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Revista do Colégio Brasileiro de Cirurgiões

Print version ISSN 0100-6991

Rev. Col. Bras. Cir. vol.40 no.6 Rio de Janeiro Nov./Dec. 2013

http://dx.doi.org/10.1590/S0100-69912013000600005 

ARTIGO ORIGINAL

 

Tratamento cirúrgico de carcinomas cutâneos pelo Sistema Único de Saúde: análise de custos

 

 

Karine Helena BócoliI; Daniela Francescato VeigaII; Isaías Vieira CabralIII; Marcelo Prado de CarvalhoIV; Neil Ferreira NovoV; Joel Veiga Filho VI; Lydia Masako FerreiraTCBC-SPVII

IAluna de Graduação do Curso de Medicina da UNIVÁS - Universidade do Vale do Sapucaí
IIProfessora Orientadora do Programa de Pós-Graduação em Cirurgia Translacional da UNIFESP-EPM e do Mestrado Profissional em Ciências aplicadas à Saúde da UNIVÁS
IIIMédico Residente do Serviço de Cirurgia Plástica da UNIVÁS
IVPreceptor da Divisão de Cirurgia Plástica - Serviço de Cirurgia Plástica da UNIVÁS
VProfessor Titular de Bioestatística da UNIVÁS
VICoordenador da Divisão de Cirurgia Plástica e Regente do Serviço de Cirurgia Plástica da UNIVÁS e Professor Orientador do Mestrado Profissional em Ciências aplicadas à Saúde da UNIVÁS
VIIProfessora Titular da Disciplina de Cirurgia Plástica da UNIFESP-EPM e Professora orientadora do Programa de Pós-graduação em Cirurgia Translacional da UNIFESP

Endereço para correspondência

 

 


RESUMO

OBJETIVO: analisar os custos do tratamento cirúrgico de carcinomas cutâneos, realizado em serviço de Cirurgia Plástica de hospital universitário, em pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS).
MÉTODOS:setenta e um pacientes foram incluídos e registrados seus dados sociodemográficos e da operação. Para análise de custos diretos foi considerado o período de internação do paciente, incluindo custos materiais e humanos.
RESULTADOS: o custo material médio por procedimento foi R$.324,70, e o valor médio da taxa de serviço hospitalar, segundo a tabela do SUS, foi R$.193,66. Com isso, obteve-se um custo total médio de R$.518,36 por procedimento. Entretanto, o valor médio repassado pelo SUS ao hospital por procedimento foi R$.429,19.
CONCLUSÃO: o tratamento cirúrgico dos carcinomas cutâneos gerou para o hospital, um déficit médio de R$.89,16 reais por procedimento.

Descritores: Neoplasias cutâneas. Carcinoma. Cirurgia plástica. Honorários e preços. Sistema único de saúde.


 

 

INTRODUÇÃO

Os carcinomas de pele são as neoplasias mais comuns  em seres humanos1. Principalmente devido ao elevado número de casos, na Austrália, em 2001, ele foi, entre todos os tipos de câncer, o que gerou mais gastos com o tratamento, custando ao sistema de saúde daquele país US$.262 milhões, ou, aproximadamente, US$.14,60 per capita2.

Nos Estados Unidos, as despesas anuais com o tratamento de câncer de pele não melanoma chegam a US$.650 milhões para toda população e foi o quinto tipo de câncer a gerar mais gastos3. Os carcinomas de pele também têm cada vez mais impacto econômico na Europa4. Na Alemanha, as hospitalizações devido a eles, em 2003, custaram US$.281 milhões5.

No Brasil, o Instituto Nacional do Câncer (INCa) estima que, em 2012 e em 2013, o câncer da pele do tipo não melanoma será o mais incidente na população brasileira, com 134 mil novos casos, sendo 63 mil em homens e 71 mil em mulheres6. Apesar de ser a neoplasia mais incidente no Brasil, em ambos os sexos, considera-se que estes dados estejam subestimados pelo fato de muitas lesões suspeitas serem retiradas sem diagnóstico ou o mesmo ser feito erroneamente7.

A assistência à saúde da população é um problema enfrentado por vários países. Atualmente, tem crescido a necessidade de estudos que permitam avaliar o impacto econômico de ações em saúde8. A avaliação econômica é importante para a tomada de decisão quanto à alocação de recursos, visando uma maior eficiência na sua utilização9.

Considerando que as verbas públicas e privadas para a saúde são limitadas, a análise de custos e avaliação de resultados torna-se peça indispensável no desenvolvimento de políticas de saúde10.

O objetivo deste estudo foi analisar os custos do tratamento cirúrgico de carcinomas cutâneos, realizado em serviço de cirurgia plástica de hospital universitário, em pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS).

 

MÉTODOS

Trata-se de estudo primário, analítico, observacional. O projeto foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade do Vale do Sapucaí (protocolo nº 260/09).

A casuística foi composta por 71 pacientes submetidos ao tratamento cirúrgico de carcinomas cutâneos, em regime hospitalar, pelo Sistema Único de Saúde, no Serviço de Cirurgia Plástica do Hospital das Clínicas da Universidade do Vale do Sapucaí, no período de agosto de 2009 a agosto de 2010.

Foram incluídos pacientes com diagnóstico de câncer cutâneo confirmado por exame anatomopatológico, submetidos ao tratamento cirúrgico pela equipe de Cirurgia Plástica, no centro cirúrgico do hospital universitário. Não foram incluídos pacientes sem diagnóstico confirmado, os submetidos a tratamento em regime ambulatorial e pacientes tratados por outros serviços.

O valor total pago pelo sistema de saúde ao hospital foi calculado por paciente e incluiu o serviço hospitalar, os honorários médicos, diárias de acompanhantes e exames anatomopatológicos. O custo direto é o valor gasto pelo sistema de saúde especificamente com o tratamento; para calculá-lo são subtraídos do valor total os valores pagos por exames anatomopatológicos e diárias de acompanhantes. O gasto para o hospital também foi calculado por paciente, incluindo os gastos com honorários médicos, com materiais e medicamentos e também a taxa de serviço hospitalar prevista, que corresponde ao valor repassado pelo SUS ao hospital, valor esse pré-definido por tabela e que varia conforme o procedimento realizado.

O custo do procedimento cirúrgico, incluindo custos materiais e humanos, foi avaliado através do sistema TASY, um software para gestão em saúde. Dados demográficos, clínicos e referentes ao procedimento cirúrgico foram coletados dos prontuários.

Para análise dos resultados, foram utilizadas estatísticas descritivas, com medidas de média, mediana e desvio-padrão.

 

RESULTADOS

A distribuição dos 71 pacientes incluídos em relação ao sexo foi semelhante, com frequência um pouco maior de mulheres (52% dos casos). A idade variou de 40 a 90 anos (69,8 anos) e, quanto à cor da pele, a mais prevalente foi a branca, em 94,4%.

O tipo histológico mais frequente foi o carcinoma basocelular. Foram ressecados e tiveram seu diagnóstico confirmado, 87 tumores ao todo, onde 68 estavam localizados na cabeça, seis no pescoço, nove em membros superiores, quatro em membros inferiores, e um na mama.

O tipo de anestesia mais utilizado foi o bloqueio local com sedação e o tempo de permanência hospitalar foi um dia para 40,8% dos pacientes, dois dias para 25,4% e três dias para 33,8%. A ressecção seguida de enxerto e a ressecção seguida de plástica em "Z" foram as técnicas utilizadas com maior frequência, ambas em 26,8% das operações, seguidas pela ressecção simples, em 15% dos procedimentos.

Para obtenção do custo total do procedimento, foram somados os valores de honorários médicos, exames anatomopatológicos, materiais e medicamentos e valores de diárias de acompanhantes. Os honorários médicos foram pagos segundo o tipo de operação, variando de R$.28,20 a R$.344,25, com média de R$.115,77. O valor repassado pelo SUS para exames anatomopatológicos, por paciente, variou de R$.48,00 a R$.336,00, média R$.122,35.

Segundo as informações contidas nos registros cirúrgicos, os gastos com medicamentos e materiais variaram de R$.43,06 a R$.428,38 por paciente, com média de R$.97,92. Apenas os pacientes com mais de 60 anos de idade têm direito à acompanhante, sendo R$.4,00 o valor pago pelo SUS pela sua diária. Neste estudo, 32 pacientes necessitaram de acompanhante, totalizando 43 diárias.

A somatória destes gastos levou a um custo total médio de R$.324,70 por procedimento. Nele não se incluiu a taxa de serviço hospitalar. Ela representa o valor que a instituição deveria receber, segundo a tabela do SUS, excluídos os custos supracitados, para cobrir despesas com pessoal de limpeza, enfermagem, energia elétrica, água, aluguel, equipamentos, etc. Esta taxa muda conforme o tipo de procedimento e seu grau de complexidade, variando de R$.97,28 a R$.437,96, sendo a média de R$.193,66.

Somando-se a média do custo total por procedimento (R$.324,70) com a média da taxa de serviço hospitalar prevista pelo SUS (R$.193,66) obteve-se valor médio total de R$.518,36 por procedimento. Entretanto, o valor médio pago pelo SUS ao hospital no período da pesquisa, foi R$.429,19 por procedimento. Portanto, o hospital teve déficit médio de R$.89,16 por paciente (Tabela 1).

 

DISCUSSÃO

É senso comum o fato de o câncer de pele gerar gastos diretos e indiretos para governos, planos de saúde e para um número significativo de pacientes11-19.

Apesar da importância em analisar o impacto financeiro do tratamento dos carcinomas de pele, não existem estimativas detalhadas dos custos para o sistema de saúde nacional, uma vez que informações quanto ao seu diagnóstico e tratamento não são sistematicamente registradas. A avaliação econômica, assim como, o registro rigoroso da incidência, localização, tipo histológico e caracterização sociodemográfica da população acometida com maior frequência, são importantes para a tomada de decisão quanto à alocação de recursos, visando maior eficiência na sua utilização9.

Uma vez feito o diagnóstico, as opções de tratamento para os tumores cutâneos incluem tanto procedimentos cirúrgicos quanto não cirúrgicos. Independente da abordagem utilizada, os objetivos são a extirpação completa do tumor, preservação da maior quantidade possível de tecido normal e o mínimo dano cosmético. A escolha do tratamento depende da localização, idade, comorbidades e fatores de risco de recorrência tumoral20,21.

O tratamento cirúrgico, em específico, depende do local e do tamanho da lesão, das características da pele, da forma da lesão, da familiaridade do cirurgião com determinada técnica, bem como, de sua criatividade no planejamento do ato operatório, e os gastos crescem conforme o grau de evolução da doença, o tempo de operação, tempo de internação, necessidade de acompanhante, presença de comorbidades e ocorrência de complicações22,23.

O tratamento cirúrgico do câncer de pele é problema relevante no setor de gestão em saúde e requer considerável demanda financeira para sua realização5. Os hospitais públicos enfrentam grande desafio administrativo ao tratar esses pacientes, pois, dependendo do caso, o saldo é negativo ao final do procedimento. Para evitar esse impasse, além de outros, é necessário reajustar os valores repassados pelos SUS com base em um modelo condizente com os gastos reais e educar os profissionais envolvidos para que não haja desperdícios e para que seja feito registro rigoroso dos materiais utilizados.

Ações de prevenção primária por meio de proteção contra a radiação solar são efetivas e de baixo custo, e devem fazer parte de programas educativos em ambientes de trabalho, escolas e unidades de saúde. Além disso, como a doença é caracterizada pelos efeitos cumulativos da exposição aos fatores de risco, as campanhas devem ter seu enfoque em crianças, adolescentes e seus pais23.

A prevenção secundária, através de exame dermatológico cuidadoso, também deve ser realizada. A pele é órgão de fácil acesso ao autoexame e à inspeção médica e permite o diagnóstico de neoplasias nas fases iniciais. Como o risco de doença aumenta com a idade, 80% de todos esses cânceres são diagnosticados a partir dos 55 anos. Assim, esforços devem ser concentrados nesta faixa etária, para que o diagnóstico seja feito em estágios precoces e que exijam tratamentos menos complexos, o que refletirá em menor morbidade e menores custos por paciente18.

Construir uma rede de dados que possibilite real análise sociodemográfica da epidemiologia do carcinoma de pele e dos custos de seu tratamento por meio de um modelo mais compatível com a realidade do país, e estratégias para que o quadro de subfaturamento seja revertido, é caminho inevitável para melhoria da situação atual e administração de fundos3.

Desta forma, à medida que novos dados devidamente registrados sejam disponibilizados, torna-se viável avaliar tendências na gestão, diferentes opções e custos resultantes do tratamento. Estas informações propiciariam maior efetividade dos esforços para diminuir os custos associados ao tratamento desta doença que é, cada dia mais, um importante problema de saúde pública24.

Em conclusão, o tratamento cirúrgico dos carcinomas cutâneos tratados pelo SUS gerou para o hospital, déficit médio de R$ 89,16 reais por procedimento.

 

REFERÊNCIAS

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Endereço para correspondência:
Daniela Francescato Veiga
E-mail: danielafveiga@gmail.com

Recebido em 02/10/2012
Aceito para publicação em 05/12/2012
Conflito de interesse: nenhum.
Fonte de financiamento: Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais – FAPEMIG.

 

 

Estudo realizado na Universidade do Vale do Sapucaí, em colaboração com o Programa de Pós-graduação em Cirurgia Translacional da UNIFESP.

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