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Revista do Colégio Brasileiro de Cirurgiões

versão impressa ISSN 0100-6991versão On-line ISSN 1809-4546

Rev. Col. Bras. Cir. vol.43 no.3 Rio de Janeiro mai./jun. 2016

http://dx.doi.org/10.1590/0100-69912016003004 

Artigo Original

Alterações do padrão do fluxo sanguíneo após tratamento endovascular do aneurisma sacular da aorta abdominal com triplo stent: modelo em suínos.

JAHIR RICHARD DE OLIVEIRA1 

MAURÍCIO DE AMORIM AQUINO1 

SVETLANA BARROS2 

GUILHERME BENJAMIN BRANDÃO PITTA3 

ADAMASTOR HUMBERTO PEREIRA3 

1- Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Porto Alegre, RS, Brasil

2- Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas (UNCISAL), Maceió, AL, Brasil

3- Programa de Pós-Graduação em Ciências Cirúrgicas do Departamento de Cirurgia da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Porto Alegre, RS, Brasil.

RESUMO

Objetivo:

determinar as alterações do padrão do fluxo sanguíneo após tratamento endovascular do aneurisma sacular de aorta abdominal com triplo stent.

Métodos:

estudo hemodinâmico de sete suínos das raças Landrace e Large White portadores de aneurismas saculares de aorta abdominal infrarrenal artificialmente produzidos segundo técnica descrita. Os animais foram submetidos a implante de triplo stent para correção endovascular do aneurisma e reavaliados por duplex scan quanto ao padrão do fluxo sanguíneo antes e após o implante dos stents. A análise estatística foi realizada com o teste Mann-Whitney não pareado.

Resultados:

verificou-se uma queda significativa da velocidade sistólica média de 127,4cm/s na fase pré-stent para 69,81cm/s na fase pós-stent. Houve ainda mudança no padrão do fluxo de turbilhonar no saco aneurismático para laminar intrastent.

Conclusão:

o estudo demonstrou alterações do padrão do fluxo sanguíneo do aneurisma sacular de aorta abdominal após tratamento endovascular com triplo stent.

Descritores: Fluxo Sanguíneo Regional; Aneurisma Sacular; Aneurisma da Aorta Abdominal; Stents; Suínos.

INTRODUÇÃO

O tratamento endovascular dos aneurismas de aorta abdominal tem se tornado uma alternativa cirúrgica cada vez mais utilizada em lugar da cirurgia tradicional1. Obtém-se êxito no tratamento quando se consegue a completa supressão do fluxo sanguíneo e da pressão sistêmica no interior do saco aneurismático, o que prevenirá o risco de rotura2-4. Embora tenhamos alcançado significativos avanços tecnológicos desde a primeira geração de endopróteses de aorta, informações recentes de acompanhamento pós-operatório tardio têm indicado uma porcentagem significativa de complicações com necessidade de reintervenção cirúrgica. A razão do insucesso no tratamento, em muitos desses casos, ainda está ligada à endoprótese empregada (vazamento tipo III)5-7.

A deterioração do material das próteses hoje comercializadas, formadas pela associação de uma estrutura metálica com revestimento de PTFE ou poliéster tem sido motivo de estudos8-10. Surge assim, um novo método terapêutico, baseado em estudos hemodinâmicos experimentais, os stents multicamadas: próteses metálicas não revestidas, capazes de promover redirecionamento do fluxo sanguíneo dentro do saco aneurismático, prevenindo sua expansão e ruptura, mesmo sem a supressão total do fluxo no saco aneurismático8-14.

O objetivo deste estudo é analisar experimentalmente os efeitos do implante de três stents com mesmo desenho (triplo stent) sobre o redirecionamento do fluxo sanguíneo do aneurisma sacular em suínos e determinar possíveis alterações no padrão do fluxo sanguíneo na aorta abdominal após tratamento.

MÉTODOS

O projeto de pesquisa foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas (UNCISAL), protocolo no 61-A, e seguiu rigorosamente os princípios éticos da experimentação animal do Colégio Brasileiro de Experimentação Animal (COBEA), baseados na Resolução do Conselho Federal de Medicina Veterinária no 714/0215,16.

A amostra foi constituída de sete suínos, oriundos do cruzamento das raças Landrace e Large White, fêmeas, com peso variando de 20 a 25 Kg, fornecidos pelo mesmo produtor, adequadamente vacinados e vermifugados de acordo com a idade e portadores de aneurisma de aorta abdominal infrarrenal produzidos artificialmente segundo a técnica de Perini17 modificada, conforme descrição: - Exposição da aorta abdominal por via transabdominal, com incisão mediana xifopúbica, seguida da exposição da aorta por dissecção circunferencial entre as artérias renais e a trifurcação distal (artérias ilíacas comuns e tronco da artéria ilíaca interna); - Escolhido um segmento de 3cm para a confecção do aneurisma, os ramos foram reparados com fio de linho 3.0, e administrada heparina intravenosa (100UI/kg); procedeu-se em seguida ao pinçamento da aorta proximal e distal ao segmento escolhido e realização de arteriotomia longitudinal seguida da sutura do remendo com pericárdio bovino em forma de bolsa previamente confeccionada de 3x3 cm, com fio de polipropileno 6.0, em sutura contínua (Figura 1); - Quinze dias após a cirurgia foi realizado avaliação por Duplex Scan, para confirmação da perviedade dos aneurismas, bem como, as análises dos parâmetros de fluxo sanguíneo pré-implante do stent. Em seguida, foram submetidos ao implante do triplo stent e reavaliação do fluxo sanguíneo, para análise das variáveis. A anestesia foi realizada seguindo o protocolo de anestesia geral para suínos do CCEB/UNCISAL.

Figura 1  Aneurisma sacular após liberação do fluxo sanguíneo. 

Implante dos Stents

O acesso vascular para aortografia foi obtido através de dissecção cirúrgica da artéria femoral direita, sendo a punção arterial realizada sob visão direta com Jelco no 16. Após o avanço do fio-guia hidrofílico 0,035x260 cm ponta angulada, foi introduzida bainha 5F de 11cm. A bainha foi avançada sob controle fluoroscópico até a artéria ilíaca comum. Na sequência, foi realizada aortografia com cateter angiográfico MP 5F de 100cm para identificação do aneurisma, seguida do posicionamento do cateter na aorta torácica, acima do local do aneurisma.

Posteriormente, foi realizado o acesso vascular para o implante dos stents, através de dissecção cirúrgica da artéria carótida direita, sendo a punção arterial realizada sob visão direta com Jelco no 16. Após o avanço do fio-guia hidrofílico 0,035x260 cm ponta angulada, foi introduzida uma bainha 7F de 11cm. A bainha foi avançada sob controle fluoroscópico até o arco aórtico, sendo o fio guia posicionado na aorta torácica com auxílio de um cateter IM.

Após posicionamento do cateter femoral no interior do saco aneurismático para controle angiográfico, seguiu-se a inserção sequencial com liberação dos stents pela carótida direita, na seguinte ordem de tamanhos: 8x40 mm, 9x40 mm e 10x40 mm, iniciando a liberação a partir da trifurcação da aorta suína. Em seguida, foi realizada aortografia de controle com cateter angiográfico MP 5F, via carótida direita (Figura 2).

Figura 2 Aortografia pós-implante do stent. 

Os stents de nitinol utilizados no experimento foram fabricados pela empresa Braile Biomédica (Brasil), com sistema de liberação over the wire, tipo autoexpansível, compatíveis com introdutor 7F. O stent apresenta um desenho de células fechadas, com tranças de monofilamento com forma tubular, formando losangos (diamond shape), com marcas radiopacas proximais e distais em ouro.

Foram registradas as imagens através do Duplex Scan 30 minutos antes do implante dos stents e 30 minutos após o implante dos stents.

As imagens foram avaliadas quanto à mudança do padrão de fluxo turbilhonar e laminar, bem como, o pico de velocidade sistólica obtido na aorta aneurismática. A mudança padrão de fluxo turbilhonar para laminar após liberação dos stents também foi evidenciada através da aortografia.

Variáveis em estudo

Variável primária

Alteração do padrão do fluxo sanguíneo após tratamento endovascular do aneurisma sacular de aorta. O fluxo foi quantificado por ecografia vascular, com a utilização de um ultrassom portátil.

Variáveis secundárias

Média da velocidade do fluxo sangue na aorta; frequência de trombose do saco aneurismático.

Como informações complementares, avaliaram-se as médias: de idade do animal, do seu peso e o tempo de procedimento.

A análise estatística foi realizada com teste Mann-Whitney não pareado e calculando o intervalo de confiança (IC) de 95% para cada ponto estimado. A hipótese estatística de H0 (Fluxo pré-stent = Fluxo pós-stent) e H1 (Fluxo pré-stent ≠ Fluxo pós-stent) foi avaliada pelo programa estatístico GraphPad Instat(r) Prism 5 (2012) Versão para Windows. O tamanho amostral se baseou em estudos prévios sobre o tema, realizados em suínos18-21.

RESULTADOS

Todos os sete animais foram submetidos, com sucesso, ao implante dos stents, sem dificuldade técnica. O tempo de procedimento cirúrgico foi 190 minutos, e não se observou nenhuma intercorrência, tais como mau posicionamento, migração ou expansão inadequada dos stents.

Na tabela 1, estão descritas as variáveis quantitativas que constituem a Velocidade Pico Sistólico (PS) e Índice de resistência (IR) antes e depois do implante triplo stent, que revelam alterações significativas, ou seja, queda da velocidade sistólica após a colocação dos stents, bem como, a queda do índice de resistência em muitos dos animais. No parâmetro da velocidade sistólica observou-se uma queda significativa com uma média de velocidade pré-stents de 127,4cm/s com IC 79,93±174,8 e uma média de velocidade pós-stents de 69,81cm/s com IC 40,18±99,43, confirmando a mudança do padrão de fluxo sanguíneo.

Tabela 1 Distribuição dos valores das medidas do Fluxo sanguíneo do aneurisma de aorta. 

Tabela Triplo Stent
Pico de velocidade sistólica cm/s (PS) Índice de resistência (IR)
Animal Pré-stent Pós-stent Pré-stent Pós-stent
1 110,29 87,49 0,6/8 0,85
2 50,33 24,89 1,0 0,07
3 189,86 95,43 0,88 0,67
4 163,22 86,89 1,0 0,66
5 178,35 98,33 1,0 0,83
6 110,39 71,23 0,87 0,76
7 89,04 24,39 0,65 1,17

As variáveis qualitativas, que representam a mudança no padrão do fluxo de turbilhonar no saco aneurismático para laminar intrastent, após o tratamento com triplo stent, foram demonstradas através do duplex scan (Figuras 3 e 4).

Figura 3 Aneurisma pré-stent no animal 1. 

Figura 4 Aneurisma pós-stent. 

DISCUSSÃO

O tratamento do aneurisma de aorta abdominal através da técnica endovascular vem sendo executado com frequência crescente. Com isto, vêm sendo observados também vazamentos relacionados às endopróteses6, geralmente decorrentes de defeitos precoces de seus componentes ou fadiga do material. Recentemente, surgiu um novo stent que trouxe um conceito diferente para o tratamento dos aneurismas12. Esses stents com múltiplas camadas permitem o redirecionamento do fluxo no saco aneurismático, levam à queda da pressão local e impedem sua expansão.

Vários modelos de avaliação de fluxo do aneurisma de aorta já foram descritos. Através da análise dinâmica do fluxo da aorta observa-se o comportamento do fluxo e compara-se endopróteses e stents no tratamento do aneurisma de aorta. Verifica-se assim, que as alterações de pressão e alterações do padrão de fluxo ocorrem através da mudança da velocidade sistólica no uso de stent. Também Augsburger et al. apresentam, através de um modelo de aneurisma em silicone, as alterações no padrão de fluxo, bem como, a mudança no volume de fluxo após uso de stents no aneurisma13. Já Jiang et al., avaliam através de estudos em cães com aneurismas artificialmente produzidos, o comportamento do padrão de fluxo através de angiorressonância e simulações computacionais da dinâmica de fluidos22.

Nesse estudo pioneiro, um modelo experimental em suíno foi utilizado para avaliar as alterações do padrão de fluxo com duplex scan após implante do triplo stent no tratamento do aneurisma da aorta em animais previamente submetidos à confecção de aneurisma sacular com pericárdio bovino pela técnica de Perini modificada17.

As alterações no padrão de fluxo sanguíneo em nosso estudo foram obtidas através da análise do duplex scan, sendo realizadas duas análises do fluxo, ou seja, uma do animal com aneurisma antes do implante dos stents e outra após o implante dos stents. Obtivemos a análise do padrão do fluxo sanguíneo e também dos parâmetros de velocidade sistólica e o índice de resistência.

No parâmetro da velocidade sistólica observou-se uma queda significativa com uma média de velocidade pré-stents de 127,4cm/s com IC 79,93±174,8 e uma média de velocidade pós-stents de 69,81cm/s com IC 40,18±99,43, confirmando a mudança do padrão de fluxo sanguíneo.

As imagens pelo duplex scan apresentaram mudança no padrão do fluxo, ou seja, de turbilhonar no saco aneurismático para laminar intrastent, podendo o saco aneurismático apresentar-se com fluxo sanguíneo ou excluso. A ultrassonografia com Doppler em suínos mostrou ser possível a análise não só da presença de fluxo no interior do saco aneurismático, como também das características hemodinâmicas deste fluxo, com maior número de informações.

Concluindo, este estudo demonstrou alterações do padrão do fluxo sanguíneo do aneurisma sacular de aorta abdominal após tratamento endovascular com o triplo stent.

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Fonte de financiamento: nenhuma.

Recebido: 03 de Janeiro de 2016; Aceito: 06 de Abril de 2016

Endereço para correspondência: Jahir Richard de Oliveira E-mail: jrichardoliveira@hotmail.com

Conflito de interesse: nenhum.

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