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Brazilian Journal of Botany

Print version ISSN 0100-8404

Rev. bras. Bot. vol.21 no.1 São Paulo Apr. 1998

http://dx.doi.org/10.1590/S0100-84041998000100002 

Composição florística em trechos de vegetação de caatinga e brejo de altitude na região do Vale do Pajeú, Pernambuco1

 

ELBA MARIA NOGUEIRA FERRAZ2, MARIA JESUS NOGUEIRA RODAL3, EVERARDO V. S. B. SAMPAIO4 e RITA DE CÁSSIA ARAÚJO PEREIRA5

 

(recebido em 11/10/95; aceito em 16/05/97)

 

 

ABSTRACT - (Floristic composition in thorny woodland and upland forest vegetation in the Vale do Pajeú region, Pernambuco). The aim of this study was to characterize the floristic composition of the native vegetation in four areas of the Pajeú valley, in the municipalities of Triunfo and Serra Talhada. The study areas were at an altitude of 1100 m, 900 m, 700 m and 500 m. Vouchers herbarium material of 159 species, distributed in 45 families, was collected from September, 1991 to March 1993. The families with the highest number of species were: at 1100 m - Myrtaceae (9), Flacourtiaceae, and Rubiaceae (6); at 900 m - Asteraceae, Myrtaceae, and Mimosaceae (6); at 700 m ¾ Euphorbiaceae (6), Mimosaceae (4), Caesalpiniaceae and Anacardiaceae (3); and at 500 m, Mimosaceae, Euphorbiaceae (7) and Caesalpiniaceae (4). Among the four areas, the highest floristic similarity occurred between 1100 and 900 m and between 700 and 500 m. The highest area, 1100 m, is occupied by a "brejo" forest type vegetation, the lowest areas, 700 and 500 m, by caatingas, and the area at 900 m by "brejo", associated with caatinga elements.

RESUMO - (Composição florística em trechos de vegetação de caatinga e brejo de altitude na região do Vale do Pajeú, Pernambuco). Realizou-se um levantamento florístico em quatro áreas do vale do Pajeú, objetivando caracterizar a composição florística da vegetação ocorrente nas altitudes de 1100, 900, 700 e 500 m, em áreas dos municípios de Triunfo e Serra Talhada, PE. No período de setembro de 1991 a março de 1993 foram coletadas 159 espécies lenhosas. distribuídas em 45 famílias. As famílias com maior número de espécies na cota de 1100 m foram Myrtaceae (9), Flacourtiaceae e Rubiaceae (6); na cota de 900 m, foram Asteraceae, Myrtaceae e Mimosaceae (6); na de 700 m, Euphorbiaceae (6), Mimosaceae (4), Caesalpiniaceae e Anacardiaceae (3); e na de 500 m, Mimosaceae, Euphorbiaceae (7) e Caesalpiniaceae (4). Entre as quatro áreas, houve maior semelhança florística de 1100 com 900 m e de 700 com 500 m. A área de maior altitude, 1100 m, é ocupada por uma vegetação de brejo de altitude; as áreas de menores altitudes, 700 e 500 m, caracterizam-se como áreas de caatinga; enquanto a de 900 m apresenta predominantemente elementos de brejo, associados a outros de caatinga.

Kew words - Thorny woodland, upland forest vegetation, floristic

 

 

Introdução

Os principais tipos vegetacionais encontrados no nordeste são as florestas úmidas, florestas fluviais, cerrados, caatingas, florestas (brejos) de altitude (Foury 1972). Na região do agreste e sertão de Pernambuco, dois tipos vegetacionais são peculiares: a caatinga, ocupando rnaior extensão, cuja vegetação é predominantemente xerófila, e os brejos de altitude, vegetação florestal perenifolia ou subperenifolia situada em manchas no topo ou nas vertentes superiores de alguma serra (Andrade-Lima 1960). Embora ocorrendo próximas, essas formações apresentam características climáticas, edáficas, topográficas, florísticas e fisionômicas distintas. Todavia, pouco ou quase nada se sabe a respeito da flora e vegetação dos brejos de altitude e suas relações com as caatingas limítrofes.

Neste trabalho, estudou-se a composição florística de quatro comunidades vegetais condicionadas por fatores orográficos, variando do brejo de altitude à caatinga, na microrregião do vale do Pajeú, Pernambuco.

 

Material e métodos

Áreas de estudo - A região do vale do Pajeú está localizada no centro-norte do estado de Pernambuco, próximo ao limite com o estado da Paraíba e apresenta áreas de topografia variando de aproximadamente 1100 m a 500 m de altitude. O levantamento florístico abrangeu, na região, parte dos municípios de Triunfo, em áreas com altitudes entre 1100 m e 900 m (7º49'-7º52'S e 38º02'-38º11'W), e de Serra Talhada, com altitudes entre 700 m e 500 m (7º57'-7º59'S e 38º17'-38º19'W).

O perfil da geologia de superfície das áreas de estudo (figura 1) mostra que as localidades do setor Serra Talhada (700 m - Mandasaia e 500 m - Pimenteira) encontram-se representadas pelo complexo gnaíssico-migmatítico e as do setor Triunfo (1100 m - Lagoa Nova e 900 m - Olho D'água) pelo sienito.

Com relação ao solo, Jacomine et al. (1973) citam para o setor Triunfo uma associação de cambissolo eutrófico latossólico e solos litólicos eutróficos. No setor Serra Talhada ocorrem os solos bruno não cálcicos fase pedregosa ou vértico e litólicos eutróficos.

O setor Triunfo caracteriza-se por possuir um clima úmido-subúmido, com chuvas anuais entre 1200 e 1300 mm, e um período chuvoso de oito meses. As temperaturas médias mensais variam dos 18ºC aos 22,5ºC, com registros de mínimas absolutas em torno de 12ºC (Melo 1988). A vegetação apresenta uma fisionomia arbórea, com flora e vegetação um tanto distintas, predominando no setor a floresta estacional subcaducifolia tropical plúvio-nebular - brejo de altitude (Andrade-Lima 1966). Nas altitudes de 1100 e 900 m o período de deficiência estende-se do final de agosto a início de janeiro (cinco meses secos), com intensidades de 184 e 243 mm anuais, respectivamente (Ferraz 1994). Em Serra Talhada, as chuvas anuais estão entre 600 e 700 mm, com a duração do período seco de sete a oito meses e temperatura média de 26ºC (Melo 1988). A vegetação do setor Serra Talhada apresenta fisionomia arbórea a arbustiva-arbórea, com flora e vegetação características da Floresta estacional caducifolia espinhosa - caatinga arbórea (Andrade-Lima 1966). A deficiência hídrica para os vegetais, nas cotas de 700 e 500 m, inicia-se no mês de maio e vai até janeiro do outro ano (nove meses secos) com intensidades de 351 e 672 mm anuais, respectivamente.

Coleta de material botânico - O levantamento da flora arbustivo-arbórea ao longo do gradiente altitudinal (1100, 900, 700 e 500 m) foi realizado no período de um ano e meio, de setembro de 1991 a março de 1993. Foram instaladas um total de 30 parcelas de 10 m x 20 m, 10 em 1.100 m e 500 m e cinco em 900 m e 700 m. Em cada área as parcelas foram distribuídas em linhas de picada distanciadas 30 m. Nas cotas de 900 e 1100 m, as coletas ocorreram concomitantemente, com visitas mensais a cada área com cinco dias de duração, em média. Nas de 700 e 500 m as coletas foram realizadas a cada estação chuvosa. Foram incluídos no levantamento florístico os indivíduos presentes dentro e/ou fora das parcelas. Os indivíduos do interior das parcelas foram marcados através de plaquetas, permitindo assim o acompanhamento da época de floração/frutificação. As coletas englobaram áreas de aproximadamente 3000, 1500, 1500 e 3000 m2, respectivamente nas altitudes de 1100, 900, 700 e 500 m. Todo material coletado foi incorporado aos herbários IPA da Empresa Pernambucana de Pesquisa Agropecuária e PEUFR da Universidade Federal Rural de Pernambuco. A confirmação e/ou identificação do material botânico foi procedida por diversos especialistas, conforme citação na lista florística. As demais espécies foram identificadas através do uso de chaves de identificação disponíveis nos herbários de Pernambuco e por comparação com material de herbário (EAC, IPA e PEUFR).

 

Resultados e Discussão

O levantamento florístico realizado nas quatro áreas, incluindo cipós (algumas coletas), arbustos e árvores, revelou 159 espécies, distribuídas em 101 gêneros e 45 famílias (tabela 1). Na altitude de 1100 m, foram amostradas 73 espécies e 30 famílias; na de 900 m, 82 espécies e 37 famílias; na de 700 m, 35 espécies e 21 famílias e na de 500 m, 45 espécies e 22 famílias.

O maior número de espécies nas cotas de 1100 e 900 m parece ser resposta às condições de maiores taxas de precipitação e umidade relativa e menores temperaturas, ocasionadas, principalmente, pelas maiores altitudes associadas a uma maior fertilidade dos solos.

Anacardiaceae, Apocynaceae, Bignoniaceae, Boraginaceae, Bombacaceae, Cactaceae, Caesalpiniaceae, Euphorbiaceae, Fabaceae, Mimosaceae, Nyctaginaceae e Sapindaceae ocorreram nas quatro áreas (tabela 1). Begoniaceae, Lauraceae e Simaroubaceae ocorreram exclusivamente em 1100 m. Amaranthaceae, Convolvulaceae, Labiatae, Meliaceae, Polygonaceae, Smilacaceae e Solanaceae foram exclusivas de 900 m; Malvaceae de 700 m e Combretaceae de 500 m.

Na cota de 1100 m, Myrtaceae destacou-se como a família com maior número de espécies (9), seguida de Flacourtiaceae, Rubiaceae (6) e Sapindaceae (5). Na cota de 900 m, o maior número de espécies ocorreu em Asteraceae, Mimosaceae, Myrtaceae (6), Caesalpiniaceae e Euphorbiaceae (5). Na cota de 700 m, as famílias que mais se destacaram em número de espécies foram Euphorbiaceae (6), Mimosaceae (4), Caesalpiniaceae e Anacardiaceae (3). Em 500 m, as famílias melhor representadas em número de espécies foram Euphorbiaceae, Mimosaceae (7), Caesalpiniaceae (4), Anacardiaceae e Capparaceae (3).

Com relação à distribuição das famílias nas áreas de amostragem, foi possível caracterizar três comportamentos distintos. Primeiro, a presença de famílias típicas de matas mais úmidas, como Myrtaceae, Flacourtiaceae e Rubiaceae (Peixoto 1991-1992; Grombone et al. 1990), define bem a cota de 1100 m, como típica de um brejo de altitude. Segundo, o conjunto das famílias Euphorbiaceae, Mimosaceae, Caesalpiniaceae e Anacardiaceae, bem representativas na caatinga (Rodal 1992), caracteriza as cotas de 700 e 500 m como de caatinga. E por último, a cota de 900 m com presença de famílias típicas de caatinga, como Mimosaceae, Caesalpiniaceae e Euphorbiaceae e de mata como Myrtaceae e Meliaceae.

No levantamento realizado por Lyra (1982) na mata serrana do Bituri-PE (brejo de altitude), Myrtaceae também destacou-se como a família com maior número de espécies (9), seguida por Rubiaceae (6). Comparando-se as áreas de 1100 e 900 m com a mata serrana do Bituri, 62% das famílias e 34% dos gêneros são comuns. Em nível específico estas comparações tornam-se limitadas em função do grande número de táxons sem identificação no trabalho de Lyra (1982).

Com relação ao conjunto de famílias registradas nas duas áreas de caatinga (cotas de 700 e 500 m), Euphorbiaceae, Mimosaceae, Caesalpiniaceae e Anacardiaceae corresponderam àquelas de maior número de espécies em outras regiões de caatinga, como em Aiuaba, CE, na Região salineira, RN (Figueiredo 1987), na Fazenda Nova (Lyra 1982), em Custódia e Floresta (Araújo et al. 1995; Rodal 1992), em Pemambuco.

Myracrodruon urundeuva, Amburana cearensis, Parapiptadenia zehntneri e Cereus jamacaru ocorreram nas quatro áreas, mesmo tratando-se estas de formações distintas (tabela 1). Isto difere do observado por Lyra (1982), nas duas áreas do Brejo da Madre de Deus, em que nenhuma das espécies ocorrentes na caatinga foi encontrada na mata serrana.

Para Rizzini (1963), Amburana cearensis e Myracrodruon urundeuva, comuns tanto ao brejo de Triunfo como à caatinga de Serra Talhada, são espécies com distribuição centrada na grande floresta atlântica. Andrade-Lima (1964) discorda deste ponto de vista e referencia Amburana cearensis como espécie que ocupou, em época remota, toda a faixa entre o nordeste e o chaco argentino, numa dispersão hoje contínua pelo maciço da Mantiqueira, Chapada Diamantina e planalto goiano.

Além das espécies que foram comuns às quatro áreas, Schinopsis glabra, Capparis jacobinae, Capparis flexuosa, Allophylus quercifolius, Bauhinia cheilantha e Jatropha mollissima ocorreram nas três áreas com menores altitudes (900, 700 e 500 m); Guapira noxia e Syagrus oleracea nas três mais altas (1100, 900 e 700 m); Senna rizzinii e Rollinia leptopetala em 1100, 900 e 500 m e Aspidosperma pyrifolium em 1100, 700 e 500 m. A distribuição de Syagrus oleracea parece estar centrada, principalmente em áreas de maior altitude (tabela 1).

Na análise de similaridade florística realizada por Rodal (1992) para 15 levantamentos de caatinga, Syagrus oleracea, Guapira noxia e Rollinia leptopetala não foram referenciadas para qualquer das localidades. As demais espécies, presentes em três e quatro áreas foram listadas em pelo menos quatro dos trabalhos com vegetação de caatinga, referidas por Rodal (1992).

Como espécies comuns a outras áreas de brejos ocorreram: Cupania revoluta, Hymenaea courbaril, Myrcia sylvatica e Albizia polycephala, no brejo de Areia, PB (Mayo & Fevereiro 1982); Albizia polycephala, Guettarda angelica e Ruellia asperula na mata serrana do Bituri, PE (Lyra 1982); e Albizia polycephala, Cordia trichotoma, Coutarea hexandra, Hymenaea courbaril e Machaeriumangustifolium na serra do Baturité, CE (Figueiredo & Barbosa 1990).

Das espécies citadas anteriormente para áreas de brejos, três são citadas por Ducke (1949) como ocorrendo na Amazônia. Comentando a distribuição daquelas espécies, Ducke (1949) cita que Albizia polycephala ocorre amplamente distribuída pela América do Sul tropical, sendo muito comum na Venezuela e nos estados do nordeste do Brasil; Machaerium angustifolium, pelas regiões tropicais da América do Sul, do Panamá ao norte da Argentina; Hymenaea courbaril, muito comum no nordeste e referida para a Amazônia.

Confirmando esta ampla distribuição para a América do Sul Andrade-Lima (1953) cita que Machaerium angustifolium, Hymenaea courbaril e Coutarea hexandra são espécies comuns à Amazônia e a outras regiões do Brasil.

As maiores semelhanças florísticas ocorreram entre as altitudes de 1100 e 900 m, com 73,5% ao nível de família e 40,8% ao de espécie, e entre as de 700 e 500 m com 69,7% (família) e 51,2% (espécie), revelando uma maior afinidade específica das caatingas que das áreas de brejo (figura 2). Entre as demais altitudes (1100 e 700, 1100 e 500, 900 e 700, 900 e 500 metros), os valores de similaridade para família foram próximos, variando de 50,8% a 58,8%, e os para espécie, foram muito baixos (< 20%).

 

 

A análise da similaridade florística entre as áreas mostra a separação em dois blocos. Um bloco formado pelo conjunto de 23 espécies comuns e exclusivas das altitudes de 1100 e 900 m e outro constituído pelas espécies de caatinga das áreas de 700 e 500 m. Além da separação em dois blocos, um grupo de espécies freqüentemente encontradas em áreas de caatinga chega até as áreas do brejo: Myracrodruon urundeuva, Cereus jamacaru, Amburana cearensis, Parapiptadenia zehntneri e Senna rizzinii, registradas em 1100 e 900 m; Jatropha mollissima, Allophylus quercifolius, Schinopsis glabra, Melochia tomentosa, Bauhinia cheilantha, Capparis flexuosa e Capparis jacobinae, em 900 m; e Aspidosperma pyrifolium, em 1100 m. As espécies registradas na caatinga de 700 e 500 m atingem principalmente a cota de 900 m, embora nesta predominem espécies do brejo em presença e número.

A flora do brejo de Triunfo apresentou espécies que ocorreram tanto em outros brejos como em outras formações, demonstrando talvez condições passadas de ligação com outros tipos florestais. Qualquer afirmativa a respeito da origem da flora dos brejos é arriscada, pois torna-se necessário um número bem maior de levantamentos nestas áreas, além do conhecimento de outras formações vegetacionais do nordeste, principalmente as caatingas arbóreas, as matas secas e as formações de áreas de serra.

 

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1. Parte da dissertação de mestrado do lº autor.

2. Departamento de Biologia, Escola Técnica Federal de Pernambuco, Av. Prof. Luis Freire, 500, 50740-540 Recife, PE. Brasil.

3. Departamento de Biologia, Universidade Federal Rural de Pernambuco, R. Dom Manoel de Medeiros, s/n, 52171-900 Recife, PE, Brasil.

4. Departamento de Energia Nuclear, Universidade Federal de Pernambuco, Av. Prof. Luis Freire, 1000, 50740-540 Recife, PE, Brasil.

5. Seção de Botânica e Ecologia, Empresa Pernambucana de Pesquisa Agropecuária, Av. General San Martim, 1371, 50761-000 Recife, PE, Brasil.