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Revista Brasileira de Zoologia

versión impresa ISSN 0101-8175

Rev. Bras. Zool. v.25 n.3 Curitiba sept. 2008

http://dx.doi.org/10.1590/S0101-81752008000300016 

TAXONOMY AND NOMENCLATURE

 

Novo gênero, sinonímia e novas combinações em Colobotheini (Coleoptera: Cerambycidae)

 

New genus, synonymy and new combinations in Colobotheini (Coleoptera, Cerambycidae)

 

 

Miguel A. MonnéI, II; Marcela L. MonnéII

IMuseu Nacional, Universidade Federal do Rio de Janeiro. Quinta da Boa Vista, São Cristóvão, 20940-040 Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil
IIBolsista do CNPq

 

 


RESUMO

Nodubothea gen. nov., espécie-tipo Carneades nodicornis Bates, 1881 e Nodubothea zapoteca sp. nov. (México, Tehuantepec) são descritos. Nodubothea gen. nov. difere dos outros gêneros de Colobotheini pelo escapo moderada a abruptamente clavado; protórax com tubérculos laterais medianos; élitros sem cerdas, com crista centrobasal e nítida carena lateral e margem látero-posterior do metasterno com elevação limitada posteriormente por profundo sulco transversal. Nova sinonímia proposta: Sparna bosqi Gilmour, 1954 = Carterica soror Belon, 1896, a comparação entre a foto do holótipo de Carterica soror Belon, 1896 e um parátipo de Sparna bosqi Gilmour, 1954, possibilitou a sinonímia. Novas combinações: Colobothea grallatrix Bates, 1865 não apresenta as pernas anteriores dos machos distintamente alongadas e com fileiras de espinhos aguçados na face ventral das protíbias, características de Cathexis Thomson, 1860, propomos o seu retorno ao gênero em que foi descrita. Sangaris optata (Pascoe, 1866), comb. nov. de Carterica Pascoe, 1858, a forma cilíndrica do corpo, os élitros sem carenas dorsais e com curta carena lateral no terço anterior, as epipleuras verticais e o ovipositor projetado além do ápice dos élitros, justificam a nova combinação proposta.

Palavras-chave: Lamiinae; Neotropical; taxonomia.


ABSTRACT

Nodubothea gen. nov.,type-species Carneades nodicornis Bates,1881 and Nodubothea zapoteca sp. nov. (Mexico,Tehuantepec) are described. Nodubothea gen. nov. differs from the other genera of Colobotheini by the scape moderately to abruptely clavate, prothorax with median lateral tubercles, elytra without setae, with centro-basal ridge and lateral carina well defined, and posterior lateral margin of metasternum with elevation limited anteriorly by transversal deep sulcus. New synonym proposed: Sparna bosqi Gilmour, 1954 = Carterica soror Belon, 1896, the comparison of the photograph of the type of Carterica soror Belon, 1896 with a paratype of Sparna bosqi Gilmour, 1954, allowed us to propose the synonymy. New combinations: Colobothea grallatrix Bates, 1865, does not have the male forelegs elongated and with rows of acute spines in the ventral face of the tibiae, which are characters of the genus Cathexis Thomson, 1860, thus, we propose to return it to the original genus Colobothea Lepeletier & Audinet-Serville, 1825. Sangaris optata (Pascoe, 1866), comb. nov. from Carterica Pascoe, 1858, the cylindrical shape of the body, elytra without dorsal carinae and with abbreviated lateral carinae in the anterior third, the vertical epipleura and the length of the ovipositor, projected beyond the elytral apices, justified the proposed new combination.

Key words: Lamiinae; Neotropical; taxonomy.


 

 

A tribo Colobotheini abrange 12 gêneros e 180 espécies na Região Neotropical (MONNÉ 2005a). A maior parte das espécies (120) estão descritas em Colobothea Lepeletier & Audinet-Serville, 1825, distribuídas principalmente na América do Sul (GIESBERT 1979) e, ainda assim, existem táxons mal posicionados. Prosseguindo estudos anteriores (MONNÉ 1993a, b, 2005b), propomos a transferência de três espécies, uma sinonímia e descrevemos um novo gênero e espécie do México.

As siglas mencionadas no texto correspondem às seguintes instituições: Muséum National d'Histoire Naturelle, Paris, França (MNHN); Museu Nacional, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil (MNRJ); National Museum of Natural History, Washington, D.C., Estados Unidos (USNM).

Colobothea grallatrix Bates, 1865 comb. nov.

Fig. 1

 


 

Colobothea grallatrix Bates, 1865: 391.

Cathexis grallatrix; Lacordaire, 1872: 826; Monné, 2005a: 338 (catálogo).

LACORDAIRE (1872), ao tratar do gênero Cathexis Thomson, 1860, afirmou em nota de rodapé: "La Colobothea grallatrix do Haut-Amazone qu'a décrit M. Bates (Contrib. etc. p. 165) est sans aucun doute une seconde espèce du genre"[Cathexis]. Cathexis se caracteriza por apresentar as pernas anteriores dos machos distintamente alongadas e providas de fileiras de espinhos aguçados na face ventral das protíbias. O exame de material de Cathexis grallatrix permitiu verificar que esta espécie não apresenta as características acima e, com isto, propomos o seu retorno ao gênero em que foi descrita, Colobothea Lepeletier & Audinet-Serville, 1825.

Comentários. A paginação arrolada por LACORDAIRE (p. 165) corresponde a uma separata da coletânea dos artigos de Bates ("Contributions to an insect fauna of the Amazon Valley") publicados entre 1861 e 1865 e, por isso, é diferente da paginação no periódico (p. 391).

Material examinado. EQUADOR, Napo: Lago Agrio, fêmea, IX.X.1977, J. Escobar leg. BRASIL, Amazonas: Benjamin Constant, 5 machos, 8 fêmeas, III.1942, A. Parko leg.; Estirão do Equador, 2 machos, 4 fêmeas, X.1958, F.M. Oliveira leg.; Tabatinga, macho, XI.1958, F.M. Oliveira leg. Todos no MNRJ.

Carterica soror Belon, 1896

Fig. 2

Carterica soror Belon, 1896: 253; Monné, 2005a: 338 (catálogo).

Sparna bosqi Gilmour, 1954: 79, fig., 3. Syn. nov.

Sparna bosqui; Fuchs, 1956: 575; Monné, 2005a: 356 (catálogo).

A comparação entre a foto do holótipo de Carterica soror Belon, 1896 depositado no MNHN e diversos exemplares, inclusive um parátipo de Sparna bosqi Gilmour, 1954, possibilitou a sinonímia.

Material examinado. PERU, Cuzco: Quincemil, 2 machos, VIII.1962, L. Peña leg. Madre de Dios: Avispas, fêmea, X.1962, L. Peña leg. BOLÍVIA, La Paz: Provincia Nigrillani, Nor-Yungas, macho, I.1950 (parátipo de S. bosqi Gilmour). Santa Cruz: Provincia Chapare, fêmea, 10; X.1948, H. Zellibor leg. Todos no MNRJ.

Sangaris optata (Pascoe, 1866) comb. nov.

Fig. 3

Carterica optata Pascoe, 1866: 284; Bates, 1881a: 186; 1885: 419; Pittier & Biolley, 1895: 28; Chemsak et al., 1992: 150 (catálogo); Monné, 2005a: 337 (catálogo).

A forma cilíndrica do corpo, os élitros sem carenas dorsais e com curta carena lateral no terço anterior, as epipleuras verticais e o ovipositor projetado além do ápice dos élitros (Fig. 3) justificam a transferência para Sangaris Dalman, 1823.

Material examinado. EL SALVADOR, La Libertad: Hacienda Argentina, fêmea, 17.VI.1959, J. Bechyné leg. San Salvador: Guazapa, macho, 10.IX.1959, J. Bechyné leg. Lago Ilopango, Asino, fêmea, 04.XII.1959, J. Bechyné leg. COLÔMBIA, Magdalena: Minca, fêmea, 24-25.VII.1928. VENEZUELA, Barinas: Ticoporo, 2 machos, fêmea, 810.IV.1966, F. Fernández leg. Bolívar: Rio Caura (Salto Pará), fêmea, 23.XI.1978, B. Bechyné leg. Zulia: El Tucuco, macho, III.1967. BRASIL, Pará: Óbidos (Traíra), fêmea, VI.1963. Todos no MNRJ.

Nodubothea gen. nov.

Espécie-tipo: Carneades nodicornis Bates, 1881.

Aspecto robusto. Cabeça hipognata; fronte mais longa do que larga; tubérculos antenais rasos. Olhos finamente facetados; lobos superiores estreitos, distantes entre si cerca de duas vezes a largura de um lobo; lobos inferiores tão longos quanto as genas. Antenas com onze antenômeros; escapo moderada ou abruptamente clavado, no macho com densas cerdas pretas na clava; antenômero III subigual ao escapo, antenômero IV 1/4 mais curto que o III, os seguintes decrescentes para o ápice. Protórax mais largo do que longo, aos lados com tubérculo cônico mediano, menos proeminente no macho; pronoto com três tubérculos moderadamente elevados, os dois media-nos oblíquos e longitudinais, mais desenvolvidos que o centro-posterior, de contorno circular. Processo prosternal da mesma largura que uma procoxa; processo mesosternal ligeiramente mais largo que uma mesocoxa. Cavidades procoxais fechadas atrás. Margem látero-posterior do metasterno abruptamente elevada, limitada posteriormente por sulco transversal profundo. Escutelo arredondado no ápice com pequeno entalhe mediano. Élitros sem cerdas eretas; com elevada crista centro-basal cônica, lisa e brilhante (menos evidente nos machos) ou longitudinal, rasa e com grânulos brilhantes; úmeros pronunciados e elevados, obliquamente arredondados nos lados; carena lateral nitidamente demarcada; ápices obliquamente chanfrados, com ambos os ângulos projetados. Procoxas globosas e proeminentes. Fêmures pedunculado-clavados; metatarsômero I do mesmo comprimento ou 1,5 vezes o comprimento dos II+III.

Comentários. Nodubothea gen. nov. difere dos outros gêneros de Colobotheini pelo seguinte conjunto de caracteres: escapo moderada a abruptamente clavado; protórax com tubérculos laterais medianos; élitros sem cerdas, com crista centro-basal e nítida carena lateral; margem látero-posterior do metasterno com elevação limitada posteriormente por profundo sulco transversal.

Etimologia. Latim nodus refere-se a nódulo ou calo nos élitros e a terminação bothea.

Nodubothea nodicornis (Bates, 1881) comb. nov.

Figs 4, 5

Carneades nodicornis Bates, 1881b: 277; Lameere, 1883: 72 (cat.); Bates in Whymper, 1891: 39, 1 fig; Monné & Martins, 1974: 28 (sin.); Monné, 2005a: 336 (cat.).

Trachysomus huamboyae Kirsch, 1889: 40, pl. 4, fig. 77; Dillon & Dillon, 1945: IX.

As minuciosas descrições e as figuras de BATES (1891) e KIRSCH (1889) tornam desnecessária a redescrição da espécie. Acrescenta-se apenas que os machos (Fig. 4) apresentam o es-capo com denso revestimento de cerdas pretas, curtas na extremidade distal dilatada e tubérculos laterais do protórax e crista centro-basal dos élitros menos desenvolvidos; nas fêmeas (Fig. 5), o escapo não apresenta cerdas e os tubérculos do protórax e a crista centro-basal elitral são mais proeminentes.

Material examinado. EQUADOR, Pastaza: 8 km NE Puyo, macho, 28.IV.1978, O'Brien & Marshall leg. Pichincha: San Domingo de los Colorados, fêmea, XI.1982, G. Onore leg. Todos no MNRJ.

Nodubothea zapoteca gen. nov.

Fig. 6

Fêmea. Tegumento preto. Pubescência de maneira geral castanho-amarelada. Pubescência castanho-escura, aveludada: no pronoto, faixa longitudinal a cada lado do meio e máculas arredondadas látero-externas; nos élitros, faixa oblíqua mediana formada por manchas de contorno circular, faixa pós-mediana transversal de contorno irregular e grande mácula láteroapical que não alcança a sutura; todas as manchas castanhoescuras bordejadas de máculas de pubescência castanhoferrugínea e numerosas manchas arredondadas castanho-escuras em toda a superfíce elitral; nas pernas, mácula dorso-apical nos fêmures e base e ápice das tíbias. Pubescência esbranquiçada, nos élitros numa faixa transversal mediana da margem sem alcançar a sutura e mancha ante-apical circundando a mácula castanho-escura apical, exceto na margem lateral. Tarsos revestidos de pubescência acinzentada. Antenas alcançam as extremidades dos élitros no ápice do antenômero VIII. Escapo moderadamente clavado. Protórax com tubérculos laterais pouco projetados; pronoto com tubérculos medianos longitudinais obtusos e uma fileira de pontos grandes junto às margens anterior e posterior. Élitros com crista centro-basal longitudinal rasa e ornada com escassos grânulos glabros e brilhantes; carena lateral desde os úmeros até o início do quarto distal; úmeros proeminentes, arredondados na margem lateral; ápices com ângulo externo projetado em espinho aguçado; pontuação esparsa e profunda na metade basal, mais superficial e dispersa para os ápices. Metatarsômero I do mesmo comprimento que II+III. Urotergito V arredondado no ápice; urosternito V transversalmente truncado.

Dimensões (mm). Holótipo fêmea. Comprimento total, 15,0; comprimento do protórax, 3,5; maior largura do protórax, 5,2; comprimento do élitro, 10,0; largura umeral, 6,0.

Material-tipo. Holótipo fêmea, MÉXICO, Tehuantepec, ex-Coll. Tippmann (USNM).

Comentários. Nodubothea zapoteca sp. nov. (Fig. 6) difere de N. nodicornis, principalmente, por apresentar desenho elitral distinto, pernas recobertas por pubescência densa que oblitera o tegumento e crista centro-basal dos élitros rasa e ornada com escassos grânulos glabros. Em N. nodicornis (Figs 4, 5), o desenho elitral tem outro padrão, o tegumento das pernas é visível e a crista centro-basal dos élitros é elevada, cônica e lisa.

Etimologia. Nome de uma das populações indígenas do istmo de Tehuantepec.

 

AGRADECIMENTOS

A José R.M. Mermudes (UERJ) pela execução das fotos.

 

LITERATURA CITADA

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Submitted: 05.VII.2007; Accepted: 27.VIII.2008.

 

 

Editorial responsibility: Márcia S. Couri