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Horticultura Brasileira

versão impressa ISSN 0102-0536

Hortic. Bras. vol.18 no.2 Brasília jul. 2000

http://dx.doi.org/10.1590/S0102-05362000000200011 

PÁGINA DO HORTICULTOR

 

Seletividade de inseticidas a predadores de pulgões

 

Selectivity of insecticides to predators of aphids

 

 

Marcos Rafael GusmãoI; Marcelo PicançoI; Germano L.D. LeiteII; Marcelo F. MouraI

1UFV - Dept° de Biologia Animal 36.571-000 Viçosa - MG
2
UFMG - NCA - CEA, C.Postal 135, 39.444-006 Montes Claros - MG

Endereço para correspondência

 

 


RESUMO

Estudou-se a seletividade dos inseticidas cipermetrina, diclorvós, diazinon, etion, fenitrotion, malation, metamidofós, paration metílico, permetrina, pirimicarbe e vamidation para adultos dos predadores Cycloneda sanguinea (L.) e Eriopis connexa (Germ.)(Coleoptera: Coccinellidae). Folhas de tomateiro foram imersas em caldas inseticidas nas doses utilizadas para o controle dos pulgões Myzus persicae (Sulzer) e Macrosiphum euphorbiae (Thomas) em tomateiro e também na metade das doses recomendadas. Os fatores em estudo foram os inseticidas, as doses, as espécies de predadores e o sexo para C. sanguinea. Vamidation e o pirimicarbe foram os inseticidas mais seletivos a C. sanguinea seguidos do etion e diclorvós (3,2; 6,7; 49,7 e 52,5% de mortalidade, respectivamente). Para E. connexa o pirimicarbe foi o mais seletivo seguido pelo etion e cipermetrina (1,96; 71,28 e 81,92% de mortalidade, respectivamente). Os machos de C. sanguinea foram mais tolerantes que as fêmeas ao etion (33 e 66,5% de mortalidade) e permetrina (61 e 100% de mortalidade, respectivamente). A toxicidade da permetrina a E. connexa e do etion às fêmeas de C. sanguinea foi menor quando estes inseticidas foram aplicados em subdose (74,4 e 25% de mortalidade, respectivamente) do que quando estes foram aplicados na dose recomendada (100 e 66,5% de mortalidade, respectivamente) para o controle de pulgões no tomateiro.

Palavras-chave: Cycloneda sanguinea, Eriopis connexa, tomate, pirimicarbe, vamidation


ABSTRACT

The selectivity of cypermethrin, dichlorvos, diazinon, ethion, fenitrothion, matathion, methamidophos, methyl parathion, permethrin, pirimicarb, and vamidathion to adults of Cycloneda sanguinea (L.) and Eriopis connexa (Germ.) (Coleoptera: Coccinellidae) was studied. Tomato leaves were submerged in insecticide solution at recommended rate for controlling Myzus persicae (Sulzer) and Macrosiphum euphorbiae (Thomas) in tomatoes. The effect of insecticides, doses, predator species, and sex of C. Sanguinea in insecticide selectivity was evaluated. Pirimicarb and vamidathion were the most selective insecticides for C. sanguinea followed by ethion and dichlorvos (3.2, 6.7, 49.7, and 52.5% mortality, respectively). Pirimicarb was the most selective insecticide for E. connexa, followed by ethion and cypermethrin (2, 71.3, and 81.9% mortality, respectively). Males of C. sanguinea were more tolerant to ethion (33 and 66.5% mortality, respectively) and permethrin (61 and 100% mortality respectively) than females. Permethrin toxicity to E. connexa and ethion toxicity to C. sanguinea females were lower when those insecticides were applied at half dose (74.4 and 25% mortality, respectively) than when they were applied at their full dose (100 and 66.5% mortality, respectively).

Keywords: Cycloneda sanguinea, Eriopis connexa, tomato, pirimicarb, vamidathion


 

 

Dentre as principais pragas que atacam a cultura do tomateiro em sua fase inicial, são destacados os pulgões Myzus persicae (Sulzer) e Macrosiphum euphorbiae (Thomas) (Homoptera: Aphididae). Estes insetos atacam as folhas e ramos novos, sugando seiva tendo como conseqüência a deformação das folhas. Além dos danos diretos, os pulgões são vetores de doenças viróticas, como o vírus Y, topo amarelo, amarelo baixeiro e mosaico comum (Basky, 1983; Antonelli et al., 1992; Hassan et al., 1993; Miranda 1997).

O método químico é o mais empregado no controle de pulgões, sendo que piretróides, fosforados e carbamatos estão entre os principais inseticidas utilizados (Andrei, 1996).

No manejo destas pragas o controle biológico natural é de grande importância para o equilíbrio das populações, reduzindo o uso de inseticidas. Dentre os agentes de controle biológico destas pragas as joaninhas Eriopis connexa e Cycloneda sanguinea (Coleoptera: Coccinellidae) ocupam papel de destaque (Obrycki et al., 1983; Ferran & Larroque, 1984; Imenes et al., 1990; Halima-Kamel & Hamauda, 1993; Nakata, 1995). Clausen (1962), verificou que um adulto de C. sanguinea, consome de 16 a 17 pulgões/dia, podendo chegar a consumir até mil pulgões durante toda a sua vida. Entretanto, o uso indiscriminado de inseticidas na cultura do tomateiro reduz as populações destes inimigos naturais ocasionando a ressurgência da praga ou a erupção de pragas secundárias. Para preservação dos inimigos naturais, é essencial o uso de inseticidas seletivos. A seletividade ecológica é obtida pela aplicação seletiva de inseticidas não seletivos ao longo do tempo e espaço, de modo a reduzir a exposição de espécies não alvos aos inseticidas e a seletividade fisiológica é alcançada com o emprego de inseticidas seletivos (substâncias mais tóxicas às pragas que aos seus inimigos naturais) (Hollingworth, 1938; Pedigo, 1989).

Apesar da importância da seletividade na preservação do controle biológico praticamente nada se conhece a este respeito em tomateiro (Imenes et al., 1990). Neste trabalho, estudou-se a seletividade dos inseticidas piretróides cipermetrina e permetrina, dos fosforados diazinon, diclorvós, etion, fenitrotion, malation, metamidofós, paration metílico e vamidation e do carbamato pirimicarbe a adultos de C. sanguinea e E. connexa predadores de pulgões na cultura do tomateiro. Foram utilizadas as doses recomendadas para o controle da praga e 50% destas. O uso de subdose teve como objetivo observar o impacto dos inseticidas sobre os predadores, quando os inseticidas forem decompostos à metade de suas concentrações originais.

 

MATERIAL E MÉTODOS

Esta pesquisa foi conduzida no laboratório de Manejo Integrado de Pragas da Universidade Federal de Viçosa (UFV), de janeiro de 1995 a fevereiro de 1996. Os insetos utilizados foram coletados em plantações de tomate no Campus da UFV, em locais em que não eram utilizados inseticidas. Foram coletados 1.750 insetos, os quais se encontravam na fase adulta, com idade indeterminada.

Os inseticidas utilizados no experimento e suas respectivas doses (mg de ingrediente ativo/ml de calda) foram: cipermetrina (0,025 e 0,05), permetrina (0,025 e 0,05), diazinon (0,25 e 0,5), diclorvós (0,25 e 0,5), etion (0,375 e 0,75), fenitrotion (0,5 e 1), malation (0,625 e 1,25), metamidofós (0,3 e 0,6), paration metílico (0,21 e 0,42), vamidation (0,12 e 0,24) e pirimicarbe (0,125 e 0,25). Estas concentrações corresponderam a 50 e 100% das doses recomendadas para o controle de pulgões na cultura do tomateiro (Andrei, 1996). Foi usado espalhante adesivo N-dodecil benzeno sulfonato de sódio 320 CE na dose de 0,096 mg do ingrediente ativo/ml de calda.

A parcela experimental era constituída de dez insetos adultos sexados para a espécie C. sanguinea (Santos & Pinto, 1981) e não sexados para E. connexa (devido a não existência de caracteres morfológicos externos que possibilitem a sexagem dos adultos desta espécie). O delineamento experimental foi inteiramente casualizado com quatro repetições, em arranjo fatorial 11 x 2 x 2 (inseticidas x espécies x doses dos inseticidas), sendo que para C. sanguinea ainda estudou-se as diferenças de tolerância entre os sexos. Os resultados de mortalidade foram transformados em arco-seno (x/100), para a realização da análise de variância e teste de média de Scott-Knott a p < 0,05 (Scott & Knott, 1974).

Para instalação dos bioensaios, folhas de tomateiro da cultivar Santa Clara foram imersas nas caldas inseticidas por cinco segundos, sendo que na testemunha estas foram imersas em água. As folhas foram colocadas para secar por duas horas e após a secagem foram acondicionadas em placas de Petri (9 cm de diâmetro por 2 cm de altura). Em cada placa foram colocadas dez joaninhas para exposição, por contato, dos predadores aos inseticidas. As placas de Petri foram tampadas e levadas para estufa incubadora a 25 ± 0,5oC e umidade relativa de 75 ± 5%. Vinte e quatro horas após, foram realizadas avaliações da mortalidade. Os resultados foram corrigidos em relação à mortalidade ocorrida na testemunha, usando-se a fórmula de Abbott (1925), sendo que a mortalidade máxima tolerada na testemunha foi de 10%.

O critério de avaliação da seletividade foi baseado no conceito de seletividade fisiológica, no qual o inseticida é considerado como seletivo se causar mortalidade na população do inimigo natural menor do que na população da praga. Ele é considerado como não seletivo se causar mortalidade na população do inimigo natural superior ou igual à ocorrida na população da praga; estando o inseticida em situação intermediária a estes dois extremos, ele é considerado como medianamente seletivo. Complementarmente utilizou-se nos critérios de avaliação da seletividade dos inseticidas o valor de 80% de mortalidade. Já que no Brasil para registro destes em uso agrícola, este é o valor mínimo de eficiência exigido (Yu, 1988; Pedigo, 1989; Guedes et al., 1992; Faleiro et al. 1995; Suinaga et al., 1996).

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

A mortalidade média na testemunha foi 0% para Cycloneda sanguinea e 2,33% para Eriopis connexa. Detectou-se pela análise de variância (coeficiente de variação de 19,29%), diferenças significativas nas interações entre inseticidas e espécie de predador, inseticidas e sexo de C. sanguinea, inseticidas e dose para E. connexa e fêmeas de C. sanguinea a p < 0,05.

Para C. sanguinea os inseticidas vamidation e pirimicarbe foram os produtos menos tóxicos nas duas doses avaliadas e os menos tóxicos para machos e fêmeas (Tabela 1); sendo portanto os mais seletivos. Os resultados obtidos concordam com os de Eichler & Reis (1976) e Gravena & Batista (1979) que observaram ser o pirimicarbe um inseticida altamente seletivo para C. sanguinea. Mustafa et al. (1989) verificaram boa eficiência do pirimicarbe no controle de M. persicae em pimentão e baixo impacto deste inseticida sobre predadores e parasitóides. Para E. connexa o pirimicarbe foi o inseticida mais seletivo seguido pelo etion e cipermetrina (Tabela 1).

A seletividade do pirimicarbe aos dois predadores pode estar associada à maior velocidade com que a enzima acetilcolinesterase catalisa a hidrólise do neurotransmissor acetilcolina no predador do que nos pulgões, possibilitando aos mesmos tolerarem maiores doses do pirimicarbe (Silver et al., 1995). Já a seletividade de vamidation a C. sanguinea pode estar associada à menor sensibilidade da acetilcolinesterase do predador ao inseticida (Zon & Helle, 1966; Tripathi & O'Brien, 1973; Voss, 1980). A seletividade destes inseticidas pode também estar associada à menor taxa de penetração do inseticida no inimigo natural e a desintoxicação oxidativa catalizada por enzimas monooxigenases (Rathman et al., 1992; Cho et al., 1997).

C. sanguinea foi mais tolerante as doses recomendadas dos inseticidas diclorvós, etion e vamidation que E. connexa (Tabela 1). Verificou-se que os machos de C. sanguinea foram mais tolerantes ao etion e permetrina que as fêmeas (Tabela 1). Entretanto, para a maioria das espécies de inimigos naturais, existem mais relatos de maior tolerância de fêmeas do que machos a inseticidas (Critchley, 1972; Rathman et al., 1992; Suinaga et al., 1996; Picanço et al., 1997). Estes autores hipotetizam que tal diferença, estaria associada ao maior tamanho das fêmeas e a desintoxicação oxidativa catalizada por enzimas monooxigenases. Entretanto níveis similares de suscetibilidade entre sexos tem sido registrados quando diferenças entre tamanhos são mínimas (Respicio & Forgash, 1984).

A toxicidade da permetrina a E. connexa e do etion às fêmeas de C. sanguinea foi menor quando estes inseticidas foram aplicados em subdose do que quando estes foram aplicados na dose recomendada para o controle de pulgões no tomateiro (Tabela 1). Tal fato mostra que o impacto destes inseticidas sobre estes dois predadores diminui com a decomposição destes às concentrações que correspondam à metade das suas doses recomendadas. Suinaga et al. (1996) também verificaram fato semelhante para o percevejo predador P. nigrispinus, quando aplicou deltametrina e malation. A verificação de tal fato para apenas um dos piretróides testados, a permetrina e não para o outro a cipermetrina, deve estar relacionado ao fato destes pertencerem a subgrupos diferentes. A permetrina é do subgrupo I e a cipermetrina do subgrupo II. Os piretróides do subgrupo II possuem grupo ciano na porção alcóolica da molécula, já os do subgrupo I não apresentam tal característica (Naumann, 1990). Os piretróides do subgrupo II geralmente são mais potentes do que os do subgrupo I, por manterem os canais de sódio abertos por mais tempo, levando ao bloqueio da produção de potencial de ação sem induzir descargas elétricas repetitivas (Eto, 1990). Assim, tais diferenças moleculares e de propriedades fisiológicas nos insetos destes inseticidas, possivelmente, explicam as diferenças na suscetibilidade de C. sanguinea a estes.

 

LITERATURA CITADA

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Endereço para correspondência
Marcelo Picanço
UFV - Dept° de Biologia Animal
36.571-000 Viçosa - MG
E-mail: picanco@mail.ufv.br

Germano L.D. Leite
UFMG - NCA - CEA
C.Postal 135
39.444-006 Montes Claros - MG
E-mail: gldleite@ig.com.br

Aceito para publicação em 15 de maio de 2.000

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