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Revista Brasileira de Sementes

versão impressa ISSN 0101-3122

Rev. bras. sementes v.28 n.1 Pelotas abr. 2006

https://doi.org/10.1590/S0101-31222006000100021 

Qualidade sanitária e germinação de sementes de Pterogyne nitens Tull. (Leguminosae – Caesalpinioideae)

 

Health quality and germination of Pterogyne nitens seeds

 

 

Walnice Maria Oliveira do NascimentoI; Eniel David CruzI; Maria Heloísa Duarte MoraesII; José Otávio Machado MentenII

IEngº Agrº, Embrapa Amazônia Oriental, Caixa postal 48, CEP 66017-970, Belém, PA - walnice@cpatu.embrapa.br; eniel@cpatu.embrapa.br
IIEngº Agrº, Departamento de Fitopatologia da ESALQ/USP. Av. Pádua Dias, Caixa postal 9, CEP 13418- 970, Piracicaba, SP - mhdmoraes@esalq.usp.br; jomenten@usp.esalq.br

 

 


RESUMO

Pterogyne nitens Tull. (Leguminosae Caesalpinioideae), espécie florestal nativa da Mata Atlântica, é normalmente utilizada para extração de madeira. Devido à necessidade de ampliação da área produtiva com essa espécie, para fins de exploração comercial, tem-se observado maior interesse em relação às informações sobre qualidade e conservação de suas sementes. Apesar da grande importância econômica das espécies florestais, estudos sobre sanidade de tais sementes são quase inexistentes, principalmente com espécies nativas. Procurou-se, com este trabalho, identificar fungos associados às sementes e sua relação com a germinação de sementes de amendoim-bravo, utilizando-se os métodos de detecção do papel de filtro com congelamento, sem congelamento e de sintomas em plântulas. Detectaram-se os seguintes fungos: Aspergillus sp., Penicillium sp., Fusarium moniliforme, Alternaria alternata, Rhizopus sp., Cladosporium sp. e Phoma sp. A maior ocorrência foi de fungos dos gêneros Aspergillus e Penicillium. O método do papel de filtro com congelamento permitiu a identificação de Fusarium moniliforme e Alternaria alternata, duas espécies de fungos potencialmente patogênicos. Não foi detectada ocorrência de sintomas relacionados ao ataque de patógenos nas plântulas.

Termos para indexação: amendoim bravo, espécie florestal, patologia de sementes, espécie nativa, madeira.


ABSTRACT

Pterogyne nitens Tull. (Leguminosae Caesalpinioideae), wood species native to the Atlantic Rain Forest, is constantly used to extract timber. With the need to amplify the cultivation surface for trade, the interest in information about the quality and conservation of its seeds has increased. In spite of the great economic importance of this species, studies about the health quality of seeds are inexistent, mainly for native species. This paper aims to identify the occurence of pathogens associated in Pterogyne nitens seeds. The fungi were studied in a blotter test with and without freezing and symptoms in seedlings. The following fungi were found in seeds: Aspergillus sp., Penicillium sp., Fusarium moniliforme, Alternaria alternata, Rhizopus sp., Cladosporium sp. and Phoma sp. The largest occurence found was the fungi Aspergillus and Penicillium. The blotter test with freezing made it possible to identify two species of the potentially pathogenic Fusarium moniliforme and Alternaria alternata. Symptoms in seedlings were not detected.

Index terms: amendoim bravo, forest species, seed pathology, native species, timber.


 

 

INTRODUÇÃO

O amendoim-bravo (Pterogyne nitens Tull., Leguminosae – Caesalpinioideae), espécie florestal nativa da Mata Atlântica, ocorre do nordeste do Brasil até o oeste do Estado de Santa Catarina, principalmente na floresta latifoliada semidecídua. Sua madeira é normalmente utilizada na construção de móveis finos. Apresenta rusticidade e rapidez de crescimento, podendo ser utilizada em plantios mistos em áreas degradadas de preservação permanente (Lorenzi, 1992). Essa espécie corre risco de extinção tendo em vista a redução do número de indivíduos em ocorrência natural no Estado de São Paulo (Itoman et al., 1992), sendo necessária sua conservação genética (Siqueira e Nogueira, 1992).

Nas regiões tropicais, a umidade e a temperatura elevadas são favoráveis ao crescimento e desenvolvimento de patógenos, fazendo com que sementes das espécies nativas dessas regiões tornem-se vulneráveis ao ataque dos mesmos. Para a maioria das espécies florestais nativas, existem poucas informações sobre a ocorrência de fungos potencialmente patogênicos, tanto internos quanto externamente às sementes.

Os fungos que atacam as sementes de espécies florestais não têm recebido a devida atenção ao longo dos anos; conseqüentemente, há desconhecimento sobre os mecanismos de transmissão, método de penetração na semente, modos de ação e danos causados pelos mesmos (Homechin et al., 1986; Singh, 1997), bem como sobre as perdas econômicas devido à presença de patógenos nas sementes (Carneiro, 1987). Contudo, alguns trabalhos têm sido realizados visando determinar quais patógenos causam danos às sementes ou às plântulas. Em baru (Dipteryx alata), Santos et al. (1997) observaram a presença dos fungos Aspergillus niger, A. flavus, Chaetomium sp., Fusarium oxysporum, Fusarium sp., Phomopsis sp., Penicillium sp., Pestalotia sp., Rhizopus sp. e Trichoderma sp., sendo que o Phomopsis sp. causou maiores perdas na germinação. Em angico-vermelho (Anadenanthara macrocarpa) foram detectados os fungos Colletotrichum gloeosporioides, F. lateritium, F. semicetum, Pestalotiopsis sp. e Phomopsis dalbergiaie, os quais causam podridão da semente e da raiz primária, reduzindo a altura e o número de plântulas (Dhingra et al., 2002).

Em estudos realizados por Stein et al. (1997) para identificação de fungos associados às sementes de 17 espécies florestais nativas da Amazônia, foram detectados, com maior freqüência, os fungos Botryodiplodia sp., Aspergillus spp. e Penicillium spp., em mogno (Swietenia macrophylla); Botryodiplodia sp., Aspergillus spp., Penicillium spp., Pestalotia sp. e Trichoderma sp., em ucúba-da-terra-firme (Virola melinonii) e Botryodiplodia sp., Paecilomyces sp., Aspergillus spp., e Penicillium spp., em anani (Symphonia globulifera).

A conservação ex situ das sementes de espécies florestais nativas, que estão sob forte pressão de exploração madeireira é uma justificativa para acelerar as pesquisas relacionadas ao estudo da avaliação da qualidade sanitária das sementes dessas espécies.

Na literatura, não foram encontrados relatos de fungos associados às sementes de amendoim-bravo. Assim, esse estudo tem por objetivo identificar fungos associados às sementes e sua relação com a germinação de P. nitens.

 

MATERIAL E MÉTODOS

Efetuou-se a avaliação da qualidade sanitária de dois lotes de sementes de amendoim-bravo, colhidos em 2002, no município de Nova Europa, SP. O experimento foi realizado no Laboratório de Patologia de Sementes do Departamento de Entomologia, Fitopatologia e Zoologia Agrícola da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, da Universidade de São Paulo.

Para detecção e identificação dos patógenos, utilizaram-se o método do papel de filtro com e sem congelamento e o método da identificação do sintoma em plântulas, conforme metodologia descrita por Lucca Filho (1987).

Antes da instalação dos testes de detecção e identificação de fungos, foi determinado o grau de umidade das sementes e efetuado teste de germinação.

Determinação do grau de umidade - Utilizaram-se quatro repetições de vinte sementes cada, através método da estufa a 105±3ºC, durante 24 horas, conforme as prescrições das Regras para Análise de Sementes (Brasil, 1992).

Teste de germinação - Para a quebra de dormência as sementes foram escarificadas com lixa para madeira (referência 80), na porção mais larga da semente (cotilédone). Foi realizado com quatro repetições de 50 sementes, utilizando-se como substrato o papel toalha "germitest", embebido com água destilada, na quantidade correspondente a 2,5 vezes o peso do substrato, conforme o estabelecido nas Regras para Análise de Sementes (Brasil, 1992). Os rolos foram colocados em germinador regulado à temperatura constante de 25ºC, na presença de luz. A avaliação da primeira contagem foi realizada aos sete dias e a última aos quinze dias após semeadura.

Método de incubação em papel de filtro sem congelamento - Utilizou-se amostra de 200 sementes de cada lote, colocando-se 10 sementes por placa Petri, sobre três camadas de papel de filtro previamente umedecido com água destilada. Após a distribuição nas placas, as sementes foram incubadas à temperatura de 20±2ºC, por período de sete dias, com regime alternado de 12 horas de luz fluorescente branca e 12 horas de escuro. As avaliações foram realizadas após sete dias de incubação, examinando-se individualmente as sementes através de observações da morfologia do fungo ao microscópio estereoscópico, com poder de ampliação de 50 a 60 vezes e comparando-se com a literatura disponível (Lucca Filho, 1987).

Método de incubação em papel de filtro com congelamento - Para a instalação do teste utilizou-se a mesma metodologia descrita para o método de incubação em papel de filtro sem congelamento. Após 24 horas de incubação a 20±2ºC e regime alternado de 12/12horas de luz fluorescente branca e escuro, as sementes foram colocadas em "freezer" com temperatura de -20ºC por 24 horas, visando paralisar o processo germinativo. Após esse período, as placas contendo as sementes foram retornadas às condições de incubação já referidas, onde permaneceram por mais cinco dias. Para a identificação dos patógenos, utilizou-se microscópio estereoscópico com ampliação de 50 a 60 vezes, examinando-se as sementes individualmente (Lucca Filho, 1987).

Quando necessário, foram montadas lâminas e efetuado exame em microscópio composto com aumento de 400 vezes. Os resultados obtidos foram apresentados como porcentagem de sementes portadoras de fungos.

Método de identificação de sintoma em plântulas - As sementes foram escarificadas com lixa, conforme descrito no teste de germinação, distribuídas de forma eqüidistante sobre duas folhas de papel toalhas tipo "germitest", umedecidas com água destilada, e cobertas com outra folha. Em seguida, o conjunto foi enrolado ao longo da maior dimensão. Os rolos foram colocados em sacos para conservar a umidade relativa em 100% e mantidos em câmara de incubação sob temperatura de 20±2ºC e luz alternada (12 horas de luz fluorescente branca/ 12 horas de escuro) por sete dias. Utilizou-se amostra de 200 sementes de cada lote, distribuídas em quatro repetições.

Após o período de incubação, as plântulas foram examinadas e dos tecidos que apresentaram sintomas foram efetuados isolamentos em placa de Petri contendo BDA.

Foi utilizado o delineamento inteiramente casualizado e as médias comparadas pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade.

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

As sementes dos lotes A e B apresentaram grau de umidade de 7 e 9% , respectivamente, com 95% de germinação.

Na avaliação sanitária das sementes de amendoim-bravo foram detectados sete gêneros de fungos (Tabelas 1 e 2), sendo que Aspergillus sp. e Penicillium sp. tiveram maior porcentagem de ocorrência em relação aos demais fungos, nos dois lotes avaliados. Na avaliação das sementes sem congelamento detectou-se diferença significativa entre lotes para os fungos Penicillium sp. e Rhizoctonia sp. De modo geral, a ocorrência desses variou, dependendo do método de detecção usado. O método do papel de filtro sem o congelamento das sementes permitiu maior detecção dos fungos de armazenamento (Tabela 1).

 

 

 

 

Nas sementes que não sofreram o congelamento foram mais freqüentes os fungos dos gêneros Aspergillus, Penicillium e Cladosporium, seguidos de Phoma sp., com freqüência significativa no lote B. Phoma sp. foi encontrado causando podridão em sementes de munguba (Pseubombax munguba), ipê (Tabebuia sp.) e itauba amarela (Mezilaurus itauba), conforme relatos de Carneiro (1987). De acordo com Machado (1988), a associação de sementes com fungos dos gêneros Aspergillus e Penicillium, ocorre após a colheita, durante o beneficiamento e armazenamento das sementes. Com relação a ocorrência do Cladosporium sp., na literatura existem poucas citações sobre a incidência deste patógeno em sementes de espécies florestais, porém, Faiad et al. (1997) relataram 61% de incidência deste fungo nas sementes de imburana (Commiphora lepthophloeos).

Quando usado o método do papel de filtro com congelamento das sementes, houve redução na incidência dos fungos dos gêneros Aspergillus, Penicillium e Cladosporium. Entretanto, este método mostrou-se mais sensível para a detecção de fungos potencialmente patogênicos, como Fusarium moniliforme e Alternaria alternata (Tabela 2).

Algumas espécies de Fusarium têm sido relatadas causando tombamento em pré ou pós-emergência de plântulas de espécies florestais, sendo problema comum em sementes dessas espécies (Ferreira, 1989). Fusarium moniliforme afeta também, tanto as sementes como as plântulas recém emergidas de algaroba (Prosopis juliflora) e timbaúva (Enterolobium contortisiliquum), conforme Maschio et al. (1990), citado por Santos et al. (2000). Para Dhingra et al. (1980) e Machado et al. (1988), as associações com fungos do gênero Fusarium ocorrem durante a formação ou maturação do fruto e cuidados na colheita e no manuseio podem reduzi-las.

Não foi encontrado patógeno associado às plântulas de amendoim-bravo, na avaliação de sintomas em plântulas. A diferença na porcentagem de plântulas normais obtida pelo teste de sintoma em plântulas, quando comparado com o padrão de germinação, pode ter ocorrido devido à temperatura não ser a mais adequada para a germinação da espécie utilizada neste teste (Tabela 3).

 

 

Os fungos associados às sementes de amendoim-bravo não afetaram a germinação, provavelmente devido à baixa incidência nos lotes analisados. Menten (1995) verificou redução drástica da germinação de sementes de feijão armazenadas por 16 meses, provocada pela infestação dos fungos Aspergillus spp. e Penicillium spp.

A presença de fungos Aspergillus e Penicillium em alta porcentagem, como observado nas sementes de amendoim-bravo, tende a prejudicar a qualidade das sementes pela redução da viabilidade. A presença freqüente destes fungos de armazenamento nos lotes pode refletir nas condições de armazenamento dos mesmos. Carneiro (1990) cita a necessidade de dar maior atenção para o aspecto de sanidade de sementes de espécies florestais, visando a obtenção da melhoria da qualidade das sementes e mudas.

 

CONCLUSÕES

As sementes de amendoim-bravo analisadas apresentam microflora diversificada, incluindo fungos potencialmente patogênicos como Fusarium moniliforme e Alternaria alternata.

Houve predominância de fungos dos gêneros Aspergillus e Penicillium nos dois lotes analisados.

Os fungos presentes nas sementes de amendoim-bravo não afetam a germinação.

 

AGRADECIMENTOS

Ao IPEF, pela gentileza em fornecer as sementes usadas no experimento.

 

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Submetido em 18/08/2004. Aceito para publicação em 08/11/2005.

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