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Food Science and Technology

Print version ISSN 0101-2061

Ciênc. Tecnol. Aliment. vol.30 no.1 Campinas Jan./Mar. 2010

http://dx.doi.org/10.1590/S0101-20612010000100020 

ORIGINAL

 

Prolongamento da vida pós-colheita de bananas-maçã submetidas ao 1-metilciclopropeno (1-MCP) - qualidade sensorial e física

 

Extension of postharvest life of 'Apple1 banana subjected to1-methylcyclopropene (1-MCP) - sensory and physical quality

 

 

Ana Carla Marques PinheiroI,1; Eduardo Valério de Barros Vilas BoasI; Helena Maria André BoliniII

1 Departamento de Ciência dos Alimentos - DCA, Universidade Federal de Lavras - UFLA, CP 3037, Lavras - MG, Brasil, E-mail: anacarlamp@ufla.br; evbvboas@ufla.br
2 Departamento de Alimentos e Nutrição - DEPAN, Faculdade de Engenharia de Alimentos - FEA, Universidade de Campinas - UNICAMP, CP 6121, Campinas - SP, Brasil, hellini@fea.unicamp.br

 

 


RESUMO

Objetivou-se avaliar o efeito do 1-metilciclopropeno (1-MCP) sobre a qualidade e extensão da vida pós-colheita de bananas-maçã. Frutas no grau 2 de coloração da casca foram tratadas com 50 nL.L-1 de 1-MCP durante 0 (controle), 6, 9, 12 e 24 horas. Posteriormente, foram armazenadas sob condição ambiente: 22± 2 ºC 85± 5% UR. Avaliaram-se as características sensoriais: aparência dos frutos no grau 4 (frutos mais verdes que amarelos) e grau 7 (frutos amarelos com pontuações marrons) de coloração da casca; descasque, aroma, sabor, firmeza da polpa e aspecto global nos frutos no grau 7, utilizando-se um teste de aceitabilidade através de escala hedônica de 9 pontos; e ainda a intenção de compra nos frutos nos graus 4 e 7, através de escala de 5 pontos. Avaliou-se também, visualmente, a extensão da vida pós-colheita, e, instrumentalmente, a coloração da casca e firmeza da polpa. Conclui-se que a aplicação de 50 nL.L-1 por um período de 12 horas é a mais adequada, pois promove extensão na vida pós-colheita de bananas-maçã, armazenadas em temperatura ambiente, em aproximadamente 11 dias, sem alterar a qualidade sensorial, a intenção de compra, coloração da casca e firmeza dos frutos quando maduros, comparados ao controle.

Palavras-chave: análise sensorial; Musa sp.; coloração; firmeza; vida útil.


ABSTRACT

The objective of this work was to evaluate the effect of 1-methylcyclopropene (1-MCP) on the quality and extension of postharvest life of 'Apple1 banana. The fruit, at degree 2 of peel color was treated with 50 nL.L-1 of 1-MCP for 0 (control), 6, 9, 12 and 24 hours. Next, It was stored at room temperature: 22± 2 ºC 85± 5 per cent RH. The following sensory characteristics were evaluated: appearance of the fruit at degree 4 (greener than yellow) and degree 7 (yellow with brown spots) of peel color; peeling, aroma, flavor, firmness of pulp and global aspect of the fruit at degree 7, using a test of acceptability using the 9-point hedonic scale and also the intention of buying the fruit at degrees 4 and 7, using a 5-point scale. Also evaluated visually was the extension of postharvest life and instrumentally the peel color and pulp firmness. It was concluded that the application of 50 nL.L-1 for a period of 12 hours is the most suitable, because it promotes the extension of the postharvest life of `Apple` bananas, stored at room temperature for approximately 11 days, without affecting the sensory quality, buying intention, peel color and firmness of fruit when ripe, in comparison to control.

Keywords: sensory analysis; Musa sp.; color; firmness; shelf life.


 

 

1 Introdução

A banana, muito apreciada no Brasil e no mundo, é a quarta cultura agrícola mais importante do planeta, atrás apenas do arroz, do trigo e do milho (EMBRAPA, 2006). Além disso, tem ainda uma enorme importância social, pois é uma fonte de energia, minerais e vitaminas de baixo custo. O Brasil é o segundo maior produtor mundial de banana, responsável por cerca de 9,5% da produção (EMBRAPA, 2006). De acordo com Brasil (2007a), o País produziu 6.997.000 toneladas de banana em 2005, exportando 212.176 toneladas, ou seja, 3,03% de toda a produção. Esta pequena participação no mercado externo é devida, principalmente, aos altos índices de perdas e alto consumo interno da fruta (CENARGEN, 2006). Dentre as cultivares exploradas, a banana-maçã caracteriza-se por apresentar qualidades sensoriais agradáveis, sendo, talvez, a mais saborosa de todas as variedades para consumo ao natural. Além disso, seu cultivo é de alta rentabilidade econômica (AGRIANUAL, 2007). A banana é um fruto climatérico altamente perecível, apresentando uma elevação na taxa respiratória e produção de etileno que desencadeia o amadurecimento, dificultando a comercialização do produto em locais mais distantes e acarretando altos índices de perdas. O etileno é um composto orgânico volátil que difunde dentro e fora das células, estimulando as modificações relativas ao amadurecimento como coloração, aroma, sabor e textura da banana. Em condições normais, o etileno liga-se a moléculas receptoras, provavelmente proteínas de membrana, de onde surgem respostas associadas ao amadurecimento (GOLDING et al., 1998). O 1-metilciclopropeno (1-MCP) é um produto que atua inibindo temporariamente esta ação do etileno e, consequentemente, o amadurecimento dos frutos. De acordo com a portaria nº 354 de 11 de agosto de 2006 da ANVISA (BRASIL, 2006), o 1-MCP foi liberado para utilização no Brasil em diferentes plantas ornamentais e frutos, dentre os quais se inclui a banana. Este produto tem sido avaliado na extensão da vida pós-colheita e manutenção da qualidade de diversos produtos vegetais (PINHEIRO; VILAS BOAS; MESQUITA, 2005; PINHEIRO et al., 2006; BLANKENSHIP; DOLE, 2003; BOTREL et al., 2002; HARRIS et al., 2000; GOLDING et al., 1998). Entretanto, são poucos os estudos que avaliam o impacto da utilização do 1-MCP na qualidade sensorial de vegetais comestíveis, devido principalmente ao recente registro do produto e liberação para uso comercial restrita a poucas frutas e hortaliças (WATKINS, 2006). Pinheiro et al. (2006) relataram que a aplicação de 50, 100, 150 e 200η;L.L-1 de 1-MCP, durante 12 horas, ocasionou amarelecimento desuniforme durante o amadurecimento de banana cv. Maçã e as três últimas doses, tonalidade avermelhada na casca, comprometendo a aparência do fruto. Golding et al. (1998), Jiang, Joyce e Macnish (1999) e Harris et al. (2000) também relataram a ocorrência de amarelecimento desuniforme na casca de diferentes cultivares de bananas submetidas ao 1-MCP. A qualidade dos produtos alimentícios sejam eles de origem vegetal ou animal, processados ou in natura, está associada aos aspectos sensoriais, nutritivos e de segurança. O aspecto sensorial é avaliado através da aparência, aroma, sabor e textura, sendo a aparência o primeiro atributo a ser observado pelo consumidor no momento da compra e os demais avaliados em sequência. Desta forma é extremamente importante preservar a qualidade sensorial dos produtos para a garantia do sucesso na comercialização. Em função da carência de estudos na avaliação sensorial de produtos vegetais submetidos ao tratamento com 1-MCP, objetivou-se avaliar o efeito da aplicação de 50η;L.L-1 deste produto, em diferentes tempos, na qualidade sensorial, sob o ponto de vista do consumidor, juntamente com análises instrumentais e extensão da vida útil de bananas da cv. Maçã.

 

2 Material e métodos

2.1 Material

Bananas da cv. Maçã, cultivadas utilizando-se métodos culturais tradicionais para a cultura, foram adquiridas em uma pequena propriedade rural próxima ao município de Lavras-MG, no estádio 2 de coloração da casca (frutos maturos, completamente verdes) e com aproximadamente 3 cm de diâmetro. Os frutos foram, em seguida, transportados sob temperatura ambiente para o Laboratório de Pós-colheita de Frutas e Hortaliças da Universidade Federal de Lavras, onde foram tratados utilizando-se uma dosagem única de 50 ηL.L-1 1-metilciclopropeno (1-MCP), na formulação pó, com 0,14% de ingrediente ativo, variando-se o tempo de aplicação. A aplicação foi realizada em caixas de isopor com volume de 100 L, hermeticamente fechadas, nas quais os frutos permaneceram por 0, 6, 9, 12 e 24 horas em contato com o produto. Após a aplicação, foram removidos das caixas e armazenados sob condição ambiente: 22± 2 ºC e 80± 5% UR.

2.2 Métodos

Análise sensorial

A avaliação da aceitação da aparência dos frutos e a intenção de compra (IC) foram realizadas no grau 4 de coloração da casca (frutos mais verdes que amarelos) e, posteriormente, no grau 7 (frutos completamente amarelos com pontuações marrons/aptos ao consumo), utilizando-se cabine comum aos provadores, iluminada com luz fluorescente branca. A aceitação em relação ao descasque, aroma de banana, sabor de banana, firmeza da polpa e aspecto global, foram avaliados individualmente somente em frutos no grau 7, em cabines também iluminadas com lâmpadas fluorescentes brancas. O teste de aceitação com 40 consumidores de banana cv. Maçã foi realizado utilizando-se escala hedônica estruturada mista de 9 pontos (9 - gostei extremamente a 1 - desgostei extremamente) (MEILGAARD; CIVILLE; CARR, 1999) e escala de 5 pontos para avaliar a intenção de compra (5-certamente compraria a 1 - certamente não compraria). Cada uma das amostras, composta por uma banana madura (apta ao consumo), sem o pedúnculo, foi servida na forma monádica em bandejas brancas de isopor identificadas com números aleatórios de três dígitos. Todos os consumidores avaliaram a aceitação em relação a todas as amostras em blocos casualizados completos balanceados, correspondentes aos 5 tempos de aplicação de 1-MCP (0, 6, 9, 12 e 24 h).

Análise da extensão da vida pós-colheita e análises físicas

Através de análise visual, foi avaliada a extensão da vida pós-colheita, computando-se o número de dias decorridos para ocorrência das primeiras mudanças visíveis de coloração da casca de verde para amarelo e número de dias decorridos para que atingissem o grau 7 (frutos completamente amarelos com manchas marrons/aptos ao consumo).

Foi avaliada também, através de análise instrumental, a coloração da casca, determinada na região equatorial do fruto, utilizando-se Colorímetro marca Minolta, modelo CR 400 sistema CIE Lab, com a determinação das coordenadas a* e b*, sendo a coordenada a* relacionada com a intensidade de verde/vermelho e a coordenada b* com a intensidade de azul/amarelo.

A firmeza da polpa, expressa em Newtons (N), foi avaliada em rodelas sem casca retiradas da região equatorial, utilizando-se texturômetro modelo TA.TX2i equipado com sonda de aço inoxidável de 8 mm de diâmetro (P/6N), que mediu a força de penetração nas rodelas com velocidade de descida de 10 mm/s e com distância máxima de introdução de 10 mm.

As análises instrumental e de extensão da vida pós-colheita seguiram um delineamento inteiramente casualizado com 5 tempos de aplicação do produto e dois graus de coloração da casca (graus 4 e 7), com três repetições, sendo a parcela experimental composta por três buquês com 3 a 4 dedos.

Análise estatística

Os dados foram analisados estatisticamente por análise de variância (ANOVA) e teste de médias de Tukey (p < 0,05), utilizando-se programa estatístico SISVAR versão 4.0 (FERREIRA, 2000).

 

3 Resultados e discussão

Analisando-se a Tabela 1, podemos notar que a aplicação de 50 ηL.L-1 de 1-MCP, independentemente do tempo, retardou de forma significativa o início do amadurecimento, baseando-se nas primeiras mudanças de coloração da casca, aumentando, consequentemente, a vida pós-colheita destes frutos (Figura 1). A aplicação de 1-MCP durante 6 e 9 horas retardou o início das primeiras mudanças de coloração da casca dos frutos em aproximadamente 4 e 8 dias, respectivamente, enquanto a aplicação durante 12 e 24 horas retardou em aproximadamente 11 dias, quando comparados ao controle (0 horas).

 

 

 

 

Trabalhando com bananas da cv. Maçã submetidas a 50, 100, 150 e 200 nL.L-1 de 1-MCP durante 12 horas e armazenadas a 20± 1 ºC e 80± 5% UR, Pinheiro, Vilas Boas e Mesquita (2005) apresentaram resultados de atraso no início do amadurecimento de aproximadamente 10 dias para as concentrações de 100, 150 e 200 nL.L-1 e 8 dias para a concentração de 50 nL.L-1 de 1-MCP. Esta diferença de 3 dias a mais na extensão da vida útil entre a aplicação de 50 nL.L-1 durante 12 horas neste trabalho e a citada por Pinheiro, Vilas Boas e Mesquita (2005) podem ser decorrentes de influência de fatores pré-colheita (condições climáticas, tratos culturais) e ponto de colheita dos frutos.

Avaliando-se a aparência dos frutos no grau 4 de coloração da casca, é possível observar diferença significativa entre os frutos tratados durante 24 horas e aqueles tratados durante 0 (controle) e 6 horas, sendo que os frutos sob os demais tratamentos, 9 e 12 horas, não diferiram dos frutos controle (Tabela 2). Houve diferença estatística (p < 0,05) também na intenção de compra (IC) dos frutos no grau 4, em que os frutos submetidos à aplicação de 1-MCP durante 6 horas apresentaram IC igual ao controle. Os demais tratamentos, entretanto, apresentaram IC inferior ao controle, demonstrando assim diferença na aquisição, e iguais estatisticamente ao tratamento de 6 horas (Tabela 2).

 

 

Os frutos submetidos ao 1-MCP apresentaram desverdecimento desuniforme da casca, menos intenso nos frutos sob aplicação durante 6 horas que, com o avanço do amadurecimento, atingiam coloração amarela com extremidades verdes, finalizando o processo de desverdecimento desuniforme. Talvez este fato possa justificar a menor IC dos frutos tratados com 1-MCP durante 9, 12 e 24 horas, já que foram avaliados no grau 4 de coloração da casca (frutos com casca mais verde que amarela) onde o amarelecimento desuniforme era ainda visível.

Analisando-se as características sensoriais das bananas no grau 7 de coloração da casca (frutos completamente amarelos com pontuações marrons/aptos ao consumo), conforme a Tabela 3, não se observou diferença significativa na aparência (Figura 2), descasque e firmeza entre os frutos controle (0 horas) e os tratados com 1-MCP. Quanto à aceitação em relação ao aroma, sabor, aspecto global e IC, notou-se diferença significativa somente entre os frutos controle e aqueles submetidos ao 1-MCP durante 24 horas, sendo os demais tratamentos (6, 9 e 12 horas) iguais ao controle, mostrando ser viável a aplicação de 50η;L.L-1 de 1-MCP durante 6, 9 e 12 horas para promoção da extensão da vida pós-colheita, mantendo-se a qualidade sensorial dos frutos quando maduros (p < 0,05).

A coloração da casca foi avaliada instrumentalmente nos graus 4 e 7 de coloração da casca e mediu-se o valor a* (verde a vermelho) e valor b* (azul a amarelo), conforme as Tabelas 4 e 5. Não houve diferença significativa no valor a* entre os tratamentos nos diferentes graus de coloração da casca avaliados (Tabela 4). Notou-se, a despeito do tempo de aplicação, aumento nos valores a* e b*, indicando desverdecimento e concomitante amarelecimento da casca dos frutos (Tabelas 4 e 5). Os resultados de coloração da casca do presente trabalho já haviam sido verificados por Pinheiro et al. (2006) em trabalho com bananas submetidas ao 1-MCP. Os tratamentos 6, 9 e 12 horas apresentaram, em média, valor b* igual ao controle (Tabela 5). Entretanto, houve diferença significativa no valor b* entre os frutos controle e os tratados com 1-MCP durante 24 horas, os quais apresentaram menor valor b* ou seja, menor intensidade de coloração amarela da casca, embora não tenham apresentado coloração mais verde que os frutos controle, pois apresentaram o mesmo valor a*.

 

 

 

 

Estes resultados podem justificar a menor aceitabilidade na aparência, aspecto global e IC dos frutos tratados durante 24 horas. Provavelmente este tempo de exposição (24 horas) a 50η;L.L-1 de 1-MCP causou alteração no metabolismo dos frutos, pois apresentaram, além de mudanças na coloração da casca, menor aceitabilidade em relação ao aroma e sabor, embora tenham apresentado mesma aceitabilidade com relação ao descasque e firmeza sensorial.

A avaliação instrumental da firmeza também foi realizada nos graus 4 e 7 de coloração da casca (Tabela 6). Observou-se, a despeito da aplicação de 1-MCP, queda nítida da firmeza com o amadurecimento dos frutos. Notou-se diferença significativa entre os tratamentos somente no grau 4 de coloração da casca, no qual os frutos tratados com 1-MCP apresentaram menor firmeza que o controle, à exceção do tratamento durante 24 horas. Este fato pode ser justificado também pela ocorrência do amarelecimento desuniforme da casca, que dificultou a determinação exata do grau 4. Os resultados de firmeza medidos instrumentalmente no grau 7 coincidem com a avaliação sensorial da firmeza, na qual os provadores não detectaram diferença entre os tratamentos.

 

 

4 Conclusões

A aplicação de 50 nL.L-1 de 1-metilciclopropeno (MCP) durante 12 horas é a mais adequada, pois promove prolongamento na vida pós-colheita, com base nas primeiras mudanças de coloração da casca de bananas da cv. Maçã, armazenadas a 25 ± 3 ºC e 85± 5% UR, em aproximadamente 11 dias, mantendo, nos frutos maduros, a qualidade sensorial, intenção de compra, firmeza e coloração da casca sem diferença significativa (p > 0,05) dos frutos que não foram tratados com o produto, além de promover aceitabilidade, em relação à aparência avaliada no grau 4 de coloração da casca, igual a dos frutos não submetidos ao 1-MCP.

A aplicação durante 9 horas apresenta-se como segunda alternativa mais viável, prolongando a vida pós-colheita da banana-maçã em 8 dias, sem afetar as variáveis citadas acima.

 

Agradecimentos

Ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico CNPq e à Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais - FAPEMIG, entidades governamentais promotoras do desenvolvimento científico e tecnológico e ainda a AgroFresh/Rohm and Hass Company.

 

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Recebido para publicação em 27/2/2008
Aceito para publicação em 5/1/2009 (003276)

 

 

1 A quem a correspondência deve ser enviada

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