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Revista do Colégio Brasileiro de Cirurgiões

versão impressa ISSN 0100-6991versão On-line ISSN 1809-4546

Rev. Col. Bras. Cir. vol.42 no.6 Rio de Janeiro nov./dez. 2015

http://dx.doi.org/10.1590/0100-69912015006004 

Artigos Originais

Perfil epidemiológico e complicações pós-operatórias das mulheres submetidas à cirurgia ginecológica em centro de referência do extremo setentrional da amazônia legal brasileira

Sônia Maria Coelho1 

Elizabeth de La Trinidad Castro Perez1 

Cynthia Dantas de Macedo Lins1  2 

Mariano Tamura Vieira Gomes3  4 

Zsuzsanna Illona Katalin de Jármy Di Bella4 

Marina de Paula Andres5 

Sergio Podgaec3  5 

1Hospital Materno-Infantil Nossa Senhora de Nazaré, Roraima

2Universidade Federal de Roraima (UFRR)

3Hospital Israelita Albert Einstein, São Paulo

4Departamento de Ginecologia da Escola Paulista de Medicina / UNIFESP

5Divisão de Clínica Ginecológica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo

RESUMO

Objetivo:

avaliar o perfil epidemiológico e as complicações operatórias das pacientes submetidas à operações ginecológicas realizadas devido à presença de doenças benignas em um hospital público terciário no Estado de Roraima, Brasil.

Métodos:

foi realizado um levantamento retrospectivo, por meio da análise de prontuários de 518 pacientes submetidas à operações ginecológicas entre os meses de janeiro e junho de 2012. Foram incluídas as três principais operações realizadas nesse período (n=175): histerectomia, colpoperineoplastia e colocação de sling suburetral. Foram excluídos 236 casos de laqueadura tubária e 25 casos em que não foi possível acesso ao prontuário médico.

Resultados:

A média etária foi 47,6 anos, predominaram pacientes com ensino fundamental (36,6%), provenientes da capital (77%), com relações estáveis (47,4%) e ocupação prevalente "do lar" (26,3%). As pacientes, em sua maioria, tinham antecedentes três ou mais partos (86,6%), com via vaginal prévia em 50,2% e parto cesáreo prévio em 21%. Os principais diagnósticos indicativos de tratamento cirúrgico foram: mioma uterino (46,3%), incontinência urinária de esforço (27,4%) e distopias genitais (17,7%). Foram encontrados três casos (1,7%) de lesões intraepiteliais de alto grau na colpocitologia oncótica. A operação mais realizada foi a histerectomia total (19,8%), sendo 15,5% por via vaginal. A complicação mais frequente foi a infecção de ferida operatória (2,2%).

Conclusão:

as mulheres submetidas às operações ginecológicas devido à doenças benignas apresentavam média etária de 47 anos, a maioria tinha nível de escolaridade fundamental, eram provenientes da capital, tinham união estável, eram predominantemente do lar, multíparas e apresentaram taxas de complicações operatórias baixas.

Palavras-Chave: Cirurgia; Histerectomia; Slings Suburetrais; Prolapso de Órgão Pélvico; Complicações Pós-Operatórias

INTRODUÇÃO

A Cirurgia Ginecológica é um ramo da Cirurgia Geral que trata do aparelho genital feminino, das afecções cirúrgicas da mulher, considerando as mamas e a pelve. Em relação à região pélvica, as principais afecções benignas indicativas de procedimentos cirúrgicos dizem respeito ao útero e seus anexos e à correção da incontinência urinária, porém, características específicas de determinadas populações trazem peculiaridades para as indicações e os resultados obtidos1,2.

A cidade de Boa Vista, capital de Roraima, encontra-se no extremo setentrional da Amazônia Legal Brasileira, tem população de 314.900 habitantes (63% da população do Estado), sendo cerca de 70 mil mulheres com idade entre 20 e 50 anos. A maior parte desse contingente habita a zona urbana, com 2,5% vivendo em áreas rurais. A renda per capita mensal é de R$ 786,00, comparativamente mais baixa do que na cidade de São Paulo (R$ 1.516,00), uma das principais capitais do país. Como exemplo das características do atendimento em saúde local, segundo dados do IBGE, a cidade conta somente com quatro unidades de internação em emergência obstétrica e quatro mamógrafos3.

Dessa forma, conhecendo os resultados de atendimento em Cirurgia Ginecológica desse modelo social, abre-se a possibilidade de delineamento de parâmetros únicos regionais. Em geral, os mais frequentes procedimentos cirúrgicos relativos às doenças benignas da mulher são a histerectomia e as operações para correção de incontinência urinária e prolapso genital1,2,4. A histerectomia é o segundo procedimento operatório mais frequente realizado em mulheres na idade reprodutiva, sendo superada apenas pela cesariana, sendo que cerca de 20 a 30% das mulheres serão submetidas a esta operação até a sexta década de vida. As vias para a realização da histerectomia são a vaginal, abdominal e laparoscópica. Em diversos países, a principal via utilizada é a abdominal (70-90%), sendo apenas 10-30% vaginal e menos de 5% a laparoscópica1,2,4.

Por sua vez, a incontinência urinária de esforço (IUE) representa cerca de 10% das queixas ginecológicas5-10. As técnicas opertórias de sling suburetral para correção da IUE podem utilizar grande variedade de materiais autólogos e sintéticos e consistem na utilização de uma faixa posicionada inferiormente à uretra ou ao colo vesical, sem tensão. Apresentam taxas de cura que variam entre 61% e 93%11,12. O uso das telas sintéticas para a colocação de sling reduz o tempo de operação e elimina a possível morbidade no local da extração de enxerto autólogo5,13.

O objetivo do presente estudo foi avaliar o perfil clínico e epidemiológico das pacientes submetidas às cirurgias ginecológicas realizadas devido à presença de doenças benignas em um centro de referência de Roraima.

MÉTODOS

Foi realizado um estudo transversal, retrospectivo, descritivo por meio da análise dos prontuários de 518 pacientes submetidas ao tratamento cirúrgico, entre os meses de janeiro e junho de 2012, no Centro de Referência de Saúde da Mulher (CRSM) do Hospital Materno-Infantil Nosssa Senhora de Nazaré (HMINSN), hospital terciário público localizado em Boa Vista, Roraima, no extremo setentrional da Amazônia Legal Brasileira.

Foram selecionadas as três principais operações ginecológicas, totalizando 436 pacientes. Dessas, foram excluídos 25 casos (12,5%) porque não foi possível o acesso ao prontuário médico e 236 laqueaduras tubárias (45,5%).

Foram analisadas variáveis epidemiológicas, via de parto e paridade, diagnósticos pré e pós operatórios e complicações pós-operatórias, por meio das medidas de tendência central (mediana, moda e frequência relativa). O trabalho foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Federal de Roraima (UFRR), protocolo nº 609.239.

As pacientes realizaram ultrassonografia transvaginal e colpocitologia oncótica para avaliacao pré-operatória. Nos casos de histerectomia, o útero foi enviado para avaliação histopatológica após o procedimento.

Os resultados obtidos no estudo foram divididos em variáveis categóricas e contínuas para análise. As variáveis categóricas foram analisadas descritivamente, calculando-se frequências absolutas e relativas. Para análise das variáveis contínuas os resultados estão expressos em médias, medianas, desvios-padrão, frequências absolutas e relativas. Para comparação entre proporções foi aplicado o teste de Qui-quadrado e, quando pertinente, a correção de Yates. O nível de significância foi estabelecido em p<0,05 para todos os testes.

RESULTADOS

Foram realizadas 518 operações. As operações ginecológicas mais prevalentes do Serviço foram: histerectomia, colpoperineoplastia, cirurgia de Sling vaginal e cistopexia com ou sem perineoplastia, correspondendo a 175 casos (Tabela 1). A média etária das pacientes foi 47,6 anos, variando de 24 a 84 anos, com predomínio de pacientes com idade entre 40 e 49 anos (45,7, IC: 38,18-53,40). O nível de escolaridade predominante foi o ensino fundamental completo em 36,6% dos casos, 27,4% com ensino médio e 5,7% das pacientes cursaram ensino superior (Tabela 2). As pacientes eram principalmente provenientes da capital (77%), casadas ou com união estável (47,4%) e com ocupação como "do lar" (26,3%).

Tabela 1 - Principais operaçoes realizadas (n=518). 

Cirurgia N (%)
Laqueadura tubária 236 (45,5)
Histerectomia 103 (19,8)
Colpoperineoplastia anterior 14 (2,7)
Colpoperineoplastia posterior 37 (7,1)
Sling vaginal e colpoperineoplastia anterior/posterior 18 (3,4)
Sling vaginal 3 (0,5)

Fonte: Prontuários médicos do Centro de Referência de Saúde da Mulher (CRSM) do Hospital Materno-Infantil Nosssa Senhora de Nazaré (HMINSN) - jan-jun/2012.

Tabela 2 - Características epidemiológicas e clínicas das pacientes submetidas à cirurgia ginecológica (n=175). 

Característica N (%)
Idade (anos) 47,6
Escolaridade
Ensino fundamental 64 (36,6)
Ensino Médio 48 (27,4)
Ensino Superior 10 (5,7)
Sem dados 53 (30,2)
Estado civil
Casada 83 (47,4)
Solteira 48 (27,4)
Antecedente de três ou mais partos 13 (86,6)
Parto vaginal exclusivo 87 (50,2)

Fonte: Prontuários médicos do Centro de Referência de Saúde da Mulher (CRSM) do Hospital Materno-Infantil Nosssa Senhora de Nazaré (HMINSN) - jan-jun/2012.

As pacientes incluídas eram multíparas (três ou mais partos anteriores) em 86,6% dos casos, sendo 50,2% com partos exclusivamente vaginais e 21% com antecedente de, ao menos, um parto cesárea anterior. A citologia oncológica obteve resultado de neoplasia cervical intraepitelial de alto grau em 1,7% das pacientes.

Os diagnósticos pré-operatórios foram mioma uterino, em 46,3%, incontinência urinária de esforço, em 27,4%, e distopia genital, em 17,7%, nas histerectomias, sling vaginal e colpoperineorrafia, respectivamente. Todas as pacientes foram acompanhadas por um período mínimo de seis meses pós-operatório. A maioria das pacientes não apresentou complicação pós-operatória (89,1%). As complicações encontradas foram: infecção de ferida operatória, infecção de trato urinário, retenção urinária, extrusão de tela vaginal, granuloma de introito vaginal, hematoma/dor na coxa, lesão de bexiga e cefaleia pós-anestesia raquidiana (Tabela 3).

Tabela 3 - Complicações pós-operatórias das pacientes submetidas à cirurgia ginecológica (n=175). 

Complicações N (%)
Sem complicações 156 (89,1)
Infecção de ferida operatória 4 (2,2)
Infecção do trato urinário 3 (1,7)
Retenção urinária 3 (1,7)
Extrusão de tela 2 (1,1)
Granuloma de intróito vaginal 1 (0,5)
Dor/hematoma na coxa 2 (1,1)
Lesão de bexiga 1 (0,5)
Cefaleia pós-anestesia raquidiana 1 (0,5)

Fonte: Prontuários médicos do Centro de Referência de Saúde da Mulher (CRSM) do Hospital Materno-Infantil Nosssa Senhora de Nazaré (HMINSN) - jan-jun/2012.

Houve correspondência histopatológica pós-operatória com o diagnóstico pré-operatório de leiomioma uterino, com relevância estatística (p=0,004 X2 de Yates). Não houve relação significativa entre hiperplasia endometrial e espessamento endometrial na ultrassonografia pré-operatória. Identificou-se como resultados histopatológicos principais: 36 casos de leiomioma, quatro casos de hiperplasia endometrial sem atipia e 24 casos de adenomiose.

DISCUSSÃO

As principais afecções ginecológicas benignas com indicação operatória são mioma uterino e incontinência urinária. Embora, em centros especializados, sejam tratadas, na atualidade, com técnicas minimamente invasivas, nos centros distantes das grandes capitais predominam os tratamentos cirúrgicos convencionais2,5.

Interessante observar que a média etária das pacientes submetidas ao tratamento operatório foi 47,6 anos, concordante com a literatura mundial14-16.

Quanto à origem das pacientes, em estudos brasileiros 81,5% a 92,6% das pacientes eram da própria cidade e 7,37% a 18,43% residiam em cidades da região de zona rural14-16. Em nosso estudo, a maioria das pacientes era de origem urbana (77%). Acredita-se que o predomínio de pacientes procedentes da zona urbana atendidas pelo Serviço seja devido à dificuldade de acesso das pacientes da zona rural e cidades vizinhas aos meios de informação e aos serviços públicos de saúde disponíveis. Em levantamento do IBGE, em 2009, na Região Norte do país, apenas 1,8 leitos estavam disponíveis para cada 1000 habitantes, abaixo do padrão preconizado pelo Ministério da Saúde, sendo que, em Roraima, esses leitos estão disponíveis para o SUS em apenas quatro estabelecimentos de saúde3.

Em relação à paridade, 86,6% das mulheres eram multíparas, concordante com a literatura mundial, porém superior a outras casuísticas brasileiras, como a de Primo et al. que encontraram 37,5% de multíparas17. O nível de escolaridade predominante foi o fundamental em 36,6%11,15,16. A multiparidade é fator de risco conhecido para distopias genitais e incontinência urinária. Estudos demonstram que cada parto aumenta em 1,2% o risco para distopias e que entre as mulheres que tiveram dois ou mais partos, o número de hospitalizações para correção de prolapso genital aumenta em até oito vezes, quando comparadas às nulíparas18.

A complicação mais frequente foi a infecção de ferida operatória, presente em 2,2% das pacientes do estudo, condizentes com os achados na literatura. Em relação à extrusão da tela sintética pela vagina, encontramos uma frequência de 9,5% entre as pacientes submetidas à cirurgia de sling. Na literatura mundial a frequência de extrusão de tela descrita é de 0 a 14%, e em outros estudos brasileiros, de 4%7.

Ressalta-se que o presente estudo é um levantamento pioneiro sobre as características das cirurgias ginecológicas realizadas no extremo norte do país. A limitação dos resultados se dá por se tratar de um estudo retrospectivo, baseado em informações coletadas em prontuário médico e dependente do seu correto preenchimento. A partir desses dados, pela primeira vez em nosso país, pretendemos conhecer as características dessas pacientes, o que poderá auxiliar na promoção de estratégias de gestão adaptadas à população local, assim como, o estabelecimento de possíveis medidas de prevenção direcionadas para essas mulheres.

A amostra estudada demonstra que as mulheres submetidas às operações ginecológicas devido à doenças benignas no Centro de Referência de Saúde da Mulher (CRSM) do Hospital Materno-Infantil Nosssa Senhora de Nazaré (HMINSN) entre os meses de janeiro e junho de 2012, apresentavam média etária de 47 anos, a maioria tinha nível de escolaridade fundamental, eram provenientes da capital, tinham união estável, eram predominantemente do lar, multíparas e apresentaram taxas de complicações operatórias baixas.

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Fonte de financiamento: nenhuma.

Recebido: 06 de Abril de 2015; Aceito: 20 de Junho de 2015

Endereço para correspondência:Marina de Paula Andres E-mail: marina.dpandres@gmail.com

Conflito de interesse: nenhum.

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