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Planta Daninha

Print version ISSN 0100-8358On-line version ISSN 1806-9681

Planta daninha vol.26 no.1 Viçosa Jan./Mar. 2008

http://dx.doi.org/10.1590/S0100-83582008000100006 

ARTIGOS

 

Composição florística da comunidade infestante em gramados de Paspalum notatum no município de Assis, SP

 

Floristic composition of the weed community in Paspalum notatum Flügge turfgrasses in Assis, SP

 

 

Maciel, C.D.G.I; Poletine, J.P.I; Aquino, C.J.R.II; Ferreira, D.M.III; Maio, R.M.D.IV

IProf., Dr., Departamento de Fitotecnia, FUNGE/ESAPP, 19700-000, Paraguaçu Paulista-SP, <macielconsultoria@hotmail.com>
IIAluna do Curso de Ciências Biológicas, FCL-UNESP, 19800-000, Assis, SP
IIIAluno do Curso de Agronomia, FUNGE/ESAPP, 19700-000, Paraguaçu Paulista-SP
IVEngºAgrº da empresa Gramar - Gramados Marília-SP, distribuidor autorizado ITOGRASS

 

 


RESUMO

Os gramados de Paspalum notatum são os mais disseminados no Brasil, constituindo diferentes locais e propósitos. A infestação por plantas daninhas acarreta perda de qualidade estética quando a finalidade do gramado é ornamental. Com o objetivo de caracterizar a comunidade infestante em gramados de P. notatum no município de Assis/SP, foi realizado entre os meses de junho e julho de 2004 um levantamento florístico em áreas ensolaradas e sombreadas, sob copas de árvores. Cem amostras de 0,50 x 0,50 m foram coletadas nas duas condições de luminosidade (50 em áreas ensolaradas e 50 em áreas sombreadas), a partir das quais foram calculados os parâmetros freqüência, densidade, abundância, freqüência relativa, densidade relativa, abundância relativa e índice de valor de importância. Ao todo, foram identificadas 45 espécies de plantas daninhas, distribuídas em 15 famílias; Asteraceae apresentou o maior número de espécies nas condições ensolaradas e sombreadas. As espécies mais importantes nas áreas ensolaradas foram: Oxalis latifolia > Desmodium incanum > Cyperus flavus > Cyperus diffusus > Cyperus brevifolius; e nas áreas sombreadas: C. brevifolius > Alternanthera tenella > D. incanum > Elephantopus mollis > C. flavus. Para 80,0% das amostragens, a massa seca total da parte aérea das espécies de plantas daninhas não sofreu influência das condições ensolarada ou sombreada, constituindo uma produção máxima de aproximadamente 150 kg ha-1 para ambas as condições.

Palavras-chave: plantas daninhas, grama-batatais, gramado, fitossociologia.


ABSTRACT

The Paspalum notatum are the most disseminated turfgrasses in Brazil, constituting different sites and purposes.Weed infestation can lead to loss of turfgrass aesthetic quality when its purpose is ornamental.To characterize the weed community in P. notatum turfgrasses in Assis-SP, a floristic survey was carried out in sunny and shades areas, under tree canopies, during June and July, 2004. One hundred samples of 0.50 x 0.50 m collected from sunny and shaded areas (50 in sunny and 50 in shaded), were used to calculate parameter frequency, density, abundance, relative frequency, relative density, relative abundance and importance value index. A total of forty-five weed species were identified, distributed into fifteen families, with Asteraceae presenting the largest number of species under sunny and shaded conditions. The most important species were: Oxalis latifolia > Desmodium incanum > Cyperus flavus > C. diffuses > C. Brevifolius in the sunny areas and C. brevifolius > Alternanthera tenella > D. incanum > Elephantopus mollis > C. Flavus in the shaded areas. For 80% of the samplings, dry matter total of the aerial part of the weeds was not influenced by the sunny or shaded areas, with a maximum production of approximately 150 kg ha-1 for both conditions.

Keywords: weeds, bahiagrass, turfgrass, phytosociology.


 

 

INTRODUÇÃO

O relvado - camada de plantas rasteiras - é o componente básico da maioria dos projetos de jardinagens, pois integra os demais elementos, como árvores, arbustos, canteiros, fontes, etc., servindo harmoniosamente como pano de fundo ao cenário. Quando o relvado é formado por gramíneas, recebe o nome específico de gramado (Plantas & Flores, 1977). Além do efeito estético que conferem aos parques e jardins, os gramados podem também formar pastagens, cobrir campos esportivos, como de golfe e futebol, atuar na estabilização de encostas e no controle da erosão, entre outras finalidades (Angelis Neto & Angelis, 1999; Lorenzi, 2000; Raven et al., 2001; Freitas et al., 2002).

Nos Estados Unidos, pesquisas documentam e concluem muitos benefícios dos gramados ao ambiente. Dentre os destaques, encontram-se: proporcionar ajustamento natural, confortável e seguro para divertimento e prática de esportes; liberar oxigênio e manter a temperatura do ar mais confortável; controlar a poluição e reduzir a erosão do solo; purificar e reter a água dos lençóis freáticos; satisfazer o ser humano pela beleza da paisagem, além de valorizar o imóvel (Turfgrass Producers International, 2002).

No Brasil, a maioria dos gramados é formada pela espécie Paspalum notatum, conhecida como grama-batatais, grama-mato-grosso, grama-bahia, grama-forquilha e grama-pensacola, entre outras denominações. É comumente utilizada em diversos locais e com diferentes propósitos, como áreas residenciais, industriais, urbanas e em rodovias (Lorenzi & Souza, 2001; Freitas et al., 2002). A presença da espécie é muito significativa na região Centro-Sul do Brasil, sendo nativa das Américas Central e do Sul (Demattê, 1983). Aspectos positivos quanto ao seu emprego como forrageira dizem respeito ao fato de ser perene, rústica, adaptar-se bem a solos pobres, tolerar o inverno (geadas danificam as folhas sem, contudo, matar as plantas) e suportar pisoteio, apesar de baixa aceitação pelo gado no uso como pastagem (Kissmann, 1997).

A infestação por plantas daninhas acarreta baixa produtividade quando o gramado é utilizado como pastagem e perda de qualidade estética quando tem finalidade ornamental, pois concorrem com os gramados por água, luz, nutriente e espaço, podendo até dizimá-los completamente (Modesto Júnior &, Mascarenhas, 2001; Freitas et al., 2003). Segundo Lorenzi & Souza (2001) e Freitas et al. (2003), as plantas daninhas mais freqüentes nesse tipo de gramado são o carrapicho-beiço-de-boi (Desmodium incanum) e a zórnia (Zornia latifolia). Para Demattê (1988), na implantação de gramados, é importante verificar se as placas de grama não estão contaminadas por plantas daninhas, principalmente trevo e tiririca.

Uma breve revisão de literatura demonstrará a ausência de informações sobre a freqüência da comunidade infestante prevalente para esse tipo de gramado nas diferentes regiões do Brasil, assim como a escassez de informações técnicas para implantação e manutenção. Para Barbosa et al. (1997), o fato de as plantas ornamentais e os gramados terem importância pouco reconhecida pelas entidades de pesquisa no País resulta na escassez de informações técnicas, avidamente procuradas pelos potenciais usuários, resultando na importação desenfreada destas e/ou generalização de soluções e recomendações sem base científica.

Este trabalho teve como objetivos identificar a comunidade infestante e estimar seus parâmetros fitossociológicos em gramados de P. notatum no município de Assis/SP, considerando a ocorrência das plantas daninhas em condições caracterizadas por áreas ensolaradas e sombreadas, sob copas de árvores.

 

MATERIAL E MÉTODOS

O trabalho foi realizado por meio de levantamento florístico em dois gramados de P. notatum, entre os meses de junho e julho de 2004, no município de Assis/SP. As localidades de estudo foram representadas pelos gramados do campus da UNESP, Faculdade de Ciências e Letras, e do Parque Ecológico "João Domingos Coelho", onde o levantamento foi subdividido considerando amostragens em condições de áreas totalmente ensolaradas e áreas sombreadas, sendo estas últimas representadas pela disposição da infestação abaixo das copas das árvores. Para a condição sob sombreamento das copas das árvores, foram consideradas localidades compostas por áreas bem arborizadas, caracterizadas por alta densidade de árvores e tamanho de copas variável, mas que permanentemente mantêm o gramado sombreado durante todo o dia.

Para cada condição de luminosidade, foram arremessados aleatoriamente cem quadrados vazados de madeira (50 em áreas ensolaradas e 50 em áreas sombreadas, sob as copas das árvores), com área interna de 0,25 m2 (0,50 x 0,50 m), totalizando uma área de 12,5 m2 por condição de luminosidade, de forma semelhante às metodologias descritas por Lara et al. (2003) e Brighenti et al. (2003). As plantas daninhas delimitadas nesta área foram identificadas e contabilizadas de acordo com a espécie, assim como em conjunto coletadas; suas partes aéreas foram separadas em sacos de papel e posteriormente acondicionadas em estufa de secagem com aeração forçada a 65 °C por um período de três dias, para estimativa da massa seca.

Em função dos dados obtidos, foram estimadas as variáveis: freqüência (indica a ocorrência das espécies em cada quadrado); densidade (indica a quantidade de indivíduos de uma mesma espécie em cada quadrado); abundância (refere-se à concentração das espécies nos diferentes pontos da área total - 50,0 m2); freqüência relativa, densidade relativa e abundância relativa (relaciona uma dada espécie a todas as demais encontradas nas áreas); e índice de valor de importância (demonstra as espécies que mais ocorrem em cada área), de forma semelhante aos trabalhos desenvolvidos por Brandão et al. (1998), Lara et al. (2003), Brighenti et al. (2003) e Tuffi Santos et al. (2004).

No cálculo das variáveis foram utilizadas as seguintes fórmulas:

Os dados originais de massa seca da parte aérea das plantas daninhas coletadas através do levantamento foram extrapolados para kg ha-1 e representados diretamente na forma de freqüência acumulada, em porcentagem, para as áreas estudadas em condições ensolaradas e sombreadas, sob as copas das árvores.

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

O levantamento florístico das plantas daninhas em gramados de P. notatum no município de Assis/SP totalizou 1.653 e 1.832 indivíduos, respectivamente, encontrados em áreas ensolaradas e sombreadas por copas de árvores, representadas por 45 espécies, distribuídas em 15 famílias.

Os resultados apresentados nas Tabelas 1 e 2 indicam que as famílias Asteraceae (13), Poaceae (8) e Malvaceae (4) foram as que registraram o maior número de espécies a pleno sol. Nas áreas sob as copas das árvores, a família Asteraceae também registrou maior número de indivíduos, enquanto a família Poaceae apresentou redução expressiva no número de espécies registradas, em relação às áreas ensolaradas. A redução do número de indivíduos da família Poaceae, nestas áreas, ocorreu, provavelmente, devido ao fato de a maioria das espécies desta família apresentar mecanismo fotossintético do tipo C4, adaptando-se melhor às condições com alta luminosidade. Por outro lado, espécies das famílias Commelinaceae e Brassicaceae, que são mais adaptadas às condições com baixa luminosidade, somente foram observadas nas áreas sombreadas, sob as copas das árvores.

 

 

 

 

Os resultados corroboram os encontrados por Maimoni-Rodella et al. (1993), os quais observaram que as espécies pertencentes às famílias Asteraceae, Fabaceae e Poaceae foram as que ocorreram em maior número em levantamento em gramados de P. notatum, no município de Botucatu-SP. Peixoto et al. (1982), Carvalho & Pitelli (1992), Cunha & Brandão (1997) e Lara et al. (2003), em levantamentos florísticos em áreas de culturas e pastagens em várzeas, também verificaram ser a família Asteraceae a de maior número de espécies prevalecentes. Em levantamento fitossociológico em pastagens degradadas de capim-angola e capim-setária, em condições de várzeas, Tuffi Santos et al. (2004) verificaram que as famílias mais representativas foram Poaceae, Asteraceae e Papilioniodeae.

Nas Tabelas 3 e 4 estão apresentadas as composições florísticas das plantas daninhas encontradas sob as condições ensolaradas e sombreadas, assim como os parâmetros fitossociológicos. Em ordem decrescente, as cinco espécies que registraram as maiores freqüências nas áreas ensolaradas foram Desmodium incanum (Fabaceae), Emilia sonchifolia (Asteraceae), Brachiaria decumbens (Poaceae), Cyperus diffusus (Cyperaceae) e Cyperus flavus (Cyperaceae), e em áreas sombreadas foram D. incanum, E. sonchifolia, Alternanthera tenella (Amaranthaceae), Apium leptophyllum (Apiaceae) e C. flavus (Cyperaceae). Com relação à densidade, destacaram-se nas áreas ensolaradas as espécies da família Cyperaceae, representadas por C. diffusus (3,58 plantas m-2), C. flavus (3,48 plantas m-2) e C. brevifolius (3,46 plantas m-2), e, nas áreas sombreadas, as espécies A. tenella (6,12 plantas m-2) e C. brevifolius (6,10 plantas m-2).

 

 

 

 

Quanto à abundância - parâmetro importante que revela as espécies que apareceram em reboleiras - destacaram-se no levantamento as espécies Oxalis latifolia, A. leptophyllum, Cosmos sulphureus e C. brevifolius para as áreas sob condições ensolaradas (Tabela 3), assim como C. brevifolius e O. latifolia, para as áreas sombreadas (Tabela 4). Nesse sentido, a abundância pode ser importante para indicar as ações para controle das referidas espécies, uma vez que, segundo Deuber (1997), Christoffoleti & Aranda (2001) e Freitas et al. (2003), no Brasil estudos sobre o manejo de plantas infestantes em gramados e a seletividade de herbicidas ainda são escassos.

Com relação ao valor de importância (IVI), as cinco principais espécies presentes no levantamento, em ordem decrescente de importância, nas áreas sob condição ensolarada (Tabela 3) foram: O. latifolia > D. incanum > C. flavus > C. diffusus > C. brevifolius, e nas áreas sob condição sombreada: C. brevifolius > A. tenella > D. incanum > Elephantopus mollis > C. flavus (Tabela 4). Entretanto, para a massa seca total da parte aérea das espécies registradas em áreas sob condição ensolarada e sombreada, pelas copas das árvores (Figura 1), verificou-se que aproximadamente 80% das amostragens não sofreram influência da luminosidade, sendo caracterizadas pela produção entre 0,4 e 150 kg ha-1, para ambas as condições estudadas.

 

 

É importante ressaltar que o conhecimento prévio da composição florística das plantas daninhas em gramados, assim como do comportamento delas em diferentes condições, permite antecipar a organização de estratégias preventivas e/ou de menor impacto fisiológico e estético, sobretudo no caso do manejo da infestação através do uso de herbicidas. Nesse contexto, como foram poucas as espécies infestantes dominantes nas diferentes localidades, recomenda-se a adoção de medidas de controle e/ou erradicação das espécies de maior ocorrência, por meio de monda, capina ou aplicação de herbicidas seletivos, assim como a continuidade do monitoramento e prevenção para se evitar o aumento das espécies de menor ocorrência.

 

LITERATURA CITADA

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Recebido para publicação em 10.6.2007 e na forma revisada em 27.2.2008.

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