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Cadernos CEDES

Print version ISSN 0101-3262

Cad. CEDES vol. 19 n. 44 Campinas Apr. 1998

http://dx.doi.org/10.1590/S0101-32621998000100002 

Com o olhar nos professores: Desafios para o enfrentamento das realidades escolares

Alda Junqueira Marin*

 

 

RESUMO: A escola tem sido crescentemente focalizada, não só no Brasil, mas em outros países, constituindo importante fonte para a compreensão das realidades vividas e sofridas pela grande maioria das populações mais privilegiadas econômica, social e culturalmente. A bibliografia produzida pelos autores de tais estudos denuncia, de maneira contundente, a baixa qualidade educacional em vários países, expressa por problemas como indisciplina na sala de aula, precárias condições para o trabalho educativo, despreparo dos professores para realizar adequadamente seu trabalho, baixo status profissional e baixa remuneração, agravados no Brasil pelos alarmantes índices de evasão e repetência. Com o olhar nos professores, como comprometimento político e preocupação de pesquisa, desde o ano de 1984, nossos estudos permitem dizer que esse quadro de problemas não constitui um insucesso generalizado, mas representa, sobretudo, desafios a enfrentar.

Palavras-chave: Realidade escolar, desafios educacionais, professor

 

 

Introdução

Este texto tem a intenção de trazer alguns dados e algumas reflexões relativos às condições do trabalho educativo realizado por professores no interior de escolas, sobretudo de escolas públicas.

Este locus de trabalho tem sido crescentemente focalizado nas duas últimas décadas, não só no Brasil, mas em outros países, constituindo importante fonte para a compreensão da realidade educacional vivida e sofrida pela grande maioria das populações mais desprivilegiadas econômica, social e culturalmente.

 

As condições do trabalho educativo e as realidades escolares

A bibliografia produzida, nos últimos anos, sobre os problemas em vários países e também no Brasil é extensa e denuncia de maneira contundente a baixa qualidade educacional oferecida pelos sistemas escolares. Há grande número de pesquisas demonstrando que a indisciplina em sala de aula, as precárias condições de trabalho do professor - que assumem também a forma de despreparo profissional para a organização do conteúdo escolar e dos procedimentos didáticos -, o baixo status profissional, a baixa remuneração do serviço prestado e as dificuldades para enfrentar eficazmente as características apresentadas pelo corpo discente significam entraves à realização dos ideais propostos para a escola, sobretudo para a escola pública. Todos esses fatores contribuem para a produção do fracasso escolar e da baixa qualidade do ensino, agravados, no Brasil, pelos alarmantes índices de evasão e repetência.

Procurando especificar um pouco mais tais aspectos, com o olhar mais enfático na relação das condições de trabalho, as realidades escolares e os professores, este item procura analisar alguns dados em função das condições físicas, materiais e humanas para tal trabalho a partir de referencial bibliográfico e de material obtido em pesquisas da equipe que aqui se apresenta.

Na década de 1970 a bibliografia aponta, por exemplo, que as dificuldades vividas pelo sistema escolar brasileiro, quer no primeiro quer no segundo grau, decorrem fundamentalmente da ausência de condições para enfrentar a demanda por vagas. Cunha (1980) apresenta o alto índice de analfabetos no início da década de 1970, apontando, também, as taxas de evasão e reprovação em ambos os graus de ensino. A análise feita por esse autor, referindo-se às causas de tal situação no âmbito do país contém dados negativos internos à escola, ou seja, às precárias condições físicas das escolas e dos materiais pedagógicos, ao problemático desempenho dos professores e sua formação, aliados à condição socioeconômica desfavorável do alunado. Assim o autor aponta para mais de um terço de professores primários do Brasil (37,1%) sem formação em curso normal, com grande proporção (26,2%) tendo concluído apenas o curso primário. Outro ponto destacado pelo autor refere-se à estruturação de um sistema altamente discriminatório, dissimulador da diferenciação social no âmbito das escolas: "Os filhos dos trabalhadores têm os piores professores, o pior material didático, as piores instalações"(p. 168), além do que, retoma a importância das idéias relativas aos conteúdos culturais veiculados pela escola.

Barretto e outros (1979) também apresentam dados interessantes ao fazer o balanço das intenções e da realidade das escolas de 1º e 2º graus para o período de 1975-1979. Reforçando, em outra perspectiva, os dados anteriores, as autoras demonstram a associação entre fracasso escolar e pobreza, sublinhando os mecanismos internos de seletividade, afirmando que a relativa autonomia possuída pela escola em face dos determinantes socioeconômicos é inadequada à superação das diferenças trazidas pelas crianças. Trata-se de um mau exemplo de autonomia, pois se a escola possui condições para promover a seletividade por meio de materiais e atuação docente inadequados, pode, perfeitamente, reverter a situação se repensar os currículos e os programas, bem como os demais aspectos técnicos e pedagógicos do funcionamento da escola, para evitar essa mesma seletividade.

Publicado no início da década de 1980, a partir de revisão de pesquisas nacionais e internacionais realizadas no período de 1971/1981, o estudo apresentado por Brandão, Baeta e Rocha (1983) refere-se a questões de diferenciação de rendimento escolar do alunado, diferenças culturais e crianças das classes populares, embora sem ter encontrado confluência de todas as informações. No que tange à relação entre problemas de rendimento escolar de alunos e aspectos relativos aos professores, as autoras apresentam dois enfoques, quais sejam, a relação com a habilitação do professor e a relação com as características das práticas docentes. Quanto ao primeiro aspecto, as autoras consideram que os resultados dos estudos não apontam relação direta entre competência e experiência, nem entre qualificação acadêmica básica ou educação continuada e rendimento escolar de alunos. Verificaram, ainda, que alguns estudos demonstram incipiente domínio de conteúdo por parte dos professores, por um lado, e, por outro, distância entre formação superior do professor e nível em que ensina, ambos relacionados a baixo rendimento do alunado. Quanto ao segundo enfoque destacado, ou seja, o das práticas dos professores, as autoras apontam: maiores índices de aprovação entre os professores que lecionam em séries de suas preferências; rendimento dos alunos relacionado à forma como o professor vivencia sua profissão; presença de estereótipos e preconceitos em relação a alunos, sobretudo os de baixa renda; presença do fenômeno das profecias auto-realizadoras; burocratização das rotinas como fator de descompromisso com a eficácia da prática docente; desvirtuamento do espaço da sala de aula, pouco aproveitado com relações educativas e desempenho altamente formalizado, distante das crianças reais, ocasionando, portanto, o fracasso escolar.

Já na década de 1980, o estudo realizado e apresentado por Fletcher e Castro (1986) analisa dados do início da década, mas ainda preocupantes. O acesso à escola ainda é um problema nacional; entretanto, parece estar concentrado prioritariamente na região nordeste. Os maiores entraves do ensino de primeiro grau, nessa época, ainda continuam sendo a transição da quarta para a quinta série, num ensino que se pretende de oito anos básicos, e a reprovação/repetência/abandono da primeira série, o que acarreta de sete a oito anos de estudo para o alunado, mas apenas cinco séries cursadas com muito esforço. Verifica-se, nessa década, a permanência da idéia de que a escola não consegue fazer o aluno atingir o desempenho estabelecido: "A combinação aluno-escola falhou ou as expectativas do desempenho não são realísticas" (p. 37). Identificam, ainda, que a incapacidade de adquirir escolaridade básica existe em todas as regiões, embora o nível de exigência seja variável de um lugar para outro: à medida que melhora a escola, aumentam as exigências, revelando um substrato bem mais profundo que desqualifica todo o sistema escolar.

Mello (1994) retoma as mesmas temáticas que vêm sendo tratadas há décadas para reforçar a idéia de que, apesar das denúncias e dos discursos por melhoria da escola, pouco se avançou. Estamos, em vários pontos do país, com problemas de seletividade nas séries iniciais do primeiro grau; poucas informações sobre o que de fato constitui a identidade da escola, ou seja, a tarefa de ensinar; falta de autonomia das escolas e de seus agentes, até pelo despreparo dos mesmos para de fato implementarem uma autonomia a qual não estão acostumados. Tais fatores, entre outros, de gestão e alocação de recursos, continuam constituindo desafios neste final de século no Brasil.

No Estado de São Paulo, apesar de superada a demanda pelo aumento de vagas, agravam-se as condições a partir das quais seria possível prever-se a democratização do saber.

Azanha (1987) tece considerações sobre os desacertos do ensino de primeiro grau, afirmando, entre outros pontos, alguns relativos à situação interna das escolas: a avaliação escolar é fortemente subjetiva, com o professor como critério único para realizar a seleção dos alunos e decidir sobre a seqüência de seus estudos. Nas primeiras séries há incongruência entre as expectativas (de pais e agentes educativos) quanto ao resultado a ser obtido e as condições com que as crianças cursam as séries iniciais, ocasionando as reprovações continuadas e a manutenção do fracasso das escolas. Nas quintas séries há enorme reprovação decorrente do fato de não haver preparo dos agentes educativos para entender a continuidade do processo, mantendo padrões de ensino e avaliação numa escola que não incorporou a idéia de educação básica de oito anos, persistindo antigos esquemas de acusação mútua, fonte de frustração para alunos e professores.

Analisando um período longo, de 1970 a 1985, Sposito (1993) refaz a trajetória de luta por educação na cidade de São Paulo. Houve, ainda nesse período a demanda por vagas, embora de forma localizada em algumas regiões. Mas, aponta a autora, a natureza das necessidades vai mudando gradativamente, pois são significativas as demandas pela melhoria da qualidade de ensino. Conquista da base material para o funcionamento das escolas, gestão interna das escolas e atividade pedagógica propriamente dita estão entre as principais reivindicações apontadas. São detectadas necessidades de reforma e melhorias físicas nos portões, nas calçadas, nos muros, nas instalações elétricas e hidráulicas dos prédios escolares, de construção de salas especiais, laboratórios, bibliotecas e quadras esportivas, fatos que caracterizam lacunosas e/ou precárias condições para o trabalho educativo. Tais demandas são acrescidas de considerações sobre as reivindicações relativas a outros aspectos materiais: telefones, iluminação, higiene e limpeza dos prédios, material e equipamento escolar. Embora essa base material seja mais visível para a comunidade que vive no entorno das escolas, as famílias são capazes de detectar problemas internos das práticas educativas na produção do fracasso escolar de seus filhos: verificam os efeitos de uma educação empobrecida, pois percebem que seus filhos não conseguem ler, não realizam operações de cálculo, que os professores não resolvem problemas de disciplina, não conseguem um ambiente com um mínimo de sociabilidade, discriminando, humilhando, permitindo e realizando agressões físicas. São dados claros da escassa condição para a realização de um trabalho educativo condigno.

Corroborando esses dados, os textos coordenados por Marin e Biasoli (1990) permitem a caracterização da situação de ensinar e aprender em outras regiões do estado de São Paulo. Focalizado o rendimento dos escolares das séries iniciais do primeiro grau, em suas relações com as condições em que se realizam o trabalho educativo propriamente dito, verificou-se que os recursos materiais são insuficientes (algumas escolas não têm nem mesmo giz e lousa); os professores desconhecem recursos existentes nas escolas; não há percepção dos mínimos conteúdos necessários a serem abordados; alguns possíveis espaços de trabalho diferenciado para os professores na escola são subaproveitados e desvirtuados de sua finalidade educativa (HTPs, por exemplo); pequena diversificação de atividades, ocasionando relação negativa com a aprendizagem em alguns casos (cópia, por exemplo); relação entre baixo aproveitamento e clima de indisciplina em que predominam algazarra e brigas, fatos existentes em muitas escolas.

Já nas séries finais do primeiro grau, alguns dados permitem perceber que há precariedade de material didático; falta de orientação para os professores e de um projeto político pedagógico para esse segmento da escolaridade; itinerância e rotatividade de professores, fatos que ocasionam, internamente, pouco envolvimento dos professores com seus alunos, os quais cada vez mais freqüentemente sequer sabem o nome de seus professores, situação que também penaliza, sobretudo, as pequenas escolas ou as que têm condições mais precárias, pois são as primeiras a serem "abandonadas" no processo de troca dos professores; classes muito numerosas; a visão de que o aluno é o elemento mais importante a ser analisado na escola pública, pois são desinteressados, falta-lhes base para a escolaridade, são indisciplinados, sem motivação, dependentes do professor pois não conseguem pensar sozinhos; sensível agravamento das condições no período noturno, onde as aulas são mais curtas, o conteúdo é condensado, os professores não pedem tarefas aos alunos, a biblioteca não funciona (quando existe), alunos precisam auxiliar na limpeza e no abrir/fechar portas, entre outros pontos.

No ensino de segundo grau, a situação não é muito diferente: não há laboratórios e bibliotecas; existe uma visão de que os alunos são desmotivados e também se apresentam sem pré-requisitos e sem tempo para estudo (sobretudo os do período noturno); há dificuldade em adequar conteúdos e carga horária; há necessidade de processo de educação continuada; as classes são muito numerosas.

 

Os desafios que se apresentam aos professores

Após tantas décadas de denúncias, a situação que encontramos neste momento - últimos anos do século XX - é bastante calamitosa para a escola, englobando condições físicas e materiais bem como as condições do pessoal encarregado de efetivar as práticas educativas.

O encadeamento reprovação/repetência/evasão e outros aspectos da baixa qualidade de ensino são problemas crônicos hoje nas escolas brasileiras, decorrentes de outros problemas relativos às condições de trabalho existentes e às condições para o trabalho apresentado pelos agentes.

Com o olhar nos professores, com uma preocupação voltada para a pesquisa e o comprometimento político, desde o ano de 1984, nossos estudos permitem dizer que o quadro esboçado, e com o qual nos defrontamos ainda hoje, não constitui um insucesso generalizado, mas representa, sobretudo, desafios a enfrentar, não só para o Brasil, mas para outros países do mundo, como nos mostra a bibliografia (Rodrigues e Esteves 1993; OCDE/Ceri 1985; Bernardini s/d).

Ao longo desses anos, foi possível aprofundarmos a análise de tais situações escolares entre nós. Nossos estudos e pesquisas (Marin, 1990; Marin e outros, 1984,1985, 1986; Dias-da-Silva 1992; Dias-da-Silva e outros, 1988,1989; Chakur e outros, 1990/1991, 1992/1993; Monteiro e outros, 1988/1989, 1991,1991/1993; Guarnieri 1990; Giovanni e outros, 1988,1989,1990/1993) permitem apontar alguns desafios fundamentais a serem enfrentados, desafios esses sintetizados e arrolados em Marin e outros (1995), e destacados para esta oportunidade:

• fragilidade, rigidez e restrição nos procedimentos e recursos didáticos, com destaque para a escolha e a utilização do livro didático;

• dificuldade dos professores em relacionar-se conscientemente com os pressupostos ético-políticos, epistemológicos, didáticos, psicológicos, lingüísticos subjacentes ao seu trabalho;

• fragmentação, impropriedade e/ou insuficiência de domínio dos conteúdos escolares pelos professores que se manifestam na inadequação de sua seleção, seqüenciação e desenvolvimento;

• dificuldades enfrentadas pelos professores no trabalho com recepção e produção de textos;

• dificuldades na utilização da linguagem oral enquanto expressão do conteúdo de ensino, da organização do conhecimento e como instrumento de melhoria de habilidades de pensamento;

• inexistência de trabalho coletivo na escola, agravada pela falta de convivência profissional entre os professores;

• inadequação da avaliação do trabalho docente e do rendimento escolar;

• inalteração nos baixos níveis de aproveitamento escolar dos alunos;

• caráter reversível das aprendizagens escolares;

• conflitos e dilemas enfrentados pelos professores no que se refere à relação entre seu saber fazer e as características dos alunos "fracos" e/ou das camadas populares;

• indisciplina na sala de aula;

• dificuldades no processo de reflexão e raciocínio dos professores e seus desdobramentos para a concretização das práticas educativas;

• falta de percepção e exercício de autonomia da escola e seus professores, que implica ficar à mercê da descontinuidade das ações oriundas dos órgãos centrais de administração escolar;

• referencial restrito dos professores em relação a experiências bem-sucedidas, sejam de ensino, sejam de escolas;

• desmotivação geral dos professores, agravada pela rotatividade e itinerância do staff da escola e alto índice de absenteísmo.

Como se vê, a busca da melhoria da qualidade de ensino e a solução dos problemas da escola pública brasileira e paulista hoje passam por muitos caminhos, desde a recuperação de prédios e construção de espaços específicos, reequipamento das escolas e salas de aula, chegando aos processos educativos e de gestão. Queremos entretanto, enfatizar neste momento, os caminhos internos à própria escola, ou seja, os caminhos voltados para os professores e seus parceiros imediatos de trabalho, pois vislumbramos aí espaços de alteração e de enfrentamento da realidade como dado fundamental a ser assumido para o trabalho educativo de boa qualidade e o estabelecimento de uma escola cidadã.

 

 

A glance at the teachers: challenges in facing school realities

ABSTRACT: The school has been increasily studied, not only in Brazil but also in other countries, constituting an important source to understand the realities of the vast majority of populations economic, social and culturally privileged. The literature produced by the authors of such studies denounce, in a schocking way, the low educational quality in various countries expressed by problems such as indiscipline in the classroom, work conditions, unprepared teachers who cannot put their works into practice, low professional status and remuneration, all worsened in Brazil due to the alarming indicators of evasion and missing the school year. With a glance at the teachers, as a political commitment and a research concern, since 1984, our study allows us to affirm that this panorama does not constitute a generalised failure but, essentially, challenges we are to face.

 

 

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* Unesp/Araraquara