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Brazilian Journal of Botany

versão impressa ISSN 0100-8404versão On-line ISSN 1806-9959

Rev. bras. Bot. v.23 n.3 São Paulo set. 2000

http://dx.doi.org/10.1590/S0100-84042000000300003 

Composição florística de dois remanescentes de Mata Atlântica do sudeste de Minas Gerais, Brasil

 

JULIO ANTONIO LOMBARDI1,3 e MAISA GONÇALVES2

 

(recebido em 28 de julho de 1999; aceito em 15 de março de 2000)

 

 

ABSTRACT - (Floristic composition of two remnants of Atlantic forest in the Southeastern Minas Gerais State, Brazil). This study have revised collections deposited in the BHCB Herbarium from two Atlantic forest fragments in Minas Gerais State, the Biological Station of Caratinga (EBC), in the municipality of Caratinga, and the State Park of Rio Doce (PERD), among the municipalities of Marliéria, Timóteo and Dionísio. 3366 samples of 1048 species were found, grouped in 538 genera and 123 families. In the EBC there are 513 species not occurring in PERD, where there are 242 species not occurring in EBC; 293 species are common to the two areas, with a similarity coefficient of 64%. The five families with highest number of species were Leguminosae (125), Rubiaceae (69), Asteraceae (51), Bignoniaceae (49), and Myrtaceae (39). The number of species from these fragments of Atlantic forest is higher to other recorded numbers from surveys from other Atlantic forests or the Amazonian basin.

RESUMO - (Composição florística de dois remanescentes de Mata Atlântica do sudeste de Minas Gerais, Brasil). Este estudo revisou as exsicatas depositadas no Herbário BHCB coletadas em dois fragmentos de Mata Atlântica de interior no Estado de Minas Gerais, Estação Biológica de Caratinga (EBC), município de Caratinga e Parque Estadual do Rio Doce (PERD), nos municípios de Marliéria, Timóteo e Dionísio. Foram encontradas 3366 exsicatas de 1048 espécies, agrupadas em 538 gêneros e 123 famílias. Na EBC há 513 espécies que não ocorrem no PERD, onde há 242 espécies que não ocorrem na EBC; 293 espécies ocorrem em ambas as áreas, com um coeficiente de similaridade de 64%. As cinco famílias com maior número de espécies foram Leguminosae (125), Rubiaceae (69), Asteraceae (51), Bignoniaceae (49) e Myrtaceae (39). A riqueza em espécies destes remanescentes de Mata Atlântica é superior às obtidas em estudos tanto em outras áreas da Mata Atlântica quanto na região amazônica.

Key words - Atlantic forest, inland forest, Minas Gerais, floristic

 

 

Introdução

As diferentes fisionomias denominadas em conjunto "Mata Atlântica" são classificadas em três tipos básicos: Floresta Ombrófila Densa, ocorrendo nas encostas da Serra do Mar, somando cerca de 1 milhão de km2 e com 120-160 km de largura (Giulietti & Forero 1990); Floresta Ombrófila Aberta, incluindo as formações com Araucaria angustifolia dos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul; e Floresta Estacional Semidecidual, compreendendo as formações do interior com pronunciada variação sazonal pelas marcadas estações de seca e de chuva e perceptível queda de folhas durante os meses secos (IBGE 1992).

Apesar de considerada área de grande diversidade biológica vegetal, com cerca de 13.000 espécies vegetais (Gentry et al. 1997), dos quais aproximadamente 9.400 são estimadas como endêmicas (Gentry 1992), a mata atlântica hoje está reduzida a cerca de 12% de sua cobertura original. Existem relativamente poucos estudos acerca da composição florística da mata atlântica, destacando-se contribuições restritas às formações litorâneas, na maioria enfocando plantas arbóreas e alguns outros incluindo herbáceas, arbustivas, epifítas e lianas, além das árvores (Barros et al. 1991, Lima & Guedes-Bruni 1997, Marques 1997, Meira Neto et al. 1989, Sales et al. 1998, Thomaz & Monteiro 1997). Dados acerca das formações interioranas no sudeste do Brasil são ainda mais escassos e também limitados em abrangência (CETEC 1981, Silva Jr. et al. 1995).

Este estudo tem como objetivo tornar disponível uma listagem florística de dois fragmentos de mata atlântica de interior, no sudeste de Minas Gerais, assim como tecer comentários sobre a riqueza de espécies destas áreas, em comparação com dados existentes de outras formações florestais brasileiras tanto da Mata Atlântica, quanto da Floresta Úmida da bacia amazônica.

 

Material e métodos

Áreas de coleta - A Estação Biológica de Caratinga (EBC) (figura 1A), tem sede situada a 19°50’S 41°50’W, na Fazenda Montes Claros, município de Caratinga, estado de Minas Gerais. Estabelecida desde 1982 (Mendonça-Filho 1996), compreende 880 hectares de matas que, na maior parte, sofreram variadas formas de exploração, desde o corte seletivo até a derrubada total para o estabelecimento de pastagens. A altitude varia de 400 a 680 m (Silva 1993).

 

 

De 1983 a 1988, a EBC foi local de projeto fitossociológico e florístico por parte de membros do Departamento de Botânica da Universidade Federal de Minas Gerais, resultando em extensa coleção de plantas vasculares depositada no acervo do herbário daquela instituição (BHCB). A não publicação do inventário florístico advindo destes estudos tornou indisponível a listagem das plantas coletadas e dos parâmetros fitossociológicos. Uma listagem florística da EBC, mesmo que só de espécies arbóreas, é necessária, pois a área é local de muitos estudos faunísticos, principalmente com primatas (Valle et al. 1984), e também como subsídio para sua conservação, já que é uma propriedade particular de destino incerto.

O Parque Estadual do Rio Doce (PERD) (figura 1B), compreende uma área de 35.973 ha de florestas secundárias e primárias, situada entre 19°41’-19º30’S e 42°38’-48º28’W, abrangendo porções dos municípios de Marliéria, Timóteo e Dionísio, no estado de Minas Gerais, tendo sido estabelecida em 1944 (Bruck et al. 1995).

A EBC apresenta solo tipo latossolo vermelho-amarelo álico e clima sazonal, com período seco com temperaturas médias mensais de 15 e 20 °C, de abril a setembro e período chuvoso com temperaturas médias de 20 e 22 °C, de outubro a março. A precipitação média anual é de 1146,3 mm (Silva 1993).

Em área adjacente ao PERD, no município de Dionísio, o clima é úmido-subtropical, a precipitação média é de 1450 mm, com chuva principalmente durante os meses de dezembro a fevereiro. A temperatura média anual está entre 20 e 23 °C e os solos predominantes são podsols vermelho-amarelos (ultisol), terra-roxa (eutrustox) e podsols eutróficos vermelho-amarelos (alfisols) (Silva Jr. et al. 1995).

Amostragem - Foi inventariada a coleção do Herbário BHCB e todas as exsicatas provenientes de coletas na EBC e no PERD foram listadas e examinadas, incluindo-se algumas outras que foram coletadas no entorno das áreas principais.

Na EBC os espécimens foram coletados de maneira sistemática e mensal por P.M. Andrade e M.A. Lopes entre 1983 e 1985 e por L.V. Costa e I.R. Andrade entre 1986 e 1988; essas coletas foram extensivas ao estrato arbóreo-arbustivo, objeto de estudo fitossociológico realizado ao longo da trilha do Matão, local principal de coleta na área. Coletas aleatórias de toda a vegetação foram efetuadas desde 1982 até 1998, principalmente nas trilhas do Matão, Rafael e Jaó (figura 1A), em menor intensidade nas localidades denominadas Alto da Boa Vista, Custódio, Leme, Almirante Ibsen, Nilo, Raimunda e Sapo. Estas coletas foram efetuadas pelos coletores acima citados e também por J.V. Gomes, T.S.M. Grandi, E.P. Heringer, M.B. Horta, J.A. Lombardi, C.V. Mendonça Filho, P.H.A. Pequeno, J. Rimoli, T.C. Sposito, J.R. Stehmann e K.B. Strier.

No PERD, de 1986 a 1999, foram efetuadas coletas não sistemáticas de toda a vegetação por E.L. Borba, W.G. Campos, L.V. Costa, T.S.M. Grandi, J.A. Lombardi, C.V. Mendonça Filho, T.C. Sposito, J.R. Stehmann, E. Tameirão Neto e L.G. Temponi. As localidades amostradas foram principalmente Vinhático, Campolina, Salão Dourado, Porto Capim e entorno da lagoa Dom Helvécio (figura 1B) e, em menor intensidade, Lagoa Preta, Garapa Torta e Ponte Queimada.

As determinações dos espécimens coletados foram efetuadas, sempre que possível, pelo envio de duplicatas a especialistas, que são relacionados na tabela 1 após o nome das famílias.

As espécies encontradas foram agrupadas em famílias de acordo com Gunn et al. (1992). Na tabela 1 os nomes dos autores das espécies listadas foram abreviados segundo Brummitt & Powell (1992) e as siglas dos Herbários estão de acordo com Holmgren et al. (1990). A similaridade entre as duas áreas foi avaliada pelo coeficiente de Jaccard (Brower & Zar 1977).

 

Resultados e Discussão

Estão depositadas, no Herbário BHCB, 3366 exsicatas provenientes de coletas na EBC (2304 exsicatas) ou no PERD (1046 exsicatas), compreendendo 1048 espécies, agrupadas em 538 gêneros e 123 famílias (tabela 1).

Na EBC foram encontradas 513 espécies exclusivas que não ocorreram no PERD, onde ocorrem 242 espécies que não foram coletadas na EBC. As duas áreas têm 293 espécies em comum, com um coeficiente de similaridade de 64%, que pode estar subestimado devido ao baixo esforço de coleta intensiva efetuado no PERD.

O maior número de espécies encontradas na EBC é provavelmente derivado do esforço de coleta sistemático nesta área. Igual empenho de coleta no PERD poderá revelar espécies adicionais tanto para o PERD quanto para o conjunto PERD + EBC, já que a vegetação na EBC foi empobrecida devido à exploração que pode ter sofrido por estar situada em área particular.

As cinco famílias com maior número de espécies foram Leguminosae, com 125, Rubiaceae, com 69, Asteraceae, com 51, Bignoniaceae, com 49, e Myrtaceae, com 39 (tabelas 1 e 2).

Comparadas às seis outras áreas onde foram amostradas todas as fanerógamas sem área mínima de amostragem, na Mata Atlântica (Barros et al. 1991, Lima & Guedes-Bruni 1997, Marques 1997, Meira Neto et al. 1989, Sales et al. 1998, Thomaz & Monteiro 1997) e na floresta amazônica (Prance 1990), a vegetação conjunta da EBC e PERD mostrou um maior número de espécies, contra um máximo de 1023 espécies na Reserva Biológica de Macaé de Cima-RJ (Lima & Guedes-Bruni 1997; excluídas as pteridófitas, Sylvestre 1997) e um mínimo de 415 espécies em Atibaia-SP (Meira Neto et al. 1989) (tabela 2).

A importância de Leguminosae como a família com maior número de espécies já havia sido ressaltada anteriormente para outras áreas de florestas neotropicais, assim como a alta diversidade de Rubiaceae e Myrtaceae (Peixoto & Gentry 1990).

Vinte espécies encontradas na EBC e/ou no PERD estão presentes na lista das espécies ameaçadas de extinção do estado de Minas Gerais: Anaxagorea dolichocarpa, Guatteria odontopetala, G. vilosissima (Annonaceae), Euterpe edulis (Arecaceae), Bilbergia leptopoda (Bromeliaceae), Caryocar edule (Caryocaraceae), Coussapoa floccosa (Cecropiaceae), Couepia monteclarensis (Chrysobalanaceae), Sinningia villosa (Gesneriaceae), Ocotea odorifera, O. percoriacea, Persea rufotomentosa (Lauraceae), Dalbergia nigra, Melanoxylon brauna (Leguminosae), Brosimum glaziovii, Dorstenia arifolia, D. sucrei (Moraceae), Psychotria ipecacuanha (Rubiaceae), Solanum warmingii (Solanaceae) e Cissus blanchetiana (Vitaceae) (COPAM 1997). Além destas, são conhecidas de EBC ou PERD espécies com poucas coletas registradas, como Chionanthus subsessilis (P.S. Green, com. pess.), e outras recentemente descobertas e em processo de descrição, como por exemplo Ephedranthus sp. (Annonaceae, J. Oliveira, com. pess.), Rodospatha sp. (Araceae, T. B. Croat, com. pess.), Macroditassa sp. (Asclepiadaceae, J. Fontela-Pereira, com. pess.), Davilla sp., Doliocarpus sp. (Dilleniaceae, G. Aymard, com. pess.), Piptadenia sp. 2 (Leguminosae, R. Barneby, com. pess.) e Ternstroemia sp. (Theaceae, A. Weitzman, com. pess.).

A riqueza em espécies da mata atlântica de interior em Minas Gerais é grande se levada em conta a ocorrência de uma estação seca marcada, situação geralmente associada a uma baixa riqueza em espécies vegetais (Peixoto & Gentry 1990). O número de espécies encontrado é comparável àquele presente em áreas de floresta úmida, como a estimada riqueza de mais de 1000 espécies na área em torno de Manaus, onde a precipitação anual média é de 2100 mm (Nelson & Herrera-MacBryde 1997), e próximo da metade do recorde mundial, na região de Iquitos, Peru e Colômbia, com ca. 2265 espécies e precipitação média anual de 2386 a 3400 mm (Ortiz 1997).

Apesar da falta de outros levantamentos florísticos em áreas similares no sudeste do Brasil incluindo todas as espécies de fanerógamas, a grande riqueza de espécies dos remanescentes estudados destaca-os como importantes reservatórios a serem preservados e merecedores de estudos adicionais, o que foi ressaltado recentemente quando a EBC foi considerada como de importância extrema na conservação da flora em Minas Gerais e o PERD de importância especial (Costa et al. 1998).

 

Agradecimentos - Agradecemos à Administração da Estação Biológica de Caratinga e ao Instituto Estadual de Florestas, IEF-MG, pelas autorizações para coletas em suas áreas de conservação, ao CNPq e à FAPEMIG, pelas bolsas concedidas respectivamente ao primeiro e segundo autores, a Dra. C.M. Jacobi pelo auxílio com o Abstract, e aos botânicos citados pela identificação de espécies da tabela 1.

 

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1. Departamento de Botânica, Instituto de Ciências Biológicas, Universidade Federal de Minas Gerais, Av. Antônio Carlos 6627, Pampulha, 31270-110 Belo Horizonte, MG, Brasil. Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq.

2. Bolsista PROBIC-FAPEMIG/UFMG

3. Autor para correspondência: julioicb@pop3.lcc.ufmg.br

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