleção para a residência médica. Além disso, somente 20,9% acreditam que a realização de prova prática durante esta seleção diminuiria a procura pelos cursos preparatórios.

A prova prática para a seleção de candidatos aos programas de residência médica surgiu como proposta em 2004, após debates na Associação Brasileira de Educação Médica (Abem) e na Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM). Foi criada a partir do reconhecimento do efeito deletério da seleção realizada na época sobre o estudante de medicina e, conseqüentemente, sobre a graduação6.

Martins et al.3 acreditam que a prova prática reúne a possibilidade de avaliação mais completa - integração entre conhecimento, atitudes, habilidades e ética - e é coerente com as propostas das diretrizes curriculares para o curso de graduação em medicina. Estes autores demonstraram a ausência de relação significativa entre as notas aferidas nas provas teóricas e práticas. Nesta experiência, foi marcante a insuficiência de atitudes e habilidades em alguns candidatos que, embora selecionados entre os primeiros lugares na prova teórica, foram reprovados na prova prática.

Pinto et al.11, a partir da experiência com a prova prática na Faculdade de Medicina de Petrópolis, afirmam que ela serve como sinalizador para as deficiências do ensino de graduação e promove indicadores para sua melhoria. Afonso et al.12 pontuaram, a partir da experiência acumulada na Universidade do Estado do Rio de Janeiro, que a prova prática valoriza competências e habilidades, e funciona como indicador da implantação das diretrizes curriculares no curso de graduação em medicina.

Apesar dos indicadores de que a prova prática poderia contribuir de modo positivo no processo de seleção dos médicos residentes, sua implementação ainda encontra obstáculos como as dificuldades operacionais, o custo elevado, a subjetividade e a falta de padronização, em especial quando estão envolvidas múltiplas bancas ou um grande número de candidatos3.

A essência da formação médico-acadêmica deve basear-se na excelência do exercício da medicina, na geração e disseminação do conhecimento científico e de práticas de intervenção que expressem efetivo compromisso com a melhoria da saúde e com os direitos das pessoas13. A preparação para a prova de residência médica tem grande influência no desempenho do aluno de medicina durante a faculdade. Por tratar-se de uma exigência essencialmente teórica, desestimula o aluno no desenvolvimento da relação médico-paciente, no contato com doenças prevalentes na comunidade e no desenvolvimento de habilidades práticas nos hospitais universitários ou faculdades. Dessa forma, colabora para a disseminação dos cursos preparatórios para residência médica14.

Entre a maioria dos docentes, há a preocupação com as falhas na formação médico-acadêmica e a busca da suplementação em cursos preparatórios para o êxito em concursos de residência médica eminentemente teóricos. O principal risco é a deterioração na formação médica, principalmente no que diz respeito à formação de habilidades e à incorporação da ética médica, já que o aluno é desestimulado a dedicar-se ao internato 15.

Sem sombra de dúvidas, os cursos preparatórios permitem a revisão e a aquisição de conteúdo, porém não substituem a prática na formação médica. O último ano do curso de medicina é o período em que a maioria dos alunos pretende matricular-se em cursos preparatórios. Fica justificado assim por que o internato é a etapa da formação mais intensamente prejudicada16. Além disso, este processo demonstra como a desigualdade socioeconômica pode ser determinante na preparação de candidatos: quem possui melhor condição financeira leva vantagem ao poder financiar tais cursinhos.

É necessária, portanto, a adequação do modelo de avaliação para o ingresso na residência médica aos métodos de ensino adotados pelas Faculdades de Medicina. A medida do conhecimento teórico é de extrema importância, porém deve ser acompanhada da avaliação da habilidade, competência, capacidade de resolução de problemas e conduta ética.

Conclui-se que a maior parte dos alunos entrevistados considera que a participação em cursos preparatórios é importante para a aprovação nas provas para ingresso nos programas de residência médica e que esta participação não atrapalha as atividades do internato.

 

REFERÊNCIAS

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9. Ferreira RC, Marchi AMG, Nunes PAL, Ribeiro LO, Pereira AG, Silva RF, et al. Curso preparatório para residência médica: a percepção dos estudantes de medicina. Anais do 44o Congresso Brasileiro de Educação Médica; 2006; Gramado: ABEM; 2006.         [ Links ]

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12. Afonso DH, Fernandes JCSA, Silveira LMC, Deveza M, Amaral NR, Miranda Filha N, et al. Residência médica: competências e habilidades valorizadas na etapa do processo seletivo como indicador de implementação das diretrizes curriculares. In: Anais do 44o Congresso Brasileiro de Educação Médica; 2006; Gramado: ABEM; 2006.         [ Links ]

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Endereço para correspondência:
Silvana Marques e Silva
E-mail: silvismarques@yahoo.com.br

Recebido em 15/11/2010
Aceito para publicação em 28/12/2010
Conflito de interesse: nenhum
Fonte de financiamento: nenhuma

 

 

Trabalho realizado no Curso de Medicina da Universidade de Brasília, Brasília-DF-BR.