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Revista Brasileira de Zoologia

Print version ISSN 0101-8175

Rev. Bras. Zool. vol.25 no.3 Curitiba Sept. 2008

http://dx.doi.org/10.1590/S0101-81752008000300017 

TAXONOMY AND NOMENCLATURE

 

Notas e novos táxons em Acanthoderini (Coleoptera: Cerambycidae: Lamiinae). V. Três gêneros novos e notas em Irundisaua

 

Notes and new taxa in Acanthoderini (Coleoptera: Cerambycidae: Lamiinae). V. Three new genera and notes on Irundisaua

 

 

Ubirajara R. MartinsI, III; Maria Helena M. GalileoII, III

IMuseu de Zoologia, Universidade de São Paulo. Caixa Postal 42494, 04218-970 São Paulo, São Paulo, Brasil
IIMuseu de Ciências Naturais, Fundação Zoobotânica do Rio Grande do Sul. Caixa Postal 1188, 90001-970 Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil
IIIPesquisador do CNPq

 

 


RESUMO

Caracteres genéricos são ampliados para Irundisaua Martins & Galileo, 2005 (configuração das antenas; processo prosternal com largura menor ou igual à largura de uma procoxa; protíbias achatadas e fortemente alargadas para o ápice) ao qual se adicionam espécies transferidas de Acanthoderes Audinet-Serville, 1835: I. forsteri (Tippmann, 1960) comb. nov. do Peru e Brasil (Amazonas) e I. ucayalensis (Tippmann, 1960) comb. nov. do Equador, Peru e Brasil (Amazonas).Três novos gêneros são descritos: (1) Catuana comb. nov., espécie-tipo, C. thoracica (Tippmann, 1960) comb. nov., caracterizado pelo mesosterno com tubérculo; (2) Mundeu comb. nov., espécie-tipo, M. maculicollis (Bates, 1861) comb. nov., com protórax arredondado nos lados e protíbias alargadas; (3) Urangaua comb. nov., caracteriza-se pelos olhos finamente facetados e divididos, comprimento dos antenômeros III e IV subigual ao comprimento dos antenômeros V-XI em conjunto; é proposto para duas espécies: U. analis Melzer, 1935, comb. nov., espécietipo, e U. subanalis (Zajciw, 1964) comb. nov. Adiciona-se chave para as espécies de Urangaua.

Palavras-chave: Catuana; Irundisaua; Mundeu; taxonomia; Urangaua.


ABSTRACT

Generic characters of Irundisaua Martins & Galileo, 2005 are expanded (antennal formula, width of prosternal process inferior or equal to the diameter of procoxa, protibia enlarged and flattened) and two species are transferred from Acanthoderes Audinet-Serville, 1835: I. forsteri (Tippmann, 1960) comb. nov. from Peru and Brazil (Amazonas) and I. ucayalensis (Tippmann, 1960) comb. nov. from Ecuador, Peru and Brazil (Amazonas).Three new genera are described: (1) Catuana comb. nov., type species, C. spinicornis (Tippmann, 1960) comb. nov., characterized by the mesosternal tubercle; (2) Mundeu comb. nov., type species, M. maculicollis (Bates, 1861) comb. nov., with rounded sides of protorax and expanded protibiae; (3) Urangaua comb. nov., with eyes divided and finelly granulated, length of antenomeres III-IV subequal to V-XI; the genus is proposed of two species: U. analis Melzer, 1935 comb. nov., type species, and U. subanalis (Zajciw, 1964) comb. nov. A key to the species of Urangaua is added.

Keywords: Catuana; Irundisaua; Mundeu; taxonomy; Urangaua.


 

 

Acanthoderes Audinet-Serville, 1835 e Psapharochrus Thomson, 1864 reúnem uma miscelânea de formas que não são congenéricas com as espécies-tipo, respectivamente, Cerambyx (Lamia) daviesii Swederus, 1787 e Acanthoderes cylindrica Bates, 1861.

Neste trabalho, são descritos três gêneros cujas espécies estavam inseridas em Psapharochrus e transferidas duas, originalmente pertencentes à Acanthoderes, para Irundisaua Martins & Galileo, 2005.

As referências bibliográficas sob cada espécie correspondem à descrição original e a citação do catálogo de MONNÉ (2005).

O material estudado pertence ao Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo, São Paulo (MZSP). Outras coleções são citadas pelas siglas que correspondem ao Carnegie Museum of Natural History, Pittsburgh (CMNH) e Museu de Ciências Naturais, Fundação Zoobotânica do Rio Grande do Sul, Porto Alegre (MCNZ).

Irundisaua Martins & Galileo, 2005

Irundisaua Martins & Galileo, 2005: 15; Monné & Hovore, 2006: 205 (cat.).

Natagaima Lane, 1972: 367; Monné & Monné, 2007: 527.

Irundisaua, descrito em Acanthoderini, foi estabelecido para I. ocularis Martins & Galileo, 2005, conhecida da Colômbia. MONNÉ & MONNÉ (2007) constataram que Irundisaua, era sinônimo de Natagaima Lane, 1972, descrito em Anisocerini. Entretanto, como Natagaima estava pré-ocupado, o nome válido para o gênero continua sendo Irundisaua.

Caracteres adicionais aos citados em MARTINS & GALILEO (2005) para a definição do gênero são: antenas atingindo o terço apical dos élitros; antenômeros III e IV engrossados na extremidade, antenômeros VII-XI gradualmente mais curtos para o ápice e, nos machos de algumas espécies, intumescidos e com pêlos curvos no lado interno; os antenômeros V-XI somados são mais curtos do que III+IV. Gibosidades pronotais visíveis ou não. Processo prosternal com largura menor ou igual à largura de uma procoxa. Protíbias achatadas e fortemente alargadas para o ápice.

Nesse contexto, Irundisaua fica constituído por sete espécies, cinco já incluídas e duas ora transferidas para o gênero. As espécies descritas são: I. balteata (Lane, 1972) da Colômbia e da Guatemala, I. heloisae (Júlio, 2003) do Equador; e para a Colômbia, I. moacyri (Júlio, 2003), I. ocularis Martins & Galileo, 2005 e I. punctata Martins & Galileo, 2007. As espécies agora inseridas, I. forsteri (Tippmann, 1960) e I. ucayalensis (Tippmann, 1960) ocorrem no Peru e na Amazônia brasileira.

Irundisaua forsteri (Tippmann, 1960) comb. nov.

Fig. 1

 



 

Acanthoderes forsteri Tippmann, 1960: 166, est. 9, figs 24d, d1. Acanthoderes (Acanthoderes) forsteri; Monné, 2005: 154 (cat.).

Material examinado. PERU, Junin: Sani Beni, macho, 19.I.1939, F. Woytkowsky leg. BRASIL, Amazonas: Benjamin Constant (Rio Javari), fêmea, IX.1961, Dirings; fêmea, IX.1962, Dirings; macho e fêmea, X.1963, Dirings.

Irundisaua ucayalensis (Tippmann, 1960) comb. nov.

Fig. 2

Acanthoderes ucayalensis Tippmann, 1960: 168, est. 9, fig. 24e. Acanthoderes (Acanthoderes) ucayalensis; Monné, 2005: 156 (cat.).

Material examinado. BRASIL, Amazonas: Benjamin Constant (Rio Javari), 2 fêmeas, XII.1961, Dirings; fêmea, VI.1962, Dirings; fêmea, X.1962, Dirings; fêmea, X.1963, Dirings.

Catuana gen. nov.

Etimologia. Tupi, catuâna = satisfeito.

Espécie-tipo, Acanthoderes (Psapharochrus) spinicornis Tippmann, 1960.

Fronte quadrangular. Último artículo dos palpos acuminado. Olhos inteiros com granulação moderada. Lobos oculares inferiores grandes com metade do comprimento das genas. Lobos oculares superiores largos, com mais de doze fileiras de omatídios e, aproximadamente, tão afastados entre si quanto o dobro da largura de um lobo. Antenas com onze artículos, mais longas que o corpo nos dois sexos. Escapo clavado. Flagelômeros lineares, sem modificações. Artículos III e IV com pêlos curtos, espiniformes, esparsos no lado interno. Artículos III a XI com comprimentos gradualmente decrescentes. Protórax com longo espinho lateral. Pronoto aplanado no disco, com gibosidades látero-anteriores, discretas. Processo prosternal curvo, sem tubérculos e com superfícies articulares diminutas. Processo mesosternal com tubérculo. Região anterior do metasterno, atrás do processo mesosternal, diferenciada por sulco transversal. Élitros com depressão circum-escutelar, com carena discretamente elevada da base até quase o ápice; extremidades obliquamente truncadas. Profêmures com carena no lado externo da base. Sulco das metatíbias inicia-se no terço apical. Protarsos lateralmente pilosos nos machos. Metatarsômero I (macho) mais longo que II+III.

Comentários. Catuana gen. nov. caracteriza-se pelo mesosterno com tubérculo desenvolvido e pela porção entre as metacoxas separadas do restante do metasterno por sulco transversal. Difere de Psapharochrus [com base na espécie-tipo P. cylindricus (Bates, 1861)] principalmente pela presença de tubérculo no mesosterno e da área anterior do metasterno larga.

Catuana spinicornis (Tippmann, 1960) comb. nov.

Fig. 3

Acanthoderes (Psapharochrus) spinicornis Tippmann, 1960: 172, est. 9, fig. 24b.

Psapharochrus spinicornis; Monné, 2005: 213 (cat.).

Material examinado. BRASIL, Amazonas: Benjamin Constant, macho, X.1960, L.G. Pereira; (Rio Javari), fêmea, 15.III-15.IV.1942, A. Parko leg.; macho, XI.1963, Dirings; Manaus, fêmea, VIII.1959, C. Elias leg.; macho, XI.1962, K. Lenko leg.; (AM 010 km 24), fêmea, 19.VII.1993, A. Pamplona leg., armadilha luminosa; (ZF2 km 14, Torre, 02°32'21"S, 60°06'55"W, 35 m), fêmea, 1316.IX.2000, F.F. Xavier Filho, A.R. Ururahy, F. Godoi & S. Trovisco leg.; São Paulo de Olivença (Rio Solimões), fêmea, X.1960, Dirings; Pará: Itaituba (Rio Tapajós), fêmea, VI.1964, Dirings.

Mundeu gen. nov.

Etimologia. Tupi, mundéu = disfarçado.

Espécie-tipo, Acanthoderes maculicollis Bates, 1861.

Fronte transversal. Último segmento dos palpos acuminado. Olhos pequenos, finamente facetados; lobos oculares inferiores mais curtos que as genas. Antenas com 11 artículos. Flagelômeros sem modificações, isto é, não alargados ou providos de tufos de pêlos. Escapo clavado, mais curto que o antenômero III e sem projeções laterais no ápice. Antenômeros III e IV com comprimento subigual à soma de V-XI. Antenômero III com pêlos curtos e duros no lado interno. Protórax com lados arredondados. Pronoto sem tubérculos. Processo prosternal truncado, com superfícies articulares laterais. Processo mesosternal curto e truncado anteriormente, com dois tubérculos laterais. Élitros sem crista centro-basal e sem tubérculos ou tufos de pêlos; extremidades desarmadas. Protíbias achatadas e alargadas para o ápice. Fêmures pedunculados e fortemente clavados. Mesotíbias com sulco no terço apical. Metatarsômero I mais curto que o II e III em conjunto.

Comentários. Mundeu gen. nov., pela configuração geral, assemelha-se à Eupromerella Fisher, 1938 e difere pelo pronoto sem gibosidades ou tubérculos; pela presença de superfícies articulares laterais no processo prosternal e pelo protórax arredondado nos lados, sem espinho. Em Eupromerella, o pronoto tem tubérculos, os lados do protórax podem apresentar tubérculo ou espinho e não há superfícies articulares laterais no processo prosternal.

Mundeu maculicollis (Bates, 1861) comb. nov.

Fig. 4

Acanthoderes maculicollis; Bates, 1861: 217.

Psapharochrus maculicollis; Lacordaire, 1872: 751; Monné, 2005: 208 (cat.).

Acanthoderes (Psapharochrus) maculicollis; Aurivillius, 1923: 386 (cat.).

Material examinado. GUIANA FRANCESA, Grand Matoury, macho, 23.II.1972, G. Tavakilian leg., "batage"; Montsinery, 17.IX.1980, G. Tavakilian leg.; Tonate, fêmea, 3.VII.1981, G. Tavakilian leg. BRASIL, Amazonas: rodovia Manaus – Itacoatiara, (km 30), fêmea, 20.V.1980, A.T. Mendes leg.; Pará: VII, macho, Acc n. 2966 (MZSP, retido do CMNH).

Urangaua gen. nov.

Etimologia. Tupi, urangáua = parecer. Alusivo à semelhança com Psapharochrus.

Espécie-tipo. Acanthoderes analis Melzer, 1935.

Fronte mais larga do que longa. Último artículo dos palpos acuminado. Região entre os lobos oculares superiores deprimida, occipício abaulado. Olhos finamente granulados, divididos. Lobos oculares inferiores mais curtos que as genas. Lobos oculares superiores tão afastados entre si quanto mais do que o quádruplo da largura de um lobo. Antenas mais curtas que o corpo em ambos os sexos. Escapo clavado, com cerca da metade do comprimento do antenômero III. Antenômero III mais longo do que o IV; a soma do comprimento do III e IV subigual a dos antenômeros V a XI em conjunto. Lado ventral dos antenômeros VIII-XI (machos) com saliência e pêlos curvos. Protórax com espinho lateral. Pronoto fina e densamente pontuado com dois tubérculos látero-anteriores. Processo prosternal recurvo. Processo mesosternal sem tubérculos laterais, tão largo quanto uma mesocoxa. Metasterno liso, encurtado, mais curto que o meio do urosternito I. Élitros densamente pontuados nos dois terços anteriores; crista centro-basal moderada ou discreta; extremidades desarmadas. Face ventral com pêlos escamiformes (30x), esparsos. Protíbias achatadas e gradualmente alargadas para o ápice. Fêmures pedunculados e clavados. Protarsos dos machos com pêlos longos, laterais. Urosternito I, no macho, tão longo quanto o II a V em conjunto.

Comentários. Urangaua gen. nov. tem caracteres em comum com Mundeu gen. nov.: olhos finamente facetados e divididos, fórmula antenal: soma do comprimento dos antenômeros III e IV subigual a dos antenômeros V a XI em conjunto, crista centro-basal dos élitros insignificante e protíbias dilatadas. Difere, principalmente, pelo antenômero III com pêlos finos e escassos no lado interno, protórax com espinho lateral e pronoto com dois tubérculos.

Chave para as espécies de Urangaua gen. nov.

1.

Maiores dimensões, comprimento 10,8 mm; tubérculos pronotais muito projetados e aplanados no topo; terço anterior dos élitros com uma faixa transversal, irregular, de pubescência branca (Fig. 5); friso sutural sem manchas de pubescência branca ...................... U. subanalis (Zajciw, 1964)

2.

Menores dimensões, comprimento 7,5-9,2 mm; tubérculos pronotais projetados e arredondados no topo; terço anterior dos élitros sem faixa transversal de pubescência branca; friso sutural com manchas de pubescência branca ........ ......................................................................... U. analis (Melzer, 1935)

Urangaua analis (Melzer, 1935) comb. nov.

Acanthoderes analis Melzer, 1935: 192.

Acanthoderes (Psapharochrus) analis; Gilmour, 1965: 616 (cat.).

Psapharochrus analis; Monné, 2005: 200 (cat.); Galileo & Martins, 2006: 204, fig. 92.

Material examinado. Holótipo macho, BRASIL, Santa Catarina: Corupá, X.1933, A. Maller leg. Parátipo macho, mesmos dados do holótipo, citado na descrição original como depositado na Coleção Maller, mas na realidade encontra-se no MZSP.

Outros exemplares: BRASIL, São Paulo: São Paulo (Jabaquara), fêmea, 22.XII.1918, J. Melzer leg.; Santa Catarina: Seara (Nova Teutônia, 27°11'S, 52°23'W), fêmea, XI.1968, F. Plaumann leg.; Timbó, fêmea, XII.1956, Dirings; Rio Vermelho, macho, X.1952, Dirings; fêmea, III.1960, Dirings; macho, III.1964, Dirings; Rodeio (Rio Benedito, Timbó), macho, X.1956, Dirings; Rio Grande do Sul: Triunfo (Parque Copesul), macho, 28.XI.1989, M.H. Galileo leg. (MCNZ).

Urangaua subanalis (Zajciw, 1964) comb. nov.

Fig. 5

Acanthoderes subanalis Zajciw, 1964: 163, fig. 4.

Acanthoderes (Psapharochrus) subanalis; Zajciw, 1969: 608.

Psapharochrus subanalis; Monné, 2005: 213 (cat.).

Material examinado. Holótipo fêmea, BRASIL, Minas Gerais: Passa Quatro (Fazenda dos Campos), 21.I.1916, J. F. Zikán leg.

 

AGRADECIMENTOS

A Eleandro Moysés (MCNZ) pela execução das fotografias.

 

LITERATURA CITADA

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Submitted: 06.I.2008; Accepted: 27.VIII.2008.

 

 

Editorial responsibility: Márcia S. Couri

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