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Brazilian Journal of Botany

Print version ISSN 0100-8404

Rev. bras. Bot. vol.20 no.1 São Paulo June 1997

http://dx.doi.org/10.1590/S0100-84041997000100007 

Fitossociologia de um remanescente de mata mesófila semidecídua urbana, bosque John Kennedy, Araguari, MG, Brasil

 

Glein Monteiro Araújo1, Antônio José Maia Guimarães2 e Jimi Naoki Nakajima1

 

(recebido em 09/03/95; aceito em 22/10/96)

 

 

ABSTRACT - (The phytosociological study of the semideciduous mesophytic forest in the John Kennedy Bosque, Araguari, MG, Brazil). A phytosociological survey of the species of trees was carried out in a semideciduous mesophytic forest in the John Kennedy Bosque (48°11'19''W and 18°38'35''S), Araguari, western Minas Gerais, Brazil. This area is located in the urban perimeter, and has 11.2 ha occupied mostly by forest. One thousand eight hundred and twenty seven (1827) individuals trees were recorded in 1.2 ha, belonging to 46 families, 88 genera and 113 species, and Shannon's diversity index was 3.75 nats/individual. The phytosociological parameter of IVI show that the most important species are Licania apetala, Micrandra elata, Copaifera langsdorffii, Astronium nelson-rosae and Alchornea glandulosa, and the most important families are Chrysobalanaceae, Euphorbiaceae, Caesalpinaceae, Mimosaceae and Anacardiaceae. The occurrence of some species in the John Kennedy Bosque which are known to be gap colonizers (Alchornea glandulosa and Piptocarpha macropoda) or secondary (Didymopanax macrocarpum and Maprounea guianensis) shows the existence of gap areas in this forest, but the comparison between plots of intact forest and gap forest indicates that the specific structure remains unchanged.

RESUMO - (Fitossociologia de um remanescente de mata mesófila semidecídua urbana, Bosque John Kennedy, Araguari, MG, Brasil). Um estudo fitossociológico foi realizado no Bosque Municipal John Kennedy, município de Araguari, MG (48°11'19''W e 18°38'35''S). O bosque, com aproximadamente 11,2 ha, situa-se no perímetro urbano e é formado principalmente por uma mata mesófila semidecídua. No levantamento fitossociológico realizado, amostraram-se, em 1,2 ha, 1827 indivíduos, pertencentes a 46 famílias; 88 gêneros e 113 espécies, com um índice de diversidade de Shannon de H' = 3,75 nats/indivíduo. Os parâmetros fitossociológicos indicam as espécies mais importantes: Licania apetala, Micrandra elata, Copaifera langsdorffii, Astronium nelson-rosae e Alchornea glandulosa, e as famílias mais importantes: Chrysobalanaceae, Euphorbiaceae, Caesalpinaceae, Mimosaceae e Anacardiaceae. A ocorrência de algumas espécies incluidas entre as principais, caracteristicamente, pioneiras (Alchornea glandulosa e Piptocarpha macropoda), ou secundárias (Didymopanax macrocarpum e Maprounea guianensis), pode ser explicada pela existência de algumas áreas de clareiras, no interior dessa mata semidecídua, mas que, aparentemente, ainda não interferiram na estrutura da mata como um todo.

Key words - Urban semideciduous mesophytic forest, phytosociology, gaps

 

 

Introdução

Na região do cerrado do Brasil central, as matas mesófilas semidecíduas ocorrem em forma de manchas, ocupando, geralmente, as encostas dos interflúvios próximas a cursos d'água ou a nascentes, onde são popularmente conhecidas como "capões de mato" (Rizzini 1963, 1979).

A composição florística e a deciduidade dessas matas são variadas, dependendo das condições de umidade, fertilidade e profundidade do solo (Ratter et al. 1978 a,b, Rizzini 1979, Eiten 1990). Quanto aos aspectos fitossociológicos e características do solo, os estudos básicos dessas fitocenoses são importantes e estão concentrados, principalmente, no estado de São Paulo (Cavasan et al. 1984, Meira Neto et al. 1989, Rodrigues et al. 1989, Martins 1991), mas são raros no Brasil central, principalmente no Triângulo Mineiro (Araújo 1992).

Nas regiões mais devastadas, por causa das atividades agrícolas, reflorestamentos e carvoarias, as matas mesófilas restringem-se a pequenas reservas, próximas a nascentes ou a cursos d' água. A maioria, porém, não passa de depósito vivo de madeira. Além disso, remanescentes dessas comunidades vegetais também podem ser encontrados em áreas urbanas. Um exemplo é o Bosque John Kennedy no município de Araguari, Minas Gerais.

Nesse sentido, essas matas podem ser consideradas não só um excelente local para o turismo ecológico, como também uma forma de manutenção do patrimônio fitogenético nativo, além de servir como abrigo para pássaros e outros pequenos animais.

O presente trabalho teve como objetivo determinar a estrutura fitossociológica das espécies arbóreas e as características do solo daquela mata urbana em Araguari.

 

Material e métodos

O Bosque John Kennedy, situado no perímetro urbano do município de Araguari, Triângulo Mineiro (48°11'19''W e 18°38'35''S), está sendo administrado pela prefeitura da cidade, desde a emancipação do município em 1888. Em sua maior parte, a área de 11,2 ha é ocupada, por uma mata mesófila semidecídua, com árvores de até 25m, e dossel bastante fechado. Recentemente, a morte natural de várias espécies arbóreas e arbustivas, ocasionou, no interior da mata, algumas clareiras, com mais de 200 m2 de área. Atualmente, essas clareiras, encontram-se em adiantado estádio de recuperação e caracterizam-se pela presença de árvores de pequeno porte (3 a 8 m), lianas, arbustos e herbáceas. No interior do bosque, utilizado como área de lazer, encontram-se algumas trilhas e construções.

Para a determinação das características físico-químicas, foram coletadas onze amostras compostas de solo, em áreas não perturbadas, numa profundidade de 0-10 cm, por se tratar do horizonte de maior fertilidade nas matas decíduas regionais (Araújo 1992). As análises, quanto aos cátions trocáveis (P, K, Ca, Mg, Al e H), pH, matéria orgânica e textura, foram realizadas no laboratório de solo do Departamento de Agronomia da Universidade Federal de Uberlândia, MG, tendo sido aplicados os métodos convencionais (EMBRAPA 1979).

O levantamento fitossociológico foi realizado, utilizando-se o método de parcelas (Greig-Smith 1983), - 60 parcelas de 20 m x 10 m - sistematicamente distribuídas na área ocupada pela mata. Doze das parcelas ocupavam ambientes de clareiras. Para a localização das áreas amostradas, em um dos vértices de cada parcela foi implantado um marco de cimento. De cada uma das parcelas foram amostrados todos os indivíduos com 10 cm ou mais de circunferência de tronco, à altura do peito (1,30 m) e 2 m ou mais de altura.

Durante um ano, toda a área estudada foi percorrida periodicamente, para a coleta de exemplares férteis. A identificação do material coletado foi feita com o apoio de literatura especializada, comparações com coleções de herbários, ou por determinações de especialistas. Essa coleção encontra-se depositada no Herbarium Uberlandensis (HUFU) da Universidade Federal de Uberlândia, MG.

Os parâmetros fitossociológicos, e o índice de diversidade de Shannon (H') para espécies, foram determinados, aplicando-se o programa FITOPAC, de autoria do Prof. Dr. G. J. Shepherd do Departamento de Botânica da Universidade Estadual de Campinas. O índice de Sorensen (Mueller-Dombois & Ellemberg 1974) foi utilizado para calcular a similaridade específica, entre o Bosque John Kennedy e outras matas da região.

Para a classificação sucessional das 10 espécies principais que ocorreram nas clareiras, foram utilizadas informações bibliográficas (Denslow 1980, 1987, Gandolfi et al. 1995) e observações de campo sobre o hábito de vida e local de ocorrência das espécies.

 

Resultados e Discussão

O solo sob a mata mesófila semidecídua do bosque de Araguari enquadrou-se na classe de Latossolo Vermelho Escuro (EMBRAPA 1982) e apresentou textura franco argilosa. Os valores de pH em água (4,2 a 4,6) permitiram classificá-lo como de acidez elevada (CFSMG 1989). Esses baixos valores de pH estão relacionados com a baixa disponibilidade de K, Ca e Mg, e com os elevados teores de Al trocável (tabela 1). Quanto à saturação de bases, ocorreram variações percentuais não significativas, uma vez que valores até 25% são considerados muito baixos (CFSMG 1989). Solos distróficos como esse são comumente encontrados sob algumas matas mesófilas semidecíduas no Triângulo Mineiro (Araújo 1992).

No levantamento fitossociológico realizado, em 1,2 ha da mata, foram amostradas 1827 árvores com área basal média de 39,47 m2. Os indivíduos representaram 113 espécies distribuídas em 88 gêneros e 46 famílias. Os gêneros com maior número de espécies foram: Machaerium e Myrcia com 4, Aspidosperma, Casearia, Inga e Ocotea, com 3 espécies cada um (tabela 2).

A similaridade entre as espécies da comunidade vegetal do presente estudo, e de outras matas mesófilas próximas foi de 71%, com a mata mesófila semidecídua da Fazenda Experimental do Glória, e de 35% e 32% com a mata mesófila e mata galeria da Estação Ecológica do Panga (tabela 2), todas localizadas no município de Uberlândia. A maior semelhança com a mata da Fazenda do Glória deve-se, possivelmente, às mesmas condições fisico-químicas dos solos, ambos Latossolos originários de sedimentos cenozóicos (EMBRAPA 1982, Baccaro 1990), com baixa fertilidade natural. Além das características do solo, outros fatores como: o histórico da ocupação do ambiente, o corte seletivo de madeira, a atual fase sucessional das comunidades e as limitações do tamanho da amostragem, podem ter interferido para que ocorressem menores valores de similaridade entre a fitocenose do presente trabalho e as da Estação Ecológica do Panga.

O índice de diversidade de Shannon para espécies (H'= 3,75 nats/indivíduo) indica que a mata mesófila de Araguari situa-se entre os valores obtidos em outros estudos realizados no mesmo tipo de formação vegetal: H' = 3,56 a 4,29 nats/indivíduo (Rodrigues 1986, Bertoni & Martins 1987, Pagano et al. 1987, Cesar 1988, Mathes et al. 1988, Martins 1991, Araújo 1992, Felfili & Silva JR. 1992). Apesar de ser um remanescente vegetal situado em área urbana, ainda possui uma diversidade específica que se aproxima de muitas outras florestas protegidas.

As famílias Caesalpinaceae e Myrtaceae, com 8 espécies, Fabaceae com 7, Annonaceae, Lauraceae e Rubiaceae com 5 (tabela 2) tiveram o maior número de espécies. Em geral, essas famílias apresentaram significativa riqueza de espécies em trabalhos realizados nas matas do Triângulo Mineiro (Araújo 1992, Schiavini 1992), Sul de Minas Gerais (Oliveira-Filho et al. 1994) e em outras regiões (Leitão-Filho 1986, Meira-Neto et al. 1989, Rodrigues et al. 1989).

Nas famílias Chrysobalanaceae, Euphorbiaceae, Caesalpinaceae, Mimosaceae e Anacardiaceae foram registrados o maior número de indivíduos amostrados, sendo que as duas primeiras apresentaram 34% do total. As 15 primeiras famílias tiveram 76% do IVI total e 81% do IVC (tabela 3). O maior IVI da família Chrysobalanaceae deve-se à alta densidade da espécie Licania apetala, enquanto o da família Euphorbiaceae, principalmente à elevada dominância de Micrandra elata. Essas duas espécies predominam tanto no dossel superior como no subosque da mata, o que indica boa adaptação às condições atuais do ambiente. Já as espécies das famílias Caeasalpinaceae e Fabaceae ocupam o dossel superior, enquanto Myrtaceae e Rubiaceae encontram-se no subosque.

As cinco espécies que obtiveram os maiores IVI's (tabela 4) foram: Licania apetala, Micranda elata, Copaifera langsdorffii, Astronium nelson-rosae e Alchornia glandulosa, representando 34% do total. Dentre as espécies citadas, as quatro primeiras tiveram IVI acima de 12, ou seja, cada uma delas representou pelo menos 3,7% do IVI total. A espécie Licania apetala apresentou maiores valores, graças ao grande número de indivíduos encontrados; Micrandra elata e Copaifera langsdorffii pela dominância; Astronium nelson-rosae, pelos três parâmetros que compõem o IVI. Estas três últimas espécies foram amostradas no subosque, mas com o maior número de indivíduos compondo o dossel superior da mata.

As duas espécies mais importantes desse levantamento, Licania apetala e Micrandra elata, não foram encontradas em outros levantamentos florísticos ou fitossociológicos realizados em matas do Triângulo Mineiro (Araújo 1992, Schiavini 1992). Por outro lado, Copaifera langsdorffii foi amostrada com altos valores de importância nesses mesmos estudos, o que indica tratar-se de uma das espécies com ampla distribuição, e dominância nas matas da região. A limitada ocorrência de Astronium nelson-rosae, provavelmente, deve-se ao fato de a mesma ter sido descrita mais recentemente (Santin 1991), portanto, desconhecida para os autores de estudos realizados anteriormente.

As espécies Cecropia pachystachya, Cordia sellowiana, Miconia sellowiana, Myrcia rostrata e Zanthoxylum rhoifolium, segundo (Gandolfi et al. 1995), apresentam características de pioneiras. Essas espécies ocorrem no bosque de Araguari com mais de 5 indivíduos ha-1 (tabela 4) e indicam a existência de algumas clareiras no interior da mata, devido à mortalidade natural de algumas árvores.

A análise comparativa dos parâmetros fitossociológicos das 10 espécies com maior IVI que ocorreram nas 12 parcelas, em áreas de clareiras, e seus respectivos valores nas áreas intactas (figura 1) permite melhor interpretação dos resultados obtidos, para o conjunto de todas as parcelas. Apenas três espécies foram as mais importantes, em termos de IVI, nos dois ambientes (figura 1). Licania apetala ocorreu em ambas as situações, podendo ser uma espécie com características de secundária inicial, enquanto que Micrandra elata e Copaifera langsdorffii foram encontradas nas áreas de clareiras, principalmente como indivíduos adultos.

 

 

As espécies Alchornia glandulosa e Piptocarpha macropoda tiveram baixos valores de IVI na área intacta, ocorrendo nas clareiras com alta densidade de indivíduos jovens. Observadas em clareiras de vários tamanhos e na borda da mata, podem ser consideradas as principais espécies arbóreas pioneiras, do bosque de Araguari. Didymopanax morototoni, secundária inicial (Gandolfi et al. 1995) e Maprounea guianensis, tiveram baixos valores de IVI na área intacta, o que indica preferência pela área de clareira. Além dessas, Siparuna guianensis foi a única espécie do subosque que ocorreu entre as dez de maior IVI nas clareiras. Ocotea spixiana e Qualea jundiay foram encontradas no subosque e no dossel superior da mata fechada. Estas duas últimas espécies não são tipicamente de áreas abertas, podendo indicar diferentes estádios de clareiras no interior da mata do Bosque John Kennedy.

A comunidade vegetal do bosque de Araguari, é semelhante às reservas nativas da região, ou seja, possui áreas fechadas, com árvores altas e copas bem fechadas, ao lado de clareiras em formação e em fase de recuperação. Apesar de ser mata urbana, sujeita à ação antrópica, ainda mantém alta diversidade florística natural. Em vista do crescente fluxo de pessoas, que procuram essa área verde para caminhadas e turismo ecológico, é necessário um firme propósito de conservação, com plano adequado de manejo, visando à manutenção de suas características naturais.

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1. Departamnento de Biociências, Universidade Federal de Uberlândia, Caixa Postal 593, 38400-902 Uberlândia, MG, Brasil.

2. Curso de Agronomia, Universidade Federal de Uberlândia, MG.

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