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Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia

Print version ISSN 0100-7203On-line version ISSN 1806-9339

Rev. Bras. Ginecol. Obstet. vol.27 no.8 Rio de Janeiro Aug. 2005

https://doi.org/10.1590/S0100-72032005000800011 

RESUMO DE TESE

 

Avaliação ultra-sonográfica e dopplervelocimétrica do músculo levantador do ânus de mulheres na menacme com e sem incontinência urinária de esforço

 

Ultrasonographic and Doppler velocimetry evaluation of levator ani muscle in premenopausal women with and without urinary stress incontinence

 

 

Nome do autor: Emerson de Oliveira
Nome do orientador: Prof. Dr. Manoel João Batista Castello Girão
Nome da co-orientadora: Profa. Dra. Marair Gracio Ferreira Sartori

Dissertação de Mestrado apresentada ao Departamento de Ginecologia, Setor de Uroginecologia e Cirurgia Vaginal da UNIFESP – EPM, em 19 de maio de 2005

 

 

OBJETIVOS: avaliar a área de secção transversal e os parâmetros dopplervelocimétricos dos vasos do músculo levantador do ânus em mulheres na menacme com e sem incontinência urinária de esforço.
MÉTODOS: 63 mulheres na menacme foram divididas em três grupos: GI: nulíparas continentes, GII: multíparas continentes e GIII: multíparas com incontinência urinária de esforço. As pacientes submeteram-se à ultra-sonografia transperineal com transdutor setorial de freqüência de 4 9 MHz na qual mediu-se a área de secção transversal do músculo levantador do ânus e fez-se a dopplervelocimetria de seus vasos. O exame foi repetido por um segundo investigador, utilizando-se de procedimento idêntico ao do primeiro.
RESULTADOS: Houve correlação significante entre as medidas dos observadores I e II para todas as variáveis estudadas, exceto a relação A/B (relação de Stuart) em GIII. A área de secção transversal foi significativamente maior nas pacientes continentes (GI e GII) em relação às incontinentes (GIII). Não houve diferenças significantes em relação a área de secção transversal entre GI e GII. Não houve diferenças nos índices dopplervelocimétricos entre os três grupos. Em relação à diástole mínima nula, observamos que houve incidência significantemente maior deste achado no grupo GI e GII (mulheres continentes) em relação à GIII (mulheres incontinentes).
CONCLUSÕES: A avaliação da área de secção transversal e a dopplervelocimetria dos vasos do músculo levantador do ânus foi altamente reprodutível. A área de secção transversal foi significantemente maior nas mulheres continentes em relação às incontinentes. A incidência de diástole mínima nula foi maior nas pacientes incontinentes em relação às continentes.

Palavras-chave: Levantador do ânus; Dopplervelocimetria; Incontinência urinária de esforço

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