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Planta Daninha

Print version ISSN 0100-8358

Planta daninha vol.15 no.2 Viçosa  1997

https://doi.org/10.1590/S0100-83581997000200009 

Persistência dos herbicidas imazaquin e imazethapyr no solo e os efeitos sobre plantas de milho e pepino

 

Persistence of imazaquin and imazethapyr in the soil , and their effects on corn and cucumber plants

 

 

Dionísio L. P. GazzieroI, Décto KaranI, Elemar VollI, Adolfo UlbrichII

IEng. Agro. Pesquisador da Embrapa Soja. Caixa postal 231. CEP 86001-970. Londrina/PR
IIEng. Agro. Mestrando da UEL. Caixa Postal 6001. CEP 86051-970. Londrina/PR

 

 


RESUMO

Dois experimentos foram instalados em Londrina, PR, com o objetivo de avaliar a persistência dos herbicidas imazaquin e imazethapyr no solo, aplicados em pré emergência e pré e pós emergência. respectivamente. Nas subparcelas foram usados imazaquin nas doses de 0,12: 0,15 (normal) e 0,30 kg/ha e imazethapyr nas doses de 0,1 (normal) e 0,2 kg/ha. Nos blocos foram distribuídos seis épocas de semeadura: 0, 30, 60, 90, 120 e 150 dias após a aplicação (DAA). A atividade residual foi avaliada com a semeadura do milho Pioneer 3072, no campo, e do pepino em casa de vegetação. Os resultados foram descritos com base nas avaliações visuais de fitotoxicidade e hiomassa seca das plantas de milho e da hiomassa seca e altura das plantas de pepino. A fitotoxicidade de imazaquin e de imazethapyr não foi considerada prejudicial às plantas de milho. quando a semeadura ocorreu 90 dias após as suas aplicações, respectivamente em pré e pós-emergência. As plantas de pepino mostraramse mais sensíveis aos herbicidas do que as plantas de milho, especialmente ao imazaquin. Para imazaquin, nas doses normais, os sintomas desapareceram aos 120 dias após aplicação. No mesmo período, para imazethapyr, na menor dose, ocorreu recuperação da altura das plantas de pepino, mas não do seu peso.

Palavras chave: Resíduo, bioensaio, fitotoxicidade, Zea mays,Cucumis sativus.


ABSTRACT

The persistence of imazaquin (preemergence) and imazethapyr (pre and postemergence) in the soil, and their effects on corn and cucumber plants were evaluated in two expriments in Londrina, Paraná State. Treatments of imazaquin 0,12, 0,15 (normal) and 0,30 kg./ha, and imazethapyr 0,1 (normal) and 0,2 kg/ha were arranged in a split-plot design. Six sowing dates (plots), including 0, 30, 60, 90 120 and 150 days after herbicide application (DAA) were arranged in blocks. Residual activity for corn (Pioneer 3072) was evaluated in the field, and for cucumber in a bioassay, in greenhouse. Corn plant phythotoxicity was visually evaluated and dry weight were recorded as well as dry weight and height for cucumber plants. Imazaquin (preemergence) and imazethapyr (pre and postemergence) phytotoxicity were not considered to be harmful to corn plants, when sowing occurred 90 DAA. Cucumber plants showed to be more sensitive to the herbicides than corn plants, especially to imazaquin. Symptoms disappeared 120 DAA for imazaquin, at normal dosis. After the same period, cucumber plant height recovered from imazethapyr phytotoxicity at the lowest dosis, but not its weight.

Key words: Residue, bioassay, phytotoxicity, Zea mays, Cucumis sativus.


 

 

Texto completo disponível apenas em PDF.

Full text available only in PDF format.

 

 

AGRADECIMENTOS

Os autores agradecem aos técnicos agrícolas Mario Nakano e Reinaldo Moriyama pela dedicação.

 

LITERATURA CITADA

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Recebido para publicação em 30/04/98 na forma revisada em 03/09/98.

 

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