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Horticultura Brasileira

Print version ISSN 0102-0536On-line version ISSN 1806-9991

Hortic. Bras. vol.19 no.3 Brasília Nov. 2001

http://dx.doi.org/10.1590/S0102-05362001000300005 

PESQUISA

 

Efeitos de tipos de bulbos e adubação nitrogenada sobre a produtividade e características comerciais do alho cv. "Quitéria"

 

Effects of bulbs types and nitrogen on the yield and marketable characteristics of garlic cv. "Quitéria"

 

 

Geraldo M. ResendeI; Rovilson José SouzaII

IEmbrapa Semi-Árido, C. Postal 23, 56.300-000 Petrolina, PE
IIUFLA, C. Postal 37, 37.2000-000 Lavras, MG

Endereço para correspondência

 

 


RESUMO

O presente trabalho foi conduzido no período de abril a outubro de 1991 na UFLA, Lavras (MG), com o objetivo de avaliar a influência de doses de nitrogênio e tipos de bulbos como fonte de bulbilhos para plantio sobre a produtividade e características comerciais do alho (Allium sativum L.). Utilizou-se o delineamento experimental de blocos ao acaso em esquema fatorial 5x2, compreendendo cinco doses de nitrogênio (0; 40; 80; 120 e 160 kg/ha de N) e dois tipos de bulbos para plantio como fonte de bulbilhos (bulbos normais e pseudoperfilhados) e quatro repetições. Constatou-se que o uso de bulbilhos de bulbos pseudoperfilhados é viável, não havendo diferenças em termos de produtividade total ou comercial, peso médio de bulbo, número de bulbilhos por bulbo e incidência de pseudoperfilhamento em relação ao uso de bulbilhos de bulbos normais. A produtividade total de bulbos aumentou até a dose de 149,2 kg/ha de N, sendo que houve redução linear na produtividade comercial com o incremento da dose de nitrogênio. O peso médio de bulbo e a percentagem de bulbos pseudoperfilhados aumentaram linearmente com o incremento das doses de nitrogênio. O número de bulbilhos por bulbo não foi influenciado pelos tratamentos.

Palavras-chave: Allium sativum L., nitrogênio, rendimento, pseudoperfilhamento, peso médio de bulbo, número de bulbilho por bulbo.


ABSTRACT

This study was carried out from April to October 1991, in the experimental field of UFLA, Lavras, Brazil, with the objective of evaluating the influence of nitrogen rates and planting bulbs types on yield and marketable traits of garlic (Allium sativum L.). The experimental design was a randomized complete block in a 5 x 2 factorial scheme, with four replications. The first factor was N rates (0; 40; 80; 120 and 160 kg/ha N) and the second one was planting bulbs types (normal and bulbs with secondary growth). Both normal and secondary growth garlic bulbs were feasible for planting. No differences between them were observed in total yield, commercial yield, average weight of bulb, number of cloves per bulb, and secondary growth bulbs. Total yield was increased with N rates up to 149.2 kg/ha, but the marketable yield was linearly reduced as N rates increased. Bulb average weight and secondary growth bulbs percentage increased linearly with the increase in N. Clove number per bulb was not influenced by treatments.

Keywords: Allium sativum L., nitrogen, yield, secondary growth bulbs, average bulb weight, number of cloves per bulb.


 

 

Dentre as anormalidades fisiológicas que ocorrem no alho, o pseudoperfilhamento é considerado uma característica comercialmente indesejável, depreciando o produto e reduzindo a produtividade (Burba, 1983). Embora a aplicação de nitrogênio proporcione aumento no pseudoperfilhamento em cultivares sensíveis (Alvarenga & Santos, 1982; Santos, 1980; Souza, 1990), outras pesquisas têm demonstrado a importância desse nutriente no incremento da produtividade do alho, sendo a resposta às doses bastante variável. Respostas significativas do alho ao N foram obtidas até a dose de 50 kg/ha (Nogueira, 1979; Patel et al., 1996); 60 kg/ha (Scalopi et al., 1971); 66 kg/ha (Resende, 1992); 100 kg/ha (Abbas et al., 1994), 150 kg/ha (Ruiz, 1985) e 180 kg/ha (Souza, 1990). Garcia et al. (1994) encontraram rendimentos de 7550 kg/ha de bulbos com 95,5 kg/ha, assim como constataram efeito linear de doses de nitrogênio sobre o peso médio de bulbo e a incidência de pseudoperfilhamento. A produtividade total e comercial foram influenciados pelas doses de nitrogênio, sendo que as maiores produtividades (4400 e 2400 kg/ha) foram alcançadas com 70 e 76 kg/ha de N, respectivamente (Carvalho et al., 1996). Ao contrário, Costa et al. (1993) não verificaram efeito significativo na produtividade total e comercial do alho quando utilizaram N até 120 Kg/ha; assim como, Lipinski et al. (1995), não encontraram diferença significativa na produtividade total quando aumentaram a dose de N de 0 a 240 kg/ha e Sadaria et al. (1997) quando aplicaram até 75 kg/ha de N.

A possível utilização de bulbos com pseudoperfilhamento, comparativamente a bulbos normais, para fornecimento de bulbilhos para plantios comerciais e suas consequências nas características agronômicas na cultura do alho não foi ainda mencionada na literatura.

Neste trabalho, foi avaliado o efeito de tipos de bulbos como fonte de bulbilhos para plantio e doses de nitrogênio sobre a produtividade e características comerciais do alho.

 

MATERIAL E MÉTODOS

O experimento foi conduzido no período de abril a outubro de 1991, em campo experimental da Universidade Federal de Lavras, no delineamento de blocos ao acaso no esquema fatorial 5 x 2, compreendendo cinco doses de nitrogênio (0; 40; 80; 120 e 160 kg/ha de N) e dois tipos de bulbos como fonte de bulbilhos para plantio (bulbos normais e bulbos pseudoperfilhados) e 4 repetições. A análise do solo apresentou as seguintes características químicas e físicas: K = 0,3 cmolc dm-3; P = 18 mg dm-3; Ca = 3,2 cmolc dm-3; Mg = 0,3 cmolc dm-3; H + Al = 0,1 cmolc dm-3; pH em H2 0 = 5,9; areia = 330 g kg-1; silte = 320 g kg-1; argila = 350 g kg-1 e matéria orgânica = 33 g kg-1.

A área útil da parcela foi de 1,6 m2 (2,0 x 0,8 m) e o espaçamento utilizado foi de 0,2 m entre linhas e 0,1 m entre plantas dentro das fileiras. Os bulbos de alho foram frigorificados por 40 dias a 5 ± 1ºC, sendo plantada a cultivar Quitéria proveniente de Curitibanos (SC), sendo utilizados para plantio os bulbilhos retidos em peneira 4 (malha 5 x 17 mm).

O preparo do solo foi feito pelo processo convencional e a adubação básica de plantio foi a recomendada por Filgueira (1982). Como adubo nitrogenado usou-se o sulfato de amônio, sendo as doses aplicadas 1/3 no plantio e o restante em cobertura, aos 45 dias após o plantio. As irrigações por aspersão foram feitas duas vezes por semana, até 20 dias antes da colheita e as demais práticas culturais foram as comumentes recomendadas para a cultura do alho.

Após a colheita, realizou-se a cura dos bulbos ao sol, por três dias e em galpão à sombra por 60 dias. Em seguida fez-se o toalete, cortando-se a parte aérea a 1 cm dos bulbos e retirando-se as raízes.

Foram avaliados a produtividade total e comercial (bulbos perfeitos, livres de doenças e bulbos pseudoperfilhados, com diâmetro superior a 25 mm), peso médio de bulbo, percentagem de bulbos pseudoperfilhados e número de bulbilhos por bulbo. Os efeitos dos tratamentos sobre as características avaliadas foram conhecidos mediante a análise de variância e regressão polinomial, ao nível de 5% de probabilidade. Os dados referentes à contagem foram transformados em e os de percentagem em arco-seno .

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Houve efeito significativo de doses de nitrogênio sobre as características avaliadas, ocorrendo o inverso com a interação e o tipo de bulbo utilizados como fonte de bulbilhos para o plantio.

Não houve efeito de tipos de bulbos sobre a produtividade total ou comercial, peso médio de bulbo, número de bulbilhos por bulbo ou incidência de pseudoperfilhamento. Trabalhos que corroboram tais resultados não foram encontrados na literatura, no entanto, os resultados encontrados sugerem que o uso de bulbos normais ou pseudoperfilhados para plantio são viáveis. Os bulbos pseudoperfilhados, por serem comercialmente indesejáveis, podem ser usados para a produção de alho-semente ou em plantios comerciais. Neste contexto, quando se utilizar bulbilhos oriundos de bulbos pseudoperfilhados para plantios comerciais, Garcia et al. (1993) recomendam selecionar bulbilhos maiores (peneiras 3 ou inferior) por proporcionarem maiores produtividades comerciais. Caso os bulbos pseudoperfilhados forem utilizados para a produção de alho-semente, deve-se aumentar a densidade de plantio, podendo utilizar bulbilhos menores (peneira 4) que, de acordo com Soares (1979) são os mais recomendados.

A dose de N de 149,2 kg/ha foi a que proporcionou a maior produtividade total de bulbos de alho, 6617 kg/ha (Figura 1). Para a produtividade comercial, verificou-se efeito linear negativo com o incremento das doses de nitrogênio (Figura 2). Resultados similares para a produtividade total foram observados por Resende (1992) até a dose de 144,2 kg/ha e por Carvalho et al. (1996) até 70 kg/ha. Souza (1990), também encontrou efeito linear negativo sobre a produção comercial de bulbos com o aumento das doses de nitrogênio. Respostas positivas de incremento da produtividade comercial com a aplicação de nitrogênio foram observadas por diferentes autores em diversos níveis de adubação (Nogueira, 1979; Ruiz, 1985; Abbas et al.,1994; Patel et al., 1996; Verma et al.,1996). Ao contrário, Costa et al. (1993) não verificaram efeito significativo do nitrogênio na produtividade total e comercial quando utilizaram até 120 kg/ha, assim como Lipinski et al. (1995) não encontraram diferenças significativas quando variaram a dose de N de 0 a 240 kg/ha e Sadaria et al. (1997) quando aplicaram até 75 kg/ha.

 

 

 

 

A diferença entre a produtividade total e comercial, no presente trabalho, ocorreu em razão, principalmente, da alta incidência de pseudoperfilhamento, o qual aumentou com as doses de nitrogênio. Segundo Magalhães (1986), a resposta à adubação nitrogenada depende do teor de matéria orgânica no solo e das condições químicas e climáticas que interferem na dinâmica de transformação desse nutriente no solo. Neste sentido, a ausência de resposta à adubação nitrogenada no presente trabalho, deveu-se provavelmente, além da alta incidência de pseudoperfilhamento promovida pelo incremento das doses de nitrogênio, ao teor de matéria orgânica do solo (maior que 30 g kg-1) considerado alto de acordo com a Comissão (1989). Em termos de produtividade comercial de bulbos, Souza (1990) aplicando de 0 a 180 kg/ha de N, verificou variações de 1609 a 5550 kg/ha, enquanto Oliveira et al. (1995) relatam produtividades oscilando de 3303 a 4021 kg/ha de bulbos, com a aplicação de até 150 kg/ha de N.

A percentagem de bulbos pseudoperfilhados aumentou linearmente com o aumento nas doses de nitrogênio (Figura 3), tendo a dose máxima aplicada (160 kg/ha) apresentado 66,19% de bulbos pseudoperfilhados. Souza (1990), Resende (1992) e Garcia et al. (1994) também relataram o aumento do pseudoperfilhamento com aplicação de doses crescentes de nitrogênio. As giberelinas e o nitrogênio parecem estar relacionados com o pseudoperfilhamento, as quais seriam, de acordo Moon & Lee (1980), o fator responsável pelo distúrbio fisiológico da planta.

 

 

Quanto ao peso médio de bulbos de alho (Figura 4), observou-se que a dose de 141,3 kg/ha proporcionou a obtenção de bulbos com maior peso (18,5 g/bulbo). O aumento do peso médio com o incremento das doses de nitrogênio foi também observado por Resende (1992) e Garcia et al. (1994). Quanto ao peso médio de bulbo comercial, Resende et al. (1999) relatam peso médio inferior em alho multiplicado convencionalmente (16, 5 g/bulbo), assim como Garcia et al. (1993) informam variações de 8,05 a 13,11 g/bulbo e 10,26 a 11,83 g/bulbo, no peso médio de bulbo comercial para a mesma cultivar usada no presente trabalho, para épocas de plantio e classes de bulbilhos, respectivamente. O peso médio de bulbos é característica de grande importância para a comercialização, já que bulbos maiores apresentam maior peso, melhor aparência e, normalmente recebem as melhores cotações de mercado.

 

 

Embora o número de bulbilhos por bulbo seja uma característica de cada cultivar, tem-se verificado que o mesmo pode ser alterado pelo teor de N disponível às plantas. Segundo Nogueira (1979), à medida que se parcelou mais o nitrogênio, foi observado acréscimo de 11% no número de bulbilhos por bulbo, apesar de não ter sido constatado diferenças significativas entre os parcelamentos. No presente trabalho, não foi verificado efeito significativo de doses de nitrogênio, resultados concordantes com os encontrados por Seno et al. (1994), que também não detectaram efeitos do nitrogênio sobre esta característica.

 

LITERATURA CITADA

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Endereço para correspondência
Rovilson José Souza
E-mail: gmilanez@ufla.br

Aceito para publicação em 11 de outubro de 2.001

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